Olá, como vocês estão? Eu vim contar pra vocês uma coisa que aconteceu comigo recentemente, ou melhor, que eu fiz acontecer. Bom, lembram do relato de quando eu vi meu primo com a namorada dele? Então, esse mesmo primo sofreu um acidente recentemente que limita ele pra várias coisas do dia a dia que ele faria sem problema. Pra isso, contrataram um enfermeiro que ajuda ele com essas coisas. A questão é que no fim de semana, o enfermeiro teve um problema de família pra resolver e pediu pra se ausentar uns dias, mas antes garantiu que ia arrumar um substituto. No dia em que o substituto tinha que estar na casa dos meus tios, eles me ligaram pedindo pra ir ajudar, porque o cara nunca apareceu e o enfermeiro responsável não atendia pra dar um jeito. Enfim, eu fui de boa, porque felizmente não tinha planos naquele fim de semana. Quando cheguei na casa dos meus tios, me passaram uma lista das coisas necessárias pra deixar meu primo confortável. Subi no quarto dele e comecei a conversar com ele. Aquele dia foi normal, e até deu tempo de a gente tirar um cochilo. Quando acordei, ele ainda tava dormindo, mas nessa hora percebi que debaixo dos lençóis dele tinha uma barraca enorme na altura da pélvis. Foi nesse instante que lembrei quando vi ele com a namorada (agora ex) e o tamanhão que ele tinha entre as pernas. Essa lembrança foi um choque que percorreu dos meus mamilos até meu clitóris. Saí do quarto e fui beber um pouco de água pra me acalmar. Quando voltei, ele já tava acordado e a barraca tinha sumido. Umas horas depois, meus tios chegaram e eu fui embora. Mas em casa, não conseguia parar de pensar naquele pedaço de carne que eu tinha tentado esquecer. Entrei no banho e comecei a imaginar como eu comeria aquilo se pudesse, lambendo da base até a cabeça, enfiando tudo até as bolas dele baterem no meu queixo e, finalmente, engolir todo aquele gozo. Tive um orgasmo delicioso me tocando e finalmente saí do chuveiro. No dia seguinte, acordei decidida a parar fantasiar e realizar. Cheguei na casa dos meus tios e, toda nervosa, esperava que meu plano desse certo. Era bem simples, e assim que meus tios saíram pra uma festa que tinham, comecei. Meu primo e eu conversamos sobre um monte de coisas e, no meio do papo, eu ia arrumando o travesseiro ou os lençóis dele, sempre me curvando mais do que o normal pra ele poder ver dentro do meu decote ou esfregando meus peitos nos braços dele (nesse dia, usei uma blusa de alcinha e uma saia). Funcionou, porque de repente ele começou a colocar as mãos em cima do pau, tentando esconder a ereção visível. Naquele momento, soube que tudo estava dando certo. Então, arrisquei tudo: "tropecei", e ele, por instinto, tentou me segurar com as mãos, fazendo com que a minha mão "caísse" em cima do pau dele pra me apoiar. Só de sentir aquela carne tão dura através do lençol, fiquei toda arrepiada. Ele, por sua vez, só pediu desculpas e tentou tirar minha mão, mas naquela hora eu apertei com força, e ele ficou ainda mais vermelho. Perguntei se era por minha causa, e ele só pediu desculpas de novo. Disse que desde que terminou com a ex não tinha tido ação, e me ver daquele jeito, sentir meus peitos se esfregando nele, provocou aquilo sem ele conseguir evitar. Tentei acalmá-lo e falei que estava tudo bem, que ele não tinha que se envergonhar. Tudo isso sem soltar ele e olhando com um sorriso que tenho certeza que o deixou mais duro. Peguei a mão dele e coloquei nos meus peitos enquanto puxava o lençol e perguntei se ele queria que eu ajudasse ele a se aliviar. Ele só ficou me olhando e, com a voz entrecortada, disse: "Co-como?" Pra mim, foi o estopim, porque me deixou ainda mais tesuda. Tirei a blusa e o sutiã, abaixei a cueca dele e vi aquele pedaço enorme de carne que tanto tinha sonhado. Olhei nos olhos dele, peguei o pau dele e falei: "Assim..." Em seguida, comecei a bater uma pra ele, passando minha mão desde as bolas até a cabeça, sentindo ele, conhecendo ele. Sentia cada veia marcada nele. Pegava os testículos dele e acariciava devagar, sem parar de olhar nos olhos dele, e... Ele pra mim, enquanto a expressão de espanto dele só me deixava mais molhada, eu falei e perguntei de novo: "Você quer que eu tire toda a porra que você tem acumulada? Quer que eu esvazie tudo que você tem aqui?" Foi quando ele finalmente respondeu com um "sim, por favor, tira toda a porra de mim" e finalmente colocou a mão nos meus peitos. Eu me inclinei um pouco sobre a cama e coloquei meus seios na altura do rosto dele, o que entendi perfeitamente, porque ele começou a chupá-los desesperadamente. Com uma mão, ele segurava um peito, e com a outra começou a enfiar por baixo da minha saia, enquanto eu continuava batendo uma pra ele. Passaram uns 5 minutos, e nessa altura minha saia já estava totalmente levantada na cintura, eu tinha levantado uma perna na cama, minha calcinha estava puxada pro lado e os dedos do meu primo entrando em mim. Foi aí que tive meu primeiro orgasmo, que me fez parar por um momento — momento que meu primo aproveitou pra pegar minha cabeça e guiá-la até o pau dele, segurando com a mão e dando umas batidas na minha cara com ele. Nem preciso dizer que isso me excitou pra caralho, e na hora comecei a chupar ele. Só coloquei a cabeça na boca e já senti que era enorme, e meu primo começou a falar meu nome gemendo e pedindo pra eu tirar a porra dele. Eu, como boa prima, obedeci e bati uma pra ele enquanto chupava e enfiava o máximo que podia na minha boca. Foram só alguns minutos até ele começar a gemer mais forte e dizer que ia gozar. Acelerei um pouco e pedi pra ele gozar na minha boca. De repente, ele começou a jorrar porra na minha boca, e eu sentia ficar mais molhada a cada jato, até que ele terminou. Engoli toda a porra dele, espremendo até a última gota. Virei pra olhar ele, e ele tinha um sorriso de satisfação que me deixou orgulhosa. Fui pegar umas lenços umedecidos pra limpar ele, e por último ele pediu pra chupar meus peitos um pouco mais, o que aceitei de boa enquanto me masturbava até ter outro orgasmo. Depois disso, a gente conversou e ele confessou que tava há quase 2 meses segurando a vontade desde o acidente dele, e que uma vez ele bateu uma. Pensando em mim, a gente riu porque eu confessei que vi ele com a ex e que eu também me masturbei pensando nele, e aí a gente combinou de terminar aquilo quando ele se recuperasse, porque eu fiquei com vontade de sentir ele dentro de mim.
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