La Nueva Puta Del Rancho 4

Capítulo 4: O preço do silêncio

O caminho de volta para o rancho foi uma eternidade. Andávamos em silêncio, a tensão do não dito era uma barreira tangível entre nós. Eu sentia o olhar do vovô como uma queimadura na pele, e o eco do seu chantagem ressoava na minha cabeça. "É isso, ou seu pai recebe uma ligação...

— No que você tá pensando? — perguntou León, quebrando o silêncio. Sua mão procurou a minha, mas eu puxei a minha num movimento brusco, fingindo ajustar o tecido molhado do meu vestido.

—Em nada —respondi, rápido demais—. Só estou cansada. E com frio.

Ele não insistiu, mas notei sua mandíbula se contrair. Ao chegar, murmurei uma desculpa sobre precisar de um banho quente e me tranquei na cabana. Me joguei na cama, o corpo pesado, a mente num turbilhão de medo, nojo... e uma pontada de excitação que me enojava.

Eu estava ali deitada, revirando cada palavra, cada olhar, quando as vozes chegaram de fora, filtradas pela janela entreaberta. Eram dois dos trabalhadores da fazenda, descansando à sombra de uma árvore próxima.

—...essa bunda da neta do patrão tá pedindo pra ser partida em quatro — disse uma voz rouca e cheia de tesão —. Toda vez que ela se abaixa aparece a calcinha fio-dental da putinha.
— E essas tetas, seu filho da puta! — acrescentou a outra voz, mais jovem —. Dá pra ver os mamilos marcando através do vestido. Devem ser rosadinhos e durinhos... pra chupar até ela gozar.
— Eu imagino ela montando, fazendo essas bundas pular no meu pau — continuou o primeiro, baixando ainda mais a voz —. Ela deve gemer que nem uma puta no cio. Aposto que ela adora levar porra dentro, ficar toda escorrendo...
—Eu deixaria ela toda melada —riu o outro—. Naquela carinha de santa e naquelas tetas. Pra ela saber o que é um homem de verdade, não como os viados da cidade.

Os risos grossos e carregados de luxúria deles deviam ter me dado raiva, nojo. Eu devia ter saído gritando com eles, botado eles no lugar deles. Mas não fiz.

Fiquei imóvel, ouvindo. E de repente, a sensação de vulnerabilidade que eu tinha sentido com o vovô começou a se transformar. Aqui, atrás da janela, eu tinha o controle. Eu era o objeto de um desejo que eles não podiam tocar. Suas palavras grotescas não eram uma ameaça, eram um tributo. Um reconhecimento cru e animal do meu poder.

Um sorriso lento e perverso desenhou-se nos meus lábios. Enquanto eles continuavam fantasiando em voz baixa sobre como me colocariam de quatro ou me fariam engolir seus paus, minha mão deslizou para dentro da minha roupa. O medo e a confusão transformaram-se em um calor familiar que se acumulava no meu ventre. Eles falavam em encher minha bunda de porra, e eu, na intimidade do meu quarto, enfiava dois dedos, excitada não por eles, mas pelo poder do meu próprio corpo, pelo desejo brutal que podia despertar, pelo controle que, apesar de tudo, ainda podia reivindicar. O eco de suas vozes obscenas, descrevendo com luxo de crueza o que queriam fazer comigo, era a trilha sonora da minha própria reconquista. Gozei em silêncio, mordendo o lábio para não gemer, enquanto suas palavras sujas caíam sobre mim como uma bênção pervertida.

La Nueva Puta Del Rancho 4redimensionar imagem para avatar

Consciente do meu poder, da sensualidade que eu exalava e que tanto perturbava os homens desta casa, me vesti para o jantar com uma intenção clara. Coloquei um sutiã preto tão fino e translúcido que através do tecido dava pra ver perfeitamente meus mamilos escuros e eretos, e um short de jeans tão curto e apertado que se eu me abaixasse o mínimo, deixava à mostra as bundas redondas e firmes que provocavam tanto desejo. Não usei nada por baixo. Queria ver as reações deles. Precisava reafirmar meu controle.


vadia


Ao entrar na sala de jantar, o efeito foi instantâneo. Meu tio Carlos, ao me ver, engasgou com sua cerveja e um sorriso luxurioso e cúmplice se desenhou em seu rosto enquanto seus olhos percorriam cada centímetro do meu corpo quase exposto. León, sentado à minha frente, prendeu o olhar nos meus mamilos visíveis através do tecido, e pude ver como ele apertou o garfo com força, seus nós dos dedos ficando brancos. Mas o olhar mais intenso, mais carregado de um desejo misturado com posse, foi o do meu avô Agustín. Seus olhos, escuros e famintos, não se desgrudavam de mim, e uma sombra de um sorriso triunfante brincava em seus lábios. Ele sabia que isso, de alguma forma, era para ele.

— Zoé, minha filha — disse minha mãe com voz preocupada —, você não acha que essa roupa é um pouco... inadequada para o jantar em família?

— Tá um calor da porra, mãe — respondi com uma doçura falsa, passando a mão pela barriga nua —. Além do mais, é uma roupa confortável.

Foi aí que meu avô interveio, sua voz era uma carícia grave e perigosa. —Deixa ela, Diana. A menina é jovem e tem o direito de se sentir gostosa. Que use o que quiser. —Seu olhar encontrou o meu, e nele não havia proteção familiar, mas a aprovação de um cúmplice.

O jantar transcorreu numa tensão elétrica. Eu sentia o peso dos olhares deles como mãos sobre minha pele. Cada vez que me inclinava um pouco para pegar algo, sabia que o decote do sutiã ou a borda do short revelavam mais do que deveriam, e a respiração de algum deles se cortava. Era um jogo perigoso e eu adorava.

Ao terminar, sem dizer muito, me levantei. —Vou me retirar, estou com sono —anunciei, e saí da sala de jantar sentindo seis olhos grudados no rebolado deliberado dos meus quadris.

Uma vez na minha cabana, tirei o short e o sutiã, ficando completamente nua. O ar fresco da noite acariciava minha pele ainda sensível. Não tinha passado nem dez minutos quando ouvi batidas suaves na porta.

—Quem é? —perguntei, mesmo já sabendo.

—Sou eu, minha filha. Seu avô —respondeu a voz de Agustín, um pouco tensa—. Queria falar com você. Posso entrar?

Um sorriso se desenhou nos meus lábios. O jogo continuava. —Sim, pode entrar —falei, sem me dar ao trabalho de me cobrir.



loira


A porta se abriu e ele entrou. Mas não estava sozinho. Atrás dele, outro homem, mais velho também, de rosto curtido e olhar igualmente lascivo, entrou fechando a porta atrás de si. Meu sorriso congelou por um segundo. Isso eu não esperava.

— Zoé, este é meu amigo, Ramiro — disse Agustín, e sua voz já não era a do avô respeitável, mas a de um homem negociando um desejo —. É de confiança.

Ramiro me olhou dos pés à cabeça sem disfarce, seus olhos pararam nos meus seios e depois no triângulo escuro entre minhas pernas. —É uma verdadeira deusa, Agustín —murmurou com admiração.

—Olha, menina —continuou meu avô, dando mais um passo. A respiração dele estava ofegante. —O que aconteceu esta tarde... ficou na minha cabeça. Quero mais. —O olhar dele era suplicante, mas também tinha um ultimato ali. Ele sabia que podia me chantagear. —Quero que você chupe meu pau de novo. Aqui, agora. E quero que o Ramiro veja. Ele... vai entender nosso segredo. Vai ser testemunha de como podemos ficar quietinhos... ou do que pode acontecer se você não colaborar.

A proposta era ainda mais vulgar, mais degradante do que eu tinha imaginado. Não era só satisfazer o desejo do meu avô, mas fazer isso na frente de um estranho, me transformar num espetáculo para dois velhos. O medo congelou meu sangue por um instante, mas depois, como uma chama, surgiu aquela parte pervertida e excitada pelo proibido. O poder tinha mudado de mãos de novo, mas a luxúria... essa ainda era minha. Olhei para os dois, para seus rostos expectantes e cheios de desejo, e me perguntei, com um nó de medo e excitação no estômago, até onde eu estava disposta a ir para manter meu falso controle.

O ar na cabine era pesado, carregado com o cheiro de terra seca e a tensão de um desejo proibido prestes a explodir. Eu estava de pé, encarando meu avô Agostinho, cujo rosto não mostrava mais nenhum traço do homem respeitável que todos conheciam. Seus olhos, escuros e cheios de uma luxúria voraz, me despiam mais do que eu já estava.

Sem dizer uma palavra, seus dedos trêmulos desabotoaram o cinto e baixaram o zíper da sua calça de trabalho. O tecido grosso caiu aos seus tornozelos, e ali, emergindo entre o tecido de sua cueca cinza, estava seu pau, já completamente duro e com a cabeça escura e úmida. Um suspiro involuntário escapou dos meus lábios. Era repulsivo e fascinante ao mesmo tempo.

—Você tem sorte, mocinha —murmurou Agustín, com a voz rouca—. Eu poderia contar pro seu pai como você gosta de foder com seu primo bem aqui. Ou eu poderia ficar quieto... —Ele fez uma pausa, deixando a ameaça pairar no ar—. Depende de você. De quão boazinha você é comigo.

O olhar do amigo dele, Ramiro, fixo em mim, queimava como brasa. Sem dizer nada, ele também desabotoou a calça e tirou o próprio pau. Era tão grosso quanto o do meu avô, embora mais curto, uma massa densa e poderosa na sua mão calejada. Ele começou a se masturbar com movimentos lentos e experientes, sem parar de nos observar.

Meu coração batia tão forte que eu sentia que ia sair do peito. O medo e o nojo lutavam contra uma excitação torpe e doentia que brotava do mais profundo do meu ser. Eu sabia que isso era errado, que cada segundo que passava me afundava mais num buraco sem saída. Mas a ameaça do escândalo, a imagem da decepção nos olhos dos meus pais... e aquele desejo obscuro que se alimentava da transgressão, eram mais fortes.

Lentamente, sentindo o peso dos olhares deles como uma lápide, me ajoelhei no chão de madeira áspera diante do meu avô. O cheiro de suor viril e terra me inundou. Com uma mão trêmula, agarrei a base do pau dele, sentindo a pele quente e as veias saltadas. Era tão grosso que meus dedos mal conseguiam envolvê-lo.

sexo

Fechei os olhos por um instante, mas a imagem do Ramiro se masturbando ao meu lado me obrigou a abri-los. Olhei para cima, para o rosto contraído de prazer do meu avô, e abri a boca.

No começo, só a ponta. Tinha gosto de sal e pele, um sabor primitivo e masculino. Um gemido gutural saiu da garganta de Agustín. —Assim, gata... assim... —encorajou, enquanto suas mãos se apoiavam na minha cabeça, não com força, mas me guiando.

Comecei a mover a boca, tentando acomodar a grossura dele, sentindo como ele abria minha garganta. Minha própria vontade, traiçoeira, começou a crescer, um calor úmido e inconfundível entre minhas pernas. Com a outra mão, quase sem pensar, estiquei o braço e agarrei o pau do Ramiro. Era uma pedra, duro e quente. Ele grunhiu de surpresa e prazer, e começou a se mover em sincronia com minhas investidas, enquanto eu, ajoelhada entre os dois homens, chupava o pau do meu avô com uma submissão que me aterrorizava e me excitava igualmente, e com a mão trabalhava o pau grosso e curto do amigo dele, selando meu silêncio com a boca e as mãos, me afundando na perversão mais profunda.

Fiquei um tempo assim, ajoelhada no chão áspero, com a boca cheia do pau do meu avô e a mão bombando o do Ramiro. O som dos gemidos e arfadas deles enchia o barraco, misturando com o barulho molhado da minha boca e o atrito da minha mão fechada.

—Caralho, Agustín... sua neta é uma puta de primeira —resmungou Ramiro, com a respiração ofegante—. Ela sabe usar essa boquinha... e essas mãozinhas...

— Eu te avisei — respondeu meu avô com a voz ofegante, seus dedos se enroscando com mais força no meu cabelo —. É uma safada nata. Está no sangue.

Suas palavras, em vez de me indignar, alimentaram o fogo retorcido na minha barriga. Me degradavam e, no entanto, me excitavam ainda mais.

— E se eu der um pouco mais? — perguntou Ramiro, sua voz carregada de luxúria —. Uma bunda daquelas tá pedindo uma boa foda. Quanto me custaria?

Meu avô soltou uma risada baixa e corrupta. —Isso, amigo, já seria um luxo... e os luxos têm um preço mais alto. Você teria que me ajudar muito com a próxima colheita... ou com algum outro favor.

A insinuação era clara. Meu próprio avô não só estava me chantageando, como agora estava cobrando por mim. Ele estava vendendo acesso ao meu corpo. A revelação deveria ter me feito vomitar, mas em vez disso, uma onda de excitação tão intensa e perversa que quase me atordoou percorreu todo o meu corpo. Com um gemido abafado ao redor do pau na minha boca, apertei meus dedos com mais força ao redor do de Ramiro e aumentei o ritmo da minha boca no do meu avô, engolindo mais fundo, desesperada por aquele sentimento de poder através da submissão mais absoluta.

—Caralho, a putinha ficou ainda mais gostosa quando ouviu isso! —exclamou Ramiro, surpreso.

—Ela gosta de ser tratada como o que ela é — afirmou Agustín, e pude sentir seu pau pulsando mais forte na minha língua —. Vai gozar, gostosa! Abre bem essa boca!

Não deu tempo para mais. Com dois grunhidos guturais e quase simultâneos, senti a explosão quente e grossa do meu avô na minha garganta, enquanto a mão que estava em Ramiro se encheu do sêmen dele, que continuou escorrendo pelos meus seios e estômago.
Engoli automaticamente, o sabor salgado e amargo do pecado enchendo minha boca enquanto me banhavam em seu sêmen, me marcando como sua posse, seu segredo vivo e sua putinha pessoal. Ofegante, fiquei ali, ajoelhada e coberta de sua vergonha, sentindo o poder que achava ter se dissolvendo no ar, substituído pela certeza arrepiante de que isso era só o começo e que o preço do meu silêncio tinha acabado de subir.
rabao
O último grunhido de Ramiro foi um som gutural, animal, seguido por um jato quente e grosso que respingou no chão de madeira na minha frente. Ele arfou, ajustou a calça com mãos trêmulas e, com um último olhar cheio de luxúria e cumplicidade para o meu avô, saiu da cabana sem dizer uma palavra, deixando um silêncio pesado e carregado de vergonha.

Eu continuava ajoelhada, o gosto salgado e amargo do sêmen do meu avô ainda na minha língua, a garganta irritada. O Agustín, com uma expressão de triunfo sombrio, ajustou lentamente a calça. Depois, vasculhou o bolso da camisa e tirou um lenço de pano amassado. Não me ofereceu para limpar o rosto, mas deixou cair desdenhosamente na frente dos meus joelhos.

—Limpa essa cara —ordenou, a voz agora fria, como a de um capataz dando uma instrução. Enquanto eu, com movimentos desajeitados, limpava a baba e o sêmen do meu queixo e lábios, ele falou de novo—. Ramiro não é só um amigo. É um agiota. E eu devo uma boa grana pra ele.

Uma pesada laje de compreensão se assentou sobre meus ombros, mais fria do que qualquer ameaça anterior.

—Você... —sussurrei, sem conseguir terminar a frase.

— Você vai ser minha forma de pagar ele — confirmou, e em seus olhos não havia traço de culpa, apenas um cálculo frio —. Você agradou a ele. Agradou muito. E os outros amigos dele também vão gostar de conhecer a netinha fresquinha da cidade. Você não pode recusar, Zoé. — Ele se aproximou, e seu hálito, que ainda cheirava ao próprio sexo, bateu no meu rosto —. Porque se recusar, não só vou contar a todos como você é uma putinha com seu primo, mas também vou mostrar onde você gosta que os velhos te enfiem o pau. Sua família vai te odiar, mocinha.

O chantagista já não era uma sugestão, era uma corrente. Meu corpo, minha boca, meu silêncio, tinham se tornado a moeda para pagar as dívidas dele. Uma onda de pânico e nojo me percorreu, mas, como um veneno que se infiltra no sangue, aquela excitação torcida e profunda surgiu de novo, alimentada pela degradação total, pela perda absoluta de controle.

—Tá bom —consegui dizer, com uma voz que não reconhecia como minha, carregada de uma resignação que eu sabia ser falsa, porque no fundo, num lugar escuro e secreto, uma parte de mim desejava ver até onde esse abismo ia chegar—. Eu faço.

Um sorriso feio e satisfeito se desenhou nos lábios do meu avô. — Sabia que você era uma garota esperta. — Ele se virou e saiu da cabana, me deixando sozinha com o lenço sujo na mão e o gosto do sêmen dele ainda impregnado na minha boca.

Arrastei-me até a cama, me sentindo vazia e usada, mas estranhamente viva. Cada nervo do meu corpo parecia estar em chamas. Deitei, sem forças nem mesmo para me limpar direito, e deixei o cansaço me dominar. Enquanto afundava num sono agitado, o gosto salgado nos meus lábios era um lembrete amargo e perverso do preço do meu silêncio e do prazer obscuro que, apesar de tudo, eu tinha encontrado na submissão.

Muito obrigado por chegarem até aqui. Qualquer coisa relacionada a essa história, não hesitem em me mandar mensagem. Qualquer ideia, comentário ou apoio será bem-vindo. Deixem seus pontos, compartilhem para trazer as próximas partes. Obrigado pela leitura!

2 comentários - La Nueva Puta Del Rancho 4

seguilo,pero a que te rieres con sonrisa complice del tio?el ya sabe que ella es una putita?