Não me diz nada, só me ajeita pra ele, pra dar acesso àquele buraco que ele quer provar, desliza a língua pelas dobras do meu cu e eu começo a sentir prazer, sinto a língua dele entrando no meu rabo. — Chupa que gostoso é, chupa mais.


Com meus dedos, abro minhas nádegas, estico as dobras do meu esfíncter que vai se dilatando aos poucos pra dar acesso à língua dele, que entra naquele buraquinho, me chupa, me morde, me sente, amor, sente um pouco do prazer que você me faz sentir, quando eu tô dentro de você, quando te arrebento sem piedade. Ele enfia o dedo no meu cu dilatado e molhado da minha saliva e, enquanto me perfura com ele, eu levanto e volto a chupar a pica dele de novo. Quero que ele goze na minha boca, quero que exploda de prazer, quero me engasgar com porra quente. Continuo chupando, segurando a pica dele com a outra mão.
- Você é uma puta boqueteira, é minha puta boqueteira
- Mas buceta, me dá o gozo, sinto o pau dele batendo na minha garganta, como ele cresceu ao máximo, como abre minha boca e não sobra espaço pra mais nada, quero que ele goze, até que finalmente sinto o corpo dele tenso, e um gemido grosso que parece um rugido sai da garganta dele, com as mãos ele empurra minha cabeça pra baixo, enfiando mais fundo na minha boca, despejando rios de porra na minha garganta que me deixam sem ar, devagar vou afrouxando e tiro o pau dele da prisão da minha boca.
Olho pro rosto dele, os olhos fechados, parece que tá dormindo... mas não, hoje não vou me enganar, ele sabe mentir muito bem. Levanto devagar e dou um beijo suave nos lábios dele, que responde com uma certa preguiça. Quando me afasto do lado dele, ele pega minha mão e pergunta:
- Onde você vai?
- Pra cozinha, vou preparar algo pra gente jantar.
Ele me solta e fica descansando no sofá. Olho pra ele e não acredito que tenho um homem na minha casa, além do meu vizinho que já tinha me comido ali mesmo. Vou pra cozinha e preparo um café, uma salada, um bife grelhado. Enquanto preparo a janta, ele tá no sofá descansando pelado, com a pica meia dura, e eu totalmente nua na cozinha, só com a camisa dele vestida. Tô nessa quando sinto as mãos dele na minha cintura, subindo pros meus peitos e apertando eles. Agora não pulo mais assustada, parece que tô me acostumando. Só me encosto nele, toda dengosa, e esfrego minha bunda no pau dele que ainda tá dormindo. Pergunto:
- Tá com fome?
- Tô, um pouco.
- Vem, senta. Vou te servir a janta.
E começamos a conversar o básico: quem somos, o que fazemos. Os legumes ainda estão na mesa, os que não usei pra janta dele. Sentada do lado dele, só com a camisa dele vestida, ele pergunta:
- Por que você me tocou naquela noite?
- Não sei. Te vi na cama e me senti atraída por você.
- Gosto da sua bunda e como o uniforme fica em você, parece um rabão.
- E eu gosto dos seus lábios.
- Quer que eu te coma de novo?
- Quero, mas acho que seu amigo ainda precisa descansar.
- Tem outras opções.
- Sim, eu sei: suas mãos, sua boca.
Ele se aproxima de mim e me beija.
- Também tem "outras" opções.
- Ah, é? Do que você tá falando?
Sem me dizer mais nada, ele me puxa pra perto, me beija, abre a camisa e beija meus peitos de novo, morde, chupa, e descobre que essa é minha fraqueza, porque me faz gemer forte e me transforma. Ele enfia a mão entre minhas pernas e descobre que... Já tô me molhando de novo. Ele me senta na mesa e abre minhas pernas, pega uma cenoura que ainda tá na mesa e enfia com força na minha buceta, eu solto um grito de prazer e de susto, ele sorri com um brilho especial no olhar:
— Cê gosta, sua putinha?
— Mais, me dá mais
Com a cenoura na mão, ele me fode uma vez e outra, não sei o que me excita mais: saber que é um objeto comestível que ele enfia em mim, ou vê-lo fazendo de mim o que ele quiser, com aquele brilho de perversão no olhar, sabendo que eu também curto, porque não resisto, e a resposta do meu corpo é mais que óbvia. Ele me faz gemer de novo como uma puta, como a puta dele, morde meus peitos, deixa marcas neles, e eu sou feliz tendo ele assim na minha frente e por cima de mim, abrindo minhas pernas, tendo minha xereca, minha buceta à disposição dele…
— Enfio no teu cu?
Não consigo responder, ainda sinto um pouco de vergonha e pudor, mas ele sabe que meu silêncio é uma aceitação dos desejos dele. Então, sem mais delongas, me viro e me apoio na bancada, deixando meus peitos na mesa fria, que parecia muito gostosa com o contraste da minha pele quente. Levanto mais minha bunda e ele me puxa para a borda, deixando meu cu livre. Ele chupa minha buceta de novo, morde meu clitóris, e sinto ele deslizar o vegetal entre meus lábios até meu ânus. Enfia a cenoura na minha boca com a intenção de umedecer, mas não funciona direito, então ele pega o azeite e derrama uma quantidade generosa nos meus genitais, escorrendo até meu cu. Eu olho ele fazer o que quer de mim, e ele olha como estou aberta pra ele. Enfia a cenoura de novo na minha buceta e com força me come de novo em cima da mesa, enquanto com os dedos esfrega rápido meu clitóris. Não aguento mais, ele me faz gritar. Outro orgasmo me atinge convulsivamente e, bem no momento em que perco a razão, sinto a intrusão da pica enorme dele no meu cu e os dedos e a cenoura ocupando o vazio na minha buceta. Sinto ele me abrir sem piedade, grito de novo de dor, mas não paro ele. Até aquele ponto, ele só tinha me comido pelo cu, não tinha metido o pau na minha buceta, mas ainda assim me fazia chorar de prazer. Quero que ele continue. Com a cenoura na minha buceta, ele mexe em círculos, me dilatando mais. Sinto a vida escorrendo pelas mãos dele, e ele, de pé, olha o que faz, como eu me molho, como meu corpo responde aos desejos dele...


— Você é minha putinha, minha gostosa, quero que você goze de novo, quero que grite, quero que seja minha, quero que nunca me esqueça. Outro orgasmo? Não… não é outro orgasmo, é o mesmo que não parou desde que ele me subiu na mesa e começou a me comer, me mantém num único orgasmo que parece não ter fim. Te esquecer, não vai ser possível. Vence minha razão e meu corpo. Não sinto mais nada. Não sei em que momento ele parou e me deixou respirar. Sinto numa névoa minha buceta que ainda se contrai em espasmos. Sinto ele me beijando…
— Você tá bem?
— Mmmmm Não consigo falar, mas queria dizer que esperava por isso há muito tempo, que tinha feito tanta falta, e que sem saber encontrei nele exatamente o que precisava, que não quero que ele vá… Ele levanta meu corpo nos braços, me carrega até o quarto, a cozinha e a sala estavam cheias dos meus suquinhos e na sala ficaram a calça dele, a cueca, minha calça, minha camisa e minha calcinha fio dental, e na cozinha a camisa dele. Ele me deita na cama e sinto o calor dele ao meu lado, me abraça e ficamos deitados nus, abraçados e exaustos.
— Fica pra dormir comigo hoje.
— Você mora sozinha?
— Não, com minha mãe, mas ela não liga de você estar aqui.
— E se ela ficar brava?
— Não, juro que não, fica aqui e vamos descansar pra transar de novo.
Caímos no sono nus na minha cama, umas meia hora depois acordamos, ainda abraçados. Comecei a beijar ele e acariciar o pau dele, senti ele endurecendo de novo, e ele se levantou da cama e me puxou pelas pernas até a beirada pra me posicionar. Ele ficou por cima de mim, pegou o pau dele e passou por cima da minha buceta, eu suspirava, gemia, implorava pra sentir meu homem dentro de mim, pedia pra ele me penetrar, pra não me castigar, pra fazer logo, eu já não tinha mais juízo nem preocupação, só passava pela minha cabeça o tesão do meu corpo e não existia mais nada. Pedi pra ele meter na minha buceta, que eu queria sentir ali, ele levantou minhas pernas e colocou de lado do corpo dele. O corpo dele se inclinou mais pra cima de mim, ele me beijou com um beijo intenso, a língua dele percorrendo toda a minha boca enquanto começava a me penetrar. Eu arqueei as costas de tanto prazer e do tamanho daquele pau, abracei ele cravando as unhas nas costas dele. Percebi e pedi desculpa, ele disse pra eu não me preocupar e foi me penetrando devagarzinho.
Caralho, esse pau era enorme, mas conseguiu entrar inteiro, bom, já tinha entrado no meu cu, com mais razão na minha buceta. Meu homem parou e eu, inconscientemente, comecei a me mexer pra aproveitar aquele pau gostoso. Meu homem disse: "Calma, princesa, deixa eu fazer minha parte", e ele começou num vai e vem glorioso de mete e tira, que roçava toda a minha parede vaginal, arrancando gemidos e gritos quando chegava no fundo do meu ser. Não demorou muito até eu não aguentar mais e gozei num orgasmo que durou 30 segundos, enquanto meu homem apertava meus peitos e segurava meu pescoço. Me recompus e, ainda dentro de mim, ele se levantou, me erguendo num abraço. Sem sair de dentro de mim, me beijou e sentou na cama, ficando eu sentada em cima dele. Eu disse: "Agora espera, meu amor, é minha vez de te dar prazer", e comecei a me mexer de frente pra trás num ritmo acelerado, às vezes lento, e às vezes me levantava pra cima pra enfiar o pau dele de novo dentro de mim. Minhas mãos no peito dele acariciavam enquanto ele dizia que eu o enlouquecia e que não queria me largar, que queria que eu fosse só dele e de mais ninguém. Eu disse que ele tinha se tornado meu homem e que ninguém nunca me fez gozar com tanta intensidade quanto ele, enquanto eu dava sentadas no pau dele.
Depois de um momento, ele começou a meter mais rápido, me abraçou forte e logo gozou dentro de mim. Senti um jato quente forte lá dentro e, na sequência, tive outro orgasmo, caindo no peito dele, cansada e extasiada de tanto prazer. Ficamos assim por um tempo, eu no colo dele descansando, conversando sobre o quanto a gente tinha aproveitado gostoso há pouco, eu em cima dele, deitada no peito dele, com o pau dele dentro de mim cuspindo porra na minha barriga. Nesse exato momento, meu celular tocou e, para minha surpresa, era o cara com quem eu estava saindo, quase meu namorado, me ligando para dizer que tinha ido me buscar no trabalho e que estava do lado de fora do hospital. Ainda recuperando o fôlego, falei que tinha saído mais cedo e que, para não atrapalhar, tinha ido para casa descansar, e que a gente se via depois. Desliguei sem mais. Eu tinha mentido pro meu namorado e não me importei, e ainda tinha transado com um homem de pau muito gostoso, um homem que tinha o dobro da minha idade. Naquele momento, me senti muito confusa e, de repente, lá estávamos nós dois pelados, ele me abraçou e disse que estava maravilhado comigo, que não queria me deixar e que, a partir daquele momento, eu era a mulher dele e ele, meu homem. Na hora, esqueci do meu namorado e a gente se beijou. Eu queria mais. E assim, de pé, pelados, comecei a masturbar ele. No começo, o pau dele estava meio mole, mas com a massagem da minha mão, ele ficou duro de novo. Abracei ele pelo pescoço, ele me pegou pelas nádegas e me levantou para me colocar de novo na cama. Sem me soltar, me deitou na cama, se levantou e me olhou por alguns segundos. Aproveitei para me ajoelhar na cama e pedi para ele chegar perto. Peguei o pau dele e comecei a chupar sem mais. Ele me pegou pelo cabelo, fez um rabo de cavalo com as mãos e foi guiando os movimentos da minha cabeça em direção ao pau dele. Me engasgou por alguns segundos, enfiando o pau até o fundo da minha garganta.
Ele se afastou na hora e com as mãos me mandou virar de costas, de quatro, e eu obedeci, levantei a bunda pra ele e encostei a cabeça no colchão. Ele passou a língua no meu cu. Já tava sentindo muita dor no cu, mas queria mais pica e fechei os olhos. Ele começou a beijar minhas nádegas e com as mãos acariciar a parte de fora do meu cu, aí senti a língua dele fazendo círculos no meu ânus. Eu gemia de olhos fechados, enquanto ele com uma mão acariciava meus lábios da buceta e meu clitóris, e com a língua continuava me abrindo no meu buraco anal. Eu seguia gemendo e aproveitando. De repente, senti um dedo entrando devagar no meu cu, depois dois, e ele tinha todo cuidado ao entrar e sair. Acho que era porque sabia que, depois de ter arrombado minha bunda, eu tava sensível. Ele falou: "Já tá pronta, meu amor", e esse era o sinal de que ia me penetrar de novo no cu. A ponta começou a entrar e, aos poucos, foi empurrando até minha cavidade se acoplar de novo ao pau dele. Eu sentia dor e prazer ao mesmo tempo, adorava aquela sensação, amo anal. "Já te dei chance de se recuperar, então vou detonar tua bunda", e ele começou a se mexer dentro de mim. De repente, a dor virou mais prazer e eu pedia mais: "Mete mais, que gostoso, meu amor, que gostoso, sou sua mulher, sua putinha, vou fazer tudo que você mandar, sempre. Isso, papai, mete." Ele batia na minha bunda, que longe de doer ou incomodar, me deixava louca. Eu, com a cabeça no colchão e o olhar no meu homem, peguei minha mão direita e comecei a estimular minha buceta. A gente tava tão extasiado transando que não ouvimos quando minha mãe entrou. Eu continuava gemendo e ele me dando tapas na bunda, quando de repente a porta abre e vejo minha mãe, e ela me vê de quatro com a pica daquele homem no meu cu. Ele, ao ver ela, se assustou tanto que saiu do meu cu e ficou parado olhando, com aquela pica enorme dura, hahaha, e eu de quatro, escorrendo esperma dele pelos meus dois buracos. Minha mãe só pediu: Pediu desculpas e fechou a porta, claro, sem antes dar uma olhada no pacote do meu macho pra ver a qualidade que tava recebendo lá dentro. Ele disse que precisava ir, mas eu falei não, minha mãe não se importa. Ele perguntou de novo se eu tinha certeza, e eu respondi sim, continua me comendo. Me ajeitei de novo e ele enfiou o pau dele no meu cu de novo, começou a bombar mais forte, e eu continuei gemendo. Ele tentava me calar, falando "sua mãe tá aí", mas eu dizia que não tinha nada de errado, ela também sai com homens e acho que também levam ela assim, não vejo por que a filha não pode dar a bunda e ser detonada. Pra isso que tenho buceta, querido, pra usar e dar prazer. A gente continuou por um bom tempo até ele gozar dentro de mim, na minha buceta. Ele beijou minhas costas, saiu de dentro de mim e se deitou do meu lado, me abraçando contra o peito dele. Ficamos assim por um tempão, até cairmos no sono, completamente pelados e suados, eu com minha buceta e meu cu cheios de porra. Continua...



Com meus dedos, abro minhas nádegas, estico as dobras do meu esfíncter que vai se dilatando aos poucos pra dar acesso à língua dele, que entra naquele buraquinho, me chupa, me morde, me sente, amor, sente um pouco do prazer que você me faz sentir, quando eu tô dentro de você, quando te arrebento sem piedade. Ele enfia o dedo no meu cu dilatado e molhado da minha saliva e, enquanto me perfura com ele, eu levanto e volto a chupar a pica dele de novo. Quero que ele goze na minha boca, quero que exploda de prazer, quero me engasgar com porra quente. Continuo chupando, segurando a pica dele com a outra mão.
- Você é uma puta boqueteira, é minha puta boqueteira - Mas buceta, me dá o gozo, sinto o pau dele batendo na minha garganta, como ele cresceu ao máximo, como abre minha boca e não sobra espaço pra mais nada, quero que ele goze, até que finalmente sinto o corpo dele tenso, e um gemido grosso que parece um rugido sai da garganta dele, com as mãos ele empurra minha cabeça pra baixo, enfiando mais fundo na minha boca, despejando rios de porra na minha garganta que me deixam sem ar, devagar vou afrouxando e tiro o pau dele da prisão da minha boca.

Olho pro rosto dele, os olhos fechados, parece que tá dormindo... mas não, hoje não vou me enganar, ele sabe mentir muito bem. Levanto devagar e dou um beijo suave nos lábios dele, que responde com uma certa preguiça. Quando me afasto do lado dele, ele pega minha mão e pergunta: - Onde você vai?
- Pra cozinha, vou preparar algo pra gente jantar.
Ele me solta e fica descansando no sofá. Olho pra ele e não acredito que tenho um homem na minha casa, além do meu vizinho que já tinha me comido ali mesmo. Vou pra cozinha e preparo um café, uma salada, um bife grelhado. Enquanto preparo a janta, ele tá no sofá descansando pelado, com a pica meia dura, e eu totalmente nua na cozinha, só com a camisa dele vestida. Tô nessa quando sinto as mãos dele na minha cintura, subindo pros meus peitos e apertando eles. Agora não pulo mais assustada, parece que tô me acostumando. Só me encosto nele, toda dengosa, e esfrego minha bunda no pau dele que ainda tá dormindo. Pergunto:
- Tá com fome?
- Tô, um pouco.
- Vem, senta. Vou te servir a janta.
E começamos a conversar o básico: quem somos, o que fazemos. Os legumes ainda estão na mesa, os que não usei pra janta dele. Sentada do lado dele, só com a camisa dele vestida, ele pergunta:
- Por que você me tocou naquela noite?
- Não sei. Te vi na cama e me senti atraída por você.
- Gosto da sua bunda e como o uniforme fica em você, parece um rabão.
- E eu gosto dos seus lábios.
- Quer que eu te coma de novo?
- Quero, mas acho que seu amigo ainda precisa descansar.
- Tem outras opções.
- Sim, eu sei: suas mãos, sua boca.
Ele se aproxima de mim e me beija.
- Também tem "outras" opções.
- Ah, é? Do que você tá falando?
Sem me dizer mais nada, ele me puxa pra perto, me beija, abre a camisa e beija meus peitos de novo, morde, chupa, e descobre que essa é minha fraqueza, porque me faz gemer forte e me transforma. Ele enfia a mão entre minhas pernas e descobre que... Já tô me molhando de novo. Ele me senta na mesa e abre minhas pernas, pega uma cenoura que ainda tá na mesa e enfia com força na minha buceta, eu solto um grito de prazer e de susto, ele sorri com um brilho especial no olhar:
— Cê gosta, sua putinha?
— Mais, me dá mais
Com a cenoura na mão, ele me fode uma vez e outra, não sei o que me excita mais: saber que é um objeto comestível que ele enfia em mim, ou vê-lo fazendo de mim o que ele quiser, com aquele brilho de perversão no olhar, sabendo que eu também curto, porque não resisto, e a resposta do meu corpo é mais que óbvia. Ele me faz gemer de novo como uma puta, como a puta dele, morde meus peitos, deixa marcas neles, e eu sou feliz tendo ele assim na minha frente e por cima de mim, abrindo minhas pernas, tendo minha xereca, minha buceta à disposição dele…
— Enfio no teu cu?
Não consigo responder, ainda sinto um pouco de vergonha e pudor, mas ele sabe que meu silêncio é uma aceitação dos desejos dele. Então, sem mais delongas, me viro e me apoio na bancada, deixando meus peitos na mesa fria, que parecia muito gostosa com o contraste da minha pele quente. Levanto mais minha bunda e ele me puxa para a borda, deixando meu cu livre. Ele chupa minha buceta de novo, morde meu clitóris, e sinto ele deslizar o vegetal entre meus lábios até meu ânus. Enfia a cenoura na minha boca com a intenção de umedecer, mas não funciona direito, então ele pega o azeite e derrama uma quantidade generosa nos meus genitais, escorrendo até meu cu. Eu olho ele fazer o que quer de mim, e ele olha como estou aberta pra ele. Enfia a cenoura de novo na minha buceta e com força me come de novo em cima da mesa, enquanto com os dedos esfrega rápido meu clitóris. Não aguento mais, ele me faz gritar. Outro orgasmo me atinge convulsivamente e, bem no momento em que perco a razão, sinto a intrusão da pica enorme dele no meu cu e os dedos e a cenoura ocupando o vazio na minha buceta. Sinto ele me abrir sem piedade, grito de novo de dor, mas não paro ele. Até aquele ponto, ele só tinha me comido pelo cu, não tinha metido o pau na minha buceta, mas ainda assim me fazia chorar de prazer. Quero que ele continue. Com a cenoura na minha buceta, ele mexe em círculos, me dilatando mais. Sinto a vida escorrendo pelas mãos dele, e ele, de pé, olha o que faz, como eu me molho, como meu corpo responde aos desejos dele...


— Você é minha putinha, minha gostosa, quero que você goze de novo, quero que grite, quero que seja minha, quero que nunca me esqueça. Outro orgasmo? Não… não é outro orgasmo, é o mesmo que não parou desde que ele me subiu na mesa e começou a me comer, me mantém num único orgasmo que parece não ter fim. Te esquecer, não vai ser possível. Vence minha razão e meu corpo. Não sinto mais nada. Não sei em que momento ele parou e me deixou respirar. Sinto numa névoa minha buceta que ainda se contrai em espasmos. Sinto ele me beijando… — Você tá bem?
— Mmmmm Não consigo falar, mas queria dizer que esperava por isso há muito tempo, que tinha feito tanta falta, e que sem saber encontrei nele exatamente o que precisava, que não quero que ele vá… Ele levanta meu corpo nos braços, me carrega até o quarto, a cozinha e a sala estavam cheias dos meus suquinhos e na sala ficaram a calça dele, a cueca, minha calça, minha camisa e minha calcinha fio dental, e na cozinha a camisa dele. Ele me deita na cama e sinto o calor dele ao meu lado, me abraça e ficamos deitados nus, abraçados e exaustos.
— Fica pra dormir comigo hoje.
— Você mora sozinha?
— Não, com minha mãe, mas ela não liga de você estar aqui.
— E se ela ficar brava?
— Não, juro que não, fica aqui e vamos descansar pra transar de novo.
Caímos no sono nus na minha cama, umas meia hora depois acordamos, ainda abraçados. Comecei a beijar ele e acariciar o pau dele, senti ele endurecendo de novo, e ele se levantou da cama e me puxou pelas pernas até a beirada pra me posicionar. Ele ficou por cima de mim, pegou o pau dele e passou por cima da minha buceta, eu suspirava, gemia, implorava pra sentir meu homem dentro de mim, pedia pra ele me penetrar, pra não me castigar, pra fazer logo, eu já não tinha mais juízo nem preocupação, só passava pela minha cabeça o tesão do meu corpo e não existia mais nada. Pedi pra ele meter na minha buceta, que eu queria sentir ali, ele levantou minhas pernas e colocou de lado do corpo dele. O corpo dele se inclinou mais pra cima de mim, ele me beijou com um beijo intenso, a língua dele percorrendo toda a minha boca enquanto começava a me penetrar. Eu arqueei as costas de tanto prazer e do tamanho daquele pau, abracei ele cravando as unhas nas costas dele. Percebi e pedi desculpa, ele disse pra eu não me preocupar e foi me penetrando devagarzinho.

Caralho, esse pau era enorme, mas conseguiu entrar inteiro, bom, já tinha entrado no meu cu, com mais razão na minha buceta. Meu homem parou e eu, inconscientemente, comecei a me mexer pra aproveitar aquele pau gostoso. Meu homem disse: "Calma, princesa, deixa eu fazer minha parte", e ele começou num vai e vem glorioso de mete e tira, que roçava toda a minha parede vaginal, arrancando gemidos e gritos quando chegava no fundo do meu ser. Não demorou muito até eu não aguentar mais e gozei num orgasmo que durou 30 segundos, enquanto meu homem apertava meus peitos e segurava meu pescoço. Me recompus e, ainda dentro de mim, ele se levantou, me erguendo num abraço. Sem sair de dentro de mim, me beijou e sentou na cama, ficando eu sentada em cima dele. Eu disse: "Agora espera, meu amor, é minha vez de te dar prazer", e comecei a me mexer de frente pra trás num ritmo acelerado, às vezes lento, e às vezes me levantava pra cima pra enfiar o pau dele de novo dentro de mim. Minhas mãos no peito dele acariciavam enquanto ele dizia que eu o enlouquecia e que não queria me largar, que queria que eu fosse só dele e de mais ninguém. Eu disse que ele tinha se tornado meu homem e que ninguém nunca me fez gozar com tanta intensidade quanto ele, enquanto eu dava sentadas no pau dele.
Depois de um momento, ele começou a meter mais rápido, me abraçou forte e logo gozou dentro de mim. Senti um jato quente forte lá dentro e, na sequência, tive outro orgasmo, caindo no peito dele, cansada e extasiada de tanto prazer. Ficamos assim por um tempo, eu no colo dele descansando, conversando sobre o quanto a gente tinha aproveitado gostoso há pouco, eu em cima dele, deitada no peito dele, com o pau dele dentro de mim cuspindo porra na minha barriga. Nesse exato momento, meu celular tocou e, para minha surpresa, era o cara com quem eu estava saindo, quase meu namorado, me ligando para dizer que tinha ido me buscar no trabalho e que estava do lado de fora do hospital. Ainda recuperando o fôlego, falei que tinha saído mais cedo e que, para não atrapalhar, tinha ido para casa descansar, e que a gente se via depois. Desliguei sem mais. Eu tinha mentido pro meu namorado e não me importei, e ainda tinha transado com um homem de pau muito gostoso, um homem que tinha o dobro da minha idade. Naquele momento, me senti muito confusa e, de repente, lá estávamos nós dois pelados, ele me abraçou e disse que estava maravilhado comigo, que não queria me deixar e que, a partir daquele momento, eu era a mulher dele e ele, meu homem. Na hora, esqueci do meu namorado e a gente se beijou. Eu queria mais. E assim, de pé, pelados, comecei a masturbar ele. No começo, o pau dele estava meio mole, mas com a massagem da minha mão, ele ficou duro de novo. Abracei ele pelo pescoço, ele me pegou pelas nádegas e me levantou para me colocar de novo na cama. Sem me soltar, me deitou na cama, se levantou e me olhou por alguns segundos. Aproveitei para me ajoelhar na cama e pedi para ele chegar perto. Peguei o pau dele e comecei a chupar sem mais. Ele me pegou pelo cabelo, fez um rabo de cavalo com as mãos e foi guiando os movimentos da minha cabeça em direção ao pau dele. Me engasgou por alguns segundos, enfiando o pau até o fundo da minha garganta.
Ele se afastou na hora e com as mãos me mandou virar de costas, de quatro, e eu obedeci, levantei a bunda pra ele e encostei a cabeça no colchão. Ele passou a língua no meu cu. Já tava sentindo muita dor no cu, mas queria mais pica e fechei os olhos. Ele começou a beijar minhas nádegas e com as mãos acariciar a parte de fora do meu cu, aí senti a língua dele fazendo círculos no meu ânus. Eu gemia de olhos fechados, enquanto ele com uma mão acariciava meus lábios da buceta e meu clitóris, e com a língua continuava me abrindo no meu buraco anal. Eu seguia gemendo e aproveitando. De repente, senti um dedo entrando devagar no meu cu, depois dois, e ele tinha todo cuidado ao entrar e sair. Acho que era porque sabia que, depois de ter arrombado minha bunda, eu tava sensível. Ele falou: "Já tá pronta, meu amor", e esse era o sinal de que ia me penetrar de novo no cu. A ponta começou a entrar e, aos poucos, foi empurrando até minha cavidade se acoplar de novo ao pau dele. Eu sentia dor e prazer ao mesmo tempo, adorava aquela sensação, amo anal. "Já te dei chance de se recuperar, então vou detonar tua bunda", e ele começou a se mexer dentro de mim. De repente, a dor virou mais prazer e eu pedia mais: "Mete mais, que gostoso, meu amor, que gostoso, sou sua mulher, sua putinha, vou fazer tudo que você mandar, sempre. Isso, papai, mete." Ele batia na minha bunda, que longe de doer ou incomodar, me deixava louca. Eu, com a cabeça no colchão e o olhar no meu homem, peguei minha mão direita e comecei a estimular minha buceta. A gente tava tão extasiado transando que não ouvimos quando minha mãe entrou. Eu continuava gemendo e ele me dando tapas na bunda, quando de repente a porta abre e vejo minha mãe, e ela me vê de quatro com a pica daquele homem no meu cu. Ele, ao ver ela, se assustou tanto que saiu do meu cu e ficou parado olhando, com aquela pica enorme dura, hahaha, e eu de quatro, escorrendo esperma dele pelos meus dois buracos. Minha mãe só pediu: Pediu desculpas e fechou a porta, claro, sem antes dar uma olhada no pacote do meu macho pra ver a qualidade que tava recebendo lá dentro. Ele disse que precisava ir, mas eu falei não, minha mãe não se importa. Ele perguntou de novo se eu tinha certeza, e eu respondi sim, continua me comendo. Me ajeitei de novo e ele enfiou o pau dele no meu cu de novo, começou a bombar mais forte, e eu continuei gemendo. Ele tentava me calar, falando "sua mãe tá aí", mas eu dizia que não tinha nada de errado, ela também sai com homens e acho que também levam ela assim, não vejo por que a filha não pode dar a bunda e ser detonada. Pra isso que tenho buceta, querido, pra usar e dar prazer. A gente continuou por um bom tempo até ele gozar dentro de mim, na minha buceta. Ele beijou minhas costas, saiu de dentro de mim e se deitou do meu lado, me abraçando contra o peito dele. Ficamos assim por um tempão, até cairmos no sono, completamente pelados e suados, eu com minha buceta e meu cu cheios de porra. Continua...
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