Era segunda-feira. Como qualquer outra. AtĂ© que ela entrou no escritĂłrio. O som dos saltos dela, o movimento suave mas firme do quadril, e aquele vestido justo que abraçava um corpo com curvas esculpidas pelo prĂłprio capeta… fez com que o MartĂn, empresário de 42 anos, ficasse com a boca seca sĂł de olhar pra ela.
Morena. Lábios grossos. Cabelo liso preso num rabo de cavalo alto. Peitos firmes, mas o que realmente hipnotizou ele foi aquela bunda: grande, redonda, desafiadora. Como se soubesse que era sua arma mais poderosa. —Bom dia… sou Alma, a nova secretária. A agência de pessoal me mandou.
—Sim, claro… —respondeu Martin, engolindo seco—. Bem-vinda.
Desde aquele dia, ele não conseguiu mais tirá-la da cabeça.
As semanas passaram, e a tensão foi crescendo. Alma era provocante sem ser vulgar. Usava saias justas, blusas entreabertas, cruzava as pernas com uma sensualidade letal. E, acima de tudo, falava com ele numa mistura de respeito… e safadeza.
—Precisa de mais alguma coisa, senhor Martin? —dizia, se inclinando só o suficiente pra que o decote falasse por ela.
Mas era aquela raba, tĂŁo presente, tĂŁo firme, tĂŁo cheia de vida, que deixava Martin Ă beira do delĂrio. Cada vez que Alma se abaixava pra pegar um arquivo, cada vez que saĂa do escritĂłrio caminhando com aquele balanço hipnĂłtico, ele imaginava coisas que nĂŁo devia imaginar.
Mas já não conseguia evitar.
Numa tarde, quando a maioria do pessoal já tinha ido embora, Alma ficou organizando uns papéis no arquivo. Martin passou por trás e parou sem perceber. Olhou pra ela. Desejou ela.
Ela virou o rosto, sorriu pra ele. —Gosta do que vê, chefe?
Martim sentiu algo dentro dele se quebrar.
—Muito —disse, sem filtro—. Me deixa louco. Não paro de pensar em você, nesse corpo… principalmente na sua bunda.
Ela mordeu o lábio. Não se escandalizou. Gostou.
—Então, por que não faz algo além de olhar?
Martim trancou a porta.
Beijou ela com fome. Contra a escrivaninha. As lĂnguas se entrelaçaram como se estivessem se desejando há meses. Levantou a saia dela de uma vez e se deparou com uma calcinha fio dental preta que nĂŁo cobria nada. Afastou ela e enfiou a mĂŁo entre as pernas dela.
—Você tá molhada…
—Por você, chefe. Há dias.
Ele a fez girar, inclinou ela sobre a escrivaninha e abaixou a calcinha dela. Aquela bunda, finalmente nua, era uma obra de arte. Redonda, firme, provocante.
Martim se ajoelhou atrás. Beijou as nádegas dela. Mordeu. Separou elas com as duas mĂŁos e passou a lĂngua entre as dobras da buceta dela atĂ© fazĂŞ-la tremer.
—Ahhh… Meu Deus! —gemeu Alma, se segurando na borda da escrivaninha—. Assim, sim… Come ela!
Martim devorou ela sem parar. Lambeu como um faminto, com a lĂngua enfiada entre a bunda e a buceta dela, alternando gemidos com chupadas, enquanto ela se estremecia e pedia mais.
—Vou te foder como nunca te foderam —disse no ouvido dela ao se levantar e abaixar o zĂper.
Tirou o pau duro e pulsante e esfregou ele contra os lábios molhados dela. Ela guiava ele com uma mão, tremendo.
—Me arrebenta, chefe. Faz logo!
Ele penetrou a buceta dela de uma só vez. Fundo. Com tudo. Ela gritou. De prazer. De surpresa. E começou a se mover contra ele como se devesse a vida.
Martim agarrava ela pela cintura, pelos peitos, pelas nádegas, abria elas, olhava, adorava. Tava possuĂdo por aquela bunda. Amava ver ela quicar, sentir ela bater contra a pĂ©lvis dele. Dava tapas na bunda, estocadas profundas, sujas, molhadas.
—Você é minha puta, Alma. Minha amante. Sabe disso?
—Sim! Sua! Arrebenta meu cu se quiser! Sou sua, chefe! Virou ela, levantou na mesa e meteu nela com as pernas dela nos ombros, os peitos balançando, os olhos fechados de prazer. Beijou ela com fĂşria. Chupou os bicos dos peitos. Cuspiu entre os peitos dela. E aĂ, quando sentiu o orgasmo chegando, perguntou entre ofegos:
—Onde você quer que eu goze?
—No meu cu, chefe… goza aà dentro!
Ele virou ela de novo, ajoelhou atrás dela, enfiou devagar no cu dela. Ela gritou, arqueou as costas, mas aceitou tudo. E quando ele começou a bombar, apertado e selvagem, não demorou pra gozar com força, bem fundo.
Ficaram suados, tremendo, ofegando. Ela se limpou com um sorriso safado.
—E agora, chefe?
MartĂn olhou pra ela, com os olhos ainda brilhando de luxĂşria.
—Agora… você é minha obsessão. Minha putinha.
E nĂŁo vou parar.
MartĂn já nĂŁo conseguia trabalhar direito. Desde o primeiro encontro com Alma, cada dia virava um inferno. Ele olhava pra ela, desejava ela, e lembrava como ela se mexia, como ela gemia, como ela olhava pra ele enquanto ele metia nela por trás. A obsessĂŁo crescia. A mesa do escritĂłrio já nĂŁo bastava. Ele precisava de mais.Por isso, naquela manhĂŁ, ele entrou numa daquelas salas velhas que ninguĂ©m usava há meses. Poeira, uma mesa antiga, uma cadeira sem encosto. Mas no canto… ele inflou um colchĂŁo que tinha trazido numa caixa. Colocou um lençol. O templo do pecado estava pronto.
Horas depois, chamou ela com um tom sério:
— Alma, preciso de você urgente na sala 312. Traz os relatórios do último trimestre.
— A 312? Aquela sala tá fechada, não?
— Abri. Tô aqui.
Quando ela entrou, encontrou ele pelado. Parado do lado do colchão inflável, com o pau duro, pulsando. O olhar fixo. Dominante. Animal.
Alma ficou na porta, com os papéis na mão, sem conseguir segurar um sorriso safado.
— Que porra é essa…?
— Fecha a porta.
Ela obedeceu. E ele se aproximou, devagar.
— Aqui não vem ninguém. Ninguém ouve. Ninguém interrompe.
— E o que a gente vai fazer aqui, chefe?
— Você vai se despir… completamente. Agora.
Ela mordeu o lábio, toda excitada, e começou a tirar a blusa. Depois a saia. Depois a calcinha. Sem pressa, olhando pra ele com um desejo crescendo. Quando ficou completamente nua, os peitos durinhos e a bunda morena brilhando com a luz que entrava pela persiana quebrada.
MartĂn se aproximou e, sem dizer mais nada, pegou ela pela nuca e empurrou suavemente pra baixo. Ela entendeu. Se ajoelhou na frente dele, segurou o pau com as duas mĂŁos e chupou com fome, com paixĂŁo. Sugava com força, engolindo atĂ© o fundo, olhando pra ele de baixo com os olhos cheios de luxĂşria.
— Mmm… cê gosta de me ver assim, né, chefe?
— Você não faz ideia do quanto. Você é minha puta favorita.
Ela sorriu de boca cheia e lambeu com mais vontade ainda.
MartĂn levantou ela de uma vez, segurou pelas bundas e levou pro colchĂŁo. Deitou ela de costas, abriu as pernas e enfiou a pica na buceta dela de uma sĂł vez. Alma gritou, arqueou o corpo, enrolou as pernas nele. —Isso, me come! Adoro!
Ele comia ela com todo o peso, com força, suando, ofegante. Mordia os bicos dos peitos, falava putaria no ouvido, dava tapas na bunda enquanto metia cada vez mais fundo.
—Essa bunda… é minha. Entendeu?
—SIM! Sua, só sua!
Depois ela empurrou ele, fez ele deitar e montou em cima. Cavalgava ele com ritmo de deusa, mexendo aquela bunda grande como uma tempestade. Ele segurava com as duas mĂŁos, beijava os peitos dela, mordia enquanto ela se sacudia com gemidos selvagens.
—Assim, Alma! Mexe! Dá essa bunda!
Quando ele tava perto de gozar, ela virou, apoiou de quatro no colchão e olhou pra trás.
—Termina por trás, chefe. Agora!
Ele cuspiu, lubrificou e enfiou a pica devagar no cu dela. Ela tremeu, mas não reclamou. Queria tudo. Ele começou a mexer o quadril, metendo forte, apertando as nádegas, suando igual um louco.
—Porra, amo seu cu! Você é minha perdição!
E com a Ăşltima estocada, MartĂn gozou dentro, fundo, rugindo. Os dois caĂram exaustos no colchĂŁo, tremendo, suados, sem fĂ´lego.
Ela se aninhou no peito dele e disse com voz sexy:
—Se continuar me comendo assim… vou fazer tudo que você pedir.
Ele sorriu, acariciando a bunda dela com devoção.
—Perfeito. Porque não vou parar.
Era uma manhĂŁ qualquer. Alma tinha chegado com uma saia justa, blusa branca e sem sutiĂŁ, do jeito que MartĂn adorava. Cada passo dela era um imĂŁ. Cada sorriso, uma provocação. Ela se aproximou do escritĂłrio dele com uma xĂcara de cafĂ© e um olhar perigoso. —É assim que o senhor gosta, chefe? Ou quer que eu tire tudo de uma vez? — sussurrou, deixando a xĂcara na mesa enquanto se inclinava, com o decote aberto e o perfume doce que o enlouquecia. MartĂn engoliu seco. Ele se aproximou por trás, pronto para morder o pescoço dela, quando… —MartĂn! A voz o congelou. Fria. Seca. Com perfume de poder. A esposa dele. LĂşcia estava na porta. Loira, impecável, vestida com um conjunto caro e maquiagem perfeita. Entrou sem cumprimentar ninguĂ©m, como uma rainha sem povo. Observou Alma com uma expressĂŁo que misturava nojo e superioridade. —E essa quem Ă©? Sua nova secretária? MartĂn tentou falar, mas LĂşcia nĂŁo deixou. —Seria bom vocĂŞ vesti-la melhor. Ela está vulgar demais para uma empresa sĂ©ria. Ou vocĂŞ vai acabar deixando o escritĂłrio inteiro de pau duro — disse com desdĂ©m, olhando Alma de cima a baixo —. Que falta de classe. Alma sĂł sorriu com falsa cortesia, mas os olhos dela brilhavam fogo. —Precisa de alguma coisa, LĂşcia? — disse MartĂn, desconfortável. —NĂŁo. SĂł vim pegar os papĂ©is do advogado. E ver se vocĂŞ ainda está respirando. Já vi que sim… embora com distrações desse tipo, quem sabe por quanto tempo. Ela deu um beijo seco na bochecha dele, pegou os papĂ©is e foi embora sem olhar para trás. O silĂŞncio ficou tenso. Alma fechou a porta com calma. Caminhou atĂ© MartĂn, com os saltos ecoando no chĂŁo como tiros. Parou na frente dele, sĂ©ria, mas com uma faĂsca ardente nos olhos. —Como vocĂŞ consegue ficar com alguĂ©m assim? Fria. Arrogante. Vazia. —Ela Ă© minha esposa, Alma. NĂŁo Ă© tĂŁo simples… —NĂŁo? Eu achava que a Ăşnica coisa que nĂŁo era simples… era aguentar vocĂŞ de pau duro o dia inteiro — sussurrou no ouvido dele, colando o corpo no dele —. Mas se vocĂŞ quer continuar fingindo com ela… vocĂŞ que sabe. MartĂn olhou para ela com os olhos cravados nos dela. Ela virou as costas e se afastou. —Vou te esperar no escritĂłrio secreto. Se tu tem culhĂŁo, vem. MartĂn nĂŁo hesitou nem dois minutos. Quando entrou na sala 312, Alma estava completamente nua, sentada no colchĂŁo inflável com as pernas abertas e um sorriso de puta. —Isso te excita mais, chefe? Que tua esposa venha e eu te espere assim? —Me deixa louco —respondeu ele, desabotoando o cinto com fĂşria. Ela se aproximou de quatro, como uma fera. Puxou a calça dele pra baixo e mamou o pau na hora, fundo, sujo, desesperado. Falava entre as chupadas: —Pensa nela enquanto enche minha boca… na frĂgida que ela é… e em como eu engulo vocĂŞ inteiro… MartĂn nĂŁo aguentou. Levantou ela no colo, jogou no colchĂŁo e abriu as pernas dela. Meteu o pau na buceta e comeu com raiva. Ela recebia com gritos e gemidos.
—Me dá tudo, chefe! Me faz sua de novo! Ela subiu em cima dele, cavalgou com força, os peitos balançando e o suor escorrendo. Depois ficou de quatro, e ele meteu o pau no cu dela, com toda a intensidade que guardava.
Ele empurrava forte, segurando aquelas nádegas que o deixavam obcecado, enquanto ela gritava:
—Isso! Arrebenta meu cu! E depois vai lá e mente pra sua mulher de novo!
MartĂn gozou, enterrado atĂ© o fundo, enquanto ela tremia, louca de prazer.
Ficaram largados, ofegantes, se olhando.
—Você me faz sentir viva — sussurrou Alma.
—Você me faz sentir homem. De verdade.
O escritĂłrio secreto cheirava a suor, a pele, a desejo recĂ©m-descarregado. MartĂn continuava deitado, com o peito ofegante, enquanto Alma montava nele devagar, ainda roçando o pau mole dele, com o corpo nu coberto por uma fina camada de suor. Ela nĂŁo sorria. Dessa vez, o olhar dela nĂŁo era sĂł luxĂşria. Era algo mais. — Sabe o que eu tava pensando? — disse com a voz baixa, rouca. MartĂn olhou pra ela, acariciando os quadris dela ainda quentes. — O quĂŞ? Ela se inclinou sobre o peito dele, com os peitos apertando contra ele. — Que eu gosto de estar com vocĂŞ. Gosto de vocĂŞ. E gosto de transar com vocĂŞ. Mas já nĂŁo sei se quero continuar sendo sĂł isso… a puta do escritĂłrio secreto. MartĂn engoliu seco. NĂŁo disse nada. — Quero mais — continuou ela, com calma, acariciando o rosto dele —. Gostaria que vocĂŞ largasse ela… e me levasse no lugar dela. Quero ser a oficial. NĂŁo a que vocĂŞ espera de pernas abertas num quarto escondido. MartĂn ficou em silĂŞncio por uns segundos. NĂŁo podia negar que Alma mexia com a cabeça dele. O corpo dela era uma droga. Mas nĂŁo sĂł isso… a presença dela, o fogo dela, o jeito dela falar as coisas, tinham ele preso como ninguĂ©m antes. — É complicado — respondeu, desviando o olhar. — Eu sei — disse ela, sem raiva —. Mas eu tambĂ©m valho. NĂŁo sĂł pelo jeito que chupo seu pau. NĂŁo sĂł por essa bunda que te enlouquece. Valho como mulher. E se vocĂŞ vai me ter, que seja por inteiro. Ela se levantou do colchĂŁo, devagar. Vestiu-se em silĂŞncio, sem pressa. Olhou pra ele uma Ăşltima vez da porta. — VocĂŞ sabe se quer continuar transando escondido… ou se quer sentir a mesma coisa mas sem se esconder. Eu te amo, MartĂn. E te espero. Mas nĂŁo vou ficar pra sempre na sombra. Fechou a porta. MartĂn ficou sozinho, nu, com o pau meio duro e a cabeça fervendo. Era isso que ele queria? Largar tudo e ter ela… nĂŁo sĂł no colchĂŁo, mas na vida dele? O fogo que queimava ele… agora tambĂ©m estava dentro do peito.
Os dias passaram. MartĂn tentava se aproximar. Tocá-la. Beijá-la. TĂŞ-la como antes. Mas Alma já nĂŁo permitia mais. — AtĂ© vocĂŞ tomar uma decisĂŁo, acabou a cama, o escritĂłrio secreto e o teu pau na minha boca — dizia, sĂ©ria mas sensual, com um olhar desafiador —. NĂŁo sou mais teu brinquedinho, chefe.
Ele tentava implorar. Seguia ela com o olhar. Pedia em voz baixa.
— Por favor, Alma. Deixa eu sentir você de novo. Só um pouquinho…
Mas ela cruzava as pernas, levantava e o deixava na vontade.
MartĂn nĂŁo dormia bem. Tinha as bolas cheias e a cabeça confusa. A esposa, LucĂa, continuava com a frieza de sempre. A casa era silĂŞncio. A cama, gelo. Mas a decisĂŁo… pesava.
Alma percebia. E aquilo fervia o sangue dela.
Até que numa sexta à tarde, Alma descobriu que a mulher iria ao escritório, então bolou um plano.
Chegou perto com uma expressĂŁo diferente. Agachou, sussurrou no ouvido dele:
— Sabe o quê? Eu também tô com vontade.
MartĂn ficou tenso. Alma sorriu com malĂcia.
— Que tal um rapidinha… mas aqui no teu escritório.
MartĂn ficou em silĂŞncio. O pau já começava a endurecer sozinho. O perigo… excitava ele. O fogo voltava a arder com força.
— Vamos — disse Alma, abrindo os botões da blusa e levantando a saia.
Quando a esposa entrou no escritório, se deparou com uma cena pornográfica.
Alma, com a saia levantada, apoiada na mesa, com as mĂŁos segurando a borda, e MartĂn metendo nela por trás com raiva contida, com a camisa desabotoada e a calça nos joelhos.
— Senti tanto a sua falta, sua filha da puta! — dizia no ouvido dela, mordendo, segurando aquele rabo que o deixava louco.
— Vai, me fode! Me arrebenta igual antes! — ela gemeu, empurrando pra trás, olhando ele por cima do ombro. — MartĂn… — disse LucĂa, gelada, com uma pasta na mĂŁo.
MartĂn ficou paralisado, dentro da Alma, com as mĂŁos na cintura dela e os olhos apavorados.
LucĂa observou a cena em silĂŞncio por uns segundos eternos. Depois baixou o olhar. Viu a bunda nua da Alma, o corpo suado do marido, o tremor no ar.
Alma nem se mexeu. Sorriu.
— Desculpa, senhora… a gente não sabia que a senhora ia aparecer.
LucĂa apertou a mandĂbula. Deixou a pasta em cima da mesa sem dizer nada. Virou as costas e saiu, batendo a porta com um estalo seco.
MartĂn ficou parado, ofegante. Pálido.
Alma virou o rosto pra ele, com um misto de desafio e doçura.
— E agora, chefe? Vai se decidir?
MartĂn nĂŁo respondeu. SĂł meteu nela de novo com mais força, como se já nĂŁo tivesse mais nada a perder.
Na segunda-feira seguinte ao escândalo foi um inferno. Lúcia não gritou. Foi pior. Chegou com um advogado, uma lista de propriedades, contas, investimentos… e uma cara de pedra. —Você sai de casa ainda hoje à noite —disse, fria—. Quero o divórcio. E como você já sabe, me cabe a metade. De tudo.
MartĂn tentou falar, negociar, amenizar. Mas ela nĂŁo deixou.
—Não me interessa o que você sente por aquela gostosa. Fica com ela. E come ela à vontade, se quiser, mas a casa, os carros e a metade da empresa eu fico do mesmo jeito. Você tomou a decisão quando enfiou nela na minha frente.
Ele assinou sem hesitar. O orgulho o obrigava a nĂŁo se humilhar mais. Naquela noite, MartĂn saiu de casa com uma mala e o coração partido… mas o corpo ainda queimando por Alma.
Dias depois, se mudou pra um apartamento na região central, moderno, discreto. Alma estava esperando na porta, com um sorriso meio culpado… mas feliz.
—Tá bravo? —perguntou, enquanto ele entrava com as últimas caixas—. Sei que foi uma loucura, mas… se não rolasse algo assim, você nunca ia se decidir.
MartĂn fechou a porta e largou as caixas.
Olhou fixo pra ela. Depois caminhou até ela, sério.
—Não tô bravo —disse com voz grave—. Tô é pelado. Metade dos meus bens, minha casa, minhas economias… foram pro espaço. Tudo por meter no teu cu num escritório.
Ela engoliu seco. Mas antes que pudesse se desculpar de novo, MartĂn a empurrou contra a parede com um sorriso torto.
—Então agora… você vai ter que me pagar com esse mesmo cu.
Alma mordeu o lábio.
—Com todo prazer, chefe.
Ele despiu ela ali mesmo, contra a parede. Arrancou a blusa dela, puxou o jeans pra baixo. NĂŁo teve carĂcia. SĂł desejo selvagem. Apertou os peitos dela, mordeu os bicos, virou ela e, sem dizer mais nada, cuspiu na bunda dela, lubrificou com os dedos e meteu o pau de uma sĂł vez. Ela gritou. De tesĂŁo. De prazer culpado. — Isso, me castiga! Toma posse, eu mereço! Ele comeu ela contra a parede, apertando as nádegas com força, ofegando no pescoço dela. — Tudo o que eu perdi, Alma… vou cobrar assim! Cu por cu! Ela ria entre os gemidos, selvagem. — Pode levar tudo, chefe! É seu! Minha bunda Ă© sua! Sempre foi sua! Gozaram juntos. Forte. Cheios de suor e raiva e desejo. E quando caĂram no sofá, abraçados, tremendo… MartĂn já sabia a verdade: Ele tinha perdido muito. Mas tinha ganhado o fogo que realmente queimava ele.
A vida com Alma nĂŁo era calma. Era incĂŞndio. Toda noite terminava com gemidos, posições novas, gritos de prazer contra as paredes do apartamento novo. MartĂn, aos seus 42 anos, sentia que tinha renascido. Tudo graças Ă quele corpo, Ă quela bunda e Ă quela boca que o deixavam devoto. Naquele sábado, depois de um jantar leve, Alma o levou pela mĂŁo atĂ© o sofá. Subiu em cima dele, beijou-o devagar e começou a cavalgá-lo lentamente, com o olhar fixo, os mamilos duros, a raba se movendo num ritmo de deusa. — VocĂŞ Ă© meu, chefe… nĂ©? — Completamente — ele ofegou, segurando-a firme —. VocĂŞ arruinou minha vida, mas tambĂ©m me salvou. Ela riu, acelerando o movimento do quadril. — EntĂŁo nĂŁo me pede permissĂŁo… me arrebenta. Faz do jeito que vocĂŞ gosta. Ele a virou, empurrou-a contra o encosto e meteu por trás com fĂşria, segurando aquelas nádegas gloriosas com as duas mĂŁos. Comia ela com vontade, com peso, com fogo. O som dos corpos se chocando enchia o lugar. — Que gostoso vocĂŞ tá! — ela gemeu —. NĂŁo para, me come! MartĂn agarrou o cabelo dela, lambeu suas costas e gozou dentro, tremendo, mordendo o pescoço dela enquanto ela gozava com um gemido longo, quase animal.
Naquela mesma noite, jogados na cama, MartĂn olhou pra ela. Sem roupa. Sem barreiras. —Vem morar comigo —disse, tocando o rosto dela—. NĂŁo quero mais apartamento de passagem. Quero que seja nosso lar.
Ela sorriu.
—E se eu ficar e te quebrar todo dia até você não conseguir nem andar?
—Então tá confirmado —disse ele, beijando os peitos dela—. Vem hoje.
Os dias passaram e Alma começou a fazer parte do mundo dele. Já não era segredo.
MartĂn levava ela pra jantares, eventos, reuniões.
Ela, com as curvas, a risada escandalosa, aquele rabo perfeito nos vestidos justos, nĂŁo passava despercebida.
Os sócios, amigos, conhecidos… todo mundo olhava com a mesma mistura de respeito e inveja.
“Como é que esse cara conseguiu pegar uma mina dessas?”
MartĂn percebia. E adorava.
Ela apertava a virilha dele no elevador. Sussurrava putaria no ouvido durante os jantares.
E assim que voltavam pra casa… ele arrebentava ela como se a vida dependesse disso.
Uma tarde, depois de uma sessĂŁo intensa no chuveiro — ele de joelhos, lambendo a buceta dela, e ela gozando na lĂngua dele —, Alma abraçou ele por trás e sussurrou:
—Você já tem meu corpo, minha casa, minha alma…
Agora quero que me dĂŞ mais uma coisa.
—O quê? —perguntou ele, acariciando as nádegas dela, ainda molhadas.
—Quero que me engravide. Quero que me encha de você.
MartĂn olhou pra ela.
O pau dele já começava a endurecer de novo.
—Então… abre bem essas pernas —disse—. Que hoje eu te deixo meu sobrenome e mais um negócio.
Ela riu, deitou de barriga pra cima na cama, com as pernas abertas, os olhos brilhando.
—Faz isso, chefe. Me enche. Me faz mãe com seu leite.
E naquela noite, entre estocadas fundas, beijos sujos, gemidos e promessas quentes, MartĂn entendeu tudo:
Tinha perdido dinheiro. Status. Uma vida falsa.
Mas tinha ganhado uma mulher de verdade. Um fogo que queimava ele… e que agora queria transformar em famĂlia.

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