Passaram dois dias sem eu ver ele. Nem um roço no corredor, nem um olhar na sacada. A janela dele continuava fechada, a cortina corrida, como se tivesse levantado um muro de silêncio. Eu continuava regando minhas plantas de roupão, mas ele não saía mais no mesmo horário. A gostosa do hospital devia estar de plantão diurno; percebi porque o carro dela não estava na garagem.
Na terceira noite, lá pelas duas da manhã, uma batida forte na porta me arrancou do sono. Levantei pelada, sem acender a luz, e abri só uma fresta. Era ele. Suado, com a camiseta colada no peito, os olhos vermelhos de não dormir, mas dessa vez com uma cara diferente: fúria pura.
— Kathy… abre a porra da porta, filha da puta — ele rosnou, empurrando com o ombro.
Deixei ele entrar. Tranquei a porta. Ele me agarrou pelo braço, me arrastou pro quarto e acendeu a luz. Lá estava: meu celular aberto na cama, com o app de encontros onde vendo o corpo por grana. Um cliente tinha acabado de me pagar e o filho da puta tinha visto tudo pela janela entreaberta.
— Então você é puta de verdade, né, rabuda do caralho? — ele cuspiu, me jogando contra a parede —. Pensei que você era uma vizinha gostosa… mas é uma puta barata que cobra pra abrir as pernas.
Eu tentei rir, mas ele tapou minha boca com a mão. — Cala a boca, puta. Agora você vai saber o que é ser tratada como o que você é.
Ele me jogou no chão de joelhos, puxou um maço de notas do bolso, balançou na minha cara. “Quanto você cobra, puta? Dez conto? Vinte?”, ele zombou. Enfiou a pica até a garganta de uma vez. “Chupa, rabuda, igual você faz com seus clientes”, ordenou, me agarrando pelo cabelo e bombando minha boca como se fosse um brinquedo. Eu me engasgava, lágrimas nos olhos, mas ele não parava. “Isso é de graça pra mim, filha da puta. Sua buceta suja já foi usada por todo mundo”.
Ele me levantou, me dobrou sobre a cama e abriu meu cu com as mãos. Cuspiu e empurrou seco, sem lubrificante, até eu gritar. “Cala a boca, puta! Agüenta como as profissionais”, ele rugiu, me dando tapas na bunda. roxas que ardiam. Ele enfiava no meu cu forte, fundo, enquanto me xingava: "vadia foxy, usa a palavra: buceta de aluguel... quantos te pagaram hoje, hein?".
Eu gemia, entre dor e prazer doentio, empurrando contra ele. Ele mudou pra buceta, meteu de uma vez e continuou: "Teu marido imaginário deve estar orgulhoso, puta arrombada". Gozou dentro com um grito: "Toma meu leite, puta!".
Ele tirou a pica escorrendo, subiu a calça e puxou as notas de novo. Amassou elas na mão, jogou na minha cara uma por uma, que caíram no chão molhado de porra e suor. "Aí tá teu pagamento, vadia foxy. Dez conto pelo cu, dez pela boca. De graça não existe pra puta como tu".
Ele se abaixou, levantou minha cara segurando meu queixo. "Junta as notas com a língua, puta. Limpa o chão com tua boca antes que eu vá embora".
De repente, um barulho. A porta do apê do lado abriu. Passos no corredor. A voz dela, sonolenta: —Amor? Cadê você?
Ele congelou, mas não se mexeu. Eu comecei a lamber as notas do chão, como ele mandou.
—Shh... fica quieto, filho da puta —sussurrei, com uma nota grudada na língua.
Os passos se aproximaram. Bateram na parede.
—Ouviu alguma coisa? —perguntou a gostosa.
—Nada, não... volta a dormir —ele disse, com voz rouca, me olhando lamber o chão.
Os passos se afastaram. Ele se abaixou, levantou minha cara de novo. —Amanhã trago um amigo. Você cobra dele... e pra mim dá pela metade. Isso só tá começando, puta.
Na terceira noite, lá pelas duas da manhã, uma batida forte na porta me arrancou do sono. Levantei pelada, sem acender a luz, e abri só uma fresta. Era ele. Suado, com a camiseta colada no peito, os olhos vermelhos de não dormir, mas dessa vez com uma cara diferente: fúria pura.
— Kathy… abre a porra da porta, filha da puta — ele rosnou, empurrando com o ombro.
Deixei ele entrar. Tranquei a porta. Ele me agarrou pelo braço, me arrastou pro quarto e acendeu a luz. Lá estava: meu celular aberto na cama, com o app de encontros onde vendo o corpo por grana. Um cliente tinha acabado de me pagar e o filho da puta tinha visto tudo pela janela entreaberta.
— Então você é puta de verdade, né, rabuda do caralho? — ele cuspiu, me jogando contra a parede —. Pensei que você era uma vizinha gostosa… mas é uma puta barata que cobra pra abrir as pernas.
Eu tentei rir, mas ele tapou minha boca com a mão. — Cala a boca, puta. Agora você vai saber o que é ser tratada como o que você é.
Ele me jogou no chão de joelhos, puxou um maço de notas do bolso, balançou na minha cara. “Quanto você cobra, puta? Dez conto? Vinte?”, ele zombou. Enfiou a pica até a garganta de uma vez. “Chupa, rabuda, igual você faz com seus clientes”, ordenou, me agarrando pelo cabelo e bombando minha boca como se fosse um brinquedo. Eu me engasgava, lágrimas nos olhos, mas ele não parava. “Isso é de graça pra mim, filha da puta. Sua buceta suja já foi usada por todo mundo”.
Ele me levantou, me dobrou sobre a cama e abriu meu cu com as mãos. Cuspiu e empurrou seco, sem lubrificante, até eu gritar. “Cala a boca, puta! Agüenta como as profissionais”, ele rugiu, me dando tapas na bunda. roxas que ardiam. Ele enfiava no meu cu forte, fundo, enquanto me xingava: "vadia foxy, usa a palavra: buceta de aluguel... quantos te pagaram hoje, hein?".
Eu gemia, entre dor e prazer doentio, empurrando contra ele. Ele mudou pra buceta, meteu de uma vez e continuou: "Teu marido imaginário deve estar orgulhoso, puta arrombada". Gozou dentro com um grito: "Toma meu leite, puta!".
Ele tirou a pica escorrendo, subiu a calça e puxou as notas de novo. Amassou elas na mão, jogou na minha cara uma por uma, que caíram no chão molhado de porra e suor. "Aí tá teu pagamento, vadia foxy. Dez conto pelo cu, dez pela boca. De graça não existe pra puta como tu".
Ele se abaixou, levantou minha cara segurando meu queixo. "Junta as notas com a língua, puta. Limpa o chão com tua boca antes que eu vá embora".
De repente, um barulho. A porta do apê do lado abriu. Passos no corredor. A voz dela, sonolenta: —Amor? Cadê você?
Ele congelou, mas não se mexeu. Eu comecei a lamber as notas do chão, como ele mandou.
—Shh... fica quieto, filho da puta —sussurrei, com uma nota grudada na língua.
Os passos se aproximaram. Bateram na parede.
—Ouviu alguma coisa? —perguntou a gostosa.
—Nada, não... volta a dormir —ele disse, com voz rouca, me olhando lamber o chão.
Os passos se afastaram. Ele se abaixou, levantou minha cara de novo. —Amanhã trago um amigo. Você cobra dele... e pra mim dá pela metade. Isso só tá começando, puta.
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