Casi enloquecer...

Fotos que tomamos mi esposa y yo, tratando de darle un toque erotico
Total libertad para comentar lo que quieran
Espero sean de vuestro agrado

http://www.poringa.net/posts/imagenes/5909834/Erotismo-en-B-N---01.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/5930158/Erotismo-en-B-N---02.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/5962854/Erotismo-en-B-N---03.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/5981636/Erotismo-en-B-N---04.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/5997767/Erotismo-en-B-N---05.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/6004665/Erotismo-en-B-N---06.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/6041938/Erotismo-en-B-N---07.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/6075224/Erotismo-en-color---08.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/6084997/Erotismo-en-color---09.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/6099556/Erotismo-en-color---10.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/6110497/Erotismo-en-color---11.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/6116242/Erotismo-en-color---12.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/6131873/Erotismo-en-color---13.html

A pedido de muchos... arrancamos en color



CASI ENLOQUECER...


Creí tener todo en la vida, todo bajo control, creí poder tener el dominio de la situación, que todo sería pasajero, y que nada podría cambiar mi presente, y sin embargo, cuando menos lo esperé, ella apareció en mi vida para poner mi mundo de cabezas

Atrás en el tiempo, después de una relación tóxica con mi primera pareja con la cual no llegaríamos a los dos años de convivencia, aparecería Noelia en mi vida, ella es actualmente docente de grados inferiores, nos enamoramos y formamos esa familia que siempre había deseado tener
Mientras ella seguía con su profesión, yo hacía lo propio con la mía, trabajando en un laboratorio farmacéutico internacional, donde iría pasando por distintos puestos, conociendo un poco de todo, pero siempre aferrado a mi otro amor, la química

Llegaría Ludmila, nuestra primera hija, y un par de años mas tarde, Kevin, el segundo
Y así todo mi entorno rayaba la perfección, tenía el empleo soñado, una esposa muy compañera y unos pequeños maravillosos que me llenaban como padre
El principio del fin empezaría una par de años atrás, cuando desde la cúpula del laboratorio habían decidido hacer algunas restructuraciones lógicas de compañías que deben actualizarse a los tiempos para no sucumbir en el letargo
Fueron días muy convulsionados, rumores, chimentos, un día que cerraban todo para centralizar todo en Brasil, otro día que habría una restructuración general, otro día que todo estaba bien, que dejáramos de confabular, y otro día, lo que realmente sucedería, seríamos absorbidos por otro laboratorio de mayor escala

El cambio de firma se haría relativamente rápido, y vimos con nuestros propios ojos llegar como paracaidistas quienes tomarían los nuevos puestos gerenciales en una transición que duraría seis meses.
También vimos un 'mezclar y repartir de nuevo', empresa nueva, pensamientos nuevos
Muchos de mis pares fueron cesanteados, otros por el contrario ascendidos, muchos cargos desaparecieron y muchos nuevos se crearon
Cuando a mi me llamaron esa mañana al departamento de RRHH, pensé que sería mi último día, sin embargo solo fue para comunicarme mi nuevo rol, lo que esperaban de mi, donde desarrollaría mis obligaciones y algo que no esperaba, una mejora salarial que me dejó sin saber que decir

En mi caso, las cosas parecían cambiar para bien, mas trabajo, mas responsabilidades, más poder de decisión y mas monedas en el bolsillo, y lo que vendría por delante, poder tener un asistente para que fuera mi sostén y alguien a quien poder formar
Llegarían los días de entrevistas, parte de proceso normal de selección y en el que naturalmente participaría, con una opinión parcial por ser alguien con quien compartiría mis jornadas en un futuro que ya era presente
Luego de charlar con una decena de postulantes, di mis impresiones, tres posibles, Carlos, en especial, un chico que me pareció muy formado para el puesto. Pero claro, lo mío era solo una parte del todo
Casi un mes después me llamarían nuevamente a RRHH para presentarme quien sería mi nueva compañera de ruta, Delfina, la elegida
Yo me quedaría con cara de no entender, Delfina? justo Delfina?

Delfina no había estado entre mis posibles elecciones, a ver, tenía ya treinta y dos años y estaba a medio camino en la facultad, en mis preguntas técnicas me había resultado de mediocre para abajo, y su dominio de ingles era paupérrimo, me sentí fatal y creo que le expresión de mi rostro había hablado por mi
Claro, luego me harían saber algunas cosas que para mi no eran importantes pero para la imagen del laboratorio si, era mujer, tenía buenas recomendaciones de otros empleos previos, tenía disponibilidad horaria y hasta intenciones de hacer carrera en otros laboratorios, fuera del país
Y así empezaría mi convivencia laboral con ella, Delfina, la mujer que marcaría un antes y después en mi vida


Quase enlouquecer...Delfina era uma garota chamativa, por assim dizer, é que ela era quase tão alta quanto eu, chegando a um metro e oitenta, tinha peitos bons que custava a disfarçar sob o jaleco branco, também tinha quadris largos e um belo bumbum, não era meu tipo de mulher, mas por ser tão grande em proporções era impossível não dar uma olhada.
Sempre vinha com seus longos cabelos negros perfeitamente presos num rabo de cavalo que chegava à cintura, sempre estava impecável com sua roupa de trabalho, com seus óculos de segurança e suas luvas de laboratório.
Admito que não começaríamos da melhor maneira, meu preconceito inicial me levaria a tentar expô-la em cada oportunidade, a deixá-la ridícula e a rir dela, a tinha transformado em meu bobo da corte, era demais, a ponto de rapidamente ela me fazer um questionamento, muito sério, muito frontal, cara a cara.
O tempo desgastou as arestas, e as mágoas do passado ficaram guardadas, começaram as conversas habituais entre colegas de trabalho, sua vida, minha vida, sua família, minha família, seus projetos, meus projetos, seus gostos, meus gostos, e assim um pouco, nossos dias se entrelaçaram.
Uma tarde ela me convidaria para um after office, essa tarde eu não estaria disponível, mas sim na seguinte.
Tinha passado em casa, Noelia estava ciente e sabia de reuniões de trabalho, cheguei ao lugar combinado, já tinham chegado alguns colegas, pedimos umas cervejas, depois ela chegaria, desta vez não havia jalecos brancos, nem óculos de segurança, nem luvas de laboratório, Lorena tinha um jeans comum justo, que marcava seus quadris largos e suas longas pernas, e uma camiseta justa que desenhava seus nada desprezíveis peitos.
No entanto, o que mais me chamaria a atenção como homem, seriam seus longos cabelos, agora soltos, que ela inconscientemente arrumava de um lado para o outro com as mãos, e isso me deixava muito excitado, acho que seria a primeira vez que não a olharia como minha assistente.
Já tinha anoitecido, e me ofereci para levá-la. até a casa dela, quando cheguei, ela me convidou para tomar uma taça, ou um café, não soube distinguir se era só uma cortesia normal ou se eu estava interpretando mal, pensando que havia algo mais, só deixei passar, tinha que voltar para casa onde minha esposa me esperava

Pouco depois a história se repetiria, só que eu cometeria o erro de aceitar o convite dela, as coisas entre nós estavam muito quentes, era óbvio

Subimos para o apartamento dela só para tomar umas taças, mas ela veio em cima de mim e subiu de repente, se enrolando em mim com as pernas e com os braços, a segurei suspensa no ar e ela me deu um beijo profundo, senti uma ereção contida já que ela me comia a boca com beijos intermináveis enquanto eu enchia as mãos com suas lindas bundas, foi tudo repentino, efusivo, selvagem, animal

Então ela daria um passo em falso, na sua calentura me mordeu com muita força, com muita vontade no pescoço, puxando para o lado do ombro, a ponto de me machucar demais

Isso me enfureceu, esquentou meus nervos e esfriou meu tesão, a afastei de repente e fiz um reclamo em voz altavadiaO que você tá fazendo? Tá louca? Que merda aconteceu com você?

Ela me olhou com cara de quem não entendeu, então continuei enquanto me massageava e tentava encontrar um espelho para me ver

Você sabe que sou casado! O que vou dizer pra minha mulher? Tem que pensar um pouco!

Ela então mostrou seu lado tóxico, começou a me recriminar em voz alta, dizendo que eu era um medíocre, um homemzinho, um covarde, e que voltasse rápido pra debaixo das saias da minha mulherzinha. As coisas pioraram e eu só dei um portão nas costas dela.

Teria uns quinze dias de merda pela frente. Minha esposa obviamente notou a marca e, claro, minhas desculpas, minhas respostas e minha falta de atenção não foram suficientes. Ela não era boba. Depois de várias perguntas afiadas, ela deixaria passar, mas era algo que uma esposa nunca esqueceria.

Com Delfina não me sairia melhor. Tínhamos voltado ao ponto de partida, como cão e gato, quase não nos falávamos e até fiquei feliz que as coisas com ela estivessem assim. Era uma mulher ciclotímica que passava do amor ao ódio num piscar de olhos.

Mas o homem costuma ser muito básico, e o cheiro de buceta costuma ser muito tentador...

Quando as coisas já tinham sido esquecidas, fomos enviados do laboratório para uma visita protocolar de uns colegas. Eram coisas habituais. Nos encontramos num hotel, tinha uma convenção com uma palestra e um almoço, assuntos de rotina.

Lembro que Delfina tinha ido com uma saia longa até os tornozelos, em estampa animal, mas tão justa que desenhava aquele bumbum perfeito que ela carregava. Era impossível não olhar e senti umas vontades terríveis de comê-la durante todo aquele dia. Ela estava exultante, e me deixava saber em cada olhar que sabia o que estava me provocando.

Terminada a reunião, o almoço, ainda restava muito tempo pela frente, então só aproveitamos para pedir um quarto.

Eu sabia que não devia fazer aquilo, mas a tentação era mais forte.

Já no quarto ela voltaria à carga, como na primeira vez, só que agora ela tinha... avisei como as coisas eram, pegar ou largar...
Começamos com os beijos loucos e apaixonados daquela primeira vez, ela apertava meu pau por cima da calça com muita vontade, e eu sentia a respiração ofegante dela ao meu redor. Ela tirou a blusa e o sutiã, e me guiou até os seios, para que eu os lambesse, seus mamilos duros pareciam machucar minha língua e o momento estava ficando muito quente.
Então ela me afastou um pouco para se jogar na cama e tirar a saia, foi engraçado porque estava tão apertada que ela não conseguia e precisou da minha ajuda para conseguir.
Fui entre suas pernas para chupar sua buceta, rosadinha, molhada, lisinha como de bebê, ela me pegou pelos cabelos e me puxou contra sua intimidade, gemendo, gritando.
Me tirava do eixo, me asfixiava, fazia meu couro cabeludo doer, não aguentava...

Mudamos de posição, me deitei e ela veio por cima de mim para cavalgar, engoliu meu pau inteiro e começou a mover os quadris como uma possessa, como nenhuma mulher jamais tinha feito, gritava, estava fora de si, e senti suas unhas afiadas se enterrando devagar no meu peito, me fazendo sangrar.
Ela pegou minha mão e começou a chupar meus dedos, um bom tempo, bem fundo, depois se recostou e me disse:empregadaVai, filho da puta! Enfia no meu cu!

Foi assim que fiz, eu a tinha sob controle, agarrei-a, enfiei meus dedos por trás, e ela gritava no meu ouvido, mordia meu pescoço, chupava, me machucava, não conseguia evitar. Coloquei-a de quatro, só enfiei no cu de uma vez, ela pareceu gostar.

Vai, bate na minha bunda, vai, puxa meu cabelo, vai, filho da puta!

Só dava por trás, com uma mão puxava seus cabelos para o meu lado, com a outra batia forte na sua bunda, parecia estar domando uma égua, meus olhos se enchiam com suas curvas de mulher e notava em seu corpo marcas azuladas de encontros anteriores, Delfina gemida e gritava.

Filho da puta!!! Você está arrebentando meu cu!!!

Era tudo muito pervertido, era um amor selvagem, ela enlouquecia com o jogo e eu me deixava levar. Ela pediu para chupar, mudamos de posição e ela começou a fazer, olhava seu rosto oval, seus olhos castanhos, sua pele branca e seus lábios finos que engoliam de novo e de novo meu pau.

Meus olhos iam mais longe, para seus peitos, eram perfeitos, esferas perfeitas, no lugar perfeito, com auréolas enormes que atraíam meu olhar para eles. Ela voltaria a me surpreender, na forma como fazia, devorava-me, além disso ia até minhas bolas, e ainda mais, foi chupar e beijar meu cu, brincava com sua língua no meu ânus e percorria até chegar na ponta da minha glande.

Quando me sentiu chegando, olhou nos meus olhos para descarregar todo o sêmen sobre seus peitos, como adivinhando meus desejos, e quando comecei a perder a ereção, ela se deixou cair, apoiando seus peitos no meu pau para descansar e escorregar nos meus próprios fluidos.

Para ela era o começo, para mim o fim, ela teve que entender mais uma vez que eu tinha uma vida, uma esposa.

Fui ao banheiro me lavar um pouco, a imagem que o espelho me devolveria não seria do meu agrado, tinha arranhões sangrentos, hematomas já marcados aqui e ali, tinha sido demais, impossível de esconder.

Noelia, obviamente adivinhou minha infidelidade, e apontou. todos os dardos para 'minha colega de trabalho' e seria a primeira de muitas noites em que eu dormiria no sofá da sala

As coisas no futuro foram ficando cada vez mais tortas, Delfina se transformou no eixo da minha vida, era como um ímã que me arrastava junto com ela, a loucura dela, como ela era puta comigo, as coisas que a gente fazia, estava me enlouquecendo
Me acostumei a dormir no sofá de casa, com minha esposa estava tudo errado, não me importava, nem ela, nem os filhos, nem minha família, nem nada
Mas eu nunca chegava a conhecer Delfina de verdade...
Uma segunda-feira de trabalho, ela estava irritada, distante, com uma ressaca notória do fim de semana, não queria falar, vi ela tomar um analgésico até que no meio da manhã, num intervalo, entre mates e salgados ela me contou resumidamente

A melhor amiga dela tinha namorado - ela sempre tinha me contado alguma coisa dessa história - e bem, essa amiga tinha viajado com a família, e o namorado sempre tinha dado em cima dela, e tinha convidado ela para o apartamento porque estava sozinho, e ela achou interessante e bem, em resumo, palavras textuais, ele tinha comido ela de todas as maneiras possíveis e ela só estava acabada, cansada, sem vontade de encher o saco, como eu disse, palavras textuais
E eu fiquei com cara de paisagem, o que tava acontecendo? se eu estava largando tudo por ela, e ela se esfregava em outro?
Evidentemente a gente não estava na mesma sintonia, com os mesmos pensamentos, e a situação me levou a questionar ela, porque minha cabeça estava fervendo, mas ela, sem rodeios, com uma frieza honesta me deixou claro que ela adorava homens e adorava sexo, que estava bem comigo, mas que nunca tinha jurado exclusividade no jogo

Segui em frente, aceitei, mas não me importei, estar com ela era tocar o céu e o inferno no mesmo instante, minha vida se esvaía nisso, cada vez que eu comia a Delfina era um jogo que parecia nunca acabar, ela era direta e se eu não comesse ela bem, ela me fazia saber, tinha na cabeça dela o alfabeto do pode enlouquecer um homem Com minha esposa, havíamos começado os trâmites do divórcio, eu estava procurando um lugar para morar e já tinha meio que aceitado que minha colega de trabalho não só transasse comigo, mas com quem ela quisesse Eu estava cego por essa garota, muito rapidamente ela tinha se tornado meu tudo, mesmo que eu fosse apenas uma parte para ela, doía saber que ela compartilhava seus lábios, compartilhava suas traições, mas era assim que as coisas estavamPerversaPouco depois as coisas piorariam, outro golpe de realidade. Fora da minha casa, procurando um lugar pra morar, implorei quase de joelhos pra poder montar minha vida junto com a dela, dormir abraçados, acordar com o nascer do sol. Mas ela levou na brincadeira, quase como se eu fosse louco. É que ela não pensava em um relacionamento sério no momento, tinha muitos caras pra esquentar e ela queria experimentar todos. Sim, ela era direta assim.

Ela também me disse algo que eu já sabia: estavam pressionando no trabalho pra que ela terminasse a faculdade. Só faltava uma matéria e eles precisavam de uma profissional com diploma.

Ela me convidaria para uma festa na casinha dela, sem motivo especial, só amigos, conhecidos, pra curtir, tomar uns drinks e ouvir música. Fui um dos primeiros a chegar. Delfina estava uma gostosa, com uma saia branca bem curta e justa, que desenhava suas curvas e marcava o fio dental minúsculo que ela usava, deixando bem pouco pra imaginação. E um top combinando que marcava os peitos de um jeito chamativo. Era demais pra mim, ela era linda indo e vindo. Além disso, com aquele cabelo negrão amarrado em rabo de cavalo quase até a cintura, me deu vontade de montar nela como numa égua.

Foram chegando garotos e garotas da geração dela, e eu só me desesperei ao ver com meus próprios olhos quantos candidatos pululavam ao redor dela, jovens com quem eu não podia competir.

Ela só me apresentou a alguém da minha idade, me chamou a atenção vê-lo chegar: Marcos Escalada, professor dela na faculdade, aquele que tinha que aprová-la na matéria que faltava pra se formar. Um cara bonitão, que apertou minha mão com rudeza. Delfina me apresentou apenas como seu colega de trabalho, seu chefe, uma situação que me doeu. Na verdade, eu esperava algo mais dela.

O cara grudou em mim talvez por uma questão geracional. Perguntei sobre o trabalho dele, falei do meu, como ela era como aluna, como era como funcionária, enfim, coisas do dia a dia. Ela continuava... sendo a rainha da festa, e nós dois entre um gole e outro só falávamos dela. Marcos me disse que ela o deixava louco, que não ia parar até comê-la, e se não comesse, então nunca a aprovaria. Eu não teria coragem de dizer nada pra ela, porque não conseguiria defender Delfina, se ela mesma tivesse dado pra ele se soubesse.

Às três da manhã tudo começava a acabar, os caras começaram a ir embora, eu não pensava em ir, mas pelo visto o professor também não, até tentei empurrar ele pra ir mas ele ficou firme, até que só ficamos nós três. Me aproximei discretamente da Delfina pra sugerir que já tava bom isso, ela tirava os sapatos de salto alto e voltava a ficar da minha altura, só me respondeu com um sorriso cúmplice, eu só queria ficar sozinho com ela.

Ela começou a dançar lentamente balançando os quadris de um lado pro outro, ouvindo uma música que só tava na cabeça dela, já que tinha desligado o som, com os olhos fechados, e os sapatos de salto alto enroscados nos dedos, ela tava nos provocando, era óbvio os fetiches de chefe e assistente, professor e aluna e eu só sabia que ia acontecer.

Ela se aproximou dos dois, no papel dominante, e me deu um beijo tão profundo que senti o gosto de sangue, dos lábios dela ou dos meus, depois fez o mesmo com o professor e fez a gente cercar ela, pra ficar tipo recheio de sanduíche, esfregando o corpo dela nos nossos, beijando um e outro, com a voracidade de um incêndio e a destruição de um tornado, assim era ela, e pouco a pouco nossas roupas foram caindo no chão, ela fez a gente lamber os peitos dela, um de cada lado, uns peitos lindos com uns mamilos enormes que iam clareando conforme se afastavam do bico, eu tava de pau duro, só queria meter nela e pronto...

Notei que o Marcos já tinha as marcas das unhas afiadas dela pelo peito, e senti no meu pescoço a picada de uma mordida que ela tinha dado, então ela fez ele se... Ela se sentou de um lado, eu do outro, e voltou àquela dança de feiticeira, só que agora estava completamente nua. Era mulher demais para mim, para nós dois.

Abriu uma gavetinha que tinha sobre um aparador próximo e tirou um pênis de brinquedo de tamanho moderado. Diante dos nossos olhos, começou a lambê-lo, de forma muito sugestiva, enfiando bem fundo na boca.

Veio em cima de mim, gemendo, sobre o mesmo sofá, e começou a cavalgar. Minha pica entrou toda de uma vez na sua buceta molhada. Ela começou a gemer, os peitos dela estavam no meu rosto e eu enchia as mãos com eles. Beijei-a, e a putinha começou a enfiar o brinquedo no cu, pouco a pouco, lentamente, a ponto de eu sentir pressionando meu próprio pau que estava duro pela frente.

Olhei seu rosto com desejo, mas notei que não era correspondido. Ela olhava para o outro sofá, onde o professor se masturbava lentamente. Compreendi que era parte do show, um comediante de circo, era o fetiche para aquele espectador de luxo.

Delfina então disse entre gemidos:

"Vem, Marcos! Me come, estou com tesão e quero seu pau!"

O que se seguiu até hoje não consigo acreditar, porque eu estava comendo ela, e o cu dela estava ocupado com o brinquedo. Marcos, no entanto, se posicionou por trás entre nossas pernas e buscou um lugar na sua boceta. Senti a cabeça do pau dele sobre o meu tronco, empurrando e empurrando até entrar por completo, e a cara de puta da Delfina era indescritível.

Fiquei como aprisionado, quase sem possibilidade de me mexer, e foi Marcos quem começou a esfregar o pênis dele contra o meu, e as bolas dele batendo nas minhas. Estávamos os dois dentro do buraco dela. Comecei a gemer porque era muito gostoso e ela, ao notar, ficou ainda mais excitada. Parecia convulsionar os quadris em orgasmos eternos e eu só gozei. O sêmen quente invadiu a intimidade dela e banhou tudo que estava ali. Senti até escorrer pelas minhas bolas, e o barulho das batidas do professor, que continuava empurrando, ficou mais forte.

Então ele tirou o pau, estava duro e cheio da minha porra, e... ele disse

"Você vai ter que me dar uma boa chupada se quiser que eu te aprove"

E Delfina queria passar...

Ela fez ele se sentar de novo, e se ajoelhou entre as pernas dele, garantindo que eu visse agora, tirou o brinquedo da sua bunda para focar em apenas uma coisa, e começou a fazer de um jeito muito gostoso, enquanto ele reclamava porque agora ela estava machucando as pernas dele com as unhas, mas ela era assim...
Não demoraria muito, ela o masturbava desde a base e passava a língua na cabeça, de novo e de novo, buscando o final
Marcos se contraiu e um primeiro jato escapou no vazio, e na penumbra pude ver como o disparo atingiu um lado da bochecha dela e um pouco sobre os lábios, pegando-a de surpresa, mas assim que percebeu a situação, com um empurrão, ela engoliu toda a pica, chegando com os lábios no púbis do professor, ficando imóvel, enquanto as contrações dos testículos de Marcos deixavam claro como, pouco a pouco, enchia a boca dela de porra
Depois ela se afastou o suficiente, agora olhando para nós dois, deixou escorrer tudo pelo peito, pelos peitos, brincando nos mamilos, muito putinha, por sinal

Continuamos jogando, onde previsivelmente o professor e eu terminamos com nossos corpos marcados pelas batalhas travadas, exaustos, enquanto Delfina ainda queria e pedia que continuássemos a foder ela

A história mostraria que Delfina nunca seria minha e eu só teria uma fatia dela, não importasse o que eu fizesse
Logo celebraríamos no trabalho ter uma nova licenciada em química, um diploma bem ganho e merecido, e como ela mesma dizia, ela teve que se foder muito para conseguir
O que estava fora do meu alcance, seria aquela semana de abril, quando me ligaram para anunciar oficialmente que eu deveria procurar um novo assistente, Delfina, agora com diploma debaixo do braço, havia aceitado uma proposta de crescimento pessoal e se instalaria na filial da Itália, fiquei petrificado, a ponto da interlocutora que me informava, vendo meu rosto, perguntar Como assim? você não sabia de nada, faz meses que a gente vem falando sobre isso

Ela era assim, de nada adiantaram meus pedidos de explicações, não serviu de nada eu me fazer de durão, nem suplicar, eu disse

Mas... como assim você vai embora? e a gente?

A gente? - ela respondeu de forma seca - esse é seu problema, eu nunca te prometi um 'a gente'

Ela foi embora faz tempo, me encontro sozinho, tolamente tentei rearmar minha família junto com meus filhos, e junto com a Noelia, mas descobri que meus filhos me odiavam, se é que eles tinham me esquecido, e a Noelia, - suspiro - a Noelia tinha reencontrado o Marcelo, um amor perdido que aconteceu antes de me conhecer, e as coisas agora estavam indo muito bem entre eles...
Voltamos a entrar em contato com o Carlos, o cara que eu tinha escolhido tempo atrás, e agora ele teria sua chance, um homem, melhor, menos problemas
Escrevo de vez em quando pra Delfina, a mina que agora tá na Itália, fazendo carreira, mas as respostas dela são curtas, quase por obrigação, e eu continuo a desejá-la, e como eu desejo...

Se você gostou dessa história pode me escrever com o título QUASE ENLOUQUECER... em dulces.placeres@live.com

1 comentários - Casi enloquecer...