Aqui está a segunda parte do relato que comecei. Valeu pelos pontos, comentários e mensagens no privado. Falei que postava no fim de semana, mas não aguentei. Acordei no outro dia, muito cansada e com uma dor de cabeça chata, o álcool tinha me feito mal kkk. Acordei e ainda tava de sutiã e camiseta. Aí lembrei que naquela noite toda com o Marcos, não tirei a camiseta em nenhum momento, tudo foi muito rápido. Também vou confessar que na primeira parte não dei muitos detalhes, mas é porque não tenho essa lembrança, só lembro que me excitou pra caralho. Ter sido "maltratada" por um cara e ele ter me dominado daquele jeito, nunca tinha acontecido comigo, e me deixou muito tesuda. Me troquei e saí do quarto, e vi a casa toda bagunçada, mas nada de outro mundo... comecei a arrumar e num momento fui no quarto do Luqui, pra ver se ele tava dormindo ou tinha ido embora, vi ele na cama ainda de roupa. Terminei de arrumar, foi difícil porque tava muito cansada e não conseguia tirar a noite anterior da cabeça. O Luqui acordou todo enjoado e falou que não queria comer nada, que tava mal por causa do álcool que tomou, perguntei como ele tinha ido e ele disse que bem, mas me perguntou quem organizou a festa, falei que foram os amigos dele e ele disse, não sei por que convidaram o Marcos, que ele não se dá bem e que sempre enlouqueceu ele no colégio todo. Perguntei qual era e quando ele descreve, minha cabeça deu um nó. Era Ele!!!! Passaram alguns dias e tudo seguiu normal. Não aconteceu nada. Um dia o Luqui falou que não ia ficar pra jantar, que tinha um jogo de futebol e depois iam comer churrasco, então voltava tarde. O dia todo normal até que recebo uma mensagem de um número desconhecido que dizia - Se prepara que hoje vou te visitar de novo - Quem é? Errou o número. Respondo - Não errei, isso te parece familiar?
- Chega!!!
- Ah, acordou?? Fica tranquila, bebota, hoje vou te trazer outra assim pra você desfilar pra mim. Já sei que o Luqui vai jogar futebol, a gente tem um tempinho pra brincar hahaha
— Nem pense em vir...
— Me avisa quando ele for pro jogo.
— Não vou te avisar nada.
Ela não me respondeu mais.
Chega a hora do Luqui ir pro jogo, ele se despede e me fala pra não esperar, que vai voltar tarde. Sai e na hora pego o celular, hesito em escrever como ele pediu... não sabia o que queria mais: se meu filho ou repetir a noite da festa com o Marcos. Não escrevi e larguei o celular pra não me tentar.
10 minutos depois chega outra mensagem:
— Te falei pra me avisar!!! Não gosto que me desobedeça!!! Agora vou te ensinar e treinar!!!
Não respondi nada. 10 minutos depois batem na porta, olho e era ele, o Marcos. Abro a porta.
— Oi, por que não me avisou? Falei pra você fazer. — ele diz.
— Quero esclarecer uma coisa: o que rolou no dia da festa foi coisa de uma vez, eu tinha bebido e me enganei, mas isso acabou no outro dia. Ainda mais que depois fiquei sabendo que você enchia o saco dele, que não é amigo dele.
Ele só riu e respondeu:
— Não sabia que o Luqui tinha uma mãe tão gostosa, não teria enchido o saco dele, e também não me importo de ser o novo padrasto dele. E sobre a outra noite, você adorou, não nega!!! E hoje vamos repetir, mas num nível um pouco mais alto. Topa?
— Chega, hoje não vamos fazer nada, só queria te falar isso e pronto, vai pra sua casa.
— Não vou nada. — respondeu levantando a voz.
Ele pega meu braço e me vira, passa a mão na minha bunda toda, de baixo até em cima, e na sequência me dá um tapa forte. Fico paralisada. Ele me dá outro tapa mais forte que o anterior. Me excita, mas fico quieta. Ele me solta e vai pro sofá, senta. Eu não me mexo...
— Vem engatinhando até aqui, aos meus pés. — ele ordena.
Algo dentro de mim me faz ficar paralisada, sem questionar nada do que ele manda. Me abaixo sem tirar nenhuma roupa e vou engatinhando...
— Já sabe o que fazer, putinha. — ordena de novo.
Desabotoo a calça dele e, antes de tirar de dentro da cueca, ele me para.
— Pede... pede do jeito que te ensinei outro dia.
— Por favor, papai... Posso chupar sua pica? Sem acreditar, essas palavras saem da minha boca. — Agora sim, putinha. Começo um boquete espetacular. Minha boca só se dedica à pica dele e a dar carícias com meus lábios e minha língua. Tudo era delicioso, tinha um sabor incrível. Ele tava bem duro e o tamanho era perfeito. Quando tentava enfiar tudo, no final batia na minha garganta e isso me levava a níveis muito altos. Nunca tinham me tratado assim e eu tava adorando, e o fato de ser um cara me deixava ainda mais excitada. Continuei com minha boca chupando a pica e as bolas dele, lágrimas escorriam quando eu ia até o fundo. Não parei um segundo, meu desejo era enorme. — Quer brincar do mesmo jeito do outro dia? Respondo que sim com a cabeça, sem tirar a pica da boca. Ele me faz levantar e abaixa minha legging de costas pra ele, pra ele apreciar minha raba (olha minha foto de perfil). Termina de tirar minha legging e eu viro de frente pra ele. Ele enfia a mão na minha calcinha fio dental e percorre toda a minha buceta, enfiando dois dedos e depois tirando. — Perdeu!!! Mas toma. Ele oferece os dedos molhados pra minha boca. Chupo obedientemente. Depois disso, tiro a calcinha fio dental, quero subir em cima dele, mas ele me impede. Do bolso dele, tira a calcinha fio dental de oncinha e manda eu vestir. Ele me pega pelo cabelo e me leva pro meu quarto. Antes de entrar, para e diz... — Nessa cama já te comi, agora quero experimentar essa outra. E vai pro quarto do Luqui. Me coloca de quatro, não sem antes me dar vários tapas bem fortes até deixar minha raba vermelha. Solto um gritinho de excitação. — Aaaaiiiihhh. — Você é uma puta terrível, mas é minha. Ele afasta minha calcinha fio dental e começa a me comer de quatro. Os quadris dele batiam na minha bunda. Sentia a pica dele abrindo minha buceta, e aproveitava cada segundo. Me deixava tão molhada que não parava de gemer. Ele me segurava pela cintura e não parava. Manda eu calar a boca, mas não consigo parar de soltar esses sons. Como não obedeço, ele enfia a calcinha fio dental que tirou (encharcada) na minha boca. Ele me fode muito forte e eu adoro. Termino cuspindo a tanga e ela continuou gemendo. Eu me sentia totalmente livre, curtindo o sexo como nunca, esquecendo por um momento que o Marcos era o valentão do meu filho. Ele me levanta e tira minha camiseta, depois arranca meu sutiã e libera meus peitos. Começa a chupá-los. — Da outra vez você escondeu eles, hoje não escapou, haha. — ele fala rindo. Me pega pelo cabelo de novo e me leva pro meu quarto. Ele deita e eu subo pra começar a meter devagar. Mas aquele não é um ritmo que ele curte e ele me fez saber. Tapa forte na bunda e manda acelerar o ritmo. Sobe e desce, rebolo a cintura com o pau dentro. Tava totalmente alucinada, não entendia nada, mas tava gozando como nunca. Ele me aperta contra o peito dele e me abraça forte. Aí a gente se beija, misturando as línguas. Eu nunca parei de rebolhar a cintura, cada subida e descida sentia o roçar do pau duro dele na minha buceta. Ele fala no meu ouvido — Quem você é agora? — Não entendi muito bem a pergunta... — Como? Respondo. Quem você é agora? Ele repete. Respondo. — Sua putinha. A putinha do Marcos. — A essa resposta, ele sobe o quadril e enterra o pau o mais fundo que eu já senti. — Aaaaaahhhhhhhhh. Terceira vez que gozo na noite... Ele não tava nem perto de gozar. Eu saio e desço pra chupar ele. A vista era espetacular. Minha raba levantada, e o pau dele inteiro na minha boca. Desculpa a confusão do tempo. Chega uma mensagem pra ele e ele lê... — Onde você quer a porra, putinha? — Na boca, papai!!! Mostro a língua. Automaticamente ele goza e eu fico mexendo na boca, e termino engolindo. Caio exausta na cama. Ele levanta, me dá um tapa e fala — Levanta a raba, de quatro. — Como a noite toda, obedeço. Sem eu saber, ele tira uma foto. Tira minha tanga de leopardo e guarda. — Já vai? — Falo. — É tarde, amanhã volto, amanhã não quero que você resista, vamos subir o nível. Me troco e desço pra abrir pra ele... quando vejo a hora, tinham passado 2 horas desde que ele cruzou a porta. Recolho minha roupa da sala. E me deito. 5 minutos depois, Luqui chega e eu finjo que estou dormindo. Escuto ele entrar no quarto dele e lembro que tinha cuspido minha tanga lá e nunca peguei. Isso tava só começando, queria ver ele de novo. Não conseguia entender como meu corpo se entregava pra aquele homem. Ele era um macho com todas as letras. Era o que eu mais gostava em tudo, como ele tinha o controle da noite inteira. Era um domínio total dele sobre mim. Não me importava e eu curtia. Só precisava esconder isso bem do Luqui. Aqui termina a segunda parte, vem mais se vocês colaborarem. Flor
- Chega!!! - Ah, acordou?? Fica tranquila, bebota, hoje vou te trazer outra assim pra você desfilar pra mim. Já sei que o Luqui vai jogar futebol, a gente tem um tempinho pra brincar hahaha
— Nem pense em vir... — Me avisa quando ele for pro jogo.
— Não vou te avisar nada.
Ela não me respondeu mais.
Chega a hora do Luqui ir pro jogo, ele se despede e me fala pra não esperar, que vai voltar tarde. Sai e na hora pego o celular, hesito em escrever como ele pediu... não sabia o que queria mais: se meu filho ou repetir a noite da festa com o Marcos. Não escrevi e larguei o celular pra não me tentar.
10 minutos depois chega outra mensagem:
— Te falei pra me avisar!!! Não gosto que me desobedeça!!! Agora vou te ensinar e treinar!!!
Não respondi nada. 10 minutos depois batem na porta, olho e era ele, o Marcos. Abro a porta.
— Oi, por que não me avisou? Falei pra você fazer. — ele diz.
— Quero esclarecer uma coisa: o que rolou no dia da festa foi coisa de uma vez, eu tinha bebido e me enganei, mas isso acabou no outro dia. Ainda mais que depois fiquei sabendo que você enchia o saco dele, que não é amigo dele.
Ele só riu e respondeu:
— Não sabia que o Luqui tinha uma mãe tão gostosa, não teria enchido o saco dele, e também não me importo de ser o novo padrasto dele. E sobre a outra noite, você adorou, não nega!!! E hoje vamos repetir, mas num nível um pouco mais alto. Topa?
— Chega, hoje não vamos fazer nada, só queria te falar isso e pronto, vai pra sua casa.
— Não vou nada. — respondeu levantando a voz.
Ele pega meu braço e me vira, passa a mão na minha bunda toda, de baixo até em cima, e na sequência me dá um tapa forte. Fico paralisada. Ele me dá outro tapa mais forte que o anterior. Me excita, mas fico quieta. Ele me solta e vai pro sofá, senta. Eu não me mexo...
— Vem engatinhando até aqui, aos meus pés. — ele ordena.
Algo dentro de mim me faz ficar paralisada, sem questionar nada do que ele manda. Me abaixo sem tirar nenhuma roupa e vou engatinhando...
— Já sabe o que fazer, putinha. — ordena de novo.
Desabotoo a calça dele e, antes de tirar de dentro da cueca, ele me para.
— Pede... pede do jeito que te ensinei outro dia.
— Por favor, papai... Posso chupar sua pica? Sem acreditar, essas palavras saem da minha boca. — Agora sim, putinha. Começo um boquete espetacular. Minha boca só se dedica à pica dele e a dar carícias com meus lábios e minha língua. Tudo era delicioso, tinha um sabor incrível. Ele tava bem duro e o tamanho era perfeito. Quando tentava enfiar tudo, no final batia na minha garganta e isso me levava a níveis muito altos. Nunca tinham me tratado assim e eu tava adorando, e o fato de ser um cara me deixava ainda mais excitada. Continuei com minha boca chupando a pica e as bolas dele, lágrimas escorriam quando eu ia até o fundo. Não parei um segundo, meu desejo era enorme. — Quer brincar do mesmo jeito do outro dia? Respondo que sim com a cabeça, sem tirar a pica da boca. Ele me faz levantar e abaixa minha legging de costas pra ele, pra ele apreciar minha raba (olha minha foto de perfil). Termina de tirar minha legging e eu viro de frente pra ele. Ele enfia a mão na minha calcinha fio dental e percorre toda a minha buceta, enfiando dois dedos e depois tirando. — Perdeu!!! Mas toma. Ele oferece os dedos molhados pra minha boca. Chupo obedientemente. Depois disso, tiro a calcinha fio dental, quero subir em cima dele, mas ele me impede. Do bolso dele, tira a calcinha fio dental de oncinha e manda eu vestir. Ele me pega pelo cabelo e me leva pro meu quarto. Antes de entrar, para e diz... — Nessa cama já te comi, agora quero experimentar essa outra. E vai pro quarto do Luqui. Me coloca de quatro, não sem antes me dar vários tapas bem fortes até deixar minha raba vermelha. Solto um gritinho de excitação. — Aaaaiiiihhh. — Você é uma puta terrível, mas é minha. Ele afasta minha calcinha fio dental e começa a me comer de quatro. Os quadris dele batiam na minha bunda. Sentia a pica dele abrindo minha buceta, e aproveitava cada segundo. Me deixava tão molhada que não parava de gemer. Ele me segurava pela cintura e não parava. Manda eu calar a boca, mas não consigo parar de soltar esses sons. Como não obedeço, ele enfia a calcinha fio dental que tirou (encharcada) na minha boca. Ele me fode muito forte e eu adoro. Termino cuspindo a tanga e ela continuou gemendo. Eu me sentia totalmente livre, curtindo o sexo como nunca, esquecendo por um momento que o Marcos era o valentão do meu filho. Ele me levanta e tira minha camiseta, depois arranca meu sutiã e libera meus peitos. Começa a chupá-los. — Da outra vez você escondeu eles, hoje não escapou, haha. — ele fala rindo. Me pega pelo cabelo de novo e me leva pro meu quarto. Ele deita e eu subo pra começar a meter devagar. Mas aquele não é um ritmo que ele curte e ele me fez saber. Tapa forte na bunda e manda acelerar o ritmo. Sobe e desce, rebolo a cintura com o pau dentro. Tava totalmente alucinada, não entendia nada, mas tava gozando como nunca. Ele me aperta contra o peito dele e me abraça forte. Aí a gente se beija, misturando as línguas. Eu nunca parei de rebolhar a cintura, cada subida e descida sentia o roçar do pau duro dele na minha buceta. Ele fala no meu ouvido — Quem você é agora? — Não entendi muito bem a pergunta... — Como? Respondo. Quem você é agora? Ele repete. Respondo. — Sua putinha. A putinha do Marcos. — A essa resposta, ele sobe o quadril e enterra o pau o mais fundo que eu já senti. — Aaaaaahhhhhhhhh. Terceira vez que gozo na noite... Ele não tava nem perto de gozar. Eu saio e desço pra chupar ele. A vista era espetacular. Minha raba levantada, e o pau dele inteiro na minha boca. Desculpa a confusão do tempo. Chega uma mensagem pra ele e ele lê... — Onde você quer a porra, putinha? — Na boca, papai!!! Mostro a língua. Automaticamente ele goza e eu fico mexendo na boca, e termino engolindo. Caio exausta na cama. Ele levanta, me dá um tapa e fala — Levanta a raba, de quatro. — Como a noite toda, obedeço. Sem eu saber, ele tira uma foto. Tira minha tanga de leopardo e guarda. — Já vai? — Falo. — É tarde, amanhã volto, amanhã não quero que você resista, vamos subir o nível. Me troco e desço pra abrir pra ele... quando vejo a hora, tinham passado 2 horas desde que ele cruzou a porta. Recolho minha roupa da sala. E me deito. 5 minutos depois, Luqui chega e eu finjo que estou dormindo. Escuto ele entrar no quarto dele e lembro que tinha cuspido minha tanga lá e nunca peguei. Isso tava só começando, queria ver ele de novo. Não conseguia entender como meu corpo se entregava pra aquele homem. Ele era um macho com todas as letras. Era o que eu mais gostava em tudo, como ele tinha o controle da noite inteira. Era um domínio total dele sobre mim. Não me importava e eu curtia. Só precisava esconder isso bem do Luqui. Aqui termina a segunda parte, vem mais se vocês colaborarem. Flor
12 comentários - O valentão do meu filho (Parte 2)