Isso aconteceu há vários anos, mas lembrar sempre me deixa de pau duro. Meus tios moravam em outra província e todo verão vinham pra minha cidade passar as férias e visitar a família. Tato era o irmão mais novo da minha mãe, devia ter uns 10 anos a mais que eu. Ele tinha se casado com uma mulher bem mais velha, mas ela tinha uns peitos e uma bunda tremendos, ou pelo menos era isso que a tesão da minha adolescência me fazia ver. Um fim de semana, eles tinham alugado uma casa de campo e convidaram minha mãe e eu. Meu tio sempre zoava, apertando a bunda da mulher toda vez que passava perto, e ela aceitava sorrindo. Naquela manhã, Yany – minha tia – foi tomar sol. A bunda dela brilhava, dando um espetáculo lindo, e eu, da piscininha perto, podia ver e me dar uma punheta. Perto do meio-dia, fui com meu tio dar um mergulho, já que minha mãe e minha tia foram até o povoado próximo ver se conseguiam carne pra churrasco. Assim que elas foram embora, Tato tirou a sunga e ficou pelado. "Vamos aproveitar e bater uma punheta... vai, tira a roupa... tô com uma puta tesão", disse, balançando o pau. Eu também tava com tesão e segui o exemplo. A gente ria e se masturbava até que ele pediu que eu me aproximasse. Ele pegou minha mão e colocou no pau dele. Fiquei uns minutos balançando ela até que, de um pulo, ele sentou na beirada da piscina. Ele fez sinal... obviamente queria que eu chupasse. Me acomodei entre as pernas dele e comecei a lamber. Ele acariciou minha cabeça e perguntou se eu gostava da mulher dele. Eu disse que sim enquanto chupava. Tato afundava minha cabeça, me fazendo engasgar. "A gente tem uma fantasia", disse, "fazer um ménage, mas tem que ser alguém de confiança... topa?" Olhei pra ele sem parar de chupar e concordei. Ele me segurou mais forte e disse "engole tudo" e começou a encher minha garganta com a porra. Engoli o que pude e ele mergulhou. "Uf... que delícia", disse. "Sobe que agora é minha vez" e, me ajudando a sentar na beirada, começou a me masturbar e meteu na boca. Não demorou Muita porra. Tato limpou meu pau e saímos da piscina para ir para casa, logo as mulheres chegariam. Tudo ficou por ali, até uns dias depois, quando estávamos para voltar com minha mãe para a cidade, minha tia disse pra mamãe me deixar com eles mais alguns dias, que não tinha problema. Meu coração batia a mil por hora. Mamãe não recusou e, se despedindo, foi embora. Essa noite tudo começou no jantar. Minha tia estava de maiô e de repente tirou a parte de cima, deixando seus peitos livres. Tato os acariciou e os levou à boca. Minha tia fez sinal para que eu me aproximasse. De uma puxada, ela baixou meu shorts e fiquei pelado, com o pau apontando pro norte. Yany riu e depois de bater uma com a mão, se abaixou e o enfiou na boca. Tato disse que era hora de ir pra cama. Minha tia se deitou de costas, com as pernas abertas. Tato se posicionou e enfiou nela. Minha tia esticou a mão e agarrou meu pau, e enquanto seu marido a comia, ela me pediu para sentar na cara dela. Ela chupou minhas bolas e meu cu... maravilhoso. Tato gozou e se moveu pro lado, cedendo seu lugar. Enfiei na minha tia bem devagar, tentando aproveitar cada centímetro que entrava. Meu tio ficou atrás de mim e com sua língua lubrificou meu cu. Eu sabia o que estava por vir. Ele apoiou a cabeça e encaixou sem esforço... e assim foi até que suas bolas bateram nas minhas. "Mexe... come sua tia e se come sozinho", ele disse. E assim foi. Meus movimentos fizeram com que logo eu começasse a jorrar minha porra dentro da minha tia e ao mesmo tempo sentir meu tio me presentear com jatos de porra quente no meu cu. Caímos na cama suados, cansados... e adormecemos. Ficamos mais dois dias na casa de campo. Foram puro sexo. Não só comi minha tia, como também comi meu tio. Foram momentos de extrema tesão, um desperdício de porra em todos os buracos. Antes de voltar para a cidade deles, meus tios me deram dinheiro... muito dinheiro, e prometeram que no ano seguinte faríamos o mesmo, mas o destino quis que eles se separassem e nunca mais vi minha Tia. Com o Tato eu fiquei uns anos depois. Transamos. Foi um dia e pronto, mas já não era a mesma coisa, faltava a Yany, nossa fonte de inspiração.
3 comentários - Trío con mis tíos