

Uma história da minha mãe, minha querida mamãe. Ela se chama July, olhos castanhos, pele morena, cabelo preto, com uns quilinhos a mais, normal pra idade dela e por ter dado à luz eu e meu irmão. Ela tem uns lábios grossos e carnudos, umas pernas grossas, um quadril bem largo e uma bunda não muito grande. O melhor dela são os peitões dela!!!! Umas tetas pretas enormes, meio caídas por causa da idade, mas ainda assim super excitantes. Qualquer um ia querer pegar nelas, chupar, fazer um monte de coisa. Meu relacionamento com ela era bem normal, ela era meio enjoadinha, mas muito carinhosa e sempre de olho em mim, nas minhas preocupações, no que tava faltando, etc. Meu padrasto vive ocupado no trabalho e o relacionamento deles tava cada dia mais frio, nem se beijam mais. Nada de nada. Antes eu não via minha mãe com outros olhos, só de filho pra mãe, até que um dia eu vi ela pelada sem querer — e desde então minha cabeça começou a fantasiar com a minha própria mãe. Eu passei a ver ela com outros olhos, olhos de desejo, de querer possuir ela. Ficava olhando os peitões enormes dela, uau!!!! Me excitava, muitas noites eu batia uma, fantasiando e imaginando o quão puta ela é. Enfim... Até que um dia ela chegou do trabalho como sempre, me cumprimentou, falou que em 20 minutos a gente ia comer e que ela ia tomar banho. Depois de uns 10 minutos ela grita e diz: — Filho! Me passa uma toalha, por favor, tão penduradas no terraço. — Já vou, mãe, tô no telefone. Acho que ela pensou que eu ia demorar pra levar, mas eu desliguei o telefone rápido e levei a toalha. Quando entrei, parece que ela não ouviu a porta abrir e eu pude ver, através da porta de correr, ela se acariciando os peitos de um jeito bem sensual. Na hora o pau subiu e parecia que minha calça ia explodir. Eu não sabia o que fazer, só passei a mão no meu pau duro e senti que tava uma delícia. Queria entrar e beijar ela, meter nela. Amor, chupar aquelas tetonas ali mesmo, esquecer que era minha mãe, mas me segurei com medo da reação dela, de rejeição ou sei lá... só falei: - Aqui está a toalha, mãe, vou deixar em cima do vaso. - Ahhh, não ouvi você entrar (ela espiou pela porta, parecia nervosa, meio corada) - Melhor me passar, já terminei. - Ok, mãe, toma. - Obrigada, filho, já desço pra comer. Saí do banheiro perturbado e muito excitado, minha cabeça não sabia o que pensar, nem o que fazer. Ela demorou uns 20 minutos pra descer pra comer. Estava com um roupão bem grosso e comprido, não dava pra ver o corpo carnudo e gostoso dela, mas o cabelo molhado era muito excitante.Comemos normalmente, como sempre. Meu padrasto tinha ido fazer um trabalho na casa dos amigos, então aquela tarde estávamos só eu e minha mãe. Terminamos de comer e ela disse: - Vou tirar um cochilo, tô meio cansada de tanto trabalhar. Se quiser, pode dormir comigo e faço cafuné na sua cabeça, que você tanto gosta.
Eu não sabia o que dizer, ainda me sentia excitado, então respondi: - Bom, não tô com muito sono, mas vou tentar dormir.
Subimos rápido pra dormir no quarto dela. Ela fechou as cortinas pra não entrar luz, deitou com o roupão e se meteu debaixo dos lençóis. Eu fiz o mesmo, tava de jeans e camiseta, só tirei os sapatos e me enfiei debaixo das cobertas. Deitei de bruços e ela de barriga pra cima. Imediatamente começou a fazer cafuné na minha cabeça, primeiro círculos bem devagar, e depois foi descendo até meu pescoço, mas mal roçando a ponta dos dedos na minha pele. Minha pele se arrepiou com os toques e minha respiração começou a acelerar. Tentei disfarçar, mas foi inevitável. Fiquei com uma ereção enorme, só de lembrar como a vi no banheiro, como acariciava os peitos dela tão sensualmente... uff, me deixou a mil. Passaram 30 minutos, nós dois relaxamos, mas não conseguimos dormir. O despertador tocou e ela se levantou. Ela disse: que ia trabalhar, virou de costas pra mim e disse:
— não vai virar, vou me trocar.
e eu concordei (se ela não tivesse falado, nem ia perceber, porque ela sempre se troca no banheiro).
não aguentei a curiosidade e virei disfarçado. e fiquei chocado ao ver aquela cena tão excitante. minha mãe estava sentada na beira da cama, de costas pra mim, e eu podia ver as costas nuas dela e a beirada dos peitos. virei pro espelho e vi ela de lado, mas vi os mamilos grandes, pretos e durinhos. nisso, olhei mais pra cima e ela estava me olhando. rapidamente ela colocou o sutiã, virou pra mim e disse:
— por que você faz isso? sou sua mãe, falei pra não virar.
senti muita vergonha naquele momento, queria que a terra me engolisse, e respondi nervoso:
— mãe, desculpa, fiquei curioso, me perdoa, não foi minha intenção. além disso...
— além disso o quê?
— bem, você é minha mãe, mas também é uma mulher, e uma mulher muito gostosa (não sei como tive coragem de falar isso).
— mmmm, sim, mas é errado me espionar, sou sua mãe e isso não é certo.
— sim, mãe, desculpa, não consegui evitar, você é muito linda, não vai acontecer de novo.
— obrigada por me dizer isso, me sinto lisonjeada, mas já sou velha pra sua idade e seus gostos.
— não, mãe, se uma mulher é gostosa, ela sempre vai ser, e vai ser apreciada por todos os homens, não importa a idade.
— já chega, filho, não continua, que me dá vergonha.
— sério, mãe, qualquer homem ia querer estar nos seus braços.
— sério? mmmm, pensei que não fosse assim, mas me diz, o que você acha mais lindo em mim?
— mmmm, tudo, mãe, você é maravilhosa, mas o que eu mais gosto são seus peitos, mãe.
— sério? você acha eles bonitos?
— siiiim, demais, são enormes, lindos.
— obrigada, filho, lembra que quando você era bebê, eles eram todos seus.
— sim, mas eu era muito pequeno, agora seria bem diferente. uppss, desculpa, mãe, não quis dizer isso!!!
— ohhh, agora você me surpreendeu. tá querendo dizer que gostaria de provar eles? me deixou sem palavras.
— desculpa, mãe, eu te desejo muito, muito. mas que nada no mundo, cê não sabe como eu queria que você fosse minha — não, filho, isso não pode ser, sou sua mãe, acho que essa conversa já foi longe demais, é melhor a gente esquecer isso e deixar assim — sim, mãe, desculpa — não se preocupa, filho, vem me dar um abraço e um beijo, antes que eu termine de me vestir e vá embora — sim, mãe. a gente se abraçou bem forte, se beijou na bochecha, eu falei que amava ela, que me perdoasse, e ela disse pra eu não me preocupar, que não tinha acontecido nada e que ela me amava muito. quando a gente se separou, ficou se olhando a centímetros de distância, e não sei como, eu dei um beijo suave nos lábios dela. ela fechou os olhos, não falou nada. quando eu me afastei, ela me beijou fundo. primeiro a gente mexia a boca de um lado pro outro meio com medo, sem se tocar nem nada, depois nossas línguas se enroscaram num beijo super apaixonado. a gente começou a se abraçar, eu comecei a acariciar as costas dela sem parar de beijar, ela fazia o mesmo. aos poucos ela foi descendo a mão até apertar minha bunda. eu me separei da boca dela, comecei a beijar o pescoço dela, enquanto ela acariciava meu cabelo. fui descendo até as tetas dela!!! as que tanto me deixavam louco e me faziam fantasiar, finalmente eu ia ter elas nas minhas mãos, na minha boca. enquanto descia, eu falei: — mãe, eu te desejo pra caralho — sim, eu também, amor, você me deixou com tesão, faz tempo que ninguém me excitava assim, que ninguém me tocava como você. continuei percorrendo com a boca, até chegar nas peitolas dela, chupei e mordi por cima do sutiã até desabotoar ele e finalmente, eu tinha aquelas peitolas imensas sem nada em cima, só pra mim. os bicos pretos dela queriam estourar, tavam duríssimos. não parei de morder eles, enquanto ela acariciava por cima da calça meu pau duríssimo. continuei descendo, beijando a barriga, o umbigo, até chegar na calcinha dela. passei a boca por cima da buceta dela, e só ouvi um gemido muito forte e eu disse: - come ela, meu amor, não aguento mais!!!!!!
nem demorou nem foi preguiçoso, baixei a calcinha dela e meti na buceta dela, passei minha língua pelas coxas dela e depois cheguei no clitóris, que tava molhadíssimo, não parava de passar a língua, fazendo círculos suaves nos lábios
da bucetona, enquanto ela só gemia e gritava até chegar no primeiro orgasmo, me inundando com os fluidos dela, engoli tudo, depois ela se levantou, me beijou apaixonadamente, me deitou na cama e desabotoou minha calça, baixou minha cueca e primeiro com a língua dava lambidas no meu pau, e até que de uma só vez engoliu tudo e uau, era a melhor boquete da minha vida. ela chupava como se fosse a última comida que fosse provar na vida, e o que mais me encantava era que enquanto me chupava, ela me olhava pra ver as caras de tesão que eu fazia e eu podia ver como os peitos dela balançavam junto com a boca, de um lado pro outro, era demais, não demorei muito pra gozar, avisei ela caso quisesse tirar, mas ela ignorou e continuou chupando mais rápido até que gozei na boca dela, ela engoliu tudo, mas não cabia tanta porra que começou a escorrer pelo pescoço até descer pros peitões dela, ela se levantou, se limpou rapidinho com o lençol e me disse:
- meu amor, tô louca de tesão, me faz sua agora mesmo, te desejo mais que ninguém nesse mundo, te quero só pra mim, de agora em diante vou ser só sua e de mais ninguém, me fode agorrrra!!!!!!
- sim, gostosa, eu te amo, você me encanta, por você vou te comer todo dia.
- sim, filho, siiiim, agorrrra faz isso por favor!!!!! me come!!!!! filho!!!!!!!
nós deitamos e eu fiquei por cima dela, ela tava muito molhada e escorregadia, não demorou pra entrar tudo até o fundo, eu me mexia bem rápido, mas ela dizia:
- mais rápido, filho, mais forte, sou sua, só sua, papai.
comecei a me mover rapidamente, enquanto com minhas mãos acariciava o rosto dela e os peitos, que não cabiam nas minhas mãos de tão grandes que eram, de repente trocamos De posição, ela sentou em cima de mim e ela quem me cavalgava como uma louca, desenfreada, me dizia: — Me come, love, sou sua!!!!! Sou sua puta desde agora, sua mulher, seu tudo, me dá mais, me dá!!!!!!!! — Sim, mami, sim, que delícia você está, como você me come bem!!!!!!! Assim, se mexe assim!!!! Mais forte, mami!!!! Que peitões como se mexem!!!!! Ela aumentou a velocidade e os peitos dela balançavam de um lado pro outro, eu não aguentava mais, falei pra ela e ela aumentou a velocidade nos movimentos, gozei e ela chegou ao segundo orgasmo dela, os dois estávamos suados, terminamos num orgasmo maravilhoso, nos deitamos na cama e demos um beijo terno e depois apaixonado. Ela me disse o seguinte: — Não me arrependo de nada, meu love, vai ser nosso segredo e toda vez que a gente quiser, a gente vai transar gostosão, porque seu padrasto me deixa muito largada, você é muito homem e eu sou sua mulher desde agora, love, te amo, bebê — E eu amo você, mãe, ninguém nunca vai me comer como você, te amo. E esse foi só o começo de um relacionamento incestuoso magistral, cheio de sexo, paixão e loucura, continua.... Espero que vocês tenham gostado pra eu continuar postando mais histórias.
1 comentários - Minha mãe puta