Meus coleguinhas de trabalho

Oi, como vocês estão? Tô separada, moro num povoado pequeno. Parece que a notícia se espalha rápido num lugar desses, já tô meio acostumada a ouvir umas coisas, mas isso nunca tinha acontecido antes.Meus coleguinhas de trabalhoComo toda mulher que se separa, tive que arrumar um trampo, até aí tudo bem. Já tô há vários meses trabalhando, no começo todo mundo educado e respeitoso. Passou uma semana, duas semanas, e como em todo serviço, surgiu aquela resenha com os colegas. Numa quinta à noite, enquetaram no grupo quem ia e o que a gente ia comer. Tudo normal até aí. Quinta, 21h30, na casa de um colega pra comer ravióli no disco.trabalhoQuando cheguei, percebi que algo estava estranho: eu era a única garota com meus quatro colegas de trabalho. Pensei: "As minhas colegas devem estar chegando", mas não foi assim. O jantar estava pronto, mas nem sinal das minhas colegas. Então perguntei se as outras garotas vinham, e me disseram que não. Elas tinham outro compromisso. Juro pra vocês, senti uma vergonha terrível, era a única buceta no meio de quatro caras.fotos caseirasComemos sem problema nenhum. Depois da sobremesa, os caras sugeriram jogar um jogo de cartas. A regra era: quem tirasse um doze tinha que tirar uma peça de roupa ou cumprir um desafio. No começo, não vi nada de mais, achei normal. Passaram umas rodadas e eu fiquei só de calcinha e sutiã, igual a outros colegas. Tava morrendo de vergonha. Veio outra mão e eu escolhi um desafio. Foram legais e mandaram eu aumentar o volume do som. Fui lá, aumentei e voltei pra minha cadeira. Franco, meu colega, falou pra mim: "Que rabeta gostosa, hein, sua filha da puta. Com a roupa de trabalho não dá pra perceber.fotos amadorasBem, continuamos jogando. O Franco ficou completamente nu. Desculpa o que vou falar, mas o pau dele tava bem duro. De novo brincando: "Viu como você me deixa?" Só olhei pra ele e ri. Fim do papo. Jogamos mais algumas rodadas e todos os caras ficaram pelados. Última rodada e, que azar, eu perdi. Agora, prenda ou desafio. Olhei pra eles, pensei: não vão me ver nua. Foi pior, acho. Falei "desafio". "Ok", disse o Ezequiel. "Você tem que dar um beijo na cabeça da pica do Matías." Falei: "Gente, não é demais?" "Nada, é só um jogo.cu gostosoMe agachei e rápido dei um beijinho nela, heeee, não vale, a gente não viu nada. Se foderam, já fiz. Não seja trapaceira, a gente quer ver. Ajoelha, um deles me fala. Pra que vou me ajoelhar se só tenho que beijar ela? Mesmo assim me ajoelhei, dei um beijo rápido de volta, heeeee, passa a língua. Gente, não enche o saco, mas passei a língua rápido.colega de trabalhoNão, vadia. Eu abri a boca, eu meto. Ou para de encher o saco. Ficaram um tempão insistindo. Ok, falei, abri minha boca. Sem avisar, ele enfiou o pau dele até a garganta. Me segurou pela cabeça e não me deixava sair. Começou a meter e tirar da minha boca, eu não conseguia respirar. Só ouvia: "É assim que se faz, meu amor". Olhei pro lado, um colchão no chão. Falei pra eles, hahaha, nem me ouviram. Me colocaram de quatro no colchão. Quando fui me dar conta, tava rodeada por três picas enormes. O quarto atrás da minha bunda. Ouvi ele dizer: "Que vista gostosa. Já cansei de ver as tangas que você usa no trabalho. Você se abaixa e mostra tudo, sua puta. Como você nos provoca." Falei: "Eu não faço nada." "Cala a boca e chupa o pau dos seus colegas de trabalho." Comecei a chupar todos. Um entrava, outro saía, perdi a conta. De repente, começou a chupar meu cu. Só gemi e pensei: "Como ele sabe que eu amo isso?" Eu gemia e gozava. "Viu como você gosta, puta?" Ezequiel falou: "Vem, senta aqui." Ufff, pensei, só obedeci. Sentei no pau dele, todo babado e quente. Senti centímetro por centímetro até o fundo. "Por Deus", sussurrei.Meus coleguinhas de trabalhoNessa altura eu só gritava "me come, filho da puta", tava igual uma louca, chupava um e outro, chupava os ovos deles, igual uma desesperada. "Mas que companheira boa a gente arrumou", eles diziam, se revezavam pra me comer. Enquanto me comiam, senti um dedo no meu cu, não dei muita importância, ficaram assim por um tempo. Sem me falar nada, o Pablo tava enfiando o pau no meu cu enquanto eu tava por cima do Ezequiel. "Você gosta, putinha? Sabia que um dia ia comer essa bunda." Enquanto ele metia e tirava. "Filhos da puta", falei, "não era assim o jogo." Um pergunta pro outro: "Quer parar?" Falei: "Não, filhos da puta, não parem.trabalhoFicaram me comendo, sem parar provaram minha boca, minha buceta e meu cu. Um perguntou: "Onde você gosta de gozar?" "Onde vocês quiserem.fotos caseirasNo meu cu eu falei, que boa coleguinha de trabalho temos, meu deus, ainda por cima bem gostosa.fotos amadorasE aí ficamos todos deitados até as 6 da manhã.

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