asi comienzan los cuernos

nova história pra ler nesse fim de semana


Espero que vocês curtam.


OBRIGADO POR ME LER












Conheci a Andrea sem saber o quão puta ela era e também sem conhecer o amor que ela tinha por pica, coisa que disfarçava muito bem. Nós dois éramos de bairros diferentes. Na cama, a Andrea é uma gata, e isso é algo que curto pra caralho, então não demorou mais que uns dois meses pra gente ir morar junto. Meu trampo é variado, mas muito bem pago, e isso me permitia dar todos os mimos pra ela. Nosso sexo era contínuo e intenso, eram mais as noites que a gente fodia do que as que não fodiam. Embora a Andrea mantenha o corpo em forma, o que mais se destaca nela é a bunda, e olha se ela sabe usar. Esse era meu prêmio quando ela ficava de birra por alguma coisa, e logo percebi a paixão dela em exibir. Bastava eu admirar pra ela pegar fogo. A putinha sempre andava pela casa de saias curtas, rebolando de um jeito inocente. Tudo era perfeito na minha vida até que um dia, ao chegar em casa, percebi que vivia com uma ninfomaníaca. Naquela tarde, cheguei do trampo e a Andrea estava tomando banho. Aproveitei e tive a ideia de dividir o chuveiro com ela, entrei no banheiro.


Andrea, o que cê tá fazendo, porra?


Vou tomar um banho com você, meu amor, tô todo suado.


Andrea, beleza, mas se apressa porque eu já tô terminando.


Entrei no chuveiro bem na hora que ela tava saindo.


Andrea, vai logo, não demora, tenho uma coisa pra te contar, vou preparar um negócio.


Até aí tudo normal, só que a danada da mina tinha me deixado com tesão. Agora eu queria descobrir aquele mistério que a Andrea queria me revelar. Terminei de tomar o banho e, quando estava me secando, vi a calcinha fio dental dela no cesto de roupa. Aquela calcinha vermelha que fica tão gostosa nela. Não lembrava de tê-la visto vestida de manhã. Peguei ela e o que vi me fez explodir a cabeça: uma mancha enorme bem no lugar onde ficaria a buceta dela. De quem seria aquela porra na calcinha dela? Não conseguia acreditar no que via, mas meu pau estava explodindo. A Andrea estava me traindo, mesmo depois de termos transado como gatos à noite. Deixei a calcinha no cesto exatamente como estava e saí do banho para o quarto. Me troquei e, na sala de jantar, ela estava lá com uma cerveja gelada e uns chifrinhos de gordura, me esperando.


Andrea love, quero começar na academia, abriu uma aqui perto e a mensalidade não é cara, hoje fui dar uma olhada.


Perfeito, gata, podemos ir juntos. Eu vou dar uma malhada com uns pesos, que tal?


Andrea, mas você vem muito tarde, meu bem.


Então vai quando quiser que eu vou quando voltar do trampo.


Tomamos a cerveja e depois saímos pra comer fora, não conseguia tirar da cabeça a imagem da calcinha fio dental vermelha cheia de porra. Naquela noite a gente transou como nunca, até ela se impressionou com a força que eu metia o pau. No outro dia no trabalho, não parava de pensar na minha chifrada. Talvez por isso ela ainda tomava os anticoncepcionais. Desde quando eu tava sendo corno? Não é por ter pau pequeno, porque meu pau é normal e até então nenhuma gostosa tinha reclamado, pelo contrário. Só queria saber por que ela fazia isso e que fosse ela mesma a me contar. Mas a verdade é que não tive coragem de tocar no assunto com ela. Naquela tarde cheguei em casa e a Andrea estava impecável.


Já começou a academia, amor?


Andrea, sim, gatinho, pra ser sincera, tô muito cansada mas feliz. Você vai?


Sinceramente, não sei, chego bem cansado, mas talvez às sextas-feiras não fosse ruim.


Andrea, como quiser, meu amor. Já acertei com o Jorge pra ir três vezes por semana, porque não sabia se dava pra ir todo dia.


E qual é o problema, se você gosta? Por que não?


Andrea, você é a melhor gostosa.


Naquela noite na cama, essa conversa rolou enquanto a gente transava.


Isso você também faz na academia, amor? Assim que te fazem os exercícios?


Andrea  aiiii nãooo, tu é loucooo


Vai, putinha, tu gosta disso, será que não ia querer outra rola nessa bunda minúscula? Assim, assiiiiim, assiiiiim, me fala que não


Enfiava os dedos no cu dela enquanto metia a pica, a Anrea ficava louca gemendo e de repente disse o que eu esperava que dissesse.


Andrea, se você quer, sim, meu amorrrr ahhhh ahhhh continuaaaa, continuaaaa, não paraaaa, ahhhh ahhhh ahhhhh


Com certeza na academia eles morrem de vontade de arrebentar essa sua buceta, céu... assim, assim, igual eu faço


Acabamos os dois, mas mesmo assim continuei comendo ela enquanto Andrea gemia que nem uma gata. Virei ela e ela levantou a bunda, sabia o que eu queria e me deu de presente. Meu pau não entrou apertado, aquela bunda tava mais aberta, e falei isso pra ela enquanto comia com mais força do que nunca.


Essa bunda gostosa já te arrombaram na academia, amor. Que largada deixaram ela, céu. Adoro isso.


Andrea sim, meu amor, quebraram tudo aqui, mais devagar que tá doendo muito, vida, mais devagarinho, por favorrrr


De nada adiantaram os pedidos dela, continuei metendo com tudo e só parei quando enchi ela de porra, nos beijamos e abraçamos, e assim juntos fomos tomar um banho.


Andrea, sério mesmo que você quer que eu pegue algum cara da academia?


Se love, vira todos eles, se no final é isso que vai acontecer, sua puta, mas depois você já sabe que é minha vez ou a gente te come junto, os dois.


Andrea, te deixa tão excitada ser corna, amorzinho?


Tenho certeza que sou desde que nos conhecemos, e se você é feliz transando, o que mais eu quero? No fim, eu vou continuar sendo seu dono.


Foi assim que até sábado a gente continuou transando todas as noites, imaginando como outros comiam ela na academia por todos os buracos.


Andrea, amor, que tal a gente ir na casa dos seus velhos esse domingo? Faz tempo que não como um bom churrasco e ele é um gênio na cozinha.


Pode deixar, com certeza ele vai ficar bem felizão.



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