Era sua terceira noite em Punta Cana. Martín achava que nada poderia superar o que já tinha vivido: sexo na praia, na hidromassagem, em todos os cantos da suíte. Mas Verónica sempre tinha um ás na manga. Naquela noite, ela o vestiu com uma camisa branca aberta no peito, corrente dourada e calça clara. Ela, por sua vez, se exibia com um vestido vermelho justo, sem calcinha, decote pronunciado e o perfume mais embriagador que conhecia.— Vamos jantar no restaurante do hotel — ela disse. — Mas não só eu e você. Quero que conheça alguém especial.
Quando chegaram, numa mesa com vista para o mar, uma mulher os esperava.
Lúcia.
Cabelo castanho escuro, liso. Olhos verdes, pele cor de canela, vestido preto de seda. Pernas cruzadas, sorriso felino.
— Então você é o famoso sugar baby — disse Lúcia, olhando-o de cima a baixo sem pudor. — A Verito não mentiu… você está uma delícia.
Martín corou, mas o calor entre suas pernas já o traía.
O jantar transcorreu entre olhares, taças de vinho e risadas de duplo sentido. Verónica acariciava sua coxa por baixo da mesa, enquanto Lúcia o observava com uma sobrancelha levantada, como uma caçadora impaciente.
Até que Verónica falou, com tom suave mas direto:
— Meu amor… quero dividir você esta noite. Lúcia é minha amiga, minha cúmplice. Quero ver você dar prazer a ela… e vê-la aproveitar você como eu aproveito. Topa?
Martín engoliu em seco, sua ereção já pulsava sob a mesa.
— Sim… mami.
Ambas sorriram. Era hora de voltar para a suíte.
Mal fecharam a porta, Lúcia não perdeu tempo. Aproximou-se de Martín e o beijou com fome, mordendo seu lábio, enquanto Verónica se sentava para observar do sofá.
— Quero experimentar o que você me prometeu — disse Lúcia, abaixando sua roupa e pegando seu pau com uma mão. — Mmm… macio. Como você gosta de deixar, hein, Vero?
— Você sabe, amiga. Gosto limpinho, obediente… e com fôlego.
Lúcia se ajoelhou e começou a chupá-lo com maestria. Verónica se tocava ao vê-la, excitada, satisfeita.
—Agora monta nele, Lu. É todo seu esta noite. E assim ela fez. Lúcia subiu nele, com os seios ao léu, cavalgando com força, com prazer de verdade, movendo-se como uma deusa selvagem. Martin gemía, suava, preso entre o desejo das duas mulheres. Verônica se aproximou, ajoelhou-se atrás dele e começou a acariciá-lo, a beijar seu pescoço. —Não esqueça de quem te trouxe ao paraíso —sussurrou—. Agora é sua vez de me dar minha parte. Ela tirou o pau da buceta de Lúcia e Verônica montou de costas, guiando direto para seu cu, enquanto Lúcia chupava suas bolas por baixo. —Porra…! —ofegou Martin, à beira do colapso. —Você gosta de ser compartilhado, bebê? —disse Verônica, cavalgando sem piedade—. Gosta de ter duas milf usando você como brinquedo? —Sim…! Adoro! Lúcia sentou-se ao seu lado, beijou-o enquanto Verônica se contorcia sobre ele. Os três terminaram ofegantes no tapete, nus, suados, tremendo. —E amanhã? —perguntou Lúcia, sorrindo—. Repetimos? Verônica acariciou o rosto de Martin e disse: —Só se meu bebê se comportar. Mas… com essa carinha… dá vontade de compartilhar ele com todas minhas amigas. Martin já não era só um sugar baby. Agora era o troféu particular… de duas mulheres insaciáveis.
A manhã em Punta Cana era perfeita. Sol brilhante, ondas suaves e um vento quente que parecia sussurrar promessas indecentes. Verônica e Martin caminhavam descalços pela orla, ela com um biquíni branco mínimo, óculos escuros e um pareô transparente que deixava ver seus quadris generosos se mexendo com uma graça felina. Ele ia ao lado dela, de mãos dadas, bronzeado e com a pele ainda sensível de tantas carícias. Tudo ia bem… até que ela apareceu. Uma garota jovem, morena, cabelo cacheado, corpo atlético, fio dental minúsculo e top apertado. Caminhou bem na frente deles, cumprimentou com um sorriso ao passar… e Martin olhou. Só alguns segundos. Mas foram suficientes. Verônica percebeu. Parou de repente.— Gostou? — perguntou com tom baixo, mas carregado de fogo.
— O quê? Não… só vi que—
— Não me engana. Te vi babando. Esqueceu que veio com sua mamãe.
Martin tentou se desculpar, mas já era tarde. Verônica o agarrou pelo braço com força, o guiou entre as pessoas, de volta ao hotel.
— Você vai aprender a não me faltar com respeito — murmurou entre dentes, enquanto caminhavam. — Ninguém olha pra outra quando está comigo. Ninguém.
Mal entraram na suíte, ela o empurrou contra a cama.
— Tira tudo. Agora.
Martin obedeceu. Ela tirou o pareô, o sutiã, subiu em cima dele sem mais palavras e o enfiou de uma só vez na buceta, úmida, quente, furiosa.
— Você gosta de olhar bundinhas novas, bebê? — rosnou enquanto começava a cavalgá-lo com força selvagem —. Quer algo novinho? Pois eu vou te deixar seco. Ela se movia como uma tempestade, quicando em seu pau, apertando-o com todo seu interior, fazendo-o gritar. Apertou seu peito com as unhas, mordeu seu pescoço.
— Ahhh! Mami…!
— Isso! Assim que eu gosto, fala.
E enquanto o montava com intensidade, começou a dar palmadas em seus testíbulos, controladas, excitantes, que o faziam estremecer ainda mais.
— Isso é para você aprender. Cada vez que olhar para outra, te castigo com mais prazer.
E te deixo sem alma.
— Perdão…! Só você, mami! Só você me deixa louco!
— Eu sei, bebê — disse sem parar —. Mas precisava te lembrar.
O ritmo aumentou. Os gemidos encheram o quarto. A água do chuveiro gotejava ao fundo. Ela o montava com raiva… e com amor escondido.
Quando Martín gozou, seu corpo se sacudiu debaixo dela, exausto. Verónica ofegava, o suor escorrendo entre os seios, as coxas úmidas, o olhar fixo nele.
— Quem é sua única mami?
— Você, Verónica! Você é tudo que eu quero.
Ela sorriu com fogo nos olhos. Inclinou-se, deu-lhe um beijo longo, lento, molhado.
— Então se comporte. Porque não pretendo te compartilhar.
E se fizer de novo…
não te castigo com ciúmes.
Te castigo com um dia inteiro de punições sexuais.
Martín engoliu seco. E sorriu.
— Acho que vou merecer de propósito…
Verónica riu, e o montou mais uma vez, desta vez… mais devagar, mais fundo, e mais seu do que nunca.
Martim continuava deitado na cama, pelado, com o peito ofegante e as coxas tremendo pelo castigo gostoso que Verônica tinha dado. Ela ainda montava seu torso, sentada sobre ele como uma rainha satisfeita, passando os dedos pelo seu abdômen suado. Silêncio. Até que Martim abriu a boca, ainda com a respiração ofegante.— Tenho uma dúvida…
— Sim, bebê?
— Por que você ficou tão louca só porque eu olhei uma bunda na praia… se você me compartilhou com a Lúcia?
Verônica semicerrou os olhos, sorriu para ele com uma sobrancelha levantada… e se inclinou para ele, a centímetros de sua boca.
— Ai, meu amor… — sussurrou — não é a mesma coisa.
— Como não é?
Ela pegou seu rosto com uma mão, firme, sem parar de olhá-lo.
— Com a Lúcia foi ideia minha. Eu tinha o controle. Eu convidei, eu dirigi, te vi curtir… com minha permissão.
— Mas na praia foi só um olhar…
— Exatamente! E não foi com minha permissão — disse ela, dando uma pequena palmadinha na virilha dele, só um tapinha que o fez estremecer —. Foi espontâneo, foi natural… e isso me irritou. Porque eu não podia controlar o que você pensou. E isso me deixa com tesão… e me deixa doida.
Martim engoliu seco, observando enquanto ela levava a mão até seu membro flácido, já se recuperando.
— Você está dizendo que… que isso te dá ciúmes de verdade?
Verônica começou a masturbá-lo lentamente, olhando direto nos seus olhos.
— Sim, seu lindo idiota. Eu gosto de você. E não só pelo seu corpo. Gosto de como você me olha quando eu gozo em cima de você. Como você diz “mamãe”. E se outra chegar a fazer você gemer assim… eu destruo ela.
Martim se ergueu um pouco, segurando-a pela cintura.
— Então não me compartilha mais.
Verônica sorriu.
— Mas eu sei que você adora quando eu faço isso.
— Pode ser… — respondeu ele, com um sorriso safado —, mas eu gosto mais quando você fica com ciúmes e me cavalga como se quisesse me matar de prazer.
Ela o beijou com força, voltando a mover o quadril lentamente sobre sua ereção.
— Quer que eu fique com mais ciúmes ainda?
— Sim, mamãe… faz isso. Me arrebenta de novo.
Verônica o guiou para dentro dela, fundo, apertando com força.
— Vou te deixar seco, gato.
E depois…
vou te marcar com meu perfume…
para que nenhuma putinha chegue perto de você.
E ela montou de novo. Furiosa. Apaixonada. Mais sua do que nunca.
O jato particular aterrissou em silêncio, suave, como se respeitasse o estado em que eles vinham. Verônica e Martín não tinham dormido em todo o voo de volta: entre taças de vinho, beijos profundos e carícias sob o cobertor, a tensão sexual se manteve acesa desde Punta Cana até a pista de pouso.Já dentro da caminhonete de luxo, a caminho da mansão, o silêncio entre eles era confortável. Verônica olhava pela janela, pensativa, com seus óculos escuros e um sorriso suave nos lábios.
Martín a olhava de soslaio, ainda com a pele ardendo de tudo que viveram naqueles dias. Até que ela quebrou o silêncio:
—Bebê… —disse, sem virar a cabeça—. Fiquei pensando no voo…
—É?
—Não vou mais te compartilhar.
Martín ficou imóvel. Ela tirou os óculos, olhou-o de frente, séria mas ardente.
—Aquilo com a Lucía foi um capricho. Queria testar se você gostava. E sim… você gostou. Mas acabou.
—Está com ciúmes de novo?
—Muito. —Verônica pegou sua mão e a levou entre suas pernas, que já estavam molhadas sob o vestido de viagem—. E quando fico com ciúmes… eu esquentô.
E quando eu esquentô… eu domino.
Martín sorriu. Gostava dessa versão dela. Selvagem. Donatária.
—Então… só seu?
—Só meu. —Acariciou seu rosto—. Sua boca, seu corpo, seu leite, seus gemidos. Tudo. Você me pertence.
E se alguma outra tentar provar você de novo… juro que deixo ela sem língua.
Martín se inclinou, beijou seu pescoço e sussurrou:
—Então sou todo seu, gata. De hoje em diante, sem mais ninguém.
Ela o olhou, com aquele brilho feroz nos olhos.
—Perfeito. Porque quando chegarmos… vou te marcar.
Não com fogo.
Com meu cheiro. Com meu mel. Com meu amor sujo.
Aquela noite, na mansão, não houve jogos compartilhados nem olhares alheios. Só Verônica. Só Martin. Ela o levou para a cama como se fosse seu altar. Beijou-o devagar. Montou-o com calma. Mordeu-lhe os mamilos. Fez dele seu de novo… sem pressa. Cavalgou-o suave no começo, como quem se reencontra com o que lhe pertence. Depois com mais força, mais molhada, mais selvagem. —Quem é sua dona?
—Você!
—Quem te esquenta como eu?
—Ninguém, gata!
Ela sorriu, lambeu seu peito, e enquanto o montava, acariciou-o entre as pernas com ternura… e autoridade.
— Então fala alto. — Verônica é a minha única mamãe! Minha deusa! Minha rainha!Ela veio gritando o nome dela, e ele... segundos depois, sentiu que se esvaziava dentro dela como nunca.
Verônica beijou sua testa, satisfeita. — Assim que eu gosto.
Marcado. Molhado. Amarrado a mim.
E o abraçou até o amanhecer.

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