156/1📑Mi Sugar Mami - Parte 1

156/1📑Mi Sugar Mami - Parte 1Martín tinha 21 anos, estava sem emprego fixo, sobrevivendo de bicos e favores. Morava num bairro de classe média, ajudando vizinhos a cortar grama, pintar grades ou passear com cachorros. Foi num desses serviços que conheceu Verônica, uma mulher de 43 anos, separada, elegante, sensual, e com um olhar que hipnotizava. Verônica não era como as outras senhoras do bairro. Sempre maquiada, roupa cara, perfume marcante. E olhava pra ele como quem observa uma sobremesa proibida.vadiaA primeira vez que ela ofereceu trabalho a ele foi para organizar umas caixas na garagem. Ela o fez suar por horas. Mas o que realmente o fez suar foi vê-la passando de um lado para o outro, de shortinho branco justo e um top sem sutiã que marcava seus mamilos.

Quando terminou, ela o convidou para tomar algo gelado. Sentaram-se na sala, e Martín notou que ela não tirava os olhos dele. Até que ela falou, sem rodeios.

— Você tá muito gostoso, Martín. Muito gostoso. E além disso… eu gosto de você.

Ele sorriu, um pouco nervoso.

— Obrigado, senhora Verônica.

— Não me chama de senhora — disse ela, cruzando as pernas devagar, mostrando um pouco mais —. Me chama de Vero… ou melhor ainda… sugar mommy.

Martín engasgou com o suco. Ela deu uma risada maliciosa.

— Você sabe o que é isso, né?

— Sei, mas…

— Não se preocupa, não sou uma louca. Mas eu tenho necessidades especiais. Gosto de ter alguém por perto… alguém jovem, com energia, obediente. Alguém que me esquente quando eu quiser, e em troca, eu te banco. Te ajudo a arrumar um trabalho de verdade, encho sua geladeira, e até coloco uma graninha no seu bolso. Tá interessado?

Martín não sabia se estava sonhando.

— A senhora… você tá falando sério?

Verônica se aproximou. Sentou no braço do sofá, e colocou a mão na perna dele, deslizando-a lentamente em direção à virilha.

— Muito séria, bebê. Mas se aceitar… tem regras.

— Que tipo de reglas?

— Nada de dizer não quando eu precisar de você. Nada de se apaixonar. E tem que me cuidar como se eu fosse sua rainha. Em todos os sentidos.

Enquanto falava, sua mão já acariciava sua ereção por cima da calça.

— Mmm… você tá mais que pronto. Isso quer dizer que aceita?

Martín não respondeu. Apenas assentiu.

— Ótimo — disse ela, abaixando o zíper e libertando seu pau —. Então vamos começar agora.

Ela se ajoelhou na frente dele, e começou a chupar seu pau como uma expert. Devagar, luxuriosa, fundo. Martín gemeu, se contorceu, nunca tinha sentido algo assim.

— Verônica…!

— Shhh… cala a boca, meu amor. Aproveita. Hoje começa sua nova vida. Depois ela se desnudou, corpo perfeito, peitos firmes, buceta depilada e subiu em cima dele, montou sem aviso, afundando o pau dele até o fundo de sua buceta madura e quente. —Ahhh, isso! É assim que eu gosto… forte, durinho, obediente… Ela cavalgou sem parar, suando, gemendo, com os peitos saltando na frente dele. Martín a segurou pela cintura, perdido, submetido ao prazer daquela mulher que o dominava. E quando acabaram, ela se limpou com um sorriso, sentou ao lado dele e disse: —Amanhã eu passo para te buscar. Vamos comprar roupas novas. Meu sugar baby tem que estar bem vestido se vai ficar ao meu lado. Martín só conseguiu acenar, ainda tremendo. Sua vida tinha mudado para sempre. E agora ele pertencia a ela. Verônica, sua sugar mommy… sua nova dona.milfNo dia seguinte, Verónica passou para buscar Martín em sua caminhonete de luxo. Ela o esperava com óculos escuros, um vestido justo cor creme, lábios vermelho fogo e aquele olhar que o derretia. Quando ele entrou, ela o cumprimentou com um beijo molhado e colocou um cartão preto em sua mão.

— Este é seu novo cartão. Tem um limite generoso. Vamos comprar roupas, tênis, o que você quiser. Hoje você vai parecer meu sugar baby oficial.

Martín não sabia se estava sonhando. Os minutos seguintes foram um filme: boutiques exclusivas, provadores privados, roupas que ele nunca tinha tocado na vida. Verónica o observava de um sofá enquanto ele desfilava, até que se aproximou por trás, em um dos provadores, e sussurrou em seu ouvido:

— Hoje você se veste como meu garoto… mas esta noite, você me despe como sua mamãe gostosa.

De volta à mansão, ela o levou direto para o quarto. Martín não conseguia parar de olhar o quarto enorme, os lençóis de seda, as luzes suaves, o perfume que envolvia ela… e que já o tinha viciado.

Verónica tirou o vestido sem pressa. Não estava usando nada por baixo.

— Vem cá, bebê… — sussurrou, sentando na beirada da cama, abrindo as pernas lentamente.

Ele se ajoelhou diante dela, beijando sua buceta, lambendo-a, adorando-a. Seu corpo maduro era firme, curvilíneo, viciante. E ela gemía suavemente, acariciando seu cabelo, guiando-o.

Depois, ela acariciou seu pau e começou a chupá-lo, e quando o tinha completamente duro na boca, o empurrou para a cama.

— Agora é minha vez.

Ela subiu sobre ele, esfregou seu pênis com seus lábios molhados, o deixou louco… mas ainda não o colocou dentro. Apenas roçava, tentava.

Até que, de repente, sem aviso, ela o enfiou em sua bunda.

Martín ofegou com força. Ela gemeu, fechando os olhos, agarrando-se ao seu peito.

— Você gosta, bebê? Gosta da minha bunda? — ofegou, começando a se mover lenta e profundamente.

— Verónica… é incrível!

— Não, meu amor… — ela o interrompeu, movendo-se mais rápido, cavalgando-o sem piedade —. Me chama de… mami. —Mami…! Ela sorriu, suada, dominante, selvagem. —Quem é sua mami agora? Quem te dá o cu, quem te faz gozar como nunca? —Você! Você, mami! —ele gritou, à beira do clímax. —Isso que eu queria ouvir. E ela cavalgou mais forte, como uma deusa selvagem, até que os dois explodiram num gemido profundo, longo, bestial. Caíram exaustos sobre os lençóis de seda, tremendo, respirando ofegantes. Verónica acariciou seu peito e disse com um sorriso satisfeito: —Agora é sua vez de preparar as malas. Este fim de semana… vamos para um resort em Punta Cana. Quero você bronzeado… e dentro de mim todos os dias.Relatos eroticosMartín não era mais um garoto perdido. Agora ele tinha uma dona. E adorava obedecê-la. Dois dias antes da viagem para Punta Cana, Verónica foi buscá-lo como sempre: na sua caminhonete de luxo, com óculos escuros, um conjunto de roupas esportivas justas que marcava cada curva, e aquele perfume que já era viciante para Martín.

— Pronto, bebê? Hoje é dia de te mimar um pouquinho — disse ela, acariciando sua perna enquanto dirigia.

Martín imaginou que fossem escolher roupas de banho ou algo do tipo, mas se surpreendeu quando estacionaram em frente a um centro de estética exclusivo.

— Aqui? — perguntou, desconcertado.

— Claro — ela sorriu, tirando os óculos. — Você vai me acompanhar numa sessão muito especial… e também vai ter a sua.

Martín engoliu seco.

— Minha?

— Sim, amor. Quero que você faça depilação. Peito, abdômen… e a virilha completa.

Ele ficou tenso. Não por pudor, mas pela mistura de surpresa e excitação.

— Tudo?

Verónica se aproximou e beijou seu pescoço, sussurrando com voz rouca:

— Quero você macio como eu. Para quando estivermos na praia e suados… tudo deslizar sem resistência. E quando estivermos na cama… não ter nada atrapalhando quando eu te lamber inteiro.

Martín sentiu um arrepio percorrer sua coluna.

Já dentro do salão, o levaram para uma sala privativa. Verónica entrou com ele.

— Ela vai ficar — avisou a esteticista —, tudo bem?

Martín assentiu. Verónica sentou numa cadeira, cruzou as pernas e se acomodou para assistir ao espetáculo.

Primeiro depilaram seu peito. Ela o observava como uma leoa orgulhosa, com um sorriso felino.

— Muito bem, bebê… ficou mais sexy do que imaginei.

Depois vieram as coxas. E finalmente, a esteticista abaixou a toalha, deixando sua ereção visível e exposta.

— Quer que eu continue?

Martín hesitou. Mas Verónica falou por ele.

— Sim, toda a região. Deixa bem limpinho. Completinho.

A esteticista assentiu, profissional. E Martín, embora um pouco nervoso, começou a ficar ainda mais excitado pelo olhar de Verónica, fixo nele, mordendo o lábio. lábio inferior. Quando terminou, Verónica se aproximou, passou a mão por seu ventre liso, descendo até roçar seus testículos já depilados. —Mmm… agora sim você está como eu gosto. Perfeito. Preparado. E completamente meu.
Beijou-o devagar, na boca, depois mais abaixo. Ele pensou que fariam algo ali mesmo, mas ela parou, mordendo seu lábio com malícia.
—Você se comportou muito bem, gatinho. Esta noite eu te recompenso com língua… e os dois buracos.
E em Punta Cana… você vai gozar tantas vezes que vai perder a conta.
Martín só pôde concordar, já duro de novo, já entregue.
Porque quando Verónica falava…
seu corpo obedecia.
Essa noite, Verónica não quis sair. Tinha preparado tudo em sua casa: luzes baixas, lençóis novos, música suave e um aroma de baunilha e couro que enchia seu quarto. Martín chegou depois de tomar banho, com o corpo ainda sensível da depilação, a pele macia, sem um único pelo.
Ela o recebeu com um roupão preto de renda e nada por baixo. Sorriu para ele como uma pantera faminta.
—Você veio tão limpinho… que dá vontade de te sujar.
Fez com que ele se sentasse na beirada da cama. Ajoelhou-se entre suas pernas e começou a beijá-lo desde os tornozelos, subindo devagar, deixando um rastro de saliva ardente até chegar à sua virilha, completamente lisa, exposta, delicada.
—Mmm… tão macia… como um doce sem embalagem.
E começou a lambê-lo. Primeiro os testículos, depois a base, até engoli-lo por completo com sua boca quente, profunda, faminta. Martín arqueava as costas, gemía, acariciava seu cabelo.
—Verónica… eu tô quase…
—Não, não, não —disse ela, parando bem na hora—. Agora eu quero te estrear como merece.
Empurrou-o com suavidade sobre a cama, montou nele, e guiou seu pau dentro de sua buceta quente e molhada. Ele deslizou sem resistência, gemendo de prazer.
—¡Mmm… assim… isso aí! Sente bem, bebê… sente todinha!
Cavalou-o com intensidade, com controle. Seu corpo se movia sobre ele com experiência, com desejo verdadeiro. Ele se inclinou, lambendo seu pescoço, sussurrando:
—Agora você é meu. Todo meu. Macio. Do jeitinho que eu gosto.
Martín se deixou levar, perdido entre sua pele, seus peitos, sua língua, sua umidade.muito gostosa—Verônica… eu vou gozar…!

Ela sorriu, apertando-o mais forte com seu interior.

—Goza, bebê… mas depois… eu quero você dentro de mim de novo.

E assim foi. Ele gozou com um gemido. Mas não houve descanso. Ela desceu pelo corpo dele com a boca, lambeu seu pau de novo, o fez endurecer novamente, e o montou pelo seu cu, lenta, dominante, com os olhos fixos nos dele.

—Você gosta da minha bunda, não é? Quem é sua mamãe agora?

—Você, mamãe… você é tudo!

Quando terminaram, suados, ofegantes, exaustos, adormeceram abraçados. Verônica com um sorriso completo, satisfeita.relatos quentesMas nem tudo havia acabado. Às 5h30 da manhã, o despertador a acordou. Ela se espreguiçou devagar e olhou para Martín dormindo. Tão jovem. Tão seu. Levantou-se, preparou um banho morno e voltou ao quarto. —Bebê… acorda. Temos um voo privado em três horas.

Mal Martín abriu os olhos quando sentiu os lábios dela de novo… em seu pau já limpo e macio, que começou a reagir na hora. —Verônica… você vai me matar…

Ela riu, sensual. —Não, amor. Só vou te deixar sem forças… pra você se render a mim no Caribe.

E o puxou pelo pênis até o chuveiro, onde os corpos se colaram sob a água quente, as mãos deslizaram, as bocas se buscaram, e a luxúria renasceu com o amanhecer. Punta Cana os esperava. E Verônica tinha planos. Muitos. Todos… indecentes.relatos pornoO hotel era de outro mundo: vista para o mar, palmeiras altas, serviço exclusivo e uma suíte tão luxuosa que Martín sentiu que estava caminhando dentro de um sonho. Janelões gigantes, cama king size com lençóis de algodão egípcio e um jacuzzi na varanda que parecia feito para o pecado. Assim que entraram, Verónica fechou as cortinas, empurrou ele na cama e se despiu com calma.
—É isso que eu te prometi, bebê —disse, desatando o laço do vestido—. Roupa cara, viagem luxuosa… e uma mamãe gostosa que não vai te deixar descansar.
Subiu nele pelada, beijando sua boca, seu peito depilado, descendo pelo abdômen, até chegar no pau já latejante. Lambeu ele inteiro, acariciou com os peitos e depois sentou no pau, enfiando até o fundo da buceta de uma só vez.
—Ahhh! Isso! Era assim que eu queria começar minhas férias! —gemeu, cavalgando ele com um ritmo lento mas profundo, dominante.
Martín gemeu debaixo dela, agarrando seus quadris, aproveitando aquele corpo maduro que o tinha hipnotizado. Verónica se inclinou e lambeu seu pescoço enquanto se movia:
—Isso só está começando, meu amor. Hoje você não dorme.
Gozaram juntos, com o som do mar ao fundo, enquanto os lençóis ficavam encharcados de suor e desejo.vadia milfHoras depois, caminharam pela praia privada do hotel. Ela com um pareô transparente e um biquíni mínimo; ele com o torso bronzeado, ainda marcado pelas suas unhas. Quando encontraram uma área isolada, Verónica olhou para ele com um sorriso felino.

—Deita de costas —ordenou, abaixando o pareô—. Vou te dar uma recompensa por me satisfazer tão bem.

Martín obedeceu. Ela se agachou, libertou seu pênis do short de banho e começou a chupá-lo ali mesmo, ao ar livre, com o mar como testemunha. Sua língua percorria cada parte do seu membro com maestria, enquanto o sol queimava sua pele.

—E se alguém nos ver? —perguntou ele, ofegante.

—Que olhem —disse ela, chupando com mais força—. Que vejam como eu te cuido bem.

Ela o deixou à beira do clímax, e justo quando ele estava prestes a gozar, ela montou nele de novo, deslizando em sua buceta com um gemido grave, rouco, profundo.

A areia, o sol, o mar, seus corpos colidindo… era uma cena de luxúria total. E os dois gozaram entre as ondas e o pecado.mamae gostosaAo cair da noite, com o céu estrelado sobre eles, voltaram à varanda da suíte.
—Para o jacuzzi —ordenou Verônica, já de roupão.
Martim entrou na água quente. Ela se juntou a ele nua, sentando-se sobre ele sem rodeios, envolvendo-o com as pernas, afundando-o lentamente novamente.
A água respingava, os corpos deslizavam um sobre o outro. Verônica o beijava enquanto se movia, gemendo baixinho, mordendo seu pescoço.
—Você gosta dessa vida, meu amor? Gosta que eu seja sua mamãe gostosa e quente?
—Eu adoro… —ofegou ele.
—Então aproveita… porque esta noite… não vou deixar você dormir.
E ela o cavalgou com força, com o som da água misturado aos seus gemidos, enquanto as estrelas brilhavam sobre eles… e o prazer não tinha fim.
Martim já não podia escapar.
Mas também não queria.
Porque ser o brinquedo de Verônica…
era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dele.156/1📑Mi Sugar Mami - Parte 1


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