Oi, sou a Eve, a mulher do Santy, peguei a conta emprestada pra contar uma história minha. Na real, contei pra ele e ele terminou escrevendo como se fosse eu, o tarado pediu que quando eu lesse, me tocasse, coisa que fiz no começo, depois pedi pra ele sentar e sentei no colo dele pra terminar de ler com uma rola dentro, um vibrador e meus dedos não eram suficientes.
Santy me descreve nos contos assim: Tem 33 anos, mede 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo mais pra academia, definido, mas sem ser marcado demais, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado no inverno.
Nessa eu tinha 22 e obviamente tava em melhor forma física que agora e os peitos eram naturais.
A escola inteira passei "apaixonada" pelo Martín.
Martín era um menino bonito, gato, engraçado, divertido, um tesão de cabelo moreno e pele branca.
Mudei de escola e perdi contato. Anos depois procurei ele nas redes, mas nunca adicionei, ficava na esperança do algoritmo mostrar meu perfil como sugestão e ele me adicionar.
Passou o tempo e uma amiga da facul me convida pra uma festa numa casa que o Gonzalo organizava, um amigo do novo namorado dela. Sim, obviamente minha amiga Karen tinha começado a namorar um cara chamado Martín. Pela foto reconheci que era ele porque tinha visto fotos recentes, mas não tive coragem de falar nada no começo, sei lá por quê.
Karen é uma gostosa. Morena, alta, magra, corpo de modelo. Um rosto divino, linda de qualquer ângulo, acho que foi a primeira gatinha que me excitou. Sair com ela pra balada é foda pra autoestima porque, mesmo não me achando feia, do lado dela me sentia menos bonita.
Chegamos na festa meio tarde, Martín e os amigos já tinham começado a beber cedo e já estavam meio alegres. Antes de cumprimentar ele me reconheceu e tive que falar pra minha amiga, não tinha reconhecido ele porque mudou muito desde o primário.
Na real, quando vi ele pessoalmente, quase que a calcinha fio dental desceu sozinha, o tempo deixou ele muito gostoso.
Nós duas fomos vestidas iguais, bota, saia curta e top, tudo preto.
Eu e Karen começamos a beber e dançar, o Martín ia apresentando a nova namorada pros amigos, mostrava ela como um troféu e claro que era mesmo. Eu tava de olho nos amigos e, sinceramente, nenhum era bonito. Pelo menos do lado dele não pareciam, mas a Karen queria me empurrar um.
K: Evy, qual dos amigos do Tincho você gostou?
E: Nenhum, pra ser sincera.
K: Fala sério, sua burra, me diz qual é o mais bonito da festa que a gente arranja um jeito.
E: Juro, Kary, nenhum.
K: Tá, então me diz quem é o mais bonito da festa pra você.
E: Não.
K: Qual é, um bonito tem que ter.
E: Claro que tem.
K: Quem?
E: Olha, o mais bonito quem tem é você.
K: Isso eu já sei.
Nessa hora, o Martín chega com uma bebida.
M: Meninas, querem? A gente divide.
E: Bora, preciso de um drink.
M: Amor, sabia que a Eve gostava de mim na escola? — Poucas vezes na vida eu quis que a terra me engolisse tanto quanto naquele momento, tava morrendo de vergonha.
K: Não, tá me zoando? Cê gostava do meu amigo? Evelyn, me conta isso agora.
E: É, sua idiota, a gente era criança. No primário. Não sabia que ele sabia.
M: Todo mundo sabia.
K: E você, amor? De quem você gostava?
M: Dela, mas nunca tive coragem de falar nada por ser tímido.
K: Ahhh, vocês dois eram uns bobões.
E: A gente era criança, pô! Hoje em dia não rolaria!
A conversa continuou um pouco, mas menos constrangedora. Fui pegar outra bebida e logo a Karen veio falar comigo.
K: Amiga, tive uma ideia louca. Já fez um ménage alguma vez?
E: O quê? Não, nunca. Você?
K: Também não. Quer fazer?
E: Com vocês?
K: Sim, com o Tincho e comigo?
E: Já falou com ele?
K: Não, ainda não, mas com certeza ele vai querer, melhor, nem pergunto, a gente surpreende ele.
E: Beleza. Hoje?
K: Vamos buscar ele e levar pra algum quarto.
Fomos encontrar ele.
K: Love, onde a gente pode deixar as bolsas e os casacos? Tão no sofá, mas passa gente, fica apalpando, não deixa a gente tranquila.
M: No quarto do Gonza. Passando o banheiro, a segunda porta.
K: Cê vem com a gente, só por garantia?
M: Sim, venham.
Fomos pro quarto, Martín abriu a porta e ficou esperando a gente entrar. A gente passou, deixou as coisas numa cadeira e ele não entrava.
Karen tirou as botas, eu também, e fez sinal pra ele entrar. Como o Tincho não entendia, ela foi buscar ele, meteu ele no quarto, fechou a porta. Sentou ele na cama e sentou em cima dele e beijou ele.
K: Agora cê entendeu o que eu quero?
M: Sim, meu love. Mas...
E: Eu também quero.
Beijei minha amiga, deitei o namorado dela e beijei ele. Martín olhava surpreso, entendia o que tava rolando, mas não acreditava. A gente se beijou os três juntos. As duas línguas brincavam com a minha enquanto eu começava a sentir o calor tomando conta do meu corpo.
A gente tava as duas deitadas em cima dele, se pegando entre os três, de dois em dois. A situação toda era muito hot. Minha amiga que despertou meu lado lésbico e meu love platônico da escola juntos.
Me senti confortável desde o primeiro momento, acho que era por causa da bebedeira, os três távamos bem bêbados, pra ser sincera.
Tincho não demorou pra meter a mão direto na nossa bunda, por baixo das saias, entre as duas a gente tocava a cock dele por cima da calça jeans, desabotoamos e em segundos tiramos com a cueca e levantamos a camiseta dele, que ele mesmo terminou de tirar. Ele tinha um corpo lindo, marcado de academia, uma cock de bom tamanho com os pelinhos bem feitos, bem curtinhos.
Não me segurei e comecei a chupar ele, Karen aproveitou e se pelou, a gente chupou ele entre as duas por um tempinho, deixei ela sozinha pra me pelar e ver minha amiga de quatro passando a língua dos ovos até a ponta. Voltei a chupar ele e depois a gente se pegou entre os três.
Eu tava morrendo de vontade de montar naquela cock linda que eu desejei por anos, mas achei que Claro que a "dona" dela aproveita primeiro.
Karen deitou de barriga pra cima e o Tincho começou a meter nela de missionário, eu sinceramente não sabia bem o que fazer, ninguém tinha experiência nisso, então eu olhava, beijava um, depois o outro, me tocava.
Ver minha amiga sendo comida, ouvir os gemidos dela, ver os peitos dela balançando no ritmo do sexo me deixou louca, naquele momento percebi que tinha algo a mais do que eu imaginava e comecei a planejar.
Minha amiga gozou e o Tincho tirou a pica dele e era minha vez. Fiquei de quatro em cima da Karen e ele meteu tudo de uma vez enquanto minha boca se fundia com a da minha amiga, primeiro subi pra ela chupar meus peitos, depois desci pra chupar os peitos dela e aos poucos fomos nos ajeitando melhor.
Eu nunca tinha feito nada com outra mina, nos beijar, nos tocar de brincadeira, mas nada realmente sexual. Entre o álcool e o tesão não consegui segurar minha curiosidade, no começo foi querer ver a buceta dela, quando vi me aproximei, senti o cheiro dela e meus lábios foram direto pra lamber ela de beijos, pra chupar o clitóris dela enquanto enfiava 2 dedos.
A Karen tem uma buceta linda, toda depilada e bem cuidada, na real muito parecida com a minha, eu nunca tinha visto uma assim ao vivo de perto e descobri uma paixão nova e maravilhosa. Fiz ela gozar de novo e ao sentir o orgasmo dela automaticamente tive um super intenso e quase na mesma hora o Tincho gozou, senti a pica dele pulsando dentro de mim enchendo a camisinha de porra.
Ficamos um minuto assim nos recuperando.
O Tincho se vestiu rápido e saiu, foi fazer guarda na porta enquanto a gente se arrumava.
E: Valeu.
K: Valeu você, incrível, não pensei que você ia me chupar.
E: Eu também não, mas não consegui me segurar. Nunca tinha feito isso.
K: Te devo uma. Vamos pra festa e daqui a pouco a gente foge só nós duas. Nunca fiz isso, quero que você seja a primeira.
Fomos pra festa, continuamos bebendo e dançando um pouco. Aquele quarto virou um putero total, então a gente fugiu as duas pra um banheiro. Karen me beijou me apertando contra a parede, se abaixou, levantou minha saia, puxou minha calcinha fio dental pra baixo e começou a chupar minha rola e enfiar os dedos em mim. Eu tava tão tesuda que me apoiei na parede, fechei os olhos e só aproveitei, segurando a cabeça dela e esmagando ela contra meu corpo.
Acho que não levei nem 2 minutos pra gozar, foi lindo.
Eles ficaram juntos por mais um ano, hoje o Martín é casado e tem uma filha, tenho ele no Instagram mas quase não nos falamos. A Karen continua sendo minha amiga, mas vejo ela pouco porque foi morar em Mendoza.
Santy me descreve nos contos assim: Tem 33 anos, mede 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo mais pra academia, definido, mas sem ser marcado demais, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado no inverno.
Nessa eu tinha 22 e obviamente tava em melhor forma física que agora e os peitos eram naturais.
A escola inteira passei "apaixonada" pelo Martín.
Martín era um menino bonito, gato, engraçado, divertido, um tesão de cabelo moreno e pele branca.
Mudei de escola e perdi contato. Anos depois procurei ele nas redes, mas nunca adicionei, ficava na esperança do algoritmo mostrar meu perfil como sugestão e ele me adicionar.
Passou o tempo e uma amiga da facul me convida pra uma festa numa casa que o Gonzalo organizava, um amigo do novo namorado dela. Sim, obviamente minha amiga Karen tinha começado a namorar um cara chamado Martín. Pela foto reconheci que era ele porque tinha visto fotos recentes, mas não tive coragem de falar nada no começo, sei lá por quê.
Karen é uma gostosa. Morena, alta, magra, corpo de modelo. Um rosto divino, linda de qualquer ângulo, acho que foi a primeira gatinha que me excitou. Sair com ela pra balada é foda pra autoestima porque, mesmo não me achando feia, do lado dela me sentia menos bonita.
Chegamos na festa meio tarde, Martín e os amigos já tinham começado a beber cedo e já estavam meio alegres. Antes de cumprimentar ele me reconheceu e tive que falar pra minha amiga, não tinha reconhecido ele porque mudou muito desde o primário.
Na real, quando vi ele pessoalmente, quase que a calcinha fio dental desceu sozinha, o tempo deixou ele muito gostoso.
Nós duas fomos vestidas iguais, bota, saia curta e top, tudo preto.
Eu e Karen começamos a beber e dançar, o Martín ia apresentando a nova namorada pros amigos, mostrava ela como um troféu e claro que era mesmo. Eu tava de olho nos amigos e, sinceramente, nenhum era bonito. Pelo menos do lado dele não pareciam, mas a Karen queria me empurrar um.
K: Evy, qual dos amigos do Tincho você gostou?
E: Nenhum, pra ser sincera.
K: Fala sério, sua burra, me diz qual é o mais bonito da festa que a gente arranja um jeito.
E: Juro, Kary, nenhum.
K: Tá, então me diz quem é o mais bonito da festa pra você.
E: Não.
K: Qual é, um bonito tem que ter.
E: Claro que tem.
K: Quem?
E: Olha, o mais bonito quem tem é você.
K: Isso eu já sei.
Nessa hora, o Martín chega com uma bebida.
M: Meninas, querem? A gente divide.
E: Bora, preciso de um drink.
M: Amor, sabia que a Eve gostava de mim na escola? — Poucas vezes na vida eu quis que a terra me engolisse tanto quanto naquele momento, tava morrendo de vergonha.
K: Não, tá me zoando? Cê gostava do meu amigo? Evelyn, me conta isso agora.
E: É, sua idiota, a gente era criança. No primário. Não sabia que ele sabia.
M: Todo mundo sabia.
K: E você, amor? De quem você gostava?
M: Dela, mas nunca tive coragem de falar nada por ser tímido.
K: Ahhh, vocês dois eram uns bobões.
E: A gente era criança, pô! Hoje em dia não rolaria!
A conversa continuou um pouco, mas menos constrangedora. Fui pegar outra bebida e logo a Karen veio falar comigo.
K: Amiga, tive uma ideia louca. Já fez um ménage alguma vez?
E: O quê? Não, nunca. Você?
K: Também não. Quer fazer?
E: Com vocês?
K: Sim, com o Tincho e comigo?
E: Já falou com ele?
K: Não, ainda não, mas com certeza ele vai querer, melhor, nem pergunto, a gente surpreende ele.
E: Beleza. Hoje?
K: Vamos buscar ele e levar pra algum quarto.
Fomos encontrar ele.
K: Love, onde a gente pode deixar as bolsas e os casacos? Tão no sofá, mas passa gente, fica apalpando, não deixa a gente tranquila.
M: No quarto do Gonza. Passando o banheiro, a segunda porta.
K: Cê vem com a gente, só por garantia?
M: Sim, venham.
Fomos pro quarto, Martín abriu a porta e ficou esperando a gente entrar. A gente passou, deixou as coisas numa cadeira e ele não entrava.
Karen tirou as botas, eu também, e fez sinal pra ele entrar. Como o Tincho não entendia, ela foi buscar ele, meteu ele no quarto, fechou a porta. Sentou ele na cama e sentou em cima dele e beijou ele.
K: Agora cê entendeu o que eu quero?
M: Sim, meu love. Mas...
E: Eu também quero.
Beijei minha amiga, deitei o namorado dela e beijei ele. Martín olhava surpreso, entendia o que tava rolando, mas não acreditava. A gente se beijou os três juntos. As duas línguas brincavam com a minha enquanto eu começava a sentir o calor tomando conta do meu corpo.
A gente tava as duas deitadas em cima dele, se pegando entre os três, de dois em dois. A situação toda era muito hot. Minha amiga que despertou meu lado lésbico e meu love platônico da escola juntos.
Me senti confortável desde o primeiro momento, acho que era por causa da bebedeira, os três távamos bem bêbados, pra ser sincera.
Tincho não demorou pra meter a mão direto na nossa bunda, por baixo das saias, entre as duas a gente tocava a cock dele por cima da calça jeans, desabotoamos e em segundos tiramos com a cueca e levantamos a camiseta dele, que ele mesmo terminou de tirar. Ele tinha um corpo lindo, marcado de academia, uma cock de bom tamanho com os pelinhos bem feitos, bem curtinhos.
Não me segurei e comecei a chupar ele, Karen aproveitou e se pelou, a gente chupou ele entre as duas por um tempinho, deixei ela sozinha pra me pelar e ver minha amiga de quatro passando a língua dos ovos até a ponta. Voltei a chupar ele e depois a gente se pegou entre os três.
Eu tava morrendo de vontade de montar naquela cock linda que eu desejei por anos, mas achei que Claro que a "dona" dela aproveita primeiro.
Karen deitou de barriga pra cima e o Tincho começou a meter nela de missionário, eu sinceramente não sabia bem o que fazer, ninguém tinha experiência nisso, então eu olhava, beijava um, depois o outro, me tocava.
Ver minha amiga sendo comida, ouvir os gemidos dela, ver os peitos dela balançando no ritmo do sexo me deixou louca, naquele momento percebi que tinha algo a mais do que eu imaginava e comecei a planejar.
Minha amiga gozou e o Tincho tirou a pica dele e era minha vez. Fiquei de quatro em cima da Karen e ele meteu tudo de uma vez enquanto minha boca se fundia com a da minha amiga, primeiro subi pra ela chupar meus peitos, depois desci pra chupar os peitos dela e aos poucos fomos nos ajeitando melhor.
Eu nunca tinha feito nada com outra mina, nos beijar, nos tocar de brincadeira, mas nada realmente sexual. Entre o álcool e o tesão não consegui segurar minha curiosidade, no começo foi querer ver a buceta dela, quando vi me aproximei, senti o cheiro dela e meus lábios foram direto pra lamber ela de beijos, pra chupar o clitóris dela enquanto enfiava 2 dedos.
A Karen tem uma buceta linda, toda depilada e bem cuidada, na real muito parecida com a minha, eu nunca tinha visto uma assim ao vivo de perto e descobri uma paixão nova e maravilhosa. Fiz ela gozar de novo e ao sentir o orgasmo dela automaticamente tive um super intenso e quase na mesma hora o Tincho gozou, senti a pica dele pulsando dentro de mim enchendo a camisinha de porra.
Ficamos um minuto assim nos recuperando.
O Tincho se vestiu rápido e saiu, foi fazer guarda na porta enquanto a gente se arrumava.
E: Valeu.
K: Valeu você, incrível, não pensei que você ia me chupar.
E: Eu também não, mas não consegui me segurar. Nunca tinha feito isso.
K: Te devo uma. Vamos pra festa e daqui a pouco a gente foge só nós duas. Nunca fiz isso, quero que você seja a primeira.
Fomos pra festa, continuamos bebendo e dançando um pouco. Aquele quarto virou um putero total, então a gente fugiu as duas pra um banheiro. Karen me beijou me apertando contra a parede, se abaixou, levantou minha saia, puxou minha calcinha fio dental pra baixo e começou a chupar minha rola e enfiar os dedos em mim. Eu tava tão tesuda que me apoiei na parede, fechei os olhos e só aproveitei, segurando a cabeça dela e esmagando ela contra meu corpo.
Acho que não levei nem 2 minutos pra gozar, foi lindo.
Eles ficaram juntos por mais um ano, hoje o Martín é casado e tem uma filha, tenho ele no Instagram mas quase não nos falamos. A Karen continua sendo minha amiga, mas vejo ela pouco porque foi morar em Mendoza.
2 comentários - Meu primeiro menage com amiga e o namorado dela