O despertador começou a tocar, me arrancando dos braços de Morfeu. Por mais que tentasse resistir e continuar no quentinho dos lençóis, o barulho chato do relógio falou mais alto que minha vontade de ficar na cama. Afastei os lençóis quentinhos, coloquei os pés no chão e fiquei sentada na cama, esperando recuperar o suficiente da minha condição humana para me levantar e começar o dia. Quando finalmente me senti com ânimo, levantei e, com os olhos semicerrados, fui até o banheiro do meu quarto. Meu marido estava trabalhando, infelizmente. Assim que entrei, tirei a camiseta que usava como pijama enquanto abria a água do chuveiro. Enquanto esperava a água esquentar, me apoiei com as mãos na pia, com a cabeça pendurada. Minutos depois, comecei a sentir o vapor enchendo o banheiro com um calor úmido gostoso. Levantei a cabeça e me olhei no espelho embaçado pela umidade. Vi o reflexo do meu rosto emoldurado por uma bagunça de cabelo que praticamente tampava minha cara. Os olhos inchados e o rosto vermelho não eram um complemento nada agradável de ver nessas primeiras horas do dia. Mais abaixo, olhei meus peitos. Peguei eles com as mãos e senti o peso deles. Doíam um pouco, principalmente os bicos, que estavam duros e inchados. Devia ser por causa do período. Não era a primeira vez que acontecia. Quando estava menstruada, eles cresciam e doíam um pouco, além de ficarem muito sensíveis, principalmente os bicos, que ao menor roçado endureciam e me davam sensações que me deixavam numa meia-excitação constante. Soltei meus peitos, deslizando as mãos pela minha pele até chegar na minha barriga, e daí passei pelo quadril até chegar na minha bunda, onde coloquei as duas mãos apertando as nádegas. Nessa posição, me virei de lado. Gostava de me olhar. Tenho um corpo que, sem ser modelo, é muito bom. É o que se diz bem proporcionado, embora a estrela Eram minhas pernas, minhas tetas e minha bunda. Respirando fundo, decidi me enfiar debaixo do jato de água quente que estava me chamando aos berros.
A água finalmente me devolveu a condição humana por completo, sentir a água escorrendo da minha cabeça até os pés me fez voltar à vida, aos poucos comecei a me sentir melhor, e pra terminar de ser gente comecei a me ensaboar, como sempre comecei pelo cabelo, lavando bem pra depois enxaguar e passar a máscara, deixando tudo enrolado no topo da cabeça. Depois de terminar a primeira etapa, começava a segunda, pegava a esponja natural que tinha num canto, colocava o gel e iniciava o ritual de toda manhã, primeiro os ombros, depois os peitos que esfregava em círculos até terminar nos mamilos, deixando eles durinhos, pra seguir descendo, passava pela barriga e daí pras pernas, primeiro a direita e depois a esquerda, deixando esta apoiada na borda da banheira, nessa posição deslizava a mão por baixo da coxa até o começo da minha bunda e limpava bem pra depois descer de novo e enfiar a mão entre minhas coxas e lavar minha bucetinha, e aí começava a brincadeira, ao sentir a aspereza da esponja entre meus lábios, não conseguia evitar e esfregava suavemente uma e outra vez minha xereca até soltar o primeiro suspiro, nessa hora largava a esponja e pegava o telefone do chuveiro, separava meus lábios com os dedos e aplicava o jato direto no meu clitóris até gozar, era um orgasmo rápido e doce, um prazer que ativava todos os meus sentidos ao mesmo tempo que me acalmava, tenho que admitir que no dia que não conseguia me dar isso, ficava muito mais difícil estar cem por cento.
Mas hoje não foi assim, eu gozei, mas em vez de sentir a tranquilidade que isso costumava me trazer, hoje me sentia inquieta, notava como minha buceta pulsava, me deixando uma agonia sem fim. Decidi castigar meu clitóris de novo, girando o seletor da torneira, de chuveiro para jato. A força da água no meu clitóris fez com que eu tivesse que me apoiar na parede para não cair de tanto prazer que sentia, era como se mil línguas molhadas e quentes estivessem me lambendo selvagemente todas ao mesmo tempo. O resultado era um orgasmo rápido que normalmente me deixava exausta, mas dessa vez não foi assim, pelo contrário, a sensação de excitação invadiu meu corpo todo, fazendo com que eu fechasse a água de repente e saísse quase pulando da banheira. Fiquei apoiada por alguns segundos com a mão na parede e a outra na pia, sentia o coração a mil por hora e a respiração ofegante, quase faltava ar, minhas pernas tremiam e minha respiração tão acelerada que eu estava gemendo. Então, depois de respirar fundo um par de vezes, consegui recuperar um pouco a calma. Com o coração controlado, me enrolei numa toalha e saí do banheiro enquanto ia secando o cabelo, acabei fazendo um turbante com a toalha na cabeça enquanto olhava pela janela para adivinhar o tempo que faria naquele dia. A resposta foi clara: sol, calor, tempo bom. Tinha combinado com a Dany, minha amiga, naquela manhã que a acompanharia até a oficina para olharem o carro dela, depois iríamos ao shopping dar uma volta e, enquanto almoçávamos, colocaríamos os últimos fofocas em dia. Então me plantei na frente do armário, pronta para escolher o que vestir. Depois de revirar os cabides pela enésima vez, decidi por um vestido preto SPORT de alças que terminava em saia. O vestido era justo na parte de cima, ajustando-se na cintura. Normalmente eu usava ele com leggings, mas depois de hesitar por alguns minutos, decidi que hoje não usaria. Me observei no O espelho e, mesmo com a saia sendo super curta, não ficava ruim em mim, só precisava tomar cuidado ao andar porque ela balançava e deixava à mostra a parte de baixo da minha bunda e minha calcinha kkkk. Coloquei uma calcinha fio dental de renda rosinha e meu absorvente interno porque tava no meu período. Pra finalizar, escolhi uns sapatos de salto médio, que faziam minhas pernas parecerem infinitas. Depois de dar umas voltinhas na frente do espelho, me dei o sinal verde.
Quando terminei de secar o cabelo e me pentear, peguei uma jaqueta de tricô quase transparente, comprida até abaixo dos joelhos, a bolsa e fui tomar café da manhã na cozinha. Assim que entrei, servi uma xícara de café e peguei um par de bolinhos na prateleira. Ia me sentar na mesa quando ouvi barulhos na sala de jantar, então, pegando a xícara quente numa mão e os bolinhos na outra, entrei na sala pra ver o que era aquela bagunça. Quando entrei, vi meu irmão mais velho no sofá com dois amigos, jogando FIFA como uns loucos. (Eu sou casada e moro com meu marido, mas isso aconteceu quando estava na casa dos meus pais porque meu marido foi pra um congresso e voltava em uma semana, então fui passar um tempo na casa dos meus pais) — Neném — falei — que escândalo é esse, os pais não tão dormindo? — perguntei, enquanto dava um gole. Os caras viraram a cabeça ao mesmo tempo quando me ouviram, deviam ter a mesma idade do meu irmão, tipo uns 19 anos. — Não, irmãzinha — respondeu meu irmão — papai e mamãe já foram há um tempinho, e eu pensei que você não tinha dormido aqui hoje, que tinha ficado com seu super amigo Fátima — essa última parte soou meio de sacanagem, na real meu irmão é doido pela Dany, minha amiga, mas como ela não dá bola pra ele, ele não perde chance de me zoar. — Pois é, como você pode ver — respondi, ignorando a ironia dele — marquei com ela agora, ela vai passar pra me pegar — enquanto falava isso, fui até a mesa da sala que tava atrás da TV e fiquei de costas pra eles, olhando o jardim pela janela. A grama ainda tava molhada nas partes onde o sol não tinha batido, brilhando como se tivesse cheia de diamantinhos que contrastavam com o verde do gramado. O barulho dos caras jogando quebrava toda a harmonia da cena, então, desviando o olhar do tapete verde, peguei minha bolsa e decidi me maquiar um pouco enquanto esperava a Dany chegar. Peguei meu estojo de maquiagem e abri pra me olhar no espelhinho, enquanto passava a esponja no rosto, percebi que o cara que não tava jogando na hora tava com os olhos grudados em mim. Os outros dois estavam escondidos atrás da tela gigante da TV, e só chegavam os gritos deles até mim. Quando terminei a base, procurei um pouco de cor e, pra isso, decidi me inclinar levemente na mesa, sabendo que esse movimento sutil e o fato do cara estar sentado, ou seja, mais baixo que eu, fazia com que ele provavelmente tivesse uma visão da minha bunda por baixo da saia. Pelo espelho, confirmei pelo jeito que ele me olhava que era isso mesmo. Sorri por dentro e resolvi brincar um pouco com ele, então me inclinei um pouco mais enquanto abria as pernas de leve, de um jeito que minha calcinha fio dental ficasse bem visível, emoldurada pelas minhas duas nádegas debaixo da saia curta. O movimento que ele fez, mudando de posição no assento, me mostrou que minha brincadeira tava surtindo o efeito esperado. O cara não parava de me olhar, sentia o olhar dele perdido entre minhas pernas e naquele pedacinho de pano que aparecia entre minhas coxas, e eu, sentindo aquilo, sentia o formigamento na minha buceta aumentar. Mantive a posição até terminar de passar o blush nas bochechas, depois me virei e, ficando de frente pra ele sem olhar, apoiei uma perna na mesa, meio sentada, e a outra esticada no chão. Nessa posição, minha saia subiu pra caralho, e a visão da minha calcinha fio dental ficou quase completa. Eu, pra disfarçar, continuei olhando no espelho, mas de canto de olho não perdia um movimento do cara. Tava claro o que ele via e o que aquilo tava causando nele. A buzina de um carro lá fora me avisou que a brincadeira tinha acabado e, como golpe final, me virei de novo pra pegar minha bolsa, que num descuido idiota eu tinha deixado cair no chão. Pra isso, me inclinei toda com as pernas retas, pra ele ter uma visão completa de mim na hora. Ao me agachar, senti minha saia subir, deixando minha calcinha fio dental e uma parte da minha bunda de fora.
Quando passei por ele me despedindo do meu irmão, as bochechas dele estavam quase explodindo, então resolvi esquentar mais ainda. Fingi tropeçar e caí em cima dele, sentando no colo dele enquanto ele me segurava pela cintura e pela barriga. Agradeci por ele me segurar e me levantei, rsrs. Na minha cabeça passou a imagem de como a pica dele devia estar durinha dentro da calça naquele momento. Essa imagem ficou comigo até eu me sentar no carro com um sorriso de orelha a orelha. Dany me deu um beijo sonoro na bochecha enquanto dava a partida. — Do que você tá rindo? — perguntou com um sorriso no rosto. — De nada — respondi enquanto colocava meus óculos escuros —, só que os homens são muito bobos... — E isso... — Sem tirar os olhos da frente, contei o que tinha acontecido. — Kkkkkkk... que gostosa você é — respondeu enquanto apertava um dos meus peitos com a mão, e eu soltei outra gargalhada, trocando um olhar cúmplice. De quebra, reparei como ela estava vestida: uma regata vermelha com um decão que fazia os peitos dela parecerem que iam pular fora a qualquer momento, a roupa deixava o umbigo de fora, e uma saia de couro marrom com botões na frente, que, sentada, tinha subido quase a ponto de dar pra ver a calcinha, deixando as coxas lindas dela à mostra. Vou apresentar vocês pra minha amiga, ela também é bem putinha, então vou dizer pra ela criar uma conta pra postar o que já fez e, se ela quiser e abrir a conta, passo o perfil de vocês.
Ela é minha amiga Dany. Entre conversas e risadas, chegamos na oficina. Dany estacionou o carro na entrada e desceu pra ir até a recepção. Eu fiquei observando ela caminhar até lá, virando a cabeça dos homens com quem cruzava. Quando ela voltou a sair, o espetáculo se repetiu, e foi isso que eu falei assim que ela entrou no carro. Ela só me sorriu, dando de ombros. Como tinham instruído, ela entrou com o carro na oficina até deixar numa zona onde tinha uma placa escrito PRÉ VISTORIA. Parando o carro, ela desceu de novo, foi com uma folha até um senhor mais velho, com quem ficou uns minutos conversando. Depois, esse homem deu umas instruções pra outro funcionário e foi com a Dany até um escritório, me deixando sozinha no carro. Então, enquanto esperava, peguei o celular e comecei a navegar no Facebook pra passar o tempo e ver as histórias do meu marido, hahaha. De repente, o carro começou a se mover, e eu abri a porta com a intenção de descer, porque o carro estava sendo levantado pelo funcionário num elevador, mas ele disse que não precisava eu descer. Então parei, observei o cara por uns segundos. Ele devia ter uns trinta e poucos anos, era corpulento e careca. Sem prestar mais atenção, mergulhei de novo na rede. Não foi até uns minutos depois, quando ouvi um barulho forte, tipo de um martelo, que prestei atenção de novo. O cara estava tirando a roda dianteira direita com uma espécie de pistola de ar. Quando ele fez isso, pude ver como os músculos do braço dele se moviam, e fiquei surpresa ao ver o bíceps enorme que o homem tinha. Ele deve ter notado que eu estava olhando, porque levantou a cabeça, cruzando o olhar com o meu por uns segundos, mas logo desviou, deslizando os olhos pelas minhas pernas até voltar pra roda que estava desmontando. Percebi que de onde ele estava, tinha uma visão bem clara de mim, já que, quando fiz menção de descer, tinha deixado a porta aberta, e ela continuava assim. Além disso, como não me dei conta de onde ele estava, eu tava com as pernas bem abertas, meio inclinada pra trás, de um jeito que minha cintura tava quase na borda do banco. nessa posição, o cara tinha acesso praticamente à minha virilha inteira, e foi isso que ele viu quando a gente cruzou os olhares: minha bucetinha só coberta pela calcinha fio dental kkkk. um arrepio percorreu meu corpo, uma descarga que eu já conhecia, e automaticamente senti um formigamento no meu sexo. resolvi não dar muita bola e voltei a olhar pro celular, mas já era tarde. sabia que ele podia me ver a qualquer momento, sabia que se eu fechasse a porta ia acabar, mas não queria fazer isso. queria justamente o contrário, queria que ele me olhasse. então não me mexi, e mais, abri um pouco mais as pernas pra visão ficar mais clara. fiquei assim por um tempo, sentindo minha excitação aumentar. eu não conseguia ver ele sem inclinar a cabeça, porque a porta tampava minha visão, mas não precisava ver, sabia muito bem o que tava rolando. de repente, o carro começou a baixar, e esse movimento fez eu fechar as pernas e sentar mais reta no banco. quando o carro voltou à altura normal, eu tava sentada com as pernas juntas, mas isso não impedia que minhas coxas ficassem completamente à mostra por causa do tamanho da minha saia, que nessa hora já tinha subido o máximo que o banco permitia. respirei fundo e tentei relaxar. o homem apareceu de repente atrás de mim com uma maleta nas mãos, quase sem me olhar, se ajoelhou e enfiou o corpo no espaço entre meus joelhos e o painel, procurando uns conectores. abriu uma tampa e puxou uma espécie de plugue, que conectou a outro que tinha na caixa que ele carregava. colocou a caixa no chão entre meus pés, e ele ficou de joelhos na frente da telinha da caixa. eu, pra facilitar o trabalho dele, não tive escolha senão separar os joelhos, de um jeito que ele ficou bem no meio. Minhas pernas e eu, sem a menor chance de conseguir fechá-las. Uma simples olhada pra baixo me permitiu confirmar a visão que ele podia ter, e era total, sem nenhum esforço o homem tinha na frente dele minha buceta coberta só pelo diminuto fio dental rosa que eu tava usando. Ser consciente desse fato fez meu coração disparar, me dando uma excitação violenta. Eu sentia minha xota ficando molhada aos poucos, e isso me alarmou, porque tava claro que aquela umidade ia molhar a peça e deixar minha excitação à mostra. Só de pensar nisso, minha excitação aumentou junto com meu nervosismo. O homem ligou a máquina, e ela acendeu, clareando tudo que tava rolando comigo. Tentei disfarçar, focando no meu celular, mas ainda assim não conseguia evitar notar como o olhar dele devorava meu segredo. Via o rosto dele a menos de meio metro da minha buceta, e sabia que ele tava me observando. Era óbvio que sim, e eu não podia fazer nada pra evitar, assim como não podia evitar que minha umidade já fosse palpável. Não precisava nem conferir, porque sentia os fluidos da minha xota escorrendo aos poucos em direção ao meu cu. Sentia o coração batendo no fundo de mim, além da respiração alterada. Meus peitos subiam e desciam, esticando o tecido do vestido a ponto de deixar minhas tetas à mostra. Já quase não conseguia controlar minhas sensações, e pra piorar, o homem se levantou e, pedindo desculpas, passou por cima de mim, se inclinando pro meu lado esquerdo atrás de algo perto do freio de mão. Pra fazer essa manobra, ele colocou uma mão no banco, bem entre minhas pernas, na frente da minha buceta, roçando meus dedos e a parte de trás do antebraço nas minhas coxas. Mas o que ele não esperava é que, ao se apoiar com força no banco, ele afundasse de um jeito que meu quadril deslizou o suficiente pra minha buceta acabar apoiada na mão dele. A mão dele tava entre minhas pernas e o antebraço... tava passando a mão na minha buceta, a única separação era minha calcinha fio dental. Queria morrer, porque sabia que a mão dele devia sentir minha umidade, que já tava considerável naquela hora. Até o cheiro de suor do corpo do homem chegava em mim, junto com o calor dele, e tudo isso tava me deixando louca. Quando terminou de conectar o que tava procurando, voltou pro lugar, mas deixou a mão onde tava, só que com os dedos virados pra mim. Eu continuava praticamente apoiada nela, enquanto ele mantinha o olhar na tela. Sentir aquela mão nos meus lábios tava me levando ao limite do orgasmo, e ele deve ter percebido alguma coisa, porque tirou a mão e saiu do carro. Nessa hora, aproveitei pra passar a mão na minha boceta e sentir como ela tava. Continua...
A água finalmente me devolveu a condição humana por completo, sentir a água escorrendo da minha cabeça até os pés me fez voltar à vida, aos poucos comecei a me sentir melhor, e pra terminar de ser gente comecei a me ensaboar, como sempre comecei pelo cabelo, lavando bem pra depois enxaguar e passar a máscara, deixando tudo enrolado no topo da cabeça. Depois de terminar a primeira etapa, começava a segunda, pegava a esponja natural que tinha num canto, colocava o gel e iniciava o ritual de toda manhã, primeiro os ombros, depois os peitos que esfregava em círculos até terminar nos mamilos, deixando eles durinhos, pra seguir descendo, passava pela barriga e daí pras pernas, primeiro a direita e depois a esquerda, deixando esta apoiada na borda da banheira, nessa posição deslizava a mão por baixo da coxa até o começo da minha bunda e limpava bem pra depois descer de novo e enfiar a mão entre minhas coxas e lavar minha bucetinha, e aí começava a brincadeira, ao sentir a aspereza da esponja entre meus lábios, não conseguia evitar e esfregava suavemente uma e outra vez minha xereca até soltar o primeiro suspiro, nessa hora largava a esponja e pegava o telefone do chuveiro, separava meus lábios com os dedos e aplicava o jato direto no meu clitóris até gozar, era um orgasmo rápido e doce, um prazer que ativava todos os meus sentidos ao mesmo tempo que me acalmava, tenho que admitir que no dia que não conseguia me dar isso, ficava muito mais difícil estar cem por cento.
Mas hoje não foi assim, eu gozei, mas em vez de sentir a tranquilidade que isso costumava me trazer, hoje me sentia inquieta, notava como minha buceta pulsava, me deixando uma agonia sem fim. Decidi castigar meu clitóris de novo, girando o seletor da torneira, de chuveiro para jato. A força da água no meu clitóris fez com que eu tivesse que me apoiar na parede para não cair de tanto prazer que sentia, era como se mil línguas molhadas e quentes estivessem me lambendo selvagemente todas ao mesmo tempo. O resultado era um orgasmo rápido que normalmente me deixava exausta, mas dessa vez não foi assim, pelo contrário, a sensação de excitação invadiu meu corpo todo, fazendo com que eu fechasse a água de repente e saísse quase pulando da banheira. Fiquei apoiada por alguns segundos com a mão na parede e a outra na pia, sentia o coração a mil por hora e a respiração ofegante, quase faltava ar, minhas pernas tremiam e minha respiração tão acelerada que eu estava gemendo. Então, depois de respirar fundo um par de vezes, consegui recuperar um pouco a calma. Com o coração controlado, me enrolei numa toalha e saí do banheiro enquanto ia secando o cabelo, acabei fazendo um turbante com a toalha na cabeça enquanto olhava pela janela para adivinhar o tempo que faria naquele dia. A resposta foi clara: sol, calor, tempo bom. Tinha combinado com a Dany, minha amiga, naquela manhã que a acompanharia até a oficina para olharem o carro dela, depois iríamos ao shopping dar uma volta e, enquanto almoçávamos, colocaríamos os últimos fofocas em dia. Então me plantei na frente do armário, pronta para escolher o que vestir. Depois de revirar os cabides pela enésima vez, decidi por um vestido preto SPORT de alças que terminava em saia. O vestido era justo na parte de cima, ajustando-se na cintura. Normalmente eu usava ele com leggings, mas depois de hesitar por alguns minutos, decidi que hoje não usaria. Me observei no O espelho e, mesmo com a saia sendo super curta, não ficava ruim em mim, só precisava tomar cuidado ao andar porque ela balançava e deixava à mostra a parte de baixo da minha bunda e minha calcinha kkkk. Coloquei uma calcinha fio dental de renda rosinha e meu absorvente interno porque tava no meu período. Pra finalizar, escolhi uns sapatos de salto médio, que faziam minhas pernas parecerem infinitas. Depois de dar umas voltinhas na frente do espelho, me dei o sinal verde.
Quando terminei de secar o cabelo e me pentear, peguei uma jaqueta de tricô quase transparente, comprida até abaixo dos joelhos, a bolsa e fui tomar café da manhã na cozinha. Assim que entrei, servi uma xícara de café e peguei um par de bolinhos na prateleira. Ia me sentar na mesa quando ouvi barulhos na sala de jantar, então, pegando a xícara quente numa mão e os bolinhos na outra, entrei na sala pra ver o que era aquela bagunça. Quando entrei, vi meu irmão mais velho no sofá com dois amigos, jogando FIFA como uns loucos. (Eu sou casada e moro com meu marido, mas isso aconteceu quando estava na casa dos meus pais porque meu marido foi pra um congresso e voltava em uma semana, então fui passar um tempo na casa dos meus pais) — Neném — falei — que escândalo é esse, os pais não tão dormindo? — perguntei, enquanto dava um gole. Os caras viraram a cabeça ao mesmo tempo quando me ouviram, deviam ter a mesma idade do meu irmão, tipo uns 19 anos. — Não, irmãzinha — respondeu meu irmão — papai e mamãe já foram há um tempinho, e eu pensei que você não tinha dormido aqui hoje, que tinha ficado com seu super amigo Fátima — essa última parte soou meio de sacanagem, na real meu irmão é doido pela Dany, minha amiga, mas como ela não dá bola pra ele, ele não perde chance de me zoar. — Pois é, como você pode ver — respondi, ignorando a ironia dele — marquei com ela agora, ela vai passar pra me pegar — enquanto falava isso, fui até a mesa da sala que tava atrás da TV e fiquei de costas pra eles, olhando o jardim pela janela. A grama ainda tava molhada nas partes onde o sol não tinha batido, brilhando como se tivesse cheia de diamantinhos que contrastavam com o verde do gramado. O barulho dos caras jogando quebrava toda a harmonia da cena, então, desviando o olhar do tapete verde, peguei minha bolsa e decidi me maquiar um pouco enquanto esperava a Dany chegar. Peguei meu estojo de maquiagem e abri pra me olhar no espelhinho, enquanto passava a esponja no rosto, percebi que o cara que não tava jogando na hora tava com os olhos grudados em mim. Os outros dois estavam escondidos atrás da tela gigante da TV, e só chegavam os gritos deles até mim. Quando terminei a base, procurei um pouco de cor e, pra isso, decidi me inclinar levemente na mesa, sabendo que esse movimento sutil e o fato do cara estar sentado, ou seja, mais baixo que eu, fazia com que ele provavelmente tivesse uma visão da minha bunda por baixo da saia. Pelo espelho, confirmei pelo jeito que ele me olhava que era isso mesmo. Sorri por dentro e resolvi brincar um pouco com ele, então me inclinei um pouco mais enquanto abria as pernas de leve, de um jeito que minha calcinha fio dental ficasse bem visível, emoldurada pelas minhas duas nádegas debaixo da saia curta. O movimento que ele fez, mudando de posição no assento, me mostrou que minha brincadeira tava surtindo o efeito esperado. O cara não parava de me olhar, sentia o olhar dele perdido entre minhas pernas e naquele pedacinho de pano que aparecia entre minhas coxas, e eu, sentindo aquilo, sentia o formigamento na minha buceta aumentar. Mantive a posição até terminar de passar o blush nas bochechas, depois me virei e, ficando de frente pra ele sem olhar, apoiei uma perna na mesa, meio sentada, e a outra esticada no chão. Nessa posição, minha saia subiu pra caralho, e a visão da minha calcinha fio dental ficou quase completa. Eu, pra disfarçar, continuei olhando no espelho, mas de canto de olho não perdia um movimento do cara. Tava claro o que ele via e o que aquilo tava causando nele. A buzina de um carro lá fora me avisou que a brincadeira tinha acabado e, como golpe final, me virei de novo pra pegar minha bolsa, que num descuido idiota eu tinha deixado cair no chão. Pra isso, me inclinei toda com as pernas retas, pra ele ter uma visão completa de mim na hora. Ao me agachar, senti minha saia subir, deixando minha calcinha fio dental e uma parte da minha bunda de fora.
Quando passei por ele me despedindo do meu irmão, as bochechas dele estavam quase explodindo, então resolvi esquentar mais ainda. Fingi tropeçar e caí em cima dele, sentando no colo dele enquanto ele me segurava pela cintura e pela barriga. Agradeci por ele me segurar e me levantei, rsrs. Na minha cabeça passou a imagem de como a pica dele devia estar durinha dentro da calça naquele momento. Essa imagem ficou comigo até eu me sentar no carro com um sorriso de orelha a orelha. Dany me deu um beijo sonoro na bochecha enquanto dava a partida. — Do que você tá rindo? — perguntou com um sorriso no rosto. — De nada — respondi enquanto colocava meus óculos escuros —, só que os homens são muito bobos... — E isso... — Sem tirar os olhos da frente, contei o que tinha acontecido. — Kkkkkkk... que gostosa você é — respondeu enquanto apertava um dos meus peitos com a mão, e eu soltei outra gargalhada, trocando um olhar cúmplice. De quebra, reparei como ela estava vestida: uma regata vermelha com um decão que fazia os peitos dela parecerem que iam pular fora a qualquer momento, a roupa deixava o umbigo de fora, e uma saia de couro marrom com botões na frente, que, sentada, tinha subido quase a ponto de dar pra ver a calcinha, deixando as coxas lindas dela à mostra. Vou apresentar vocês pra minha amiga, ela também é bem putinha, então vou dizer pra ela criar uma conta pra postar o que já fez e, se ela quiser e abrir a conta, passo o perfil de vocês.
Ela é minha amiga Dany. Entre conversas e risadas, chegamos na oficina. Dany estacionou o carro na entrada e desceu pra ir até a recepção. Eu fiquei observando ela caminhar até lá, virando a cabeça dos homens com quem cruzava. Quando ela voltou a sair, o espetáculo se repetiu, e foi isso que eu falei assim que ela entrou no carro. Ela só me sorriu, dando de ombros. Como tinham instruído, ela entrou com o carro na oficina até deixar numa zona onde tinha uma placa escrito PRÉ VISTORIA. Parando o carro, ela desceu de novo, foi com uma folha até um senhor mais velho, com quem ficou uns minutos conversando. Depois, esse homem deu umas instruções pra outro funcionário e foi com a Dany até um escritório, me deixando sozinha no carro. Então, enquanto esperava, peguei o celular e comecei a navegar no Facebook pra passar o tempo e ver as histórias do meu marido, hahaha. De repente, o carro começou a se mover, e eu abri a porta com a intenção de descer, porque o carro estava sendo levantado pelo funcionário num elevador, mas ele disse que não precisava eu descer. Então parei, observei o cara por uns segundos. Ele devia ter uns trinta e poucos anos, era corpulento e careca. Sem prestar mais atenção, mergulhei de novo na rede. Não foi até uns minutos depois, quando ouvi um barulho forte, tipo de um martelo, que prestei atenção de novo. O cara estava tirando a roda dianteira direita com uma espécie de pistola de ar. Quando ele fez isso, pude ver como os músculos do braço dele se moviam, e fiquei surpresa ao ver o bíceps enorme que o homem tinha. Ele deve ter notado que eu estava olhando, porque levantou a cabeça, cruzando o olhar com o meu por uns segundos, mas logo desviou, deslizando os olhos pelas minhas pernas até voltar pra roda que estava desmontando. Percebi que de onde ele estava, tinha uma visão bem clara de mim, já que, quando fiz menção de descer, tinha deixado a porta aberta, e ela continuava assim. Além disso, como não me dei conta de onde ele estava, eu tava com as pernas bem abertas, meio inclinada pra trás, de um jeito que minha cintura tava quase na borda do banco. nessa posição, o cara tinha acesso praticamente à minha virilha inteira, e foi isso que ele viu quando a gente cruzou os olhares: minha bucetinha só coberta pela calcinha fio dental kkkk. um arrepio percorreu meu corpo, uma descarga que eu já conhecia, e automaticamente senti um formigamento no meu sexo. resolvi não dar muita bola e voltei a olhar pro celular, mas já era tarde. sabia que ele podia me ver a qualquer momento, sabia que se eu fechasse a porta ia acabar, mas não queria fazer isso. queria justamente o contrário, queria que ele me olhasse. então não me mexi, e mais, abri um pouco mais as pernas pra visão ficar mais clara. fiquei assim por um tempo, sentindo minha excitação aumentar. eu não conseguia ver ele sem inclinar a cabeça, porque a porta tampava minha visão, mas não precisava ver, sabia muito bem o que tava rolando. de repente, o carro começou a baixar, e esse movimento fez eu fechar as pernas e sentar mais reta no banco. quando o carro voltou à altura normal, eu tava sentada com as pernas juntas, mas isso não impedia que minhas coxas ficassem completamente à mostra por causa do tamanho da minha saia, que nessa hora já tinha subido o máximo que o banco permitia. respirei fundo e tentei relaxar. o homem apareceu de repente atrás de mim com uma maleta nas mãos, quase sem me olhar, se ajoelhou e enfiou o corpo no espaço entre meus joelhos e o painel, procurando uns conectores. abriu uma tampa e puxou uma espécie de plugue, que conectou a outro que tinha na caixa que ele carregava. colocou a caixa no chão entre meus pés, e ele ficou de joelhos na frente da telinha da caixa. eu, pra facilitar o trabalho dele, não tive escolha senão separar os joelhos, de um jeito que ele ficou bem no meio. Minhas pernas e eu, sem a menor chance de conseguir fechá-las. Uma simples olhada pra baixo me permitiu confirmar a visão que ele podia ter, e era total, sem nenhum esforço o homem tinha na frente dele minha buceta coberta só pelo diminuto fio dental rosa que eu tava usando. Ser consciente desse fato fez meu coração disparar, me dando uma excitação violenta. Eu sentia minha xota ficando molhada aos poucos, e isso me alarmou, porque tava claro que aquela umidade ia molhar a peça e deixar minha excitação à mostra. Só de pensar nisso, minha excitação aumentou junto com meu nervosismo. O homem ligou a máquina, e ela acendeu, clareando tudo que tava rolando comigo. Tentei disfarçar, focando no meu celular, mas ainda assim não conseguia evitar notar como o olhar dele devorava meu segredo. Via o rosto dele a menos de meio metro da minha buceta, e sabia que ele tava me observando. Era óbvio que sim, e eu não podia fazer nada pra evitar, assim como não podia evitar que minha umidade já fosse palpável. Não precisava nem conferir, porque sentia os fluidos da minha xota escorrendo aos poucos em direção ao meu cu. Sentia o coração batendo no fundo de mim, além da respiração alterada. Meus peitos subiam e desciam, esticando o tecido do vestido a ponto de deixar minhas tetas à mostra. Já quase não conseguia controlar minhas sensações, e pra piorar, o homem se levantou e, pedindo desculpas, passou por cima de mim, se inclinando pro meu lado esquerdo atrás de algo perto do freio de mão. Pra fazer essa manobra, ele colocou uma mão no banco, bem entre minhas pernas, na frente da minha buceta, roçando meus dedos e a parte de trás do antebraço nas minhas coxas. Mas o que ele não esperava é que, ao se apoiar com força no banco, ele afundasse de um jeito que meu quadril deslizou o suficiente pra minha buceta acabar apoiada na mão dele. A mão dele tava entre minhas pernas e o antebraço... tava passando a mão na minha buceta, a única separação era minha calcinha fio dental. Queria morrer, porque sabia que a mão dele devia sentir minha umidade, que já tava considerável naquela hora. Até o cheiro de suor do corpo do homem chegava em mim, junto com o calor dele, e tudo isso tava me deixando louca. Quando terminou de conectar o que tava procurando, voltou pro lugar, mas deixou a mão onde tava, só que com os dedos virados pra mim. Eu continuava praticamente apoiada nela, enquanto ele mantinha o olhar na tela. Sentir aquela mão nos meus lábios tava me levando ao limite do orgasmo, e ele deve ter percebido alguma coisa, porque tirou a mão e saiu do carro. Nessa hora, aproveitei pra passar a mão na minha boceta e sentir como ela tava. Continua...
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