Cruzei com a @violetta_metal
Fala, comunidade Poringa Girl! Essa próxima história tem como protagonistas a lindíssima Violetta e eu, quem tá falando com vocês. Agora, vamos deixar uma história pra vocês fecharem os olhos e tentarem viver, sentir... do mesmo jeito que a gente sentiu, ou não.
Por quê? Não é real? Aconteceu alguma coisa? O lugar dos fatos é mentira? Bom... nada pode ser confirmado ou negado.
Eu tava sem trampo, e um velho conhecido da militância da faculdade (já faz 84 anos) viu num status meu que eu tava pedindo trampo. Ele, sabendo que sou cozinheiro, me falou que o bufê da Faculdade de Agronomia tava precisando de pessoal extra porque era época de eleição e tinha muito mais gente que o normal.
Era por 15 dias, me servia e saía um pouco de casa, porque aquilo tava me matando. Mas é, viagem da porra pra ir de Banfield, trem, metrô, baldeação com a linha B, Urquiza... mas me servia.
Vamos ao que interessa? Depois de uns 3 dias seguidos indo cedo, percebi que na estação Arata descia uma gatinha metaleira, meio gótica, meio fã de hentai, não saberia dizer direito por dois motivos: um porque não sou muito entendido dessas culturas, e dois porque na verdade eu só olhava pra bunda dela com aquela saia de couro preto e só queria agarrar ela toda sem nenhum disfarce, queria possuir ela com uma mão na cintura, puxando ela pra mim, encostando o pau bem duro, e com a outra mão passar por baixo da camiseta do Slipknot até os peitos dela, sim, queria fazer tudo aquilo com o trem lotado, não tava nem aí pra nada na minha cabeça.
Bom, meio que eu me propus a isso... algo em mim intuía que ela ia me dar permissão, que ia topar o jogo. Preconceito? Cabeça queimada por pornô? Pois é, dou licença pra vocês me julgarem... e eu me propus. Faltavam uns dez dias pra eu, disfarçadamente, me aproximar em cada viagem e tentar, pelo menos, roçar na pele dela, sentir o cheiro do cabelo, ver se ela correspondia ao jogo, até se podia rebater.
Bom, a sorte durou 24h. No dia seguinte, o destino e a multidão que a gente já conhece bem nos malditos trens do nosso país nos colocaram a meio metro, talvez menos, e aí aconteceu: a gente trocou olhar e eu vi meio sorriso safado na cara dela! Filha da puta! Se já antes a minha cabeça era uma perversão, agora era crime!
Então fiz dois movimentos e ela não pôde ficar pra trás, na verdade meio pro lado, quase na diagonal, um pouquinho pra trás, e percebi uma coisa: que peitão gostoso você tem também, Viole! 🤤. E rolou um primeiro contato, o trem freou meio de repente e ela sozinha ficou quase nos meus braços, nessa tropeçada de querer segurar ela e ajudar, levanto o braço pra amparar e acabei roçando a bunda toda dela. Foi honestamente sem querer, com a cara toda vermelha e praticamente esperando um tapa de uma metaleira brava (assim que eu imaginava), falo "desculpa, tentei te segurar", e ela, corada mas nem tanto, me olha e diz "tranquilo, na verdade valeu 😊" e na sequência fica parada do meu lado, bem coladinha, nossos braços se roçando só, e esse filme na minha cabeça durou nada, na estação seguinte ela desceu.
Eu não podia desistir, minha ilusão estava mais perto do que 24 horas atrás e ainda tinha dias pela frente pra cruzar com ela. Então, no dia seguinte, o despertador tocou e, olha, tenho que dizer que nunca acordava tão fácil de manhã como naqueles dias, sem reclamar, me apressava pra encontrar com ela sem falta, e vejo ela na plataforma! Finjo que não tô nem aí e vou andando até perto dela, achando que tava disfarçando, mas parece que não 😅, ela me vê e fala “oi, bom dia!” Acho que fiquei gago e respondi algo tipo “oi oi oi lá”, ela deu uma risadinha e já tava entrando no trem que a gente tinha que pegar.
Então fiz o de sempre, me aproximei. E aqui preciso dar um contexto "têxtil": ela continuava usando sua saia de couro preta e eu ia trabalhar na cozinha à vontade de moletom... e os moletons, assim como os shorts de futebol, bom... entregam tudo.
E foi assim, minha cabeça, mental, explodia e fazia bombear mais sangue no meu corpo, minha outra cabeça reagia a esses impulsos, não tinha como controlar com ela na minha frente, e aconteceu...sim, aproveitei um pequeno movimento do trem e encostei o volume nela, esperando reação. Ela vira o rosto pra trás e me olha com aquele sorrisinho de canto que me deixou louco no primeiro contato visual, e aquilo foi tipo um "fala aí, quero revidar agora".. e eu solto, diferente do dia anterior, um: "HOJE NÃO FOI SEM QUERER" e essas palavras vieram acompanhadas de um leve toque na cintura dela. Fui com tudo ou nada, e ela, pela primeira vez, ficou sem palavras e desceu.
Quando as portas se fecham, vejo que ela faz um gesto de "até amanhã". Pronto, falei comigo mesmo, amanhã eu desço com ela e ela vai cozinhar no buffet a buceta da sua mãe.
O dia não acabava mais, não conseguia dormir, não tinha o contato dela, não sabia se tava namorando, se era solteira, se era safada, se só curtia o contato na rua ou se dava pra arrastar ela pra algum mato escondido na agronomia e fazer ela minha.
Acordei antes do despertador e cheguei lá antes dela, até tive que deixar passar dois trens, a ansiedade tava me destruindo até que eu vi ela na plataforma, me aproximei e dessa vez fui eu quem cumprimentei: "oi, bom dia, como cê tá?
Violetta: tá ótimo, que dia lindo, né? (Tava nublado e chuviscando toda hora).
Eu: gostoso demais pra faltar no trampo. Meu olhar já tava metendo nela, acho.
Violeta: ah, meio arriscado, adoraria matar mas não posso.
O trem tava abrindo as portas e vi que, como ela se distraiu comigo, ficou meio que por último pra subir. O povo foi se amontoando pra entrar e, quando ela ia entrar, tive um impulso, peguei ela pela mão e puxei pra mim, e as portas do trem fecharam.
Violetta: que cê tá fazendo, mano!? Meio brava e meio excitada era a cara dela, dava pra perceber.
Eu: “Não se faz de sonsa” e, sem soltar o braço dela, com a outra mão puxando ela da cintura pra mim, meti um beijo na boca dela. A resistência dela era engraçada, ela me segurava, mas não ia embora, ficava me encarando e eu metia outro beijo na boca dela, apertando ela contra mim.
Dá aqui... pega o celular e inventa uma desculpa pro trampo, hoje tu é minha...
Vejo que ela bate um papo rapidinho, guarda o celular e me pergunta: "Beleza, pra onde você vai me levar?
E aí eu percebi que tava completamente de penetra, não sabia de motel, não tinha minha casa, nem casa de amigos... nada. Só conhecia a faculdade e aquele parquezão. Com a maior cara de pau, falei: "já vai ver... vou pedir um Uber".
E levei ela pra lá, aquela viagem de Uber foi tensa demais, minha ereção tava aparecendo e ela, na malandragem, ficava me acariciando por cima enquanto a gente batia papo sobre coisas bestas com o motorista, praticamente éramos três estranhos.
Ela, sem saber o destino, quando chegamos me diz:Nah... eu.cê tá de sacanagem
Fecha essa buceta que a gente tá se pegando na rua há dias, isso vai terminar com uma boa fodida aqui, e melhor dizendo... abre essa buceta porque vou chupar ela toda
Ela me olhou pela primeira vez com uma mistura de admiração,medo... nãoSei como dizer, tava colocando uma metaleira de personalidade no modo submissa.
Não demoramos muito pra entrar e procurar árvores grandes, no fim das contas era bem cedo, estuda e trabalha menos gente. Então, na real, a gente tava super à vontade.
Nos posicionamos e já coloco a mão no pescoço dela e começo a beijar a boca dela, a língua dela era uma maravilha, como ela brincava. Vi que ela tentou me fazer mudar de posição e me colocar contra a árvore, mas não deixei. Eu a mantive enforcada, dei um tapa nela e falei: “Não, não… você é minha”, enquanto começo a enfiar os dedos na buceta dela com a mão direita e, com a esquerda, continuava segurando ela presa contra a árvore. Os gemidos suaves dela e o olhar meio marejado por causa do enforcamento era uma imagem que deixava minha pica a mil.
Os dedos na buceta já saíam encharcados, viole era minha submissa e eu levava os dedos pra ela chupar os fluidos dela, depois eu beijava ela e passava os fluidos pra mim, tudo era um vulcão em erupção.
Saio de um desses beijos, e com outro tapa na cara, mando ela se abaixar pra chupar minha pica. "Sim, papai, quero chupar ela.
A metaleira raiz que eu via no trem tinha virado uma gatinha submissa que obedecia tudo, se abaixa, me puxa o moletom com a cueca tudo junto e a pica tava durona, bateu direto na cara dela.
Olha nos meus olhos enquanto engole ela toda
Sim, papai... glu glu" Os olhinhos dela lacrimejavam de tanta garganta profunda e de vez em quando eu tirava a rola, me abaixava pra cuspir na boca dela e beijá-la.
A única vez que eu dei bola pra ela foi quando, implorando, ela me disse: "me come, papai, por favor, me dá essa piroca grossa".
Parei, coloquei as mãos dela contra a árvore, levantei a saia dela e no ouvido falei: "então você quer pica?" enquanto esfregava minha cabeça contra a calcinha fio dental dela, já toda molhada.
POR FAVOR, ME COME" ela solta...
Minha cabeça travou e, sem falar mais nada, abri as pernas dela, puxei a calcinha fio dental até o joelho e enfiei de uma vez. Os gemidos eram lindos, mas não deixava ela gemer muito porque agarrei ela como uma gostosa, tapando a boca dela com minha mão enquanto ela arqueava pra eu meter sem parar. Era lindo... minhas bolas batiam nela, minha outra mão apalpava os peitos dela, dava tapas na bunda, mas sempre com minha mão segurando a boca dela como uma gostosa domada. Ficamos um tempão assim até que vi as pernas dela tremendo um pouco e minha pica ficou toda molhada. Isso me enlouqueceu e comecei a meter mais forte, claro que não ajudou, haha. Aí cheguei perto do ouvido dela e falei: "Imagina que você é uma gatinha, toma leite.
SIII, METE TUDO EM MIM
Pronto, só mais um pouquinho e eu te dou essa buceta.
Minha tava há vários dias, era milagre eu não ter gozado antes. Quando vi que era a hora, tirei ela, virei ela de costas, olhei no rostinho dela e era uma puta gostosa toda extasiada, com a calcinha fio dental no joelho, a saia levantada, o cabelo todo bagunçado, as bochechas marcadas pelos meus dedos.. os olhos lacrimejando, a camiseta dela toda babada de quando tava chupando minha pica, as pernas escorrendo o melzinho dela. Era uma cena que quis curtir por uns segundos, tipo tirar uma foto mental. Mas essa moleza acabou e levei a cara dela até minha pica, já não tinha mais garganta funda, ela chupava devagar, mePajeavachupava as bolas, me olhava nos olhos, com certeza perdi o controle ali, ela me venceu. Tava me fazendo um boquete final incrível, trabalhando pra um gozada leitosa que eu sabia que ia ser potente..
E aí, completamente derrotado e já olhando pra cima, quase sem conseguir soltar uma palavra e só com minha mão levando a boca dela pro meu pau, avisei o que vinha e enchi a boca dela de porra, foi incrível. Consegui baixar o olhar e conectar visualmente, e pude ver como ela sugava até a última gota, tremenda chupadora de primeira. Ela ficou mais um tempinho esperando sair mais gotinhas e passava a língua, não desperdiçou nada!
Ela para, levanta a tanga, eu ajudo ela a baixar a saia, subo minha calça, a gente ri ao se olhar e ela pergunta “qual é o teu nome?”
E depois de uma risada, falo pra ela: “importa? Kkkk”
Sinceramente, não. Foi incrível, mas não vai se repetir, gostosa... tenho namorado e agora tô me sentindo mal.
E aí eu falo pra ela: "sua parceira se salva porque eu venho pra esses lados a trabalho só mais uns dias e não volto mais".
Ufa, ainda bem, se você encostasse em mim no trem de novo, eu te derrubava pra foder.
Não se faz de difícil agora, eu que te levei pra foder.
Agarrei ela pelo pescoço e comi a boca dela.
Ok, nunca me dominaram... nunca deixei ninguém, me deixei levar e você me surpreendeu, filho da puta.
Bom, abriu o buffet da facul, vamos comer alguma coisa?
Por favor...

Fala, comunidade Poringa Girl! Essa próxima história tem como protagonistas a lindíssima Violetta e eu, quem tá falando com vocês. Agora, vamos deixar uma história pra vocês fecharem os olhos e tentarem viver, sentir... do mesmo jeito que a gente sentiu, ou não.
Por quê? Não é real? Aconteceu alguma coisa? O lugar dos fatos é mentira? Bom... nada pode ser confirmado ou negado.
Eu tava sem trampo, e um velho conhecido da militância da faculdade (já faz 84 anos) viu num status meu que eu tava pedindo trampo. Ele, sabendo que sou cozinheiro, me falou que o bufê da Faculdade de Agronomia tava precisando de pessoal extra porque era época de eleição e tinha muito mais gente que o normal.
Era por 15 dias, me servia e saía um pouco de casa, porque aquilo tava me matando. Mas é, viagem da porra pra ir de Banfield, trem, metrô, baldeação com a linha B, Urquiza... mas me servia.
Vamos ao que interessa? Depois de uns 3 dias seguidos indo cedo, percebi que na estação Arata descia uma gatinha metaleira, meio gótica, meio fã de hentai, não saberia dizer direito por dois motivos: um porque não sou muito entendido dessas culturas, e dois porque na verdade eu só olhava pra bunda dela com aquela saia de couro preto e só queria agarrar ela toda sem nenhum disfarce, queria possuir ela com uma mão na cintura, puxando ela pra mim, encostando o pau bem duro, e com a outra mão passar por baixo da camiseta do Slipknot até os peitos dela, sim, queria fazer tudo aquilo com o trem lotado, não tava nem aí pra nada na minha cabeça.
Bom, meio que eu me propus a isso... algo em mim intuía que ela ia me dar permissão, que ia topar o jogo. Preconceito? Cabeça queimada por pornô? Pois é, dou licença pra vocês me julgarem... e eu me propus. Faltavam uns dez dias pra eu, disfarçadamente, me aproximar em cada viagem e tentar, pelo menos, roçar na pele dela, sentir o cheiro do cabelo, ver se ela correspondia ao jogo, até se podia rebater.
Bom, a sorte durou 24h. No dia seguinte, o destino e a multidão que a gente já conhece bem nos malditos trens do nosso país nos colocaram a meio metro, talvez menos, e aí aconteceu: a gente trocou olhar e eu vi meio sorriso safado na cara dela! Filha da puta! Se já antes a minha cabeça era uma perversão, agora era crime!
Então fiz dois movimentos e ela não pôde ficar pra trás, na verdade meio pro lado, quase na diagonal, um pouquinho pra trás, e percebi uma coisa: que peitão gostoso você tem também, Viole! 🤤. E rolou um primeiro contato, o trem freou meio de repente e ela sozinha ficou quase nos meus braços, nessa tropeçada de querer segurar ela e ajudar, levanto o braço pra amparar e acabei roçando a bunda toda dela. Foi honestamente sem querer, com a cara toda vermelha e praticamente esperando um tapa de uma metaleira brava (assim que eu imaginava), falo "desculpa, tentei te segurar", e ela, corada mas nem tanto, me olha e diz "tranquilo, na verdade valeu 😊" e na sequência fica parada do meu lado, bem coladinha, nossos braços se roçando só, e esse filme na minha cabeça durou nada, na estação seguinte ela desceu.
Eu não podia desistir, minha ilusão estava mais perto do que 24 horas atrás e ainda tinha dias pela frente pra cruzar com ela. Então, no dia seguinte, o despertador tocou e, olha, tenho que dizer que nunca acordava tão fácil de manhã como naqueles dias, sem reclamar, me apressava pra encontrar com ela sem falta, e vejo ela na plataforma! Finjo que não tô nem aí e vou andando até perto dela, achando que tava disfarçando, mas parece que não 😅, ela me vê e fala “oi, bom dia!” Acho que fiquei gago e respondi algo tipo “oi oi oi lá”, ela deu uma risadinha e já tava entrando no trem que a gente tinha que pegar.
Então fiz o de sempre, me aproximei. E aqui preciso dar um contexto "têxtil": ela continuava usando sua saia de couro preta e eu ia trabalhar na cozinha à vontade de moletom... e os moletons, assim como os shorts de futebol, bom... entregam tudo.
E foi assim, minha cabeça, mental, explodia e fazia bombear mais sangue no meu corpo, minha outra cabeça reagia a esses impulsos, não tinha como controlar com ela na minha frente, e aconteceu...sim, aproveitei um pequeno movimento do trem e encostei o volume nela, esperando reação. Ela vira o rosto pra trás e me olha com aquele sorrisinho de canto que me deixou louco no primeiro contato visual, e aquilo foi tipo um "fala aí, quero revidar agora".. e eu solto, diferente do dia anterior, um: "HOJE NÃO FOI SEM QUERER" e essas palavras vieram acompanhadas de um leve toque na cintura dela. Fui com tudo ou nada, e ela, pela primeira vez, ficou sem palavras e desceu.
Quando as portas se fecham, vejo que ela faz um gesto de "até amanhã". Pronto, falei comigo mesmo, amanhã eu desço com ela e ela vai cozinhar no buffet a buceta da sua mãe.
O dia não acabava mais, não conseguia dormir, não tinha o contato dela, não sabia se tava namorando, se era solteira, se era safada, se só curtia o contato na rua ou se dava pra arrastar ela pra algum mato escondido na agronomia e fazer ela minha.
Acordei antes do despertador e cheguei lá antes dela, até tive que deixar passar dois trens, a ansiedade tava me destruindo até que eu vi ela na plataforma, me aproximei e dessa vez fui eu quem cumprimentei: "oi, bom dia, como cê tá?
Violetta: tá ótimo, que dia lindo, né? (Tava nublado e chuviscando toda hora).
Eu: gostoso demais pra faltar no trampo. Meu olhar já tava metendo nela, acho.
Violeta: ah, meio arriscado, adoraria matar mas não posso.
O trem tava abrindo as portas e vi que, como ela se distraiu comigo, ficou meio que por último pra subir. O povo foi se amontoando pra entrar e, quando ela ia entrar, tive um impulso, peguei ela pela mão e puxei pra mim, e as portas do trem fecharam.
Violetta: que cê tá fazendo, mano!? Meio brava e meio excitada era a cara dela, dava pra perceber.
Eu: “Não se faz de sonsa” e, sem soltar o braço dela, com a outra mão puxando ela da cintura pra mim, meti um beijo na boca dela. A resistência dela era engraçada, ela me segurava, mas não ia embora, ficava me encarando e eu metia outro beijo na boca dela, apertando ela contra mim.
Dá aqui... pega o celular e inventa uma desculpa pro trampo, hoje tu é minha...
Vejo que ela bate um papo rapidinho, guarda o celular e me pergunta: "Beleza, pra onde você vai me levar?
E aí eu percebi que tava completamente de penetra, não sabia de motel, não tinha minha casa, nem casa de amigos... nada. Só conhecia a faculdade e aquele parquezão. Com a maior cara de pau, falei: "já vai ver... vou pedir um Uber".
E levei ela pra lá, aquela viagem de Uber foi tensa demais, minha ereção tava aparecendo e ela, na malandragem, ficava me acariciando por cima enquanto a gente batia papo sobre coisas bestas com o motorista, praticamente éramos três estranhos.
Ela, sem saber o destino, quando chegamos me diz:Nah... eu.cê tá de sacanagem
Fecha essa buceta que a gente tá se pegando na rua há dias, isso vai terminar com uma boa fodida aqui, e melhor dizendo... abre essa buceta porque vou chupar ela toda
Ela me olhou pela primeira vez com uma mistura de admiração,medo... nãoSei como dizer, tava colocando uma metaleira de personalidade no modo submissa.
Não demoramos muito pra entrar e procurar árvores grandes, no fim das contas era bem cedo, estuda e trabalha menos gente. Então, na real, a gente tava super à vontade.
Nos posicionamos e já coloco a mão no pescoço dela e começo a beijar a boca dela, a língua dela era uma maravilha, como ela brincava. Vi que ela tentou me fazer mudar de posição e me colocar contra a árvore, mas não deixei. Eu a mantive enforcada, dei um tapa nela e falei: “Não, não… você é minha”, enquanto começo a enfiar os dedos na buceta dela com a mão direita e, com a esquerda, continuava segurando ela presa contra a árvore. Os gemidos suaves dela e o olhar meio marejado por causa do enforcamento era uma imagem que deixava minha pica a mil.
Os dedos na buceta já saíam encharcados, viole era minha submissa e eu levava os dedos pra ela chupar os fluidos dela, depois eu beijava ela e passava os fluidos pra mim, tudo era um vulcão em erupção.
Saio de um desses beijos, e com outro tapa na cara, mando ela se abaixar pra chupar minha pica. "Sim, papai, quero chupar ela.
A metaleira raiz que eu via no trem tinha virado uma gatinha submissa que obedecia tudo, se abaixa, me puxa o moletom com a cueca tudo junto e a pica tava durona, bateu direto na cara dela.
Olha nos meus olhos enquanto engole ela toda
Sim, papai... glu glu" Os olhinhos dela lacrimejavam de tanta garganta profunda e de vez em quando eu tirava a rola, me abaixava pra cuspir na boca dela e beijá-la.
A única vez que eu dei bola pra ela foi quando, implorando, ela me disse: "me come, papai, por favor, me dá essa piroca grossa".
Parei, coloquei as mãos dela contra a árvore, levantei a saia dela e no ouvido falei: "então você quer pica?" enquanto esfregava minha cabeça contra a calcinha fio dental dela, já toda molhada.
POR FAVOR, ME COME" ela solta...
Minha cabeça travou e, sem falar mais nada, abri as pernas dela, puxei a calcinha fio dental até o joelho e enfiei de uma vez. Os gemidos eram lindos, mas não deixava ela gemer muito porque agarrei ela como uma gostosa, tapando a boca dela com minha mão enquanto ela arqueava pra eu meter sem parar. Era lindo... minhas bolas batiam nela, minha outra mão apalpava os peitos dela, dava tapas na bunda, mas sempre com minha mão segurando a boca dela como uma gostosa domada. Ficamos um tempão assim até que vi as pernas dela tremendo um pouco e minha pica ficou toda molhada. Isso me enlouqueceu e comecei a meter mais forte, claro que não ajudou, haha. Aí cheguei perto do ouvido dela e falei: "Imagina que você é uma gatinha, toma leite.
SIII, METE TUDO EM MIM
Pronto, só mais um pouquinho e eu te dou essa buceta.
Minha tava há vários dias, era milagre eu não ter gozado antes. Quando vi que era a hora, tirei ela, virei ela de costas, olhei no rostinho dela e era uma puta gostosa toda extasiada, com a calcinha fio dental no joelho, a saia levantada, o cabelo todo bagunçado, as bochechas marcadas pelos meus dedos.. os olhos lacrimejando, a camiseta dela toda babada de quando tava chupando minha pica, as pernas escorrendo o melzinho dela. Era uma cena que quis curtir por uns segundos, tipo tirar uma foto mental. Mas essa moleza acabou e levei a cara dela até minha pica, já não tinha mais garganta funda, ela chupava devagar, mePajeavachupava as bolas, me olhava nos olhos, com certeza perdi o controle ali, ela me venceu. Tava me fazendo um boquete final incrível, trabalhando pra um gozada leitosa que eu sabia que ia ser potente..
E aí, completamente derrotado e já olhando pra cima, quase sem conseguir soltar uma palavra e só com minha mão levando a boca dela pro meu pau, avisei o que vinha e enchi a boca dela de porra, foi incrível. Consegui baixar o olhar e conectar visualmente, e pude ver como ela sugava até a última gota, tremenda chupadora de primeira. Ela ficou mais um tempinho esperando sair mais gotinhas e passava a língua, não desperdiçou nada!
Ela para, levanta a tanga, eu ajudo ela a baixar a saia, subo minha calça, a gente ri ao se olhar e ela pergunta “qual é o teu nome?”
E depois de uma risada, falo pra ela: “importa? Kkkk”
Sinceramente, não. Foi incrível, mas não vai se repetir, gostosa... tenho namorado e agora tô me sentindo mal.
E aí eu falo pra ela: "sua parceira se salva porque eu venho pra esses lados a trabalho só mais uns dias e não volto mais".
Ufa, ainda bem, se você encostasse em mim no trem de novo, eu te derrubava pra foder.
Não se faz de difícil agora, eu que te levei pra foder.
Agarrei ela pelo pescoço e comi a boca dela.
Ok, nunca me dominaram... nunca deixei ninguém, me deixei levar e você me surpreendeu, filho da puta.
Bom, abriu o buffet da facul, vamos comer alguma coisa?
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