Minha mãe virou minha putinha

Este relato é a minha história com minha mãe, como começou o incesto e um pouco da minha vida diária com esse tipo de relação. Vou tentar dar detalhes e contextos para que o relato seja o mais fiel possível à minha experiência. É a primeira vez que escrevo meu relato, motivado por todos os posts que vi aqui sobre incesto, como as pessoas contam suas histórias, fantasias e até dão conselhos. Moro no México, em um estado do norte. Meus pais se separaram desde que nasci, minha mãe me teve aos 18 anos, situação muito comum no México, então meus pais são relativamente jovens. Fiquei com minha mãe e meu pai se mudou de volta para seu estado de origem. Tenho um bom relacionamento com ele, já que sempre esteve presente, me visitando sempre que podia.Minha mãe virou minha putinhaMinha mãe é uma mulher de 38 anos, mais ou menos, com 1,60m de altura, cabelo comprido, peitos grandes, cintura fina, embora obviamente com uma barriguinha, quadris largos, coxas grossas e uma bunda grande e redonda. O rosto dela é muito bonito, ela é uma mulher linda em todos os sentidos. Sempre notei como os homens na rua viram pra olhar pra ela e desviam o olhar quando ela percebe, só pra depois cravar os olhos no corpo dela de novo. Meus colegas do ensino médio sempre faziam comentários sobre o corpo dela e sobre como adorariam comer minha mãe. Acho que todo mundo já viu essa situação, talvez não com as próprias mães, mas definitivamente acho que todo mundo já viu a mãe de algum amigo ou colega e pensou que ela era a mulher mais sexy e gostosa. No geral, os homens sempre foram muito gentis e prestativos com ela. Ela é amorosa comigo sem ser grudenta, embora seja estrita e rígida na maior parte do tempo, uma pessoa séria e de personalidade forte.maduraO incesto começou quando eu tinha 16 anos. Tive uma complicação nos meus genitais e precisei ser operado, o que me deixou de cama por dois meses, precisando de ajuda para levantar, andar, me vestir, basicamente tudo, já que fazer esforço na região do abdômen e parte inferior do corpo doía demais. Ao tomar banho, minha mãe esperava do lado de fora do box enquanto eu me lavava, embora na verdade fosse só deixar a água cair para limpar o suor. Em uma ocasião, quase caí, consegui me segurar, mas o esforço me fez soltar um grito que assustou minha mãe. Depois disso, ela insistiu em me banhar e ficar comigo no box. Ela entrava no box com shorts ou calças de moletom, nada sexy, mas sua figura voluptuosa os fazia parecer incríveis. Camisetas meio velhas que já não serviam mais nela, seus peitos esticavam o tecido e se moviam demais. Era uma roupa literalmente para fazer tarefas domésticas, mas o corpo dela fazia parecer sexy. Uma mulher madura em toda a palavra. Foi nesses momentos que comecei a ver minha mãe como mulher.

Notei desde o começo como minha mãe olhava meu corpo, fixava o olhar no meu torso e braços (sempre pratiquei esportes, então tenho um corpo mais que decente), mas o que ela mais olhava era meu pau. Ela disfarçava, mas era óbvio para mim como, em certos momentos, seu olhar buscava minha pica. Eu fazia o mesmo, olhava sua bunda, coxas e buscava seus peitos, que até então não tinha visto tão de perto. Às vezes, ela os encostava em mim para lavar meu corpo, e aí começaram minhas ereções pensando na minha mãe. Ao notá-las, ela só continuava lavando meu corpo e olhava minha ereção com muita atenção, tentando disfarçar. Eu morria de vergonha, mas também me sentia muito excitado. A ideia de que ela achasse meu corpo atraente ou que ficasse excitada comigo me deixava emocionado. Eu só lavava meu cabelo esperando que ela terminasse de me lavar, fingindo não notar nada. Ela terminava e me dizia: "Se lava aí com cuidado, não vai se machucar". Pensei muito sobre os... sentimentos que eu tinha sobre minha mãe, obviamente amo ela como minha mãe, mas não conseguia mais evitar ter pensamentos sobre o corpo dela, comecei a fantasiar fazendo sexo com ela, vê-la todos os dias no meu quarto, momentos em que ela deitava comigo e assistíamos filmes ou séries, sempre fomos muito unidos mas essa situação fez os laços entre mãe e filho mais fortes, por isso meus desejos por ela faziam com que eu me desprezasse, o mais provável era que eu exagerava tudo numa fantasia de adolescente hormonal, e realmente minha mãe não tinha nenhum pensamento sobre meu corpo e mesmo assim decidi começar a satisfazer minha luxúria, a primeira coisa era que ela costumava dormir pouco depois de começar a ver algo na TV, comecei a tocá-la primeiro no rosto, me certificando que ela estivesse num sono pesado e não acordasse com meus toques, passando para o quadril e a parte baixa das costas, passava meus dedos pelas coxas e bunda dela, levantava o pijama, calça ou o que minha mãe estivesse usando para ver sua bunda, via sua calcinha e a acariciava um pouco, tinha uma ereção enorme ao tocar a bunda gorda e redonda da minha mãe, repeti isso por alguns dias, era suficiente para satisfazer minha curiosidade e minhas fantasias. Como minhas fantasias e desejo por ela eram mais fortes, pensei e me convenci a tentar ir o mais longe possível com minha mãe, comecei a ser mais carinhoso, isso com a intenção de que o contato físico parecesse mais comum e que minhas intenções não parecessem tão exageradas de um dia para o outro, e o fato de que eu estivesse de cama e precisasse dela todo o tempo livre que tinha, facilitou tudo, já que o afeto que comecei a dar não pareceu estranho nem forçado, nem mesmo para mim, assim cada dia, entre abraços e carinhos de mãe e filho começaram leves toques ou apertos nos seios dela, quando ela me ajudava a levantar, eu a segurava pelas costas e ela segurava meus ombros, comecei a deslizar minhas mãos para os seios dela, apertando um pouco para "não cair", no banheiro comecei a mover meus braços ao tomar banho, exagerando os movimentos e batendo nos peitos dela, vendo como balançavam, tinha uma vista perfeita do decote por causa da diferença de altura, também deixando cair coisas de propósito para ver aquele bumbum, era descarado, ela obviamente percebia, mas não me dizia nada nem me proibia, talvez pensando que realmente eram só descuidos, ou que ela genuinamente gostava do que eu fazia, isso só me deu mais confiança para continuar e ir ficando mais ousado, depois encostando meu pau duro nela quando me lavava, colocava na barriga dela e esfregava levemente, ela não fazia nada para se afastar, depois de algumas semanas fazendo isso e sabendo que meu repouso estava acabando e eu logo voltaria à minha vida normal, queria ver se conseguia fazê-la tocar no meu pau, já que minhas fantasias de incesto começaram, pelo menos para mim, a parecer uma possibilidade real, comentei uma vez na cama, que a costura nos meus genitais doía (sim, tinha uma costura nas bolas hahaha) e ela verificou genuinamente preocupada, óbvio, é minha mãe, ao sentir ela me tocando, fiquei de pau duro em questão de segundos, ela não parava de passar o olhar pelo meu pau, da base até a ponta, ela disse que estava tudo bem, que se eu sentisse incômodo avisasse para ela verificar, no banho repeti a mesma coisa, dizendo que não conseguia me lavar direito porque doía, ela verificou e a resposta foi a mesma. "Você está bem, se lave com cuidado" Depois de repetir isso várias vezes, já era quase rotina minha mãe sempre verificar meu pau e eu ficar de pau duro, ela ficava quase hipnotizada vendo como meu pau crescia, só tocava na área das minhas bolas e na base do meu pau, mas isso era tudo que eu precisava para ficar excitado, quando estava completamente duro ela tinha uma respiração mais ofegante, dava para sentir, tinha certeza que minha mãe não via um pau há muito tempo, ela nunca teve namorados ou relacionamentos depois do meu pai, não posso afirmar que não tinha vida sexual nenhuma, mas ela nunca foi de sair muito, quase sempre que podia vê-la, ela estava apenas em casa descansando e aproveitando seu tempo livre, e a ideia de que minha mãe desejava seu próprio filho me convenceu ainda mais de que poderia ir mais longe com ela. Com a desculpa da dor, eu pedia à minha mãe se ela podia me lavar ali, não foi uma negação direta, era um rosto de vergonha e nervosismo: "Se dói muito? Mas se eu te lavar também vai doer". Insisti que o esforço que eu fazia para me lavar exigia esforço na área da minha operação e abdômen e gerava dor (o que era verdade, aquela área doía com o mínimo esforço, até mesmo rir, mas obviamente eu já podia me lavar sozinho). Ela aceitou me lavar depois dessa pequena explicação, não recusou muito e, sinceramente, me surpreendeu que aceitasse tão rápido, embora já a tivesse acostumado a ver meu pau. Pensei que para ela aceitar me tocar, eu teria que ser um pouco mais insistente e que levaria um pouco mais de tempo. Ela parecia acreditar em tudo que eu dizia, e era algo razoável: seu filho estava de cama e com uma operação delicada, ela não questionava nada do que eu dizia. Ela colocou sabão nas mãos e começou a passá-las pelo meu pau, tocava o tronco do meu pau com as duas mãos, eu podia senti-la tocando as veias e cobrindo a cabeça apertando um pouco. Ao terminar, ela não me olhava nos olhos, mas eu sabia que ela gostava de me tocar. Isso se tornou frequente e cada vez ela movia as mãos com mais confiança, começou a me olhar de soslaio. Eu comecei a tocar sua bunda, passando minha mão levemente, eram mais que nada roçar em suas nádegas, com a ponta dos meus dedos ou a parte externa da mão, mas era inconfundível que a intenção desses "roçar" era tocá-la. Ela já sabia o que eu queria, e o fato de ela não me negar nada ou me repreender me fazia acreditar que ela também queria. Fingíamos ser inocentes, era só uma questão de um de nós tomar a iniciativa para escalar nossa relação. Depois de terminar meu tempo de recuperação, comecei a retomar minha vida normal. embora ainda não totalmente, eu precisava de ajuda, mas era mínima. Voltei para a escola, retomei atividades e comecei a tomar banho sozinho de novo. Por algumas semanas, tudo voltou à "normalidade", apesar dos olhares e silêncios da minha mãe quando estávamos sozinhos. Ela me olhava diferente, parecia ficar nervosa quando estávamos juntos sem nada para fazer. Eu me acostumei a apalpá-la, a tocar sua bunda. Se a abraçava, descia minhas mãos acariciando seu quadril até a parte baixa das costas e com a ponta dos dedos pressionava sua bunda. Abraçava-a por trás, tocava seu abdômen e, ao apertar o abraço, subia minhas mãos e apertava seus seios por baixo com o antebraço. Era uma vista excelente, ver seus peitos apertados e como pareciam querer sair do sutiã e da blusa. Colocava meu pau duro em suas nádegas e apertava, como se quisesse perfurar sua calça e enfiá-lo nela. Dava pequenos beijos em suas bochechas. Isso tudo era desde antes de desejar minha mãe como mulher, mas agora, com minhas novas intenções, pareciam diferentes, eram de desejo. Alguns beijos no pescoço enquanto tocava sua cintura. Ao passar por ela, dava um tapa em sua bunda ou, quando a encontrava de costas, colocava minha mão em seu bumbum e a abraçava, perguntando algo ou puxando um assunto de conversa para evitar que ela me questionasse. E assim era: ela não me repreendia, nem mesmo parecia tentar se soltar. Parecia aceitar cada vez mais meus comportamentos. Se no início eram segundos escassos em que fazia isso, enquanto passava por ela ou a encontrava pela casa, fui estendendo mais e mais. Quando a encontrava cozinhando, ficava assim por minutos. Segurava minhas vontades de naquele momento arrancar sua calça, tirar sua calcinha e fazê-la minha. Contentava-me em esfregar minha ereção em sua bunda por enquanto. Mal podia esperar para levá-la para a cama. Já sabia que poderia fazer isso depois de tudo que já fazia com ela. Era questão de ter coragem para fazer. Eu a havia acostumado a ser tratada por seu filho dessa maneira. Em minha mente, estava cada vez mais perto. Desde que decidi fazer dela minha mulher, não parava de fantasiar de forma lasciva sobre ela a cada minuto, comê-la todos os dias em casa, estar com ela nas noites, ter minha própria mãe como minha esposa. A consulta médica após minha recuperação, comentando sobre os cuidados com minha saúde, o médico finalizou dizendo que era necessário verificar a saúde dos meus testículos com uma amostra de sêmen, para descartar a presença de bactérias ou patógenos após a operação. Ele nos disse que, para fazer o teste, a amostra deveria ser entregue no máximo duas horas após a coleta. Lembro muito bem de suas palavras, pois até certo ponto agradeço, já que isso deu início à seguinte situação com minha mãe: "A coleta pode ser feita no hospital, mas se desejar, pode ser feita em sua casa ou no local onde se sinta mais seguro. A amostra de sêmen só é obtida através de masturbação, então seu filho terá que coletar a amostra." Depois de conversar comigo, minha mãe agendou a consulta, marcou a data e, após mais orientações, saímos do hospital. Os dias passaram, eu continuava com a mesma rotina em casa com ela, e minha mãe não se mostrava negativa quanto a isso, era cada vez mais permissiva. Já não apenas permitia que eu a tocasse, ela começou a responder aos meus comportamentos, mimava-me muito mais, os abraços e beijos da parte dela se tornaram mais normais e frequentes, aos quais eu respondia da mesma forma, mas sempre direcionando para uma maneira lasciva. Se ela vinha me abraçar e falava sobre qualquer coisa, seu dia, coisas do trabalho, etc., eu igualmente retribuía o abraço e, aos poucos, começava acariciando seus quadris, passando minhas mãos pela sua bunda, encostando minha cabeça em seus seios. Já era uma maneira muito doentia ou errada de tocar minha mãe, e da mesma forma ela, definitivamente a maneira como ela me abraçava e mimava não era da mesma intensidade ou descaramento com que eu fazia, mas sem dúvida tratar seu filho de 16 anos (na época) assim seria estranho para muitos, ela deveria... me deter desde o começo, mas ela me abraçava e demonstrava carinho, sabendo que eu sempre tentaria levar essas demonstrações de afeto para algo mais. Pensei nisso e, deixando de lado se estava errado ou não, a relação que tínhamos já estava muito distorcida. Um filho não deveria tratar a mãe assim, e ela muito menos deveria permitir e incentivar o filho a continuar. Definitivamente, sou alguém muito doente.

Quando chegou o dia da consulta médica, acordei por volta das 4 da manhã. Precisava estar no hospital às 8, e a viagem era de uma hora. Minha mãe me deu os potes para a amostra, entrei no banheiro e comecei, obviamente pensando nela. Já não conseguia mais me masturbar pensando em outra coisa que não fosse ela. Depois de um tempo, não consegui gozar. Não estava com vontade suficiente, e minha ereção durava muito pouco. Acho que todo mundo já passou por isso.

Minha mãe me perguntou como estava indo, e eu respondi que não estava conseguindo. Discutimos um pouco, e dava para ver que ela estava envergonhada. Ela pediu para entrar, me perguntou o que estava acontecendo, que já precisávamos ir. Dando voltas na situação, soltei sem pensar: "E se você me ajudar?" Ela não ficou totalmente surpresa, fez uma caretinha, me olhou e disse: "Senta no vaso." Eu sabia que ela também tinha pensamentos incestuosos comigo (ou talvez fosse tudo produto da minha imaginação doentia). Até aquele momento, tudo era um salto de fé. Não sabia até onde uma mãe poderia ir com o filho em uma situação como aquela. Não tinha como saber. Se vocês querem levar suas mães para a cama, precisam analisar todo o cenário. Não existe um caminho estabelecido, e cada passo que você dá é no escuro, com o risco de que a mulher que mais te ama no mundo te rejeite e nunca mais te veja da mesma maneira. Talvez eu não tenha expressado isso muito bem, mas o terror, a insegurança e a possibilidade constante de estar cometendo um erro às vezes não me deixavam dormir (embora já seja um erro querer transar com a minha mãe).

Ela se posicionou à minha direita, levemente inclinada, e começou a me masturbar, mas não era algo muito excitante. Claro que ter minha mãe me masturbando era suficiente para ter uma ereção dura, mas parecia mais algo apressado para que a gente logo saísse, quase como uma obrigação, dava pra ver no rosto dela. Não foi como eu fantasiava, mas já era alguma coisa. Passei minhas mãos pelas coxas e bunda dela, dei pequenas apertadas. Ela virou levemente a bunda na minha direção. Tudo que eu tinha fantasiado: minha mãe estava disposta a deixar eu usar o corpo dela. Meti minha mão entre suas nádegas e comecei a esfregar. Ela soltou gemidos baixinhos. Eu esfregava e agarrava sua bunda de um jeito cada vez mais desesperado. Tentei enfiar minha mão dentro da calça, mas pela posição não consegui, então tentei puxar a calça pra baixo. Ela me impediu, mas consegui deixar metade da bunda dela exposta. Segundos depois, eu gozei. Ela ajeitou a calça e saiu. Eu nem tive tempo de reagir porque logo ela gritou pra eu sair também. Era tarde. O caminho foi horrível, meu coração batia rápido, eu tremendo e cheio de medo. Minha mãe tinha me masturbado e eu tinha me satisfeito com o corpo dela de um jeito nojento, desesperado. Me senti merecidamente um lixo. Chegamos no hospital e fizemos os trâmites necessários. Saindo e já no carro foi a mesma coisa: silêncio. Chegando em casa, corri pro meu quarto e refleti sobre o que aconteceu. Não consegui pensar em nada além do que fiz. Não em se foi errado, nem no que aconteceria depois, não. Só repetindo a cena na minha cabeça. Minha mãe entrou no meu quarto e eu me assustei, como se tivesse sido pego fazendo algo errado, já que eu só estava em choque deitado na cama. Ela sentou na minha cama e pediu pra conversar. O que fizemos foi errado. Ela parecia desconcertada, não parava de dizer como se sentia mal e como era impensável o que ela me deixou fazer. Mas não estava brigando comigo, era mais como se estivesse me pedindo pra parar de tentar. Ela confessou que sabia que eu a tocava de um jeito diferente do que um filho toca a mãe. Desde os banhos juntos e depois, toda vez que eu estava perto dela. Era real tudo que eu pensava: ela me deixava tocá-la sabendo que eu a desejava e mesmo sabendo da minha intenção, ela não me impediu. "Não é normal como você me toca, um filho não deveria fazer isso" – essa frase lembro muito bem. Pego na armadilha, não pude mais bancar o inocente, já não tinha sentido e além disso ela também queria. Não conseguia pensar em outra razão pela qual ela me permitiu tocá-la tantas vezes, dar beijos que não eram de um filho para a mãe, ser permissiva e aceitar todos os meus pedidos diretos ou indiretos. Respeito e amo profundamente minha mãe, mas é inegável que ela também tinha pensamentos incestuosos. Essa conversa era uma tentativa de frear o que estávamos fazendo, o que seria o melhor, mas eu já estava decidido. Confirmei os pensamentos dela, confessei que tinha fantasias com ela. Ela me abraçou e tentou me convencer a parar, pediu desculpas – sinceramente não sei pelo quê, só repetia "me perdoa" várias vezes. Senti algo que nunca mais experimentei: uma pressão no peito e falta de ar. A abracei e, depois de um tempo, voltei a apalpá-la. Ela tirava minhas mãos e pela primeira vez tentou ativamente me "impedir". Já tinha me permitido tanto, isso era só uma tentativa de parar por remorso, não um desejo genuíno de que eu não a desejasse. Continuei e a deitei na beirada da cama. Ela parou de lutar contra minhas mãos, agora só virava o pescoço para evitar meus beijos. Depois de um tempo, a cabeça dela parou de se mexer e só pedia para eu parar, mas gemidos escapavam entre cada pedido. Levantei a blusa dela, enfiei meu rosto entre seus seios e me apressei a abaixar sua calça. Ela apertava as pernas, já só fingia resistência. Depois de "resistir", cedia fácil. Cheguei a pensar que, pela óbvia diferença de força e tamanho, ela realmente se sentia impotente e queria parar, não que só estava fingindo. Nesses momentos, me veio o pensamento mais horrível que já tive: estuprá-la. Se ela genuinamente quisesse resistir naquele momento, eu me disse... igual que a violá-la, não importava o quê, eu penetraria minha mãe, é um pensamento dos mais doentios e gostaria de saber o que você pensa nos comentários, eu estava tão excitado que naquele momento essa opção me parecia viável só para me satisfazer. Felizmente essa não foi a situação, com a calça aberta, tocava sua buceta, beijava seus peitos, o pescoço e, mesmo que soe ridículo com tudo que tinha feito e o que estava disposto a fazer, me atrevi a roubar um beijo dela, abaixei a calça e tirei sua calcinha, ela resistia um pouco apertando os joelhos contra meu lado, para depois abrir completamente as pernas, cobria levemente sua buceta com a mão e depois de um pouco abaixei minha cueca, ela viu meu pau duro, e comecei a esfregar contra sua buceta, ela tirou a mão e procurando um pouco a entrada a penetrei, finalmente tinha realizado minha fantasia, me movia bruscamente, só queria enfiar o mais fundo que pudesse, tirei um dos seus peitos do sutiã, e comecei a chupar seu mamilo, movia bruscamente meus quadris, chupava suas tetas e sugava seu mamilo, minhas mãos estavam em seus quadris colando-os contra os meus a cada empurrão, seus gemidos eram curtos, como se o ar estivesse saindo, gozei depois de alguns minutos, tirei meu pau e desci para beijar e lamber seu abdômen e a região do púbis, ela acariciava minha cabeça enquanto levantava levemente o quadril, voltei a subir e chupar seus peitos, ao vê-la no rosto, sua expressão era de incredulidade, antes que pudesse dizer ou fazer algo, a beijei, ela seguiu o beijo, meu pau ficou duro de novo, peguei-a pela cintura e a virei de bruços, ela entendeu e ficou de quatro, a bunda enorme e gorda da minha mãe estava de quatro na minha frente, fiquei louco e comi ela com tanta desespero, a embestia com todo meu peso, ela tem 1,60 e eu 1,80 mais ou menos. A diferença de tamanhos é grande, parecia doer nela, mas ela gemía cada vez mais alto, gozei dentro dela de novo, nos beijando novamente voltamos à posição de missionário e a comi Mais umas duas vezes, não durava mais que 5 minutos. Ficamos deitados e ela começou a falar sobre o que tínhamos feito, não prestei atenção e a interrompi para chupar seus peitos, ela se levantou sem dizer nada e eu fiquei deitado por meia hora pensando no que tinha feito, deu vontade de chorar, seguimos nosso dia e na hora do almoço, conversamos um pouco, eu me sentia mal, com vontade de vomitar, tinha aquela sensação de ter o vômito preso na garganta, ela puxou o assunto do que fizemos, pedi desculpas quase chorando e ela disse para não me preocupar, não faríamos de novo e isso foi um erro, não disse mais nada e continuou falando como se nada tivesse acontecido, ao anoitecer tomei banho e depois minha mãe entrou no chuveiro, pensei no que tínhamos feito e deu vontade de fazer de novo, a culpa tinha ido embora, ela saiu e foi para seu quarto, pouco depois entrei e ela estava de calcinha sentada na cama pronta para colocar o pijama, cumprimentei e abracei ela, ela já sabia o que eu queria e tentou se afastar, me joguei em cima dela e novamente comecei a tocá-la, beijá-la, depois de alguns minutos e com uma ereção, puxei sua calcinha, abaixei minhas calças, a cueca e a penetrei, ela se esticou e soltou uns gemidos, comi ela repetindo a mesma coisa da primeira vez, comendo ela bruscamente, depois de gozar de novo dentro dela, ela me apertou forte, fiquei deitado em cima dela, depois de alguns minutos ela pediu para eu sair do quarto, me levantei e fingi que ia embora, ela se enfiou nos lençóis e eu apaguei a luz, fechei a porta e entrei na cama com ela, ela estava de costas para mim, beijei seu pescoço, costas, lombar e comecei a descer, chupava suas nádegas, lambia e pensei em mordê-la, coloquei ela de bruços esmagando-a completamente, procurei a entrada de sua buceta e a comi nessa posição, sua bunda parecia incrível nessa posição, parece enorme comparada ao seu torso, e é uma bunda grande, a esmagava com minhas mãos em seus ombros, só restava a ela gemer e mexer os pés a cada embestida que eu dava, penetrei ela até cair no sono, devem ter sido uns 20 minutos e gozei umas 2 vezes, ela acordou antes de mim para ir trabalhar, depois eu fui pra escola, não conseguia parar de pensar nela, assim que saí da escola voltei pra casa de tarde, ela ainda não tinha chegado do trabalho então comecei a fazer as tarefas e tudo que tinha planejado, ela chegou, cumprimentei ela com um tapa na bunda e um beijo na bochecha, depois de foder ela duas vezes em um dia minha confiança era diferente, não parecia errado ou desconfortável como no começo, tipo "dei um tapa na bunda da minha mãe" era mais "dei um tapa na bunda da minha mulher", ela retribuiu o cumprimento, comemos, terminei meus trabalhos da escola e por volta das 12 tomei banho, ela já estava no quarto dela com as luzes apagadas e a TV ligada, saí do banho, me troquei, e fui pro quarto dela, ela me viu, fechei a porta, ela se moveu pra eu entrar na cama, abracei e beijei seu pescoço, afundei o rosto nos peitos dela, enquanto apalpava, levantei o rosto pra encontrar sua boca, ela só estava de camiseta, tirei e ela não tinha sutiã, só uma calcinha fio-dental, beijei seu abdômen, por cima da calcinha, suas coxas e pernas, lambi sua buceta por cima da calcinha, puxei de lado e fiquei fazendo oral, me posicionei pra enfiar e segurei pelas costas, fodi nessa posição até gozar dentro dela, assim mais uma vez até cair no sono, acordei no meio da noite e percebi que estava na cama com minha mãe, me ajeitei, e voltei a dormir, depois disso no dia seguinte mal podia esperar pra foder minha mãe sempre que dava vontade, ela colocava limites, mas não importava se ela estava chegando do trabalho, entrando no banho, eu fazia dela minha na sala, na cozinha, no quarto dela, nos corredores, depois da empolgação, me controlei e esperei a noite pra ir com ela, ela se certificou de sempre ter camisinhas ou métodos pra evitar qualquer problema, quando ela permite e podemos fazer sem A proteção não desperdiçou a oportunidade e encheu ela com toda porra que pôde. Começamos com uma rotina e série de mudanças: as roupas dela ficaram mais sensuais. Ela já tinha algumas peças nesse estilo, mas a gaveta de roupas foi ficando mais ousada aos poucos. Ela quase nunca recusou nenhum dos meus pedidos, e quando recusou, não foi definitivo. Eu quis experimentar coisas na cama e ela aceitou. Ela mesma quis tentar coisas. Comecei a vesti-la em casa com leggings ou shorts curtos. Ver a calcinha da sua mãe marcando enquanto ela faz o dia normal é uma das melhores coisas que um filho pode experimentar. Depois, em dias livres ou quando podemos nos permitir, pedi que ela usasse só um fio-dental embaixo. Ver a bunda dela balançando pela casa me deixa louco. Transamos pela casa toda, o dia inteiro, fazendo pausas onde cada um volta às suas atividades. Ela sabe que minutos depois vou colocá-la de quatro novamente, estejamos onde estivermos.rabaoNa rua eu a visto de um jeito que os fios dentais fiquem marcados ou transparentes, todos os outros homens só podem olhar e fantasiar com o que fariam com ela, enquanto a observam ela tem a buceta e a bunda cheias do meu sêmen, esses fios dentais que eles veem marcando, estão se molhando com o sêmen que escorre dela.milf









incestoJá faz quase quatro anos que começamos nosso relacionamento incestuoso, estou prestes a fazer 20 anos, nenhum aspecto das nossas vidas mudou, não negligenciamos trabalho, responsabilidades ou compromissos por causa disso, focamos em manter uma vida e rotina normais, eu continuo sendo um estudante dedicado, não o melhor mas nunca dei nem dei problemas no aspecto acadêmico, um atleta escolar e ela continua sendo a mãe rigorosa, séria e trabalhadora de sempre, mas quando temos nosso tempo juntos, ela vira minha putinha, continuo amando e respeitando ela da mesma forma maternal de antes de tudo isso, talvez até mais, nossa relação de mãe e filho não mudou fora o óbvio, mas quando as responsabilidades vão embora, a mesma mãe que me repreende, usa essa boca para engolir toda a porra que não disparo dentro dela, a mãe séria, que abre completamente as pernas para o filho penetrar, a mãe que muitos consideram exemplar, geme como uma puta o nome do filho, a mãe que não gosta que eu fale vulgarmente, abre a bunda enquanto pede para eu comer seu rabo a noite toda, minha mãe virou minha putinha, nesses quatro anos aconteceram várias coisas, várias histórias que fizeram o relacionamento com ela sempre interessante, e as que vêm com esse estilo de vida que não vou abandonar pelo menos num futuro próximo, minha mãe é uma gostosa que tenho a sorte de ter só para mim, se alguém tem a chance de perverter a mãe não desperdice, é a melhor sensação chegar em casa sabendo que sua mãe te espera no quarto, com o cu pra cima pronta para você fazer dela toda sua.Mae e filhoE acordar com essa vista EDIT: TUDO QUE CONTEI É SÓ O COMEÇO DO RELACIONAMENTO E DETALHES BÁSICOS DE UM POUCO DEPOIS, TEM MAIS HISTÓRIA COM MINHA MÃE, SE PUDEREM COMENTAR SE QUEREM QUE EU CONTINUE OS RELATOS, AGRADECERIA, A RECEPÇÃO FOI MELHOR DO QUE ESPERAVA JÁ QUE, COMO DISSE, É MINHA PRIMEIRA VEZ CONTANDO SOBRE O RELACIONAMENTO INCESTUOSO COM MINHA MÃE, ENTÃO ESTOU ANIMADO EM COMPARTILHAR A HISTÓRIA, ANEDOTAS E FOTOS, E OS COMENTÁRIOS ME FARIAM SABER SE AS PESSOAS QUEREM QUE EU CONTINUE ESCREVENDO. TAMBÉM RECEBI VÁRIAS MENSAGENS NO CHAT PERGUNTANDO SE TENHO MAIS PARA CONTAR OU SE A HISTÓRIA TERMINA AQUI, RAZÃO PELA QUAL FAÇO ESTE EDIT, FIQUEM À VONTADE PARA ME ESCREVER NO CHAT OU COMENTAR, JÁ QUE TENTO RESPONDER A TUDO.

8 comentários - Minha mãe virou minha putinha

Q buen culo tiene para tenerla bien ensertada
Muy buena historia muy buen y buen servicio acabo de ver qué subiste otra parte que grande
Así que padres separados, las familias " fracturadas " o " disfuncionales " son las mas propensas al incesto. Interesante.-

madre puta
Que buena foto
Toda tuya, sí quieres mas te paso por privado.
Excelente relato, sería bueno que cada escena tuviera imágenes y gif para hacer volar la imaginación
4007
Amigo un no estarde puedes volver al camino de dios tu puedes no te rindas no se si tal ves veas esto si la amas deja que se salve u tu también creme aun se pude volver en el nombre de cristo