Desde que recebi o vídeo que me mandaram até chegar em casa não demorei nada, só a possibilidade das garotas estarem fazendo algo errado já me deixou angustiado, não me perguntem por que pensei tão mal, nem eu sei. A mensagem da Ana também não foi lá muito clara.Ana:Querido, e como você gostava de usar suas escravas por um tempo, nós cumprimos seus desejos. - disse isso, fazendo menção ao que foi dito enquanto terminávamos no hotel.
Entrei correndo na casa, as três estavam nuas no quarto. Rosa estava no centro, ela era um pouco mais alta que as outras garotas, tinha um rosto muito bonito com olhos azuis e lábios grossos. Tinha uns peitos grandes e pesados, estavam caídos, mas eram enormes, tinha uma barriguinha e algumas estrias, umas gotas de porra escorriam dos seus seios. De bunda estava muito bem. Dava pra ver na sua buceta uns lábios grossos, mas fechados, tinha umas pernas fortes e largas. O olhar dela demonstrava desejo, luxúria, necessidade de sexo.Ana:Olha, Amo, olha a vadia que conseguimos pra você. Ela tá um pouco gordinha, mas é porque teve filho há três meses. Olha essa vaca, que peitões gostosos ela tem, e a bunda, mesmo já usada, tá bem empinada. E ainda por cima ela tá no desespero, porque o pai do filho dela é marinheiro e tá viajando há meses, então é uma vaca no cio.
Acho que nessas horas o sangue não sobe pra minha cabeça, desce pro meu pau, por isso não penso direito em situações de tanto tesão. Fiquei olhando ela de cima a baixo sem dizer nada, as garotas acharam que eu tava pensando demais, mas na verdade eu tava admirando todo esse cenário. Ana agiu rápido pra não me deixar pensar, levou ela pra cama, deitou e abriu as pernas dela, da buceta dela saiu um pedacinho de borracha, Ana ao tirar saiu muito líquido de dentro, e olhando mais de perto percebi que toda a região tava molhada e brilhando por causa dos fluidos dela, ao remover o que tinha dentro percebi que era um ovinho vibrador.Ana:Essa putinha já chegou com tesão. - Rosa estava prestes a gozar com o movimento na sua buceta, Ana apertou seu clitóris com força e cortou o orgasmo.
Senti falta do brinquedo que a Rosa tinha dentro, acho que a Maite percebeu minha dúvida sobre isso, e ao olhar pra ela, ela só me disse.Maite:Comprei brinquedos sexuais, amo. - Levei um pequeno sofá que tínhamos no quarto.
Lá havia vários brinquedos, e também lubrificantes anal. O que mais me surpreendeu foi um cintaralho feminino com um dildo de tamanho médio, também tinha bolas chinesas, um dilatador anal, outro ovinho vibrador com controle remoto, e algumas algemas para pulsos e tornozelos conectadas por uma corda. Peguei o cintaralho com o dildo e vi que por dentro tinha uma protuberância de borracha que parecia vibrar, evidentemente era para ser usado por mulheres e que elas recebessem mais prazer.Maite:Ana insistiu que o dildo fosse menor que o pênis dele, assim sempre aproveitaríamos mais a ferramenta do mestre.
Eu tinha uma ereção dolorosa que fazia uma barraca na minha calça, já tinha ficado duro de imaginar todas as possibilidades que tinha com todos esses brinquedos, além da Rosa, que não estava gorda, mas tinha ficado com uma barriguinha da gravidez recente, além dos seios enormes cheios de porra, com a roupa que usava parecia mais gorda do que realmente era, uma mulher de curvas generosas.
Ana se aproximou de mim e me deu um beijo para campeonato, profundo e intenso. Maite me despia, uma vez nu o olhar da Rosa se fixou diretamente no meu pau, acho que ela engoliu em seco enquanto olhava.Esteban:Vamos ver, putinha, o que você sabe fazer.
Rosa imediatamente se ajoelhou e começou a enfiar meu pau na boca, não fazia tão bem quanto as garotas, mal conseguia engolir um quarto do meu pênis. Ana passava a língua no meu peito, enquanto Maite terminava de tirar minha roupa. Quando ela acabou, foi atrás de Rosa, pegou a cabeça dela e começou a pressionar contra mim, fazendo a penetração na boca dela mais profunda, quase engolia tudo. Maite pressionava até a gordinha começar a engasgar, da comissura dos lábios dela escorria saliva aos montes.
Quando meu pau saía da boca dela, ela se esforçava para respirar rapidamente. Maite só a deixava alguns segundos antes de enfiar o pau na boca dela de novo, a maquiagem dela tinha borrado por causa das lágrimas e saliva. Maite tirou meu pau da boca de Rosa e começou a cuspir nos peitos dela.Ana:Você tem que experimentar esses peitos, são espetaculares para isso." - disse, jogando um jato de gel lubrificante no meu pênis.
Maite pegou os peitos fartos e colocou meu pênis entre eles, enquanto Rosa me olhava como um cordeirinho indo para o abate, seus lindos olhos azuis cheios de lágrimas me deixaram ainda mais excitado. Maite apertava bastante os peitos de Rosa contra meu pênis, tanto que começou a jorrar porra deles, e molhavam minhas coxas, era porra bem quentinha. Maite se afastou um pouco e pelo movimento de sua mão estava penetrando Rosa por trás, que gemía como se estivessem matando ela.
Não aguentei mais e comecei a gozar, eu diante de tal cena também não pude segurar e estava prestes a gozar também, Ana percebeu tudo, pegou Rosa pelos cabelos que estava terminando seu orgasmo, puxou-a com força até meu pênis e enfiou na boca dela. Minha primeira descarga foi bem abundante, isso fez ela engasgar e começar a cuspir, enquanto minhas descargas seguintes atingiram seu corpo.Ana:O sêmen do nosso amo é sagrado para nós. - Ela fez um sinal e Maite agarrou-a pelos cabelos, forçando-a a recolher do chão o meu sêmen com a língua. - Deixe-me a mim, sua putinha, amo, servi-lo.
Ana ajoelhou-se e enfiou-o na boca, percorrendo cada centímetro do meu pau com a língua, até deixá-lo brilhando de limpo. Quando olhei, Maite estava dando palmadas na bunda de Rosa, que lambia do chão o sêmen que havia derramado.Maite:Olha como se trata o pau do dono, olha bem, não se desperdiça nada. - Outra palmada bem forte, já estava com a bunda toda vermelha.Ana:Vi como ela amou a quantidade de brinquedos que comprei, como você me disse. - ela mencionou o que eu havia dito.
Ela me mostrou os brinquedos e trouxe o cinto para eu ver. Era como se uma criança tivesse um brinquedo novo, ela estava tão empolgada que mal cabia em si mesma.Esteban:puta, você quer usar isso, acho que nossa outra escrava não recebeu atenção. - Disse, apontando para Maite.
Ela, toda animada, colocou o arnês, posicionou-se atrás de Maite e a penetrou por trás. Ela recebeu muito bem, não tinha muita coordenação, faltava experiência, mas aos poucos foi se sincronizando com os movimentos da prima. Maite apoiou-se na bunda de Rosa, apertando e amassando, acho que a nova experiência estava esquentando as duas demais, mais até que o movimento em si.
Eu, observando tudo, em pouco tempo me animei e meu pau também. Maite abriu as nádegas da gordinha e começou a passar a língua no meio da fenda dela. Em pouco tempo, Rosa gemeu, e seus dedos começaram a brincar em sua buceta. Minha mulher parecia muito empoderada, me deu vontade de baixar um pouco a bola dela. Passei bastante lubrificante no meu pau, fui até onde ela estava penetrando a prima de quatro e coloquei lubrificante no seu cu também.Esteban:Acho que a escrava precisa dele aqui. – um sorriso maligno surgiu no rosto de Ana. – Deixa eu te ajudar, querida.
Peguei o dildo com a mão e coloquei na entrada do ânus dela, então sem piedade o enfiei de uma vez, até o fundo. Maite soltou um grito de dor, eu meti minha mão e comecei a acariciá-la e beijar sua nuca e costas, em pouco tempo ela se recuperou e continuou estimulando Rosa. Ana estava fora de si, curtindo demais tudo aquilo, e estava quase gozando, me coloquei atrás dela acariciando-a e, num momento em que ela estava perto do orgasmo, meti de repente metade do meu pau em seu ânus apertado, outro empurrão de quadril e entrei por completo, é claro que cortei o orgasmo dela, e Maite também recebeu uma penetração furiosa, agarrei o cabelo de Ana e virei sua cabeça, metendo minha língua o mais fundo possível em sua boca.Esteban:Para você não esquecer quem manda aqui.Ana:Você, meu amo, nós estamos aqui para servi-lo - disse entre sussurros, fazendo um grande esforço.
Em poucos segundos conseguimos nos coordenar e fazer nossa penetração mais prazerosa e profunda. Tudo foi muito gostoso, era como se nós três estivéssemos em sintonia, até acabei pegando na mão da Maite enquanto minha outra mão apertava o peito da Ana. Quase nos esquecemos da Rosa. A primeira a gozar foi Maite, enquanto Ana teve um orgasmo forte logo depois. Eu não gozei, as garotas se espalharam no chão.
Peguei a gordinha e levei para a cama, nos beijamos, apertei seus peitos e bebi seu gozo, era delicioso e ver aquelas moles de carne lançando um jato me deixou mais bruto do que já estava. Nossos sexos viraram um cachorro-quente, seus lábios vaginais eram o pão que envolvia minha linguiça, me movia lentamente enquanto não soltava suas maravilhosas mamas, a umidade de sua buceta encharcou até minhas bolas, essa mulher estava pronta para gozar.
Peguei o pote e coloquei mais lubrificante no meu pau, levei suas pernas para meus ombros e coloquei uma almofada embaixo da bunda dela, queria que ficasse na posição certa para não ter que me abaixar tanto. Fui enfiando o pau aos poucos no seu cu, era verdade que ela não era virgem, aliás, Ana e Maite eram mais apertadas que ela, mas foi prazeroso do mesmo jeito. Notei que não entrava tão fundo quanto eu queria.Esteban:Em quatro, sua puta, que eu quero arrombar bem o seu cu, pra você nunca esquecer o que é um macho de verdade.
Ela se pôs de quatro na cama e eu subi nela, nessa posição tive que empurrar meu pau pra baixo, aí sim entrei com mais força, como fazendo alavanca, e a profundidade era muito maior. Comecei uma metida e tirada violenta, ela já estava bem dilatada, então não foi problema. É maravilhosa a sensação de dar uma foda, e isso aumentou com a sensação de uma língua nas minhas bolas, uma língua que ia e vinha. Acho que descia até a buceta da Rosa, só podia ser a Maite, porque a Ana estava chupando a gordinha enquanto a beijava.
Muitos estímulos sensoriais e visuais, mais alguns segundos e minha porra inundou as entranhas da Rosa, que também não aguentou mais e gozou quase ao mesmo tempo que eu. Desmontei e minhas pernas estavam tremendo, mesmo tentando bancar o durão, não queria parecer muito afetado.Maite:Vem aqui, agora faz direito. - Pego Rosa pelos cabelos e a trago até meu pau, ela o lambe até deixá-lo limpo, tudo sob o olhar atento de Maite.
Ana trouxe um vinho branco bem gelado e bebemos, Rosa já tinha se acalmado um pouco e se cobriu com os lençóis, fiz sinal para Maite não dizer nada. Enquanto bebíamos em silêncio, comecei a acariciar a coxa de Rosa, suavemente, como se não fosse nada. Apontei para as garotas e fiz sinal de uma para a outra, ou seja, para trocarem a cinta, elas o fizeram imediatamente. Indiquei a Maite que lubrificasse o dildo, pedi o celular a Ana onde tinha o programa que controlava o vibrador dentro da cinta, e o coloquei em intensidade leve, puxei Ana para mim e a beijei, começamos a nos beijar loucamente enquanto acariciava seu corpo. Quando nos separamos, direcionei sua cabeça para que beijasse Rosa.Esteban:Vem cá, querido, monta em mim. - disse, deitando na cama.
Ana fez imediatamente e montou em mim, começamos a nos beijar, depois passei para o pescoço dela, olhei onde Maite estava e, movendo os lábios, disse o que ela tinha que fazer, ela executou exatamente como eu falei. Ela se posicionou atrás da prima, colocou o dildo na entrada do ânus dela e enfiou até o fundo, fazendo a maior força possível, exatamente o que eu tinha dito movendo meus lábios: arrebenta o cu dela. Ela estava enrabando com força, estava adorando, enquanto Ana soltou um grande grito com a penetração, Rosa chupava os peitos de Maite, mas em poucos segundos Ana chegou ao orgasmo com um grande gemido. Tivemos que tirá-la de cima de mim.Esteban:Deita agora, sua escrava. - indiquei à Maite.
Ela se deitou e Rosa montou nela, eu peguei o celular e coloquei a intensidade do vibrador no máximo, Maite reagiu na hora gemendo, eu me coloquei atrás de Rosa e penetrei seu ânus lentamente até o fundo, enquanto segurava seus peitos, para que ela arqueasse as costas e a penetração fosse mais profunda, Ana se posicionou atrás de mim e beijava meu pescoço e minhas costas, em dado momento os gemidos de Maite e Rosa eram como uma sirene, quando a gordinha começou a gozar jorraram jatos de porra de seus peitos molhando a Maite, ela também acabou enquanto tudo isso acontecia, eu senti o ânus se contraindo e me arrastando para um orgasmo também, foi espetacular.
Ainda transamos por mais duas horas, ficamos totalmente saciados de sexo, até que levei Rosa para casa, combinamos de repetir a experiência.
Ao voltar para casa eu precisava conversar com as garotas, e obrigá-las a parar de fazer essas coisas sem me consultar, senão poderiam me meter em problemas, até agora a coisa tinha dado certo. Mas o gado estava se rebelando. Quando cheguei, sentei todas na sala.Esteban:Eu não autorizei isso, e você - disse apontando para Ana - está se achando no direito de tomar decisões demais em meu nome. Isso pode trazer consequências graves, não só por causa do Juan Carlos, mas trazer um desconhecido para dentro de casa é algo muito sério. Imagina se agora ela diz que a sequestramos e que eu a violei, isso seria terrível para mim. - Ana era a mais afetada por essa bronca. - Sei que fizeram com boas intenções, ou porque estavam com muito tesão, mas temos que pensar antes, porque depois, quando já estamos pelados, o sangue não sobe para o cérebro.
Ana tentou falar, mas não deixei. Um olhar meu a silenciou completamente, e ela baixou a cabeça. Sentei-me em frente a elas, respirei fundo e me acalmei um pouco. Também baixei o tom de voz, que notei que tinha ficado um pouco alto. Se somar isso ao meu tamanho e ao fato de que costumo gesticular, fico parecendo mais agressivo do que quero.Esteban:Não é hora de desculpas, obviamente você gostou, mas essas coisas têm que ser feitas de outro jeito. Por isso vou dar um castigo para as duas: por um mês não poderão brincar sozinhas, e a partir de hoje eu vou dar permissão para terem um orgasmo, só se merecerem. Agora podem ir dormir no quarto de hóspedes, não estou com vontade de dormir com vocês.
Acho que foi a pior coisa que fiz com elas, não poder dormir juntas. Maite ficou triste, mas Ana estava quase chorando, meu coração partiu. E não é porque não tenha gostado do que aconteceu ou das decisões que a Ana tomava, mas porque ela não agia de forma racional, e sim por impulso. E naquele momento tínhamos mafiosos querendo nos machucar, a polícia com uma investigação, e ainda tinha sempre a chance de encontrar alguém querendo se aproveitar de você.
Outra coisa é que a Ana estava muito cheia de si ultimamente, e precisava ser colocada no seu lugar de uma vez. Tinha que mostrar pra ela quem manda de verdade, por mais que doesse me impor. Aí percebi que meus sentimentos por elas eram mais profundos do que eu pensava. Sabia que amava, mas amava como nunca amei ninguém.
Aquela noite foi difícil dormir, mas quando consegui, dormi como uma pedra, profundamente. Na manhã seguinte, Maite veio me acordar, tinham preparado minhas roupas como sempre. Chegando na cozinha, as duas estavam de pé e só meu café da manhã estava posto, esperavam para me servir.Esteban:Olha só, não quero que mude nada, e eu sei que amo elas, mas elas têm que entender o que eu disse, não quero que tomem decisões importantes sem me consultar, de resto estou contente com vocês e muito feliz, coloquem o café da manhã para vocês também na mesa.
Elas fizeram na hora, é como quando você perdoa um infiel e ele faz tudo na hora para se reconciliar. A Maite parecia mais solta, e mais relaxada com o que eu disse, mas a Ana continuava cabisbaixa, e desviava o meu olhar. Bom, ela entenderia no bem ou no mal. Fomos juntos para a empresa, a viagem foi em total silêncio, elas desceram do mesmo jeito embora a Maite tenha me dito.Maite:Que tenha um bom dia, amo.
Eu tinha bastante trabalho atrasado, até chegou a hora do almoço e não pude ir porque estava em videoconferência. Em um certo momento, a Maite entrou e me trouxe comida. Eu imaginava que era ideia da Ana, mas ela não se atrevia a trazer ela mesma, já estava entrando na linha. Agradeci à Maite e continuei com o meu trabalho. Um pouco antes de terminar o expediente, dei uma volta pela empresa e vi a Ana agindo normalmente com as meninas, escondendo tudo, com um sorriso no rosto.
Tudo isso se apagou ao subir na caminhonete para voltarmos para casa. Elas se dedicaram a limpar e depois me pediram permissão para sair para correr no parque que tem perto. Eu fui para a academia, queria deixá-las sozinhas. Eu tinha visto as câmeras, mas elas falam baixinho ou no pátio, então não consegui ouvir nada.
Voltei e elas tinham preparado o jantar, comemos novamente em silêncio, só a Maite de vez em quando me perguntava como estava tudo ou se eu precisava de mais alguma coisa. Ela estava bem, quase normal. A Ana não dizia nada, parecia um autômato fazendo todas as coisas e me servindo. Na hora de irmos dormir, elas estavam expectantes, não se atreviam a ir para o meu quarto, então tirei-as da dúvida.Esteban:Maite, por favor, me acompanha para dormir esta noite.
Ana sentiu o impacto e continuou de cabeça baixa, eu tinha o coração apertado, mas queria provar meu ponto, queria que ela percebesse que as decisões passavam por mim. Que nada era deixado ao acaso.
Fomos deitar, ficamos de conchinha, e eu fiquei brincalhão, passando meu pau entre sua buceta, enquanto beijava seu pescoço. Em alguns minutos notei a umidade naquela área, então penetrei. A buceta estava molhada, eu apertava seus peitos, mordia o lóbulo da orelha e descia lambendo seu pescoço. Queria ver se ela tinha aprendido e me obedeceria, notava como ela se segurava. Continuei devagar, desci minha mão e coloquei sobre seu clitóris, começando a massagear em movimentos circulares. Ela pegou o travesseiro e o mordeu, não conseguiu evitar que eu a fizesse gozar.
Esteban:Você pode gozar depois que eu gozar.
Na verdade, eu não estava longe de gozar, e quando gozei, a pobre da Maite se deixou levar. Mal passaram alguns segundos, ela desceu e limpou meu pau com a boca, e assim nós dormimos. A rotina se repetiu por mais dois dias: íamos trabalhar, voltávamos, eu me deitava com a Maite e transávamos. Em nenhum momento ela me decepcionou. Eu sabia que tudo isso estava afetando a Ana demais.
No terceiro dia, fui dormir com a Maite de novo, mas nós dois conversamos, e ela me contou que a Ana tinha pedido para ela me levar a comida e que dava conselhos para me agradar. Também falamos sobre o motivo da minha raiva, e ela mais ou menos entendeu tudo, porque tinha conversado com a prima dela. Então fui procurar a Ana no outro quarto. Ela estava sentada no chão, encostada na cama, olhando pela janela para fora, iluminada por uma luz fraca, lágrimas escorriam pela sua bochecha. Assim que me sentiu entrar, ela se levantou.Ana:Amo precisa de uma coisa.Esteban:Sim, preciso falar com você. Pode me dizer o que está acontecendo, o que você está sentindo agora? - ela hesitava em falar, titubeava até que se decidiu.Ana:Perdoa-me, amo, sei que não estive à altura das suas expectativas. Tomei decisões como se fosse a dona da casa e não como uma escrava. Aprendi a lição e, se o senhor decidir me desprezar ou me mandar embora, aceitarei e sempre ficarei grata a você.
O filme que essa mulher tinha feito... acho que não medi realmente as dimensões das minhas palavras ou atos. Como disse, estou dentro do espectro autista e algumas coisas me escapam.Esteban:Quem te disse que você não é a dona da casa? - disse, levantando seu rosto. - Você é a mulher que eu amo, mesmo que eu fique puto quando você toma decisões tão importantes sem me consultar, mas isso não quer dizer que vou deixar de te amar. No máximo, vou ficar bravo uns dias e te castigar, mas não vou te expulsar, bobona. Somos uma família, e eu sou o patriarca. Eu adoro do jeito que você é, só precisa me consultar nas coisas importantes. Entende, amor?Ana:Isso quer dizer que você ainda me ama, que não vai me deixar.
Esteban:Não, no máximo vou te engravidar, haha.
Não sei por que me veio dizer isso, mas o olhar dela ficou muito doce, nos aproximamos e nos beijamos, acabamos tirando a roupa e transando na posição papai e mamãe na cama. No dia seguinte, no café da manhã, voltei a conversar com as duas sobre o pequeno problema e que por uma discussão ou uma briga não era motivo para nos separarmos, então as coisas se acalmaram bastante, e já à tarde tudo tinha voltado ao normal entre nós.Os capítulos anteriores:
Parte 9
http://www.poringa.net/posts/relatos/6129816/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer-9-Nuevo-Juguete.html
Parte 8
http://www.poringa.net/posts/relatos/6116433/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer-8-vestidores.html
Parte 7
http://www.poringa.net/posts/relatos/6099461/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer-7-Sacrificio-anal.html
Parte 6
http://www.poringa.net/posts/relatos/6082980/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer-6-Otra-sumisa.html
Parte 5
http://www.poringa.net/posts/relatos/6077778/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer-5-desiciones.html
Parte 4
http://www.poringa.net/posts/relatos/6065757/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer-4-castigo.html
Parte 3
http://www.poringa.net/posts/relatos/6057368/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer-3.html
Parte 2
http://www.poringa.net/posts/relatos/6039562/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer-2.html
Parte 1
http://www.poringa.net/posts/relatos/6037102/Me-pagaron-una-deuda-con-una-mujer.html
Entrei correndo na casa, as três estavam nuas no quarto. Rosa estava no centro, ela era um pouco mais alta que as outras garotas, tinha um rosto muito bonito com olhos azuis e lábios grossos. Tinha uns peitos grandes e pesados, estavam caídos, mas eram enormes, tinha uma barriguinha e algumas estrias, umas gotas de porra escorriam dos seus seios. De bunda estava muito bem. Dava pra ver na sua buceta uns lábios grossos, mas fechados, tinha umas pernas fortes e largas. O olhar dela demonstrava desejo, luxúria, necessidade de sexo.Ana:Olha, Amo, olha a vadia que conseguimos pra você. Ela tá um pouco gordinha, mas é porque teve filho há três meses. Olha essa vaca, que peitões gostosos ela tem, e a bunda, mesmo já usada, tá bem empinada. E ainda por cima ela tá no desespero, porque o pai do filho dela é marinheiro e tá viajando há meses, então é uma vaca no cio.
Acho que nessas horas o sangue não sobe pra minha cabeça, desce pro meu pau, por isso não penso direito em situações de tanto tesão. Fiquei olhando ela de cima a baixo sem dizer nada, as garotas acharam que eu tava pensando demais, mas na verdade eu tava admirando todo esse cenário. Ana agiu rápido pra não me deixar pensar, levou ela pra cama, deitou e abriu as pernas dela, da buceta dela saiu um pedacinho de borracha, Ana ao tirar saiu muito líquido de dentro, e olhando mais de perto percebi que toda a região tava molhada e brilhando por causa dos fluidos dela, ao remover o que tinha dentro percebi que era um ovinho vibrador.Ana:Essa putinha já chegou com tesão. - Rosa estava prestes a gozar com o movimento na sua buceta, Ana apertou seu clitóris com força e cortou o orgasmo.
Senti falta do brinquedo que a Rosa tinha dentro, acho que a Maite percebeu minha dúvida sobre isso, e ao olhar pra ela, ela só me disse.Maite:Comprei brinquedos sexuais, amo. - Levei um pequeno sofá que tínhamos no quarto.
Lá havia vários brinquedos, e também lubrificantes anal. O que mais me surpreendeu foi um cintaralho feminino com um dildo de tamanho médio, também tinha bolas chinesas, um dilatador anal, outro ovinho vibrador com controle remoto, e algumas algemas para pulsos e tornozelos conectadas por uma corda. Peguei o cintaralho com o dildo e vi que por dentro tinha uma protuberância de borracha que parecia vibrar, evidentemente era para ser usado por mulheres e que elas recebessem mais prazer.Maite:Ana insistiu que o dildo fosse menor que o pênis dele, assim sempre aproveitaríamos mais a ferramenta do mestre.
Eu tinha uma ereção dolorosa que fazia uma barraca na minha calça, já tinha ficado duro de imaginar todas as possibilidades que tinha com todos esses brinquedos, além da Rosa, que não estava gorda, mas tinha ficado com uma barriguinha da gravidez recente, além dos seios enormes cheios de porra, com a roupa que usava parecia mais gorda do que realmente era, uma mulher de curvas generosas.
Ana se aproximou de mim e me deu um beijo para campeonato, profundo e intenso. Maite me despia, uma vez nu o olhar da Rosa se fixou diretamente no meu pau, acho que ela engoliu em seco enquanto olhava.Esteban:Vamos ver, putinha, o que você sabe fazer.
Rosa imediatamente se ajoelhou e começou a enfiar meu pau na boca, não fazia tão bem quanto as garotas, mal conseguia engolir um quarto do meu pênis. Ana passava a língua no meu peito, enquanto Maite terminava de tirar minha roupa. Quando ela acabou, foi atrás de Rosa, pegou a cabeça dela e começou a pressionar contra mim, fazendo a penetração na boca dela mais profunda, quase engolia tudo. Maite pressionava até a gordinha começar a engasgar, da comissura dos lábios dela escorria saliva aos montes.
Quando meu pau saía da boca dela, ela se esforçava para respirar rapidamente. Maite só a deixava alguns segundos antes de enfiar o pau na boca dela de novo, a maquiagem dela tinha borrado por causa das lágrimas e saliva. Maite tirou meu pau da boca de Rosa e começou a cuspir nos peitos dela.Ana:Você tem que experimentar esses peitos, são espetaculares para isso." - disse, jogando um jato de gel lubrificante no meu pênis.
Maite pegou os peitos fartos e colocou meu pênis entre eles, enquanto Rosa me olhava como um cordeirinho indo para o abate, seus lindos olhos azuis cheios de lágrimas me deixaram ainda mais excitado. Maite apertava bastante os peitos de Rosa contra meu pênis, tanto que começou a jorrar porra deles, e molhavam minhas coxas, era porra bem quentinha. Maite se afastou um pouco e pelo movimento de sua mão estava penetrando Rosa por trás, que gemía como se estivessem matando ela.
Não aguentei mais e comecei a gozar, eu diante de tal cena também não pude segurar e estava prestes a gozar também, Ana percebeu tudo, pegou Rosa pelos cabelos que estava terminando seu orgasmo, puxou-a com força até meu pênis e enfiou na boca dela. Minha primeira descarga foi bem abundante, isso fez ela engasgar e começar a cuspir, enquanto minhas descargas seguintes atingiram seu corpo.Ana:O sêmen do nosso amo é sagrado para nós. - Ela fez um sinal e Maite agarrou-a pelos cabelos, forçando-a a recolher do chão o meu sêmen com a língua. - Deixe-me a mim, sua putinha, amo, servi-lo.
Ana ajoelhou-se e enfiou-o na boca, percorrendo cada centímetro do meu pau com a língua, até deixá-lo brilhando de limpo. Quando olhei, Maite estava dando palmadas na bunda de Rosa, que lambia do chão o sêmen que havia derramado.Maite:Olha como se trata o pau do dono, olha bem, não se desperdiça nada. - Outra palmada bem forte, já estava com a bunda toda vermelha.Ana:Vi como ela amou a quantidade de brinquedos que comprei, como você me disse. - ela mencionou o que eu havia dito.
Ela me mostrou os brinquedos e trouxe o cinto para eu ver. Era como se uma criança tivesse um brinquedo novo, ela estava tão empolgada que mal cabia em si mesma.Esteban:puta, você quer usar isso, acho que nossa outra escrava não recebeu atenção. - Disse, apontando para Maite.
Ela, toda animada, colocou o arnês, posicionou-se atrás de Maite e a penetrou por trás. Ela recebeu muito bem, não tinha muita coordenação, faltava experiência, mas aos poucos foi se sincronizando com os movimentos da prima. Maite apoiou-se na bunda de Rosa, apertando e amassando, acho que a nova experiência estava esquentando as duas demais, mais até que o movimento em si.
Eu, observando tudo, em pouco tempo me animei e meu pau também. Maite abriu as nádegas da gordinha e começou a passar a língua no meio da fenda dela. Em pouco tempo, Rosa gemeu, e seus dedos começaram a brincar em sua buceta. Minha mulher parecia muito empoderada, me deu vontade de baixar um pouco a bola dela. Passei bastante lubrificante no meu pau, fui até onde ela estava penetrando a prima de quatro e coloquei lubrificante no seu cu também.Esteban:Acho que a escrava precisa dele aqui. – um sorriso maligno surgiu no rosto de Ana. – Deixa eu te ajudar, querida.
Peguei o dildo com a mão e coloquei na entrada do ânus dela, então sem piedade o enfiei de uma vez, até o fundo. Maite soltou um grito de dor, eu meti minha mão e comecei a acariciá-la e beijar sua nuca e costas, em pouco tempo ela se recuperou e continuou estimulando Rosa. Ana estava fora de si, curtindo demais tudo aquilo, e estava quase gozando, me coloquei atrás dela acariciando-a e, num momento em que ela estava perto do orgasmo, meti de repente metade do meu pau em seu ânus apertado, outro empurrão de quadril e entrei por completo, é claro que cortei o orgasmo dela, e Maite também recebeu uma penetração furiosa, agarrei o cabelo de Ana e virei sua cabeça, metendo minha língua o mais fundo possível em sua boca.Esteban:Para você não esquecer quem manda aqui.Ana:Você, meu amo, nós estamos aqui para servi-lo - disse entre sussurros, fazendo um grande esforço.
Em poucos segundos conseguimos nos coordenar e fazer nossa penetração mais prazerosa e profunda. Tudo foi muito gostoso, era como se nós três estivéssemos em sintonia, até acabei pegando na mão da Maite enquanto minha outra mão apertava o peito da Ana. Quase nos esquecemos da Rosa. A primeira a gozar foi Maite, enquanto Ana teve um orgasmo forte logo depois. Eu não gozei, as garotas se espalharam no chão.
Peguei a gordinha e levei para a cama, nos beijamos, apertei seus peitos e bebi seu gozo, era delicioso e ver aquelas moles de carne lançando um jato me deixou mais bruto do que já estava. Nossos sexos viraram um cachorro-quente, seus lábios vaginais eram o pão que envolvia minha linguiça, me movia lentamente enquanto não soltava suas maravilhosas mamas, a umidade de sua buceta encharcou até minhas bolas, essa mulher estava pronta para gozar.
Peguei o pote e coloquei mais lubrificante no meu pau, levei suas pernas para meus ombros e coloquei uma almofada embaixo da bunda dela, queria que ficasse na posição certa para não ter que me abaixar tanto. Fui enfiando o pau aos poucos no seu cu, era verdade que ela não era virgem, aliás, Ana e Maite eram mais apertadas que ela, mas foi prazeroso do mesmo jeito. Notei que não entrava tão fundo quanto eu queria.Esteban:Em quatro, sua puta, que eu quero arrombar bem o seu cu, pra você nunca esquecer o que é um macho de verdade.
Ela se pôs de quatro na cama e eu subi nela, nessa posição tive que empurrar meu pau pra baixo, aí sim entrei com mais força, como fazendo alavanca, e a profundidade era muito maior. Comecei uma metida e tirada violenta, ela já estava bem dilatada, então não foi problema. É maravilhosa a sensação de dar uma foda, e isso aumentou com a sensação de uma língua nas minhas bolas, uma língua que ia e vinha. Acho que descia até a buceta da Rosa, só podia ser a Maite, porque a Ana estava chupando a gordinha enquanto a beijava.
Muitos estímulos sensoriais e visuais, mais alguns segundos e minha porra inundou as entranhas da Rosa, que também não aguentou mais e gozou quase ao mesmo tempo que eu. Desmontei e minhas pernas estavam tremendo, mesmo tentando bancar o durão, não queria parecer muito afetado.Maite:Vem aqui, agora faz direito. - Pego Rosa pelos cabelos e a trago até meu pau, ela o lambe até deixá-lo limpo, tudo sob o olhar atento de Maite.
Ana trouxe um vinho branco bem gelado e bebemos, Rosa já tinha se acalmado um pouco e se cobriu com os lençóis, fiz sinal para Maite não dizer nada. Enquanto bebíamos em silêncio, comecei a acariciar a coxa de Rosa, suavemente, como se não fosse nada. Apontei para as garotas e fiz sinal de uma para a outra, ou seja, para trocarem a cinta, elas o fizeram imediatamente. Indiquei a Maite que lubrificasse o dildo, pedi o celular a Ana onde tinha o programa que controlava o vibrador dentro da cinta, e o coloquei em intensidade leve, puxei Ana para mim e a beijei, começamos a nos beijar loucamente enquanto acariciava seu corpo. Quando nos separamos, direcionei sua cabeça para que beijasse Rosa.Esteban:Vem cá, querido, monta em mim. - disse, deitando na cama.
Ana fez imediatamente e montou em mim, começamos a nos beijar, depois passei para o pescoço dela, olhei onde Maite estava e, movendo os lábios, disse o que ela tinha que fazer, ela executou exatamente como eu falei. Ela se posicionou atrás da prima, colocou o dildo na entrada do ânus dela e enfiou até o fundo, fazendo a maior força possível, exatamente o que eu tinha dito movendo meus lábios: arrebenta o cu dela. Ela estava enrabando com força, estava adorando, enquanto Ana soltou um grande grito com a penetração, Rosa chupava os peitos de Maite, mas em poucos segundos Ana chegou ao orgasmo com um grande gemido. Tivemos que tirá-la de cima de mim.Esteban:Deita agora, sua escrava. - indiquei à Maite.
Ela se deitou e Rosa montou nela, eu peguei o celular e coloquei a intensidade do vibrador no máximo, Maite reagiu na hora gemendo, eu me coloquei atrás de Rosa e penetrei seu ânus lentamente até o fundo, enquanto segurava seus peitos, para que ela arqueasse as costas e a penetração fosse mais profunda, Ana se posicionou atrás de mim e beijava meu pescoço e minhas costas, em dado momento os gemidos de Maite e Rosa eram como uma sirene, quando a gordinha começou a gozar jorraram jatos de porra de seus peitos molhando a Maite, ela também acabou enquanto tudo isso acontecia, eu senti o ânus se contraindo e me arrastando para um orgasmo também, foi espetacular.
Ainda transamos por mais duas horas, ficamos totalmente saciados de sexo, até que levei Rosa para casa, combinamos de repetir a experiência.
Ao voltar para casa eu precisava conversar com as garotas, e obrigá-las a parar de fazer essas coisas sem me consultar, senão poderiam me meter em problemas, até agora a coisa tinha dado certo. Mas o gado estava se rebelando. Quando cheguei, sentei todas na sala.Esteban:Eu não autorizei isso, e você - disse apontando para Ana - está se achando no direito de tomar decisões demais em meu nome. Isso pode trazer consequências graves, não só por causa do Juan Carlos, mas trazer um desconhecido para dentro de casa é algo muito sério. Imagina se agora ela diz que a sequestramos e que eu a violei, isso seria terrível para mim. - Ana era a mais afetada por essa bronca. - Sei que fizeram com boas intenções, ou porque estavam com muito tesão, mas temos que pensar antes, porque depois, quando já estamos pelados, o sangue não sobe para o cérebro.
Ana tentou falar, mas não deixei. Um olhar meu a silenciou completamente, e ela baixou a cabeça. Sentei-me em frente a elas, respirei fundo e me acalmei um pouco. Também baixei o tom de voz, que notei que tinha ficado um pouco alto. Se somar isso ao meu tamanho e ao fato de que costumo gesticular, fico parecendo mais agressivo do que quero.Esteban:Não é hora de desculpas, obviamente você gostou, mas essas coisas têm que ser feitas de outro jeito. Por isso vou dar um castigo para as duas: por um mês não poderão brincar sozinhas, e a partir de hoje eu vou dar permissão para terem um orgasmo, só se merecerem. Agora podem ir dormir no quarto de hóspedes, não estou com vontade de dormir com vocês.
Acho que foi a pior coisa que fiz com elas, não poder dormir juntas. Maite ficou triste, mas Ana estava quase chorando, meu coração partiu. E não é porque não tenha gostado do que aconteceu ou das decisões que a Ana tomava, mas porque ela não agia de forma racional, e sim por impulso. E naquele momento tínhamos mafiosos querendo nos machucar, a polícia com uma investigação, e ainda tinha sempre a chance de encontrar alguém querendo se aproveitar de você.
Outra coisa é que a Ana estava muito cheia de si ultimamente, e precisava ser colocada no seu lugar de uma vez. Tinha que mostrar pra ela quem manda de verdade, por mais que doesse me impor. Aí percebi que meus sentimentos por elas eram mais profundos do que eu pensava. Sabia que amava, mas amava como nunca amei ninguém.
Aquela noite foi difícil dormir, mas quando consegui, dormi como uma pedra, profundamente. Na manhã seguinte, Maite veio me acordar, tinham preparado minhas roupas como sempre. Chegando na cozinha, as duas estavam de pé e só meu café da manhã estava posto, esperavam para me servir.Esteban:Olha só, não quero que mude nada, e eu sei que amo elas, mas elas têm que entender o que eu disse, não quero que tomem decisões importantes sem me consultar, de resto estou contente com vocês e muito feliz, coloquem o café da manhã para vocês também na mesa.
Elas fizeram na hora, é como quando você perdoa um infiel e ele faz tudo na hora para se reconciliar. A Maite parecia mais solta, e mais relaxada com o que eu disse, mas a Ana continuava cabisbaixa, e desviava o meu olhar. Bom, ela entenderia no bem ou no mal. Fomos juntos para a empresa, a viagem foi em total silêncio, elas desceram do mesmo jeito embora a Maite tenha me dito.Maite:Que tenha um bom dia, amo.
Eu tinha bastante trabalho atrasado, até chegou a hora do almoço e não pude ir porque estava em videoconferência. Em um certo momento, a Maite entrou e me trouxe comida. Eu imaginava que era ideia da Ana, mas ela não se atrevia a trazer ela mesma, já estava entrando na linha. Agradeci à Maite e continuei com o meu trabalho. Um pouco antes de terminar o expediente, dei uma volta pela empresa e vi a Ana agindo normalmente com as meninas, escondendo tudo, com um sorriso no rosto.
Tudo isso se apagou ao subir na caminhonete para voltarmos para casa. Elas se dedicaram a limpar e depois me pediram permissão para sair para correr no parque que tem perto. Eu fui para a academia, queria deixá-las sozinhas. Eu tinha visto as câmeras, mas elas falam baixinho ou no pátio, então não consegui ouvir nada.
Voltei e elas tinham preparado o jantar, comemos novamente em silêncio, só a Maite de vez em quando me perguntava como estava tudo ou se eu precisava de mais alguma coisa. Ela estava bem, quase normal. A Ana não dizia nada, parecia um autômato fazendo todas as coisas e me servindo. Na hora de irmos dormir, elas estavam expectantes, não se atreviam a ir para o meu quarto, então tirei-as da dúvida.Esteban:Maite, por favor, me acompanha para dormir esta noite.
Ana sentiu o impacto e continuou de cabeça baixa, eu tinha o coração apertado, mas queria provar meu ponto, queria que ela percebesse que as decisões passavam por mim. Que nada era deixado ao acaso.
Fomos deitar, ficamos de conchinha, e eu fiquei brincalhão, passando meu pau entre sua buceta, enquanto beijava seu pescoço. Em alguns minutos notei a umidade naquela área, então penetrei. A buceta estava molhada, eu apertava seus peitos, mordia o lóbulo da orelha e descia lambendo seu pescoço. Queria ver se ela tinha aprendido e me obedeceria, notava como ela se segurava. Continuei devagar, desci minha mão e coloquei sobre seu clitóris, começando a massagear em movimentos circulares. Ela pegou o travesseiro e o mordeu, não conseguiu evitar que eu a fizesse gozar.
Esteban:Você pode gozar depois que eu gozar.
Na verdade, eu não estava longe de gozar, e quando gozei, a pobre da Maite se deixou levar. Mal passaram alguns segundos, ela desceu e limpou meu pau com a boca, e assim nós dormimos. A rotina se repetiu por mais dois dias: íamos trabalhar, voltávamos, eu me deitava com a Maite e transávamos. Em nenhum momento ela me decepcionou. Eu sabia que tudo isso estava afetando a Ana demais.
No terceiro dia, fui dormir com a Maite de novo, mas nós dois conversamos, e ela me contou que a Ana tinha pedido para ela me levar a comida e que dava conselhos para me agradar. Também falamos sobre o motivo da minha raiva, e ela mais ou menos entendeu tudo, porque tinha conversado com a prima dela. Então fui procurar a Ana no outro quarto. Ela estava sentada no chão, encostada na cama, olhando pela janela para fora, iluminada por uma luz fraca, lágrimas escorriam pela sua bochecha. Assim que me sentiu entrar, ela se levantou.Ana:Amo precisa de uma coisa.Esteban:Sim, preciso falar com você. Pode me dizer o que está acontecendo, o que você está sentindo agora? - ela hesitava em falar, titubeava até que se decidiu.Ana:Perdoa-me, amo, sei que não estive à altura das suas expectativas. Tomei decisões como se fosse a dona da casa e não como uma escrava. Aprendi a lição e, se o senhor decidir me desprezar ou me mandar embora, aceitarei e sempre ficarei grata a você.
O filme que essa mulher tinha feito... acho que não medi realmente as dimensões das minhas palavras ou atos. Como disse, estou dentro do espectro autista e algumas coisas me escapam.Esteban:Quem te disse que você não é a dona da casa? - disse, levantando seu rosto. - Você é a mulher que eu amo, mesmo que eu fique puto quando você toma decisões tão importantes sem me consultar, mas isso não quer dizer que vou deixar de te amar. No máximo, vou ficar bravo uns dias e te castigar, mas não vou te expulsar, bobona. Somos uma família, e eu sou o patriarca. Eu adoro do jeito que você é, só precisa me consultar nas coisas importantes. Entende, amor?Ana:Isso quer dizer que você ainda me ama, que não vai me deixar.
Esteban:Não, no máximo vou te engravidar, haha.
Não sei por que me veio dizer isso, mas o olhar dela ficou muito doce, nos aproximamos e nos beijamos, acabamos tirando a roupa e transando na posição papai e mamãe na cama. No dia seguinte, no café da manhã, voltei a conversar com as duas sobre o pequeno problema e que por uma discussão ou uma briga não era motivo para nos separarmos, então as coisas se acalmaram bastante, e já à tarde tudo tinha voltado ao normal entre nós.Os capítulos anteriores:
Parte 9
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Parte 8
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Parte 7
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Parte 6
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Parte 5
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Parte 4
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Parte 3
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Parte 2
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Parte 1
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