Mamada

MamadaA primeira mamada que uma coroa me deu. Uma vizinha viúva que me babava desde meus 18 anos me deu uma mamada que mudou minha vida e marcou o começo de uma aventura safada. Oi, vou me apresentar, meu nome é Enrique, hoje tenho 33 anos, mas o fato que vou contar aconteceu quando fiz 18 anos em 2010. Nasci e morei até o nascimento do meu filho num bairro de classe média da América Latina, não vou especificar de qual país. Minha família foi uma das primeiras a se estabelecer na área, então éramos conhecidos no bairro. Devo ter uns 9 anos quando lembro que um casal veio morar na rua, alguns anos mais novos que meus pais, mas sem filhos. Essa senhora, que vamos chamar de "Laura", tinha um corpaço, era magra, com pouca peita mas uma bunda enorme. O rosto era simpático e ela sempre era educada com a gente, que na época éramos crianças. Os anos passaram e esse casal era os vizinhos que sempre ajudavam, se davam bem com todo mundo, eram legais, às vezes organizavam festas pro Dia das Crianças e coisas assim. Com o tempo, meus vizinhos e eu fomos sendo atraídos pela beleza dessa coroa. Naquela época, a gente alugava um filme pornô numa loja de um primo mais velho de um amigo e assistia na minha casa quando não tinha ninguém, feito uns moleques. A gente zoava que a atriz do filme era a Laura e caía na risada. Mas um acontecimento marcou um ponto na minha fixação por ela. Como eu disse, a Laura não conseguia engravidar. Então, numa ocasião em que o marido dela e meu pai se encontraram na festa do batizado do meu irmão mais novo, entre uma conversa e outra, o cara disse: "Compadre, eu tento muito ter filho com a minha mulher, mas não rola. A gente transa até três vezes por dia, gozo dentro dela e nada do moleque vingar." Quando ouvi aquilo, transformei ela na protagonista das minhas punhetas de manhã e de noite. Quando via ela saindo com o marido, imaginava se já tinham transado naquele dia e como eu queria ser a vez. o sortudo do marido pra comer ela, assim passou o ensino médio inteiro, 13, 14, 15, 16 anos, eu até essa idade já tinha ficado com mulheres, meu tio me levou pela primeira e única vez aos 15 num puteiro, daí pra frente já era com as colegas do ensino médio mesmo, tenho que dizer que já aos 16 meu pau já era um tanto grande comparado aos meus colegas, mas só aos 18 confirmei que era o maior entre todos os meus vizinhos... Como eu disse, eu curtia no ensino médio a bagunça e a zoeira, mas toda vez que via a Laura lembrava que ela era comida todo dia e me dava uma vontade de bater uma que acabava dedicando uma punheta pra ela. Quando eu tinha 17 anos, um dia chegando da escola vi um monte de gente na casa da Laura, mas não liguei porque minha rotina era chegar e ver umas fotos pornô, minha mãe também não tava em casa, mas quando eu ia bater uma, minha mãe entra e me conta que o marido da Laura tinha morrido num acidente. Pra não enrolar, o cara morreu, a Laura ficou triste umas semanas, então as irmãs dela ficaram com ela em casa, depois que as irmãs foram embora, meus pais ajudavam ela, convidavam ela pra casa, pra festas, pra jantares, passaram tantos dias com a Laura perto de mim que toda vez que ela ia embora eu batia uma pensando nela, foi assim até que um dia a Laura pediu pro meu pai me mandar na casa dela porque queria mover umas coisas. Era um sábado, o dia que ia mudar minha vida completamente, cheguei na casa da Laura no horário combinado pra ajudar, quando entrei na casa ela tava vestida só com um roupão até os joelhos, destacando a bunda enorme dela porque o roupão não era muito folgado, eu segui ela até onde estavam as coisas que iam ser movidas, mas sem conseguir tirar o olho da bunda dela, bom, começamos a mover umas coisas e começamos a conversar, ficamos mais de 5 horas movendo um monte de tralha velha de um lado pro Outro mantendo uma conversa contínua, ela me perguntava o que eu queria fazer, se eu saía com alguém e tudo sobre minha família e estudos. Eu ia acompanhando a conversa até que notei que a atitude dela mudou completamente quando tirei a camiseta, porque estava suado. Na verdade, não foi com nenhuma segunda intenção, mas ela me admirou e eu me animei ao ver que a abstinência sexual que ela tinha pela perda do marido se dissipou ao me ver sem camiseta, já que ela ficou tão vermelha que até começou a gaguejar. Vendo essa atitude, percebi que poderia tirar proveito da situação e comecei a mexer as coisas ainda mais rápido até ficar coberto de suor. Laura, quando estava perto dela, não virava para me olhar, mas quando eu me virava, sentia os olhos dela caírem nas minhas costas. A tarde terminou e ainda faltava escolher a roupa que ela ia doar do marido. Entre toda a roupa do armário, encontramos uma garrafa de bucana. Ela se assustou e, suspirando, disse: "Ele escondeu porque, além de ser cara, ele não aguentava mais de três goles e os amigos dele acabavam bebendo tudo..." Eu, vendo como ela olhava para a garrafa com tristeza, disse: "Por que a gente não abre e prova enquanto arruma a roupa?" No começo, ela recusou, dizendo que eu era muito novo, mas eu respondi que já tinha bebido coisa forte em casa e com meus amigos. Ela, ainda meio relutante, aceitou, mas com a condição de que a gente só ia provar e que eu não podia contar para a minha mãe que ela me deu bebida. Resumindo pra não alongar, no terceiro gole ela já estava tonta, mas continuamos bebendo até acabar o copo que ela serviu, e aí eu servi mais. As conversas ficaram mais amorosas, mas ela já estava completamente bêbada e começou a chorar. Eu, ainda sem camisa, consolei ela e disse que era melhor ela dormir, que eu fechava tudo. Ela aceitou e pediu para eu fechar tudo direitinho. Quando ela se levantou, vi que estava com pouco equilíbrio, então coloquei minha mão na cintura dela e disse: que eu ajudava ela, a gente caminhou até a cama dela e na hora que fui soltar ela pra deitar, ela me agarrou pelo pescoço e caímos juntos na cama. Ela começou a beijar meu pescoço e eu não resisti mais. Devolvi os beijos, mas na boca, e assim começamos a nos devorar com beijos no pescoço, apalpadas. Eu comecei a descer o roupão dela pra beijar os peitos enquanto ela gemia e me agarrava nas costas. Beijei ela como nunca tinha beijado ninguém e passei minhas mãos por todo o corpo dela. Realmente, eu tava com a pica dura pra caralho e quando fui levantar o roupão dela pra ver a bucetinha, ela me parou e falou: "não posso, não posso, meu marido morreu faz pouco, não posso fazer isso com ele." Essas palavras me pararam na hora e, mesmo estando tão perto de realizar meu sonho, me afastei e falei que era melhor eu ir, que ela descansasse e que no dia seguinte eu voltava pra terminar o serviço. Saí da casa dela e dessa noite não lembro mais nada, porque tava em êxtase total lembrando como beijei os peitos e apalpei o corpo da mulher com quem sempre quis transar.

Depois de 3 dias, voltei lá, porque a Laura supostamente tinha que sair nos dias anteriores, mas eu sabia que ela tava me ignorando. Bom, nesse dia cheguei e a Laura me recebeu e disse que precisava sair pra resolver umas coisas. Fiquei sozinho na casa, então, puto da vida e sem entusiasmo nenhum, movi as últimas coisas que faltavam e nem percebi que a Laura tinha voltado. Eu tava sem camisa, dessa vez com a intenção de provocar a Laura de novo, e funcionou. Via que ela não parava de me olhar de canto de olho, cada vez mais corada. Ficamos assim até que, movendo umas coisas pro quintal, cruzamos na mesma porta e ficamos nos olhando. Sem dizer uma palavra, me aproximei mais e mais dela até começarmos a nos beijar. Realmente, a gente tava quase devorando os lábios um do outro, e com as apalpadas, minha pica tava no limite. Apalpei os peitos dela como da primeira vez, as pernas, e quando fui tocar a bucetinha dela de novo, ela se afastou de mim, dizendo que agora ainda não... Tá pronta pra esse passo? Eu, puto e excitado, me aproximei e falei: que não tinha problema, que eu adorava e que ela me deixava louco desde que eu vi ela. Ela, ainda relutante em dar a bucetinha dela, mas vermelha de tesão, me responde: "juro que não posso, me perdoa, adoro teu corpo, mas não..." Antes de terminar a frase, beijei ela de novo e ela não se afastou, então, encostados na porta, continuamos nos beijando enquanto eu agarrava aquele rabão enorme que me enlouquecia. Ela se afasta e diz: "Não posso, sério, você me encanta, mas ainda penso no meu marido." Eu, puto e com a pica querendo furar a calça, falei: "Tô com a pica dura pra caralho, chupa ela." Ela, admirada, ficou ainda mais vermelha do que já tava, mas se ajoelhou sem pensar, desabotoou minha calça e baixou junto com a cueca pra me fazer um boquete que, toda vez que lembro, deixa minha pica a mil. Preciso esclarecer o que falei no começo: sou bem dotado, 18 cm, pica grossa e com uma curvatura pra baixo, então não foi só eu que curti o boquete, ela também, porque eu via ela beijando minhas pernas, os pelos, chupando minhas bolas, passando a língua da base da pica até a ponta, chupando a cabeça, passando a língua no contorno, enfiando o máximo que podia até engasgar, e me batendo uma enquanto babava tudo. Eu tava, uff, excitadíssimo, só pensava em outras coisas pra não gozar enquanto enfiava cada vez mais fundo na garganta dela, mas não aguentei. Depois de uns 10 minutos, agarrei a cabeça dela e enfiei enquanto gozava na boca dela. Laura, com os olhos virados pra cima, se segurava nas minhas pernas e engoliu toda minha porra. Tava completamente vermelha, suada e despenteada. Levantei ela pelos braços pra beijar, e de pé demos um beijo longo que foi interrompido por umas batidas na porta de casa e os gritos da minha mãe.

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