Patricia, una Señora puta

Germán e Patrícia se casaram há uns 20 anos. Eram jovens, se amavam e assim formaram uma linda família com dois filhos: Macarena, de 15, e Julián, de 18.

A família toda mora num apartamento perto do porto de Montevidéu, embora sempre tivessem planos de se mudar para uma casa numa cidade menor.

Os dois trabalham na região onde vivem. O próprio Germán trabalha dentro do porto como administrativo numa empresa de navegação, sempre trabalhou naquele lugar. Patrícia é tabeliã e tem seu próprio escritório na Cidade Velha. Patrícia conseguiu estudar e se formar como tabeliã quando os filhos já estavam mais crescidos, porque quando jovem não tinha conseguido ir além do ensino médio.

Sempre foram um casal que se dava muito bem, criaram os filhos com muito esforço, sem sobrar dinheiro, e essas experiências vividas fazem com que o casal, apesar de tudo, continue muito forte e nunca pense em se separar, apesar de tudo.

O que é "tudo"? Bom... vou contando.

Nos últimos anos, Patrícia tem se dado muito bem no trabalho. Com o escritório dela, conseguiu certo prestígio no setor e ganha muito bem. Além disso, como os filhos já são grandes, começou a curtir tempo para ela, se mimar: salão de beleza, academia, sair com as amigas pra tomar algo ou jantar, viagens com as amigas, etc.

Já Germán é o outro extremo... sempre no mesmo trampo, ganhando o suficiente, do escritório pra casa e da casa pro escritório. Cozinha pros filhos e assiste televisão toda noite, pelo menos três horas. Não gosta de viajar, não sai a não ser pra um churrasco de vez em quando com os amigos.

O que realmente apaixona Germán é ver pornô e bater punheta... ele é um puta de um masturbador. A esposa já pegou ele mais de uma vez vendo pornô e batendo uma em casa, e sempre reclama a mesma coisa: "Um dia algum dos moleques vai te pegar e eu vou te matar!"

Transar... eles transam por obrigação, umas vez por mês, mais ou menos, há pelo menos 10 anos... bom, isso juntos, porque a Pao tem as dela. Atividades extracurriculares.

Umas 5 anos atrás, numa viagem com amigas pra Mendoza, Argentina, as minas (as 3) foram de compas num bar e não tiveram ideia melhor do que apostar entre elas quem conseguia conquistar o cara do balcão. Pra elas, era algo impossível, então sempre levaram na brincadeira. Mas o que rolou naquela noite mudou tudo pra Pato: ela provocou tanto, tanto o cara do balcão pra não perder a aposta com as amigas que ele avançou e ela não conseguiu voltar atrás.

Aí, num descuido, o cara do balcão levou ela pra um quartinho nos fundos do bar e, sem dar chance de nada, comeu ela sem piedade. Do nada, contra a parede, levantou o vestido dela e enfiou a pica sem rodeios. Ela, que tava bêbada, só se tocou do que tava rolando quando sentiu a porra quente escorrendo entre as pernas.

Isso foi um antes e um depois pra Paola. Na frente das amigas, ela se mostrou magoada, preocupada e arrependida de ter feito uma parada dessas por causa da bebida. Mas as amigas, com outra visão das coisas, parabenizaram ela por ter comido aquele gostoso.

Quando voltou pra Montevidéu, não contou nada pro Germán sobre essa aventura, mas algo já tinha mudado nela. Em poucos dias, ela tava com uma necessidade sexual de provar algo parecido de novo.

Ela não se animava a comentar com as amigas o que tava rolando, então começou a frequentar bares longe de casa, sozinha, em busca de homens que simplesmente "abusassem" dela e deixassem ela ir.

Essas aventuras ficaram tão comuns que ela não conseguiu mais esconder a situação e teve que contar a verdade pro Germán. Ele, longe de se irritar, apoiou ela, disse que se era o que fazia ela feliz, que fosse em frente, mas que se cuidasse muito, porque ele nunca poderia dar isso a ela.

A única coisa que Germán pediu foi que ela não o abandonasse, e ela disse que não era a intenção, que amava ele demais e que ele era um grande homem e parceiro de vida.

Desde então, começaram experiências fodásticas. pra ambos… no começo, a Pao ia pra bares, baladas ou shows, ele levava ela ou ia buscá-la, e ela caçava a presa dela e seduzia sem rodeios até conseguir ser comida. Depois, já satisfeita, ligava pro Germán pra ele ir buscá-la, e no caminho de volta contava tudo com detalhes.

Enquanto ele esperava em casa, obviamente não fazia outra coisa além de ver pornô, pensar na mulher dele e no que estariam fazendo com ela, e bater uma punheta forte. Em várias ocasiões, ele chegou a ir buscar a esposa se masturbando de tão tarado que tava.

Ela sempre conta os detalhes, mostra as provas e comenta o quão puta se sentiu, mas nunca deixa o Germán comer ela naquele momento. Ele só pode se masturbar.

Esse papel que o Germán agora exerce caiu como uma luva, ele adora e curte pra caralho, mas depois de um tempo, na cabeça dele fica rondando a necessidade da humilhação, de que o macho da esposa dele seja alguém conhecido, e que ao vê-lo, o reconheça como o corno manso.

Já vou contar como isso continua…

Comentários, por favor, para nicovariopinto@gmail.com

3 comentários - Patricia, una Señora puta

Excelente relato. Espero su continuación 10/10!!!!
Me alegra mucho que te haya gustado!