Eu tinha 14 anos. Bom, como eu tava dizendo, meu pai tinha sido transferido pra trabalhar na praia de Esmeraldas. Meu pai sempre alugava uma casinha pequena. Minha mãe, durante esses anos, se comportou muito bem. Ela voltou a se vestir com a roupa tradicional da terra dela. Era uma mulher respeitada, recatada, como toda mulher casada. De vez em quando, fazia seus exercícios. Bom, a gente tava no fim de dezembro e esperava, com a mamãe, as férias do papai pra ir pra casa da praia. A casa era um pouco longe, mas eu adorava, porque a praia era só nossa. Um dia, papai chegou como sempre, de noite. Esperou a gente terminar de jantar e disse: "Esse ano não me dão férias, porque o chefe vai viajar pra outro país e, se eu for, não fica ninguém pra tocar o serviço à noite." Ele terminou de falar, esperando a reação. Uma lágrima escorreu no meu rosto, e mamãe, me olhando, disse: "Isso é o fim da picada, tão te fazendo de trouxa. O que você tem a ver com a viagem do seu chefe? Você nem pensa no Carlos." Meu pai falou: "A gente pode fazer o seguinte: vamos na sexta pro litoral, e no domingo vocês me acompanham até a estação. Eu volto e, daqui a 15 dias, vou pra lá no fim de semana, porque é minha folga." Mamãe me olhou. Com meu olhar, eu pedia pra ela aceitar, por favor. Ela respondeu: "Tá bom, tudo bem, embora eu não goste muito de ficar sozinha com o menino num lugar tão isolado." Isso fez eu beijar ela e abraçar. Chegou a sexta. Esperamos meu pai e, quando ele chegou, partimos. Por sorte, foi tudo sem problemas. Quando chegamos, me deitei no quarto, que ficava em cima, igual ao dos meus pais, enquanto eles ficaram arrumando algumas coisas. No dia seguinte, a gente ficou os três na praia e, com o calor do primeiro dia de sol, me deitei cedo. No domingo, à tarde, levamos papai pra pegar o ônibus, compramos tudo pra uma semana e voltamos. Chegamos, comemos e fomos dormir. Na segunda, fomos cedo pra praia. Mamãe, com a roupa típica dela, bem coberta. Eu não... não importava, porque não tinha ninguém pra zoar ela.
Enquanto eu tava um pouco dentro do mar, minha mãe tava sentada numa cadeira lendo e me vigiando. Aí vi um homem que apareceu atrás de uma árvore bem na direção onde minha mãe tava sentada.
Saí do mar e comecei a correr até ela. Cheguei quando o cara tava parado olhando fixo pra ela, e minha mãe perguntava: "O que o senhor quer?"
O cara tinha cara de doido, era mediano, o cabelo meio comprido, todo bagunçado e ensebado, a roupa parecia trapo. As mãos dele tinham unhas muito compridas e sujas.
Depois de um tempo em silêncio e com muita dificuldade, meio gaguejando, ele disse: "Tem alguma coisa pra comer?", sempre olhando pra minha mãe de um jeito estranho.
Minha mãe: "Ah, sim, espera um pouquinho que vou buscar algo lá de casa", me pegou pela mão e me levou pra casa.
Enquanto a gente ia, me virei e vi o cara com aqueles olhos de doido cravados na bunda da mamãe, mesmo que não desse pra ver muito porque a roupa dela cobria tudo. Ele tava se tocando no volume da virilha dele.
Mamãe pegou dois pãezinhos e levamos pra ele. Sem dizer obrigado, ele baixou os olhos. Mamãe deu meia-volta e foi embora.
Naquela noite, depois do jantar, mamãe leu um livro enquanto eu olhava uma revista até que falei: "Tô com sono."
Ela respondeu: "Vamos pro quarto", me deu um beijo, fechou a porta e foi pro quarto dela. Os quartos eram um do lado do outro, então as janelas também, e tinha uma varanda de madeira só.
Mamãe, antes de dormir, saía na varanda pra fumar um cigarro, e eu da minha cama via ela. Ela tava com uma blusa branca de gola, camisa cor de creme e calças estampadas. Ela tava apoiada na grade na frente do quarto dela, olhando o mar enquanto fumava.
Eu levantei bem devagarinho, me coloquei na parede que dá pro quarto da mamãe, e olhei pra fora. Tinha umas árvores de um lado da casa, entre ela e o mar, e atrás de uma delas, iluminado pela luz da lua, tava o doido espiando, olhando fixo pra Mamãe, mas ela não via ele, ele tava se masturbando.
Depois mamãe terminou o cigarro e entrou no quarto dela. O maluco virou a cabeça e me viu. E ele, lá de baixo, colocou um dedo na boca fazendo sinal pra eu calar a boca e foi embora. Aí eu me deitei e dormi. No outro dia, fiquei estranho, e mamãe me perguntou: "O que foi, Carlos?"
"Nada, acordei com uma dorzinha de barriga."
Ela levantou, foi até o aparador e voltou com um comprimido na mão, dizendo: "Toma isso que já vai passar", falou com doçura.
Fomos pra praia e eu olhava pra todo lado, sem conseguir ver o maluco.
Mamãe tava tomando sol, sentada com a roupa típica dela. Num momento, ela disse: "Bateu uma vontade de ir ao banheiro, vou rápido senão eu me cago toda. Fica aqui sentadinho que já volto", e saiu quase correndo.
Assim que ela entrou em casa, ouvi um barulho vindo das árvores. Vi o maluco fazendo sinal pra eu ir. Quando cheguei, ele me pegou pelo braço e disse: "Ninguém pode saber disso. Cadê sua mãe?"
"No banheiro", respondi.
"Com certeza foi fazer cocô com aquela bunda divina que ela tem. Que lindo seria ser um vaso sanitário pra receber tudo que sai do cu dela", falou num tom mais que morbidão.
Perguntei por quê, e ele respondeu: "Ontem à noite fiquei olhando bem pra ela, e dá pra ver que ela é bem gostosa.
Adoro sua mãe, quero comer ela. Você pode me ajudar."
Isso me chocou, fiquei gelado, não sabia o que dizer. Comecei a ficar excitado, e respondi: "Beleza. Quando seu pai volta?"
"Daqui a 15 dias", respondi.
"Ah, tá bom. Amanhã, depois da praia, à tarde, inventa alguma coisa e vem até essa árvore, sem ninguém te ver." Eu disse "Ok" e fui embora.
Cheguei bem na hora que mamãe abria a porta e começava a andar pra onde eu tava. Ela sentou de novo do meu lado, e eu fiquei brincando com a areia.
Chegou a noite, e mamãe me colocou na cama. Pouco depois, levantei quando notei que ela já tava na sacada com o cigarro.
Dessa vez, ela tava com um conjunto de pijama que era uma... Camisa com gola entalhada, parte de cima com botões e calça comprida com cordão e bolsos, tudo branco. Olhei pra árvore, e lá estava ele, o maluco se tocando. Quando tudo acabou e a mamãe entrou, eu me deitei de novo. Chegou a tarde do dia seguinte. Quando voltávamos pra casa, e já entrando, falei pra mamãe que ia buscar um balde que tinha esquecido do lado da casa. Ela balançou a cabeça e entrou. Corri que nem um louco pras árvores e vi ele. O maluco: "Muito bem, garoto, agora escuta. Essa noite, quando sua mãe sair na sacada, desce rápido e abre a porta. Depois, vou ter uma longa conversa com sua mãe. Depois do jantar, subimos. Mamãe me deitou, me beijou, fechou a porta, e daí a pouco saiu na sacada com uma camiseta de manga comprida e uma calça comprida rosa com estampa de luas e estrelas, parecia uma senhora de idade. Desci e abri a porta, ele tava parado lá com uma faca na mão, era de mentira. Me empurrou pra dentro, fechou a porta, subimos. Chegamos na porta do quarto da mamãe, e ele abriu. Quando ela ouviu o barulho, mamãe ainda na sacada, se virou e ficou chocada. Reconhecendo ele, disse: "Solta meu filho, o que você quer da gente? Leva tudo que achar e vai embora." Ele respondeu: "Fica calma, gatinha, parece que você não entendeu. Tô aqui porque vim te comer a noite inteira, você me deixa louco, sexy girl, quero te arrebentar a buceta. Agora você decide se eu vou ter que usar a faca ou não, escolhe logo." "Deixa ele quieto, por favor, não faz nada com ele, comigo pode, mas não machuca ele." O maluco: "Muito bem, já estamos nos entendendo." Ele me levou com uma mão pro meu quarto, disse "obrigado" e "Fica aqui trancadinho, tranquilo, que vamos fazer umas coisinhas com a mamãe e você não precisa ouvir nem ver nada." Trancou a porta, e eu ouvi ele trancar a do quarto da mamãe. Fiquei preocupado, não sabia o que o maluco ia fazer com ela, me senti culpado. Eu tinha acabado de ajudar ele, mas não tinha mais volta. Sabia que se eu me espiasse pela sacada... um buraco que dava pra ver tudo
Como ouvi um barulho meio forte no outro quarto, encostei meu ouvido na parede pra escutar.
Senti um golpe como de um tapa, um grito abafado da mamãe.
O maluco: "Fica quieta, caralho", ouvi ele falando baixinho pra ela.
Mais barulho, e um gemido dele. Outro som de tapa e de novo a voz dele dizendo "Me beija direito, puta, abre essa boca, merda"
"Não, não, não." Ela repetia.
Depois de um tempo, senti de novo uns movimentos fortes, e um barulho como se alguém caísse bruto no chão.
"Você não entende, caralho. Enfia bem a língua na minha boca toda, mulher.", ele disse em voz baixa.
Olhei pelo buraco da janela.
O maluco tinha a mamãe contra a parede. Ela tava de calcinha branca que cobria a bunda toda e um sutiã que parecia uma blusinha curta.
Ele segurava as duas mãos dela com uma das dele, bem em cima da cabeça da mamãe, e com a mão livre ele apalpava a bunda dela, pegava na calcinha e eu vi aquela bundona que ainda tava lá, muito gostosa, e ele beijava ela na boca feito um louco, parecendo que agora ela respondia do jeito que ele queria.
Separando a boca, ele disse "Assim, gatinha, assim. Vamos começar a te deixar pelada porque quero chupar teu corpo inteiro de um jeito que vou te amolecer antes de te enterrar", e começou, com a mão livre, a tirar o sutiã dela, sem saber como abrir. Jogou no chão, e quando os peitos ficaram livres.
Mamãe se mexeu incomodada, o que fez ele segurar ela forte pelo pescoço e dizer "Quieta."
Ela se acalmou, e ele começou a pegar nos peitos dela desesperadamente, levando a cabeça pra lá. Começou a chupar muito forte os bicos, mordendo, puxando pra fora com os lábios, enquanto com a mão continuava apalpando e apertando a raba.
Ficou um tempão nessa área, e pra minha surpresa, mamãe num momento olhou pra ele e disse "Chega, por favor, tá me machucando".
O maluco levantou o olhar, e só respondeu "Não". Soltou as mãos dela. Continuou chupando os peitos dela, com uma mão sempre na bunda da mamãe e a outra agora acariciando a buceta.
As mãos da mamãe apoiaram na cabeça dele, acariciando, olhando pra ele de boca aberta. Mamãe ofegava muito. O maluco levantou e, dando um beijo nela, disse: "Tira a calcinha".
Ela pegou a peça e tirou. O cara segurou ela pela cintura, beijou com força e encostou o pau na buceta da mamãe. O maluco se ajoelhou, e mamãe se espremeu contra a parede, abrindo bem as pernas, e ele começou a chupar ela.
O ritmo era frenético, e mamãe puxava o cabelo do maluco desesperada, enquanto gritava alto: "Não pode ser isso, olha o que você tá fazendo, degenerado. Isso é terrível, filho da puta".
Depois de um bom tempo, o maluco se encostou na parede, e mamãe automaticamente se ajoelhou, pegou o pau dele — cheirava horrível, dava pra ver que não tomava banho há meses.
Minha mãe começou a lutar pra colocar ele na boca. Conseguiu colocar só uma parte e chupava sem parar, fazendo ele gemer descontrolado, enquanto com as mãos segurava o tronco, masturbando ele rápido.
Depois de um longo tempo, ele segurou a cabeça dela, gritou e gozou dentro da boca, mantendo o pau lá dentro pra ela engolir tudo. Mamãe engasgada, como conseguiu, tirou a boca de lá, cuspiu enquanto da boca dela escorria porra.
Ela se levantou, ele segurou ela pela cintura, beijou e levou pra cama. Com o pau ainda duro, disse: "Fica de quatro, gostosa".
Ela subiu e se posicionou como uma cachorrinha, enquanto ele se ajeitava atrás. Se lubrificou com um creme que mamãe deu, e apontou o pau pra buceta. Ela virou a cabeça dizendo: "Devagar, sem pressa", e virou de novo.
O maluco começou a penetrar, mas não como ela tinha pedido. Enfiou o pau, o que fez ela dar um grito forte: "Nãooooo, filho da puta, me arrebentou".
O cara rindo, enfiou até o fundo e começou a meter e tirar em alta velocidade. Mamãe enquanto gritava, tentou começar a... se acomodou, porque o empurrão a tinha jogado pra frente.
Quando conseguiu, devagar começou a se mover pra frente e pra trás acompanhando o ritmo dele.
Os dois gemiam forte a cada empurrão, mas mamãe, enquanto fazia isso, reclamava, porque dava pra ver nos olhos dela que a dor era grande. Não sei quanto tempo ficaram assim, mas pareceu uma eternidade, até que ele gritou forte de novo e gozou dentro dela.
Esperou um tempo em cima dela, bombou mais um pouco, e tirou, fazendo ela fazer uma careta de muita dor quando a cabeça saiu. Ficaram deitados uns 10 minutos, e ela disse pra ele: "ô vagabundo, vou no banheiro, espero que o Carlos não tenha ouvido nada disso", olhando pra ele enquanto ele ria pra caralho.
Na hora voltei pra minha cama. Depois ouvi outra porta, dessa vez a do banheiro, e a do quarto se fechando.
Levantei de novo e fui outra vez pra sacada.
Estavam abraçados se beijando deitados na cama, mamãe pegou na rola dele e bateu uma pra ele. Ele se levantou de novo e começou a bater na mão dela, como se pedisse o que tanto queria desde o começo.
Ela olhando pro pau disse: "AAAhhh, você tá doido de novo, seu monstro de merda, que porra você quer agora? Safado."
"Teu cu", respondeu o cara, começando a passar creme no pau todo dele e no cu dela.
Se beijaram um tempão e o cara disse quase no ouvido dela: "Fica de quatro de novo, mas apoia o peito na cama pra não ir pra frente."
Ela fez o que ele pediu.
O maluco se colocou atrás.
Com uma mão ele segurava ela pressionada pelas costas contra o colchão e com a outra começou a guiar a rola dele pro buraco do cu. Começou a empurrar, e mamãe, quando sentiu a rola romper o orifício pra entrar, começou a gritar uivando: "Nnnnãoooo, para, filho da puta, não entra, tira, bruto degenerado, aaaaiii."
O maluco, de novo como antes, enfiou tudo de uma vez.
Mamãe dava murros no colchão enquanto abria a boca toda, como se buscasse ar desesperadamente.
Quando ele enterrou tudo, com a boca na nuca dela... Ela disse pra ele: "Senta gostosa, que tua buceta vai ficar tão arrombada que tu vai ter que usar um tampão pra andar sem mijar nas calças". E começou a meter e tirar violentamente.
Dessa vez, mamãe demorou muito mais pra se acostumar, e gritava de dor sem parar. Depois de um bom tempo de muito sofrimento, ela começou a se mexer devagar, tentando encontrar o ritmo pra acompanhar ele.
Quando encontrou, os movimentos e os gemidos eram dos dois. O maluco, depois de um tempo, sussurrou algo no ouvido de mamãe, fazendo ela olhar pra onde eu estava, parado ali vendo aquilo.
Quando ela me viu, gritou: "Para, filho da puta. Sai daí agora, vai embora".
O maluco, se cagando de rir, continuou bombando mais forte. Ela, agora chorando e com cara de muita dor por causa das porradas, disse: "Não, por favor, tira ele daí, por favor, com ele não", e esmagou o rosto no colchão.
Então ele me disse: "Vai embora, já viu demais".
Eu fingi que ia, mas me escondi melhor, e mesmo vendo com dificuldade, eles já não me viam mais. Ele continuou penetrando ela com força, e ela, se recuperando de me ver, voltou a jogar a bunda pra trás em cada estocada. Ficaram quase duas horas assim, até que ele, com um novo grito, gozou.
Ele tirou, provocando outro grito nela quando a cabeça saiu, e depois, com os dedos, abriu as laterais do buraco. Ao ver que o orifício estava super aberto, soltou uma gargalhada e se deitou ao lado dela, abraçando-a.
Pouco depois, mamãe entrou no meu quarto coberta com um camisola comprida, enquanto eu ouvia o cara rindo. Minha mãe sentou ao meu lado e me disse, enquanto acariciava minha cabeça:
"Me perdoa, filho, mas no começo eu tive muito medo por você, mas depois reconheço que aceitei. Sinto muita vergonha de tudo isso, mas mesmo assim te digo que acabou e eu amo muito o papai. Peço que seja um segredo entre nós, assim como foi com o vizinho, porque papai não entenderia. Você me perdoa?" Terminou de falar e me abraçou, chorando e me beijando.
"Sim, mamãe, ninguém vai ficar sabendo", respondi o que ela queria ouvir. provocou um sorriso nela.
Depois que o maluco se trocou e foi embora, eu deitei com ela e dormimos juntos.
Enquanto eu tava um pouco dentro do mar, minha mãe tava sentada numa cadeira lendo e me vigiando. Aí vi um homem que apareceu atrás de uma árvore bem na direção onde minha mãe tava sentada.
Saí do mar e comecei a correr até ela. Cheguei quando o cara tava parado olhando fixo pra ela, e minha mãe perguntava: "O que o senhor quer?"
O cara tinha cara de doido, era mediano, o cabelo meio comprido, todo bagunçado e ensebado, a roupa parecia trapo. As mãos dele tinham unhas muito compridas e sujas.
Depois de um tempo em silêncio e com muita dificuldade, meio gaguejando, ele disse: "Tem alguma coisa pra comer?", sempre olhando pra minha mãe de um jeito estranho.
Minha mãe: "Ah, sim, espera um pouquinho que vou buscar algo lá de casa", me pegou pela mão e me levou pra casa.
Enquanto a gente ia, me virei e vi o cara com aqueles olhos de doido cravados na bunda da mamãe, mesmo que não desse pra ver muito porque a roupa dela cobria tudo. Ele tava se tocando no volume da virilha dele.
Mamãe pegou dois pãezinhos e levamos pra ele. Sem dizer obrigado, ele baixou os olhos. Mamãe deu meia-volta e foi embora.
Naquela noite, depois do jantar, mamãe leu um livro enquanto eu olhava uma revista até que falei: "Tô com sono."
Ela respondeu: "Vamos pro quarto", me deu um beijo, fechou a porta e foi pro quarto dela. Os quartos eram um do lado do outro, então as janelas também, e tinha uma varanda de madeira só.
Mamãe, antes de dormir, saía na varanda pra fumar um cigarro, e eu da minha cama via ela. Ela tava com uma blusa branca de gola, camisa cor de creme e calças estampadas. Ela tava apoiada na grade na frente do quarto dela, olhando o mar enquanto fumava.
Eu levantei bem devagarinho, me coloquei na parede que dá pro quarto da mamãe, e olhei pra fora. Tinha umas árvores de um lado da casa, entre ela e o mar, e atrás de uma delas, iluminado pela luz da lua, tava o doido espiando, olhando fixo pra Mamãe, mas ela não via ele, ele tava se masturbando.
Depois mamãe terminou o cigarro e entrou no quarto dela. O maluco virou a cabeça e me viu. E ele, lá de baixo, colocou um dedo na boca fazendo sinal pra eu calar a boca e foi embora. Aí eu me deitei e dormi. No outro dia, fiquei estranho, e mamãe me perguntou: "O que foi, Carlos?"
"Nada, acordei com uma dorzinha de barriga."
Ela levantou, foi até o aparador e voltou com um comprimido na mão, dizendo: "Toma isso que já vai passar", falou com doçura.
Fomos pra praia e eu olhava pra todo lado, sem conseguir ver o maluco.
Mamãe tava tomando sol, sentada com a roupa típica dela. Num momento, ela disse: "Bateu uma vontade de ir ao banheiro, vou rápido senão eu me cago toda. Fica aqui sentadinho que já volto", e saiu quase correndo.
Assim que ela entrou em casa, ouvi um barulho vindo das árvores. Vi o maluco fazendo sinal pra eu ir. Quando cheguei, ele me pegou pelo braço e disse: "Ninguém pode saber disso. Cadê sua mãe?"
"No banheiro", respondi.
"Com certeza foi fazer cocô com aquela bunda divina que ela tem. Que lindo seria ser um vaso sanitário pra receber tudo que sai do cu dela", falou num tom mais que morbidão.
Perguntei por quê, e ele respondeu: "Ontem à noite fiquei olhando bem pra ela, e dá pra ver que ela é bem gostosa.
Adoro sua mãe, quero comer ela. Você pode me ajudar."
Isso me chocou, fiquei gelado, não sabia o que dizer. Comecei a ficar excitado, e respondi: "Beleza. Quando seu pai volta?"
"Daqui a 15 dias", respondi.
"Ah, tá bom. Amanhã, depois da praia, à tarde, inventa alguma coisa e vem até essa árvore, sem ninguém te ver." Eu disse "Ok" e fui embora.
Cheguei bem na hora que mamãe abria a porta e começava a andar pra onde eu tava. Ela sentou de novo do meu lado, e eu fiquei brincando com a areia.
Chegou a noite, e mamãe me colocou na cama. Pouco depois, levantei quando notei que ela já tava na sacada com o cigarro.
Dessa vez, ela tava com um conjunto de pijama que era uma... Camisa com gola entalhada, parte de cima com botões e calça comprida com cordão e bolsos, tudo branco. Olhei pra árvore, e lá estava ele, o maluco se tocando. Quando tudo acabou e a mamãe entrou, eu me deitei de novo. Chegou a tarde do dia seguinte. Quando voltávamos pra casa, e já entrando, falei pra mamãe que ia buscar um balde que tinha esquecido do lado da casa. Ela balançou a cabeça e entrou. Corri que nem um louco pras árvores e vi ele. O maluco: "Muito bem, garoto, agora escuta. Essa noite, quando sua mãe sair na sacada, desce rápido e abre a porta. Depois, vou ter uma longa conversa com sua mãe. Depois do jantar, subimos. Mamãe me deitou, me beijou, fechou a porta, e daí a pouco saiu na sacada com uma camiseta de manga comprida e uma calça comprida rosa com estampa de luas e estrelas, parecia uma senhora de idade. Desci e abri a porta, ele tava parado lá com uma faca na mão, era de mentira. Me empurrou pra dentro, fechou a porta, subimos. Chegamos na porta do quarto da mamãe, e ele abriu. Quando ela ouviu o barulho, mamãe ainda na sacada, se virou e ficou chocada. Reconhecendo ele, disse: "Solta meu filho, o que você quer da gente? Leva tudo que achar e vai embora." Ele respondeu: "Fica calma, gatinha, parece que você não entendeu. Tô aqui porque vim te comer a noite inteira, você me deixa louco, sexy girl, quero te arrebentar a buceta. Agora você decide se eu vou ter que usar a faca ou não, escolhe logo." "Deixa ele quieto, por favor, não faz nada com ele, comigo pode, mas não machuca ele." O maluco: "Muito bem, já estamos nos entendendo." Ele me levou com uma mão pro meu quarto, disse "obrigado" e "Fica aqui trancadinho, tranquilo, que vamos fazer umas coisinhas com a mamãe e você não precisa ouvir nem ver nada." Trancou a porta, e eu ouvi ele trancar a do quarto da mamãe. Fiquei preocupado, não sabia o que o maluco ia fazer com ela, me senti culpado. Eu tinha acabado de ajudar ele, mas não tinha mais volta. Sabia que se eu me espiasse pela sacada... um buraco que dava pra ver tudo
Como ouvi um barulho meio forte no outro quarto, encostei meu ouvido na parede pra escutar.
Senti um golpe como de um tapa, um grito abafado da mamãe.
O maluco: "Fica quieta, caralho", ouvi ele falando baixinho pra ela.
Mais barulho, e um gemido dele. Outro som de tapa e de novo a voz dele dizendo "Me beija direito, puta, abre essa boca, merda"
"Não, não, não." Ela repetia.
Depois de um tempo, senti de novo uns movimentos fortes, e um barulho como se alguém caísse bruto no chão.
"Você não entende, caralho. Enfia bem a língua na minha boca toda, mulher.", ele disse em voz baixa.
Olhei pelo buraco da janela.
O maluco tinha a mamãe contra a parede. Ela tava de calcinha branca que cobria a bunda toda e um sutiã que parecia uma blusinha curta.
Ele segurava as duas mãos dela com uma das dele, bem em cima da cabeça da mamãe, e com a mão livre ele apalpava a bunda dela, pegava na calcinha e eu vi aquela bundona que ainda tava lá, muito gostosa, e ele beijava ela na boca feito um louco, parecendo que agora ela respondia do jeito que ele queria.
Separando a boca, ele disse "Assim, gatinha, assim. Vamos começar a te deixar pelada porque quero chupar teu corpo inteiro de um jeito que vou te amolecer antes de te enterrar", e começou, com a mão livre, a tirar o sutiã dela, sem saber como abrir. Jogou no chão, e quando os peitos ficaram livres.
Mamãe se mexeu incomodada, o que fez ele segurar ela forte pelo pescoço e dizer "Quieta."
Ela se acalmou, e ele começou a pegar nos peitos dela desesperadamente, levando a cabeça pra lá. Começou a chupar muito forte os bicos, mordendo, puxando pra fora com os lábios, enquanto com a mão continuava apalpando e apertando a raba.
Ficou um tempão nessa área, e pra minha surpresa, mamãe num momento olhou pra ele e disse "Chega, por favor, tá me machucando".
O maluco levantou o olhar, e só respondeu "Não". Soltou as mãos dela. Continuou chupando os peitos dela, com uma mão sempre na bunda da mamãe e a outra agora acariciando a buceta.
As mãos da mamãe apoiaram na cabeça dele, acariciando, olhando pra ele de boca aberta. Mamãe ofegava muito. O maluco levantou e, dando um beijo nela, disse: "Tira a calcinha".
Ela pegou a peça e tirou. O cara segurou ela pela cintura, beijou com força e encostou o pau na buceta da mamãe. O maluco se ajoelhou, e mamãe se espremeu contra a parede, abrindo bem as pernas, e ele começou a chupar ela.
O ritmo era frenético, e mamãe puxava o cabelo do maluco desesperada, enquanto gritava alto: "Não pode ser isso, olha o que você tá fazendo, degenerado. Isso é terrível, filho da puta".
Depois de um bom tempo, o maluco se encostou na parede, e mamãe automaticamente se ajoelhou, pegou o pau dele — cheirava horrível, dava pra ver que não tomava banho há meses.
Minha mãe começou a lutar pra colocar ele na boca. Conseguiu colocar só uma parte e chupava sem parar, fazendo ele gemer descontrolado, enquanto com as mãos segurava o tronco, masturbando ele rápido.
Depois de um longo tempo, ele segurou a cabeça dela, gritou e gozou dentro da boca, mantendo o pau lá dentro pra ela engolir tudo. Mamãe engasgada, como conseguiu, tirou a boca de lá, cuspiu enquanto da boca dela escorria porra.
Ela se levantou, ele segurou ela pela cintura, beijou e levou pra cama. Com o pau ainda duro, disse: "Fica de quatro, gostosa".
Ela subiu e se posicionou como uma cachorrinha, enquanto ele se ajeitava atrás. Se lubrificou com um creme que mamãe deu, e apontou o pau pra buceta. Ela virou a cabeça dizendo: "Devagar, sem pressa", e virou de novo.
O maluco começou a penetrar, mas não como ela tinha pedido. Enfiou o pau, o que fez ela dar um grito forte: "Nãooooo, filho da puta, me arrebentou".
O cara rindo, enfiou até o fundo e começou a meter e tirar em alta velocidade. Mamãe enquanto gritava, tentou começar a... se acomodou, porque o empurrão a tinha jogado pra frente.
Quando conseguiu, devagar começou a se mover pra frente e pra trás acompanhando o ritmo dele.
Os dois gemiam forte a cada empurrão, mas mamãe, enquanto fazia isso, reclamava, porque dava pra ver nos olhos dela que a dor era grande. Não sei quanto tempo ficaram assim, mas pareceu uma eternidade, até que ele gritou forte de novo e gozou dentro dela.
Esperou um tempo em cima dela, bombou mais um pouco, e tirou, fazendo ela fazer uma careta de muita dor quando a cabeça saiu. Ficaram deitados uns 10 minutos, e ela disse pra ele: "ô vagabundo, vou no banheiro, espero que o Carlos não tenha ouvido nada disso", olhando pra ele enquanto ele ria pra caralho.
Na hora voltei pra minha cama. Depois ouvi outra porta, dessa vez a do banheiro, e a do quarto se fechando.
Levantei de novo e fui outra vez pra sacada.
Estavam abraçados se beijando deitados na cama, mamãe pegou na rola dele e bateu uma pra ele. Ele se levantou de novo e começou a bater na mão dela, como se pedisse o que tanto queria desde o começo.
Ela olhando pro pau disse: "AAAhhh, você tá doido de novo, seu monstro de merda, que porra você quer agora? Safado."
"Teu cu", respondeu o cara, começando a passar creme no pau todo dele e no cu dela.
Se beijaram um tempão e o cara disse quase no ouvido dela: "Fica de quatro de novo, mas apoia o peito na cama pra não ir pra frente."
Ela fez o que ele pediu.
O maluco se colocou atrás.
Com uma mão ele segurava ela pressionada pelas costas contra o colchão e com a outra começou a guiar a rola dele pro buraco do cu. Começou a empurrar, e mamãe, quando sentiu a rola romper o orifício pra entrar, começou a gritar uivando: "Nnnnãoooo, para, filho da puta, não entra, tira, bruto degenerado, aaaaiii."
O maluco, de novo como antes, enfiou tudo de uma vez.
Mamãe dava murros no colchão enquanto abria a boca toda, como se buscasse ar desesperadamente.
Quando ele enterrou tudo, com a boca na nuca dela... Ela disse pra ele: "Senta gostosa, que tua buceta vai ficar tão arrombada que tu vai ter que usar um tampão pra andar sem mijar nas calças". E começou a meter e tirar violentamente.
Dessa vez, mamãe demorou muito mais pra se acostumar, e gritava de dor sem parar. Depois de um bom tempo de muito sofrimento, ela começou a se mexer devagar, tentando encontrar o ritmo pra acompanhar ele.
Quando encontrou, os movimentos e os gemidos eram dos dois. O maluco, depois de um tempo, sussurrou algo no ouvido de mamãe, fazendo ela olhar pra onde eu estava, parado ali vendo aquilo.
Quando ela me viu, gritou: "Para, filho da puta. Sai daí agora, vai embora".
O maluco, se cagando de rir, continuou bombando mais forte. Ela, agora chorando e com cara de muita dor por causa das porradas, disse: "Não, por favor, tira ele daí, por favor, com ele não", e esmagou o rosto no colchão.
Então ele me disse: "Vai embora, já viu demais".
Eu fingi que ia, mas me escondi melhor, e mesmo vendo com dificuldade, eles já não me viam mais. Ele continuou penetrando ela com força, e ela, se recuperando de me ver, voltou a jogar a bunda pra trás em cada estocada. Ficaram quase duas horas assim, até que ele, com um novo grito, gozou.
Ele tirou, provocando outro grito nela quando a cabeça saiu, e depois, com os dedos, abriu as laterais do buraco. Ao ver que o orifício estava super aberto, soltou uma gargalhada e se deitou ao lado dela, abraçando-a.
Pouco depois, mamãe entrou no meu quarto coberta com um camisola comprida, enquanto eu ouvia o cara rindo. Minha mãe sentou ao meu lado e me disse, enquanto acariciava minha cabeça:
"Me perdoa, filho, mas no começo eu tive muito medo por você, mas depois reconheço que aceitei. Sinto muita vergonha de tudo isso, mas mesmo assim te digo que acabou e eu amo muito o papai. Peço que seja um segredo entre nós, assim como foi com o vizinho, porque papai não entenderia. Você me perdoa?" Terminou de falar e me abraçou, chorando e me beijando.
"Sim, mamãe, ninguém vai ficar sabendo", respondi o que ela queria ouvir. provocou um sorriso nela.
Depois que o maluco se trocou e foi embora, eu deitei com ela e dormimos juntos.
2 comentários - Mi madre y el loco parte 1
Seguro fue para chantajearla y coger con ella, supongo...