Boa noite, amigos do P! Depois de um longo sumiço, voltei com um conto novo. Tava me comportando, sem dar pinta de nada, vida decente. Mas não dava pra continuar assim por muito tempo, era mais que óbvio. Depois de tantos contos que postei, recebi várias mensagens com propostas, algumas até rolaram, muitas outras não deram certo porque não batia o horário. Mas teve um seguidor que insistiu tanto que tive que arrumar um tempo pra conhecê-lo. Vamos chamar ele de Santi (todos os nomes que uso são aleatórios, não uso nomes que comprometam ninguém). Santi é um moleque, passivo, de Garin, que me manda mensagens e fotos desde o primeiro conto que postei. Jovem, magro, pele morena, não muito alto, e com uma bunda linda! Nunca tínhamos conseguido marcar porque não achávamos lugar. Mas, por acaso, o Santi ficou com a casa vazia porque os pais dele viajaram e deixaram o neném tomando conta de tudo. Obviamente, ele me mandou uma mensagem me convidando pra "ver um filme". Não pude ir no mesmo dia do convite, mas no fim de semana seguinte fui pro encontro. O Santi era ainda mais gostoso pessoalmente, uma carinha de menina impressionante. Lábios carnudos, olhar de anjo, voz suave... Entrei e a primeira coisa que ele fez foi me oferecer algo pra beber, aceitei e ele apareceu com uma vodka, o moleque já começou suave. Bebemos um pouco, misturamos com speed. Pra minha surpresa, ele ficou bem molinho com o álcool, então logo começou a se soltar. Colocou música e me chamou pra dançar com ele... Aceitei, e sem enrolação ele grudou na minha pica e começou a roçar com a cintura, depois virou de costas e eu encostei tudo. Ele sentiu, porque nessa altura o bicho já tava acordando. Ele só sorriu e perguntou se eu ia dar ou se a gente continuava dançando. Sem pensar, peguei na minha e falei: "se você quer, tá aqui". O Santi se ajoelhou, pegou na minha e começou a chupar devagar. Esses lábios carnudos são o paraíso, ele chupa de um jeito único. Primeiro devagar, suave. E quando percebi, já tinha engolido tudo, até a garganta, sem respirar, e me olhando. Nos olhos... Isso me encanta! Dei uma bela surra de buceta naquela boquinha, me deixou louco. Depois de chupar ela um pouco, fomos pra sala onde tinha um sofá grande o suficiente pra fazer safadezas, o sofá onde os pais dela com certeza tomam chimarrão e veem séries. Peguei ela pela cintura e lentamente tirei a calça. Deixou aparecer a cock pequena mas gostosa, toda depilada, assim como a bunda minúscula. Uma raba linda que eu dei uma bela lambida, ela só gemia e pedia pra eu chupar bem o cuzinho, o que eu fiz. Quando aquela raba já tava dilatada e molhadinha, apoiei a cock e dei uns tapinhas. O neném pedia por favor pra eu meter de uma vez e partir ela ao meio. Introduzi lentamente minha cock na bundinha dela, ela só virava os olhos e mordia a boca. Quando já tava toda dentro, comecei a meter forte, sem piedade, era o que ela pedia. Dei uma fodida tão violenta que num momento ela pediu pra parar porque tava doendo o cu... Não parei nada, cuspi e arrebentei bem arrebentado. Ela pediu, eu cumpri! Parece que não doeu tanto assim, porque pedia mais e mais. Sentei no sofá, e ela subiu em cima de mim de frente. Pegou minha cock e enfiou na raba sozinha (amo quando fazem isso). Ela me deu uma cavalgada com aquele cuzinho que quase partiu minha cock. Me deixou tão excitado que, quando percebi o que tava rolando, já tinha enchido a raba dela de porra. Escorria tudo pelo cu. Quando tirei, a safada começou a chupar e tirar as últimas gotas. Chupou tão gostoso que em segundos deixou dura de novo. Coloquei ela de bruços e parti a raba dela outra vez, enfiei até o fundo, até não caber mais nada. Fiquei um tempo fodendo assim, até que pela segunda vez enchi a raba dela de porra. Até agora deve estar doendo a raba dela, mas não deve se arrepender e deve querer mais... E obviamente, vai ter mais. Espero que tenham gostado desse relato. Quem quiser ter o seu próprio já sabe, me chama no privado e a gente conversa. Tudo pode ser, se a gente quiser. Combinamos.
1 comentários - Volviendo a hacer desastre por zona norte, Garin.