E aí, pessoal, tudo bem? Quero contar pra vocês que um dia um cliente me propôs se eu queria ir pra uma despedida de solteiro dele. Perguntei quantos iam ser, ele disse uns 8 ou até 15, e falou: "Fica tranquila, vou estar lá também". Eu disse que sim. Uns 20 dias depois, ele me ligou pra avisar que era no dia seguinte e que me buscaria cedo pra gente jantar um churrasco que iam fazer. Tinham alugado uma churrasqueira.
Naquela noite, eu tava ansiosa porque nunca tinha feito o papel de putinha numa despedida de solteiro, mas por outro lado também pensava que a coisa podia fugir do controle. Só que a fantasia falou mais alto e acabei indo. O Carlos me buscou às 19h. Chegamos lá umas oito menos vinte, mais ou menos. Quando entrei, os que estavam lá começaram a me cumprimentar, e não eram 7 ou 8... eram 14! Disseram: "Sinta-se à vontade". O Carlos falou: "Ela é nova nisso, é a primeira despedida de solteiro dela". Me fizeram sentir confortável, a gente conversou, tinha todo tipo de bebida e umas substâncias também. Comecei tomando cerveja e na roda também fumei com eles. Via que de vez em quando se levantavam e iam pra outra mesa, voltando com o nariz branco. Me ofereceram só uma vez e eu aceitei. Por dentro, eu pensava: "Por que não me chamam mais?".
Na hora do jantar, ninguém comeu, continuamos com o álcool e os aditivos. Tinha dois dos mais jovens que me agarravam toda hora, me colocavam entre os dois, se encostando e me tocando. Eu dançava pra eles quando faziam isso. Num momento, falei pro Carlos: "São muitos... não vão querer todos transar, né?" Ele respondeu: "Não, sei lá, acho que não". Aí o Luciano, o noivo, desceu depois de tomar banho, peladão, gritando: "Quero minha putinha!". O Diego, um dos que ficava me tocando, disse: "Tira tudo!". Comecei a tirar a roupa. O Luciano sentou numa cadeira e eu comecei a fazer uma dança sensual, me aproximando dele só de calcinha fio-dental. Me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar. Como não era das maiores, dava pra engolir toda sem engasgar nem fazer... Acabas, vendo tudo isso, ele me dizia: "Filha da puta, como você gosta de pica, como você engole tudo, vadia. Vai, assim, bem fundo". Enquanto chupava, olhava nos olhos dele e percebia que ele estava gostando. Abri a camisinha que tinha na mão e coloquei nele, levei ele até uma mesa onde me apoiei, deixando minha bunda pra ele ficar mais excitado. Ele arrancou minha calcinha e enfiou dois dedos de uma vez, então disse: "Que molhada você está, vadia, que gostosa, toda quente". Nisso, Diego me agarrou pelo cabelo e disse: "Aqui, pega minha pica também". Me levou mais perto da borda da mesa e colocou uma carreira na pica dele pra eu lamber antes de chupar. Foi o que fiz enquanto Luciano me comia. Diego realmente tinha uma pica bem grande. Nisso, vi que todos estavam em cima de mim, se masturbando. Comecei a chupar com mais vontade, mais rápido. Ele nunca soltou meu cabelo, e cada vez que eu engolia tudo, ele empurrava com força, me engasgando. Nisso, Luciano, o da despedida, gozou. Como continuei chupando o Diego, senti alguém me agarrar pelo quadril e, de repente, senti outra pessoa começando a me comer. Diego fazia pausas pra não gozar, tirava da minha boca e me fazia chupar outra pica. Senti o que estava me comendo me enfiar com força e ficar ali - ele tinha gozado. Comecei a sentir algo escorrendo pela minha perna: era a porra dele. Ele tinha gozado dentro de mim. Nisso, Diego ficou atrás de mim e senti ele passando os dedos com saliva na minha bunda. Não podia pedir pra ir devagar porque tinha não uma, mas duas picas na minha boca. Nisso, ele entrou feito um animal, e senti dor, muita dor. O grito de "ahhhhhh" foi mais de dor que de prazer. Ele me comeu como um animal, doía, mas por sorte durou pouco - gozou muito rápido. Os que eu estava chupando me deitaram na mesa, na borda, abriram minhas pernas e um atrás do outro começou a me comer. Já no quarto, eu não estava tão molhada e doía um pouco. Alguns me comeram na buceta e outros pela bunda. Saíam e gozavam na minha cara, se eu não engolisse. acabaram dentro, dois deles me levaram para o quarto dizendo aqui a gente vai te foder melhor e mais confortável, um deles me fez subir em cima quando ele disse isso eu sabia o que vinha uma dupla penetração e foi assim mas na minha buceta que no começo senti uma dor dilacerante como no cu, tentaram enfiar os dois paus na minha bunda mas não conseguiram, por sorte senão teria terminado mais arrebentada do que terminei, fui me banhar quando saí estava o carlos que me disse toma mais alguma coisa leva isso de presente, um disse toma mais uma cerveja com a gente aceitei, começaram a me perguntar se gostei, se gosto de ser puta, eu disse que sim mas a verdade não era o que eu imaginava, terminei com muita dor, terminei a cerveja e o carlos me disse vamos que te levo eram umas 3:30 da madrugada, boa graninha você fez num dia. me deixou em casa tomei calmantes os que tinha tomei banho de novo e fiquei o fim de semana todo com dor, na segunda fui ver minha ginecologista que me perguntou o que tinha acontecido, tinha desgarros vaginais e um desgarro anal também, fiquei com pomadas e calmantes por mais de uma semana, definitivamente não foi o que eu esperava, não estou preparada para ser acompanhante numa despedida com tantos homens.













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Naquela noite, eu tava ansiosa porque nunca tinha feito o papel de putinha numa despedida de solteiro, mas por outro lado também pensava que a coisa podia fugir do controle. Só que a fantasia falou mais alto e acabei indo. O Carlos me buscou às 19h. Chegamos lá umas oito menos vinte, mais ou menos. Quando entrei, os que estavam lá começaram a me cumprimentar, e não eram 7 ou 8... eram 14! Disseram: "Sinta-se à vontade". O Carlos falou: "Ela é nova nisso, é a primeira despedida de solteiro dela". Me fizeram sentir confortável, a gente conversou, tinha todo tipo de bebida e umas substâncias também. Comecei tomando cerveja e na roda também fumei com eles. Via que de vez em quando se levantavam e iam pra outra mesa, voltando com o nariz branco. Me ofereceram só uma vez e eu aceitei. Por dentro, eu pensava: "Por que não me chamam mais?".
Na hora do jantar, ninguém comeu, continuamos com o álcool e os aditivos. Tinha dois dos mais jovens que me agarravam toda hora, me colocavam entre os dois, se encostando e me tocando. Eu dançava pra eles quando faziam isso. Num momento, falei pro Carlos: "São muitos... não vão querer todos transar, né?" Ele respondeu: "Não, sei lá, acho que não". Aí o Luciano, o noivo, desceu depois de tomar banho, peladão, gritando: "Quero minha putinha!". O Diego, um dos que ficava me tocando, disse: "Tira tudo!". Comecei a tirar a roupa. O Luciano sentou numa cadeira e eu comecei a fazer uma dança sensual, me aproximando dele só de calcinha fio-dental. Me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar. Como não era das maiores, dava pra engolir toda sem engasgar nem fazer... Acabas, vendo tudo isso, ele me dizia: "Filha da puta, como você gosta de pica, como você engole tudo, vadia. Vai, assim, bem fundo". Enquanto chupava, olhava nos olhos dele e percebia que ele estava gostando. Abri a camisinha que tinha na mão e coloquei nele, levei ele até uma mesa onde me apoiei, deixando minha bunda pra ele ficar mais excitado. Ele arrancou minha calcinha e enfiou dois dedos de uma vez, então disse: "Que molhada você está, vadia, que gostosa, toda quente". Nisso, Diego me agarrou pelo cabelo e disse: "Aqui, pega minha pica também". Me levou mais perto da borda da mesa e colocou uma carreira na pica dele pra eu lamber antes de chupar. Foi o que fiz enquanto Luciano me comia. Diego realmente tinha uma pica bem grande. Nisso, vi que todos estavam em cima de mim, se masturbando. Comecei a chupar com mais vontade, mais rápido. Ele nunca soltou meu cabelo, e cada vez que eu engolia tudo, ele empurrava com força, me engasgando. Nisso, Luciano, o da despedida, gozou. Como continuei chupando o Diego, senti alguém me agarrar pelo quadril e, de repente, senti outra pessoa começando a me comer. Diego fazia pausas pra não gozar, tirava da minha boca e me fazia chupar outra pica. Senti o que estava me comendo me enfiar com força e ficar ali - ele tinha gozado. Comecei a sentir algo escorrendo pela minha perna: era a porra dele. Ele tinha gozado dentro de mim. Nisso, Diego ficou atrás de mim e senti ele passando os dedos com saliva na minha bunda. Não podia pedir pra ir devagar porque tinha não uma, mas duas picas na minha boca. Nisso, ele entrou feito um animal, e senti dor, muita dor. O grito de "ahhhhhh" foi mais de dor que de prazer. Ele me comeu como um animal, doía, mas por sorte durou pouco - gozou muito rápido. Os que eu estava chupando me deitaram na mesa, na borda, abriram minhas pernas e um atrás do outro começou a me comer. Já no quarto, eu não estava tão molhada e doía um pouco. Alguns me comeram na buceta e outros pela bunda. Saíam e gozavam na minha cara, se eu não engolisse. acabaram dentro, dois deles me levaram para o quarto dizendo aqui a gente vai te foder melhor e mais confortável, um deles me fez subir em cima quando ele disse isso eu sabia o que vinha uma dupla penetração e foi assim mas na minha buceta que no começo senti uma dor dilacerante como no cu, tentaram enfiar os dois paus na minha bunda mas não conseguiram, por sorte senão teria terminado mais arrebentada do que terminei, fui me banhar quando saí estava o carlos que me disse toma mais alguma coisa leva isso de presente, um disse toma mais uma cerveja com a gente aceitei, começaram a me perguntar se gostei, se gosto de ser puta, eu disse que sim mas a verdade não era o que eu imaginava, terminei com muita dor, terminei a cerveja e o carlos me disse vamos que te levo eram umas 3:30 da madrugada, boa graninha você fez num dia. me deixou em casa tomei calmantes os que tinha tomei banho de novo e fiquei o fim de semana todo com dor, na segunda fui ver minha ginecologista que me perguntou o que tinha acontecido, tinha desgarros vaginais e um desgarro anal também, fiquei com pomadas e calmantes por mais de uma semana, definitivamente não foi o que eu esperava, não estou preparada para ser acompanhante numa despedida com tantos homens.














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1 comentários - puta na despedida...