Às vezes a gente fantasia, achando que nunca vai conseguir realizar essas fantasias, e quando acontecem, não sabe bem como reagir. Eu tinha minha mulher na minha frente com uma mistura enorme de sensações, mas principalmente tesão. Pedi pra ela me contar, ficava na dúvida entre saber os detalhes ou não, mas a ideia dela colocar aquilo em palavras me deixava louco. Minha mulher me conta rapidamente o que tinha acontecido. Ela sabia que X tava procurando privacidade, ou pelo menos era o que ela pensava, tinham ido pro corredor que separa os quartos do banheiro, iam de mãos dadas feito uns adolescentes tarados e nervosos. X tinha aquela pressa e atrapalhação de amador que não sabe bem como lidar com uma situação tão particular, encostou minha mulher na moldura da porta do quarto e, atrapalhado, agarrou a cintura dela, as mãos dele rodeiam devagar e param na bunda dela, que já tinha massageado sem parar no sofá. Beija ela e ela responde, eles cada vez mais próximos e as mãos de X percorrem o corpo todo dela, nas palavras da minha mulher: "Quando ele tava me beijando de língua, eu me apoiei e senti que ele tava bem duro já, ele encostava a rola em mim e começou a pegar nos meus peitos". "Ele pega minha mão e leva até a virilha dele, eu nervosa, tipo precisava daquele apoio que você me dá pra seguir em frente, mas fazer o quê, já tava na dança, peguei e comecei a tocar a rola dele por cima da calça". "Ele me tocava e eu tocava ele, os dedos dele deslizam pelo meu umbigo e ele começa a passar a mão na minha buceta". Ela faz uma pausa, eu olhava pra ela com luxúria. "Te incomoda?" Ela pergunta. Sei lá, falo, é estranho mas ao mesmo tempo me dá um tesão do caralho. "Eu não sabia bem o que fazer, mas deu vontade de continuar", "Fiquei com muito tesão". Ela fala meio envergonhada. "Bom, ele começou a me tocar e eu já tava a mil, e aí ele pega e abaixa a calça e a cueca, tira a rola pra fora e leva minha mão de volta pra ele, eu seguro e começo a bater uma pra ele, foi tudo rápido, eu tava chupando a boca dele e batendo uma pra rola dele". "X com a voz meio trêmula de nervoso e pela situação fala pra mim: Me chupa um pouquinho?!" "Eu não sabia o que fazer, não sabia se você ia ficar puto ou se tava de boa, ele tava super envolvido na nossa parada e do nada pediu isso. Ele me pega pela cabeça e me faz ajoelhar, me senti uma puta, mas ao mesmo tempo me deu um tesão danado ele me colocar naquela posição, pego o pau dele e meto na boca, tava super nervosa como se nunca tivesse chupado um pau. Ele me segurava pela cabeça, pelo cabelo e dava pra ouvir como ele tava curtindo." "Pra falar a verdade, não durou muito, e ele falou que ia gozar, acelerou o ritmo com as mãos e senti o pau dele enchendo minha boca de porra." "Tava com um tesão do caralho, estar ali com ele e você tão perto aqui." Não acreditava no relato que minha mulher tava me contando baixinho. Quanto tesão, quanto fogo. "Gozo na sua boca?!" Falo num tom bem de punheta. "Sim", ela diz, e ri. E continua: "Engoli a porra e um pouco escorreu pelo meu peito, limpei com as mãos, levantei e o X subiu a calça, me olhou e falou: 'Uff, não acredito, que filha da puta você é'. Me deu um puta beijo e foi pro banheiro." "E aí eu vim pra cá." Minha mulher tinha tomado a porra do nosso amigo como a boa chupeteira que é. "Olha como eu tô com o pau", falo pra ela, "vem, toma minha porra também." Tava muito excitado e ela sabia. O X não tinha voltado e em poucos minutos minha mulher tinha mudado sozinha as regras do jogo. Tirei meu pau e minha mulher começou a me chupar, era muita porra que ela ia tomar naquela noite. Não conseguia parar de imaginá-la de joelhos, chupando e tomando a porra do nosso convidado. Era uma mistura de raiva e tesão ao mesmo tempo, não acreditava no que ela tinha feito, mas ao mesmo tempo me perdia na fantasia. Aparece o X na entrada da sala, parecia nervoso, como se não achasse palavras e gaguejasse. Minha mulher me chupava o pau ajoelhada na frente do sofá. "Parece que não bastou a sua porra", falo num tom de deboche, e ele sorri, vai pra cozinha e serve um drink. Eu deixava claro que sabia o que minha mulher tinha Feito. "Você gostou de mim?!", pergunto e X acena com a cabeça. "Como que não ia gostar", "Olha como ela chupa a rola", ele diz olhando direto pra minha mulher. Faço minha mulher se levantar, ainda sentado no sofá coloco ela na minha frente, ela pega minha rola como pode pra continuar me batendo uma, seguro ela pela bunda e começo a baixar a calça dela, beijo a barriga dela que tá na minha frente e continuo meus beijos até a borda da calcinha, uso meus dedos e começo a tocar a buceta dela, era uma poça de umidade, ela geme e lentamente puxo a calcinha dela pra enfiar meus dedos. Ela tava ali parada e eu tocava ela na frente do nosso amigo. Ela de olhos fechados só se dedicava a aproveitar. Faço um sinal pra X, ele se aproxima e senta a alguns metros de nós no sofá, minha mulher abre os olhos e sorri, morde o lábio, meus dedos entram e saem e ela geme de prazer. X acaricia a coxa da minha mulher e sobe até a virilha dela, a mão do amigo agora esperava a vez de aproveitar ela, viro ela e deixo na frente dele, ela segura minha mão, tava entregando minha mulher de bandeja, X toca ela, o corpo da minha mulher reage, e eu fico só segurando a mão dela, X começa a enfiar os dedos nela sentado, enquanto com a outra mão acaricia a barriga dela, os peitos dela, a bunda dela, ele levanta e fica atrás dela e como daquela vez segura os peitos dela, dessa vez com mais vontade e firmeza, a história se repetia mas essa noite X não ia hesitar. Pego o rosto da minha mina e levo contra o meu, ela me beija e começa a me bater uma enquanto se abaixa pra começar a chupar. Eu sentado enquanto minha mulher me chupava de um jeito foda e X atrás dela tocava ela até a alma, o silêncio era cortado pelos gemidos da minha mulher. A preliminar tinha sido intensa, ela se levanta e tenta subir em cima de mim pra eu comer ela, mas meu olhar dizia tudo. Levanto e fico na frente dela, agora fazíamos um sanduíche perfeito da minha mulher, eram 4 mãos dando prazer pra ela enquanto ela beijava e tentava retribuir o favor pra nós dois. Coloco ela no sofá de quatro e termino de tirar a calcinha dela. A buceta dela, extremamente molhada, fica à nossa disposição. Queria acostumar aquela buceta pro que ia vir, coloco meu pau e começo a penetrar ela firme, com fodas intensas. X se tocava o pau por cima da calça. Minha mulher gemia e apertava forte o encosto do sofá com as pancadas. "Assim, vai, me fode", ela dizia com a voz cortada. Tiro meu pau e me sento na altura da boca dela, beijo ela, X começa a massagear aquela bunda que o convidava pra ação, a vista era espetacular. "Fode ela", falo pra X, "atrás no móvel tem camisinha". Ela me olha e segura minha mão, me beijava sem parar, o tempo para um momento, ela de costas pra X não conseguia prever os movimentos dele e o olhar dela se fixava em mim, beijo ela e seguro o gemido dela, X atrás começava a penetrar ela devagar. É estranha a sensação de ver sua esposa sendo penetrada por outro, era a primeira vez que eu tinha aquele espetáculo na minha frente, e embora a adrenalina, nervosismo e dúvidas possam te pregar uma peça, nossa primeira experiência tava dando certo. Tudo passa muito rápido e acontece muita coisa ao mesmo tempo, o que dificulta um relato preciso. X fodia minha mulher de quatro enquanto ela buscava meu "apoio" com beijos e carícias, nossas mãos se encontravam e nossos beijos eram interrompidos pelas estocadas, ela abafava os gemidos na minha boca e eu aproveitava pra acariciar a parte do corpo dela que tava ao meu alcance. Me levanto e coloco meu pau na boca da minha mulher. Ela tava sendo penetrada pelos dois e curtia sem parar. Ficamos um tempo assim, enchendo ela, e depois invertemos a posição. Eu podia ver ao vivo o que ela tinha contado, enquanto enfiava o pau de X na boca e enchia ela de pau sem parar. Sentamos os dois no sofá e ela veio sentar em cima da gente, primeiro X comeu ela e eu podia ver do outro sofá ela pegando o pau dele e gemendo de prazer, enquanto eu me masturbava. Trocávamos olhares cúmplices, vejo X acelerar o ritmo e finalmente gozar, seguido por ela, que fica exausta em cima dele. Ela finalmente sai e ele vai pro banheiro com um sorrisão, (não é pra menos), e ela, exausta daquela trepada, se aproxima de onde eu estava e ri, meio sem graça. Eu ainda com a pica na mão, coloco ela de lado e começo a meter com força. Não demora pra ela ter um segundo orgasmo e, enquanto os espasmos acompanham minhas estocadas, finalmente encho ela de porra, que começa a escorrer pelo sofá. Ela vai pro banheiro, onde encontra X de frente; ele, ao passar, aperta a bunda dela e volta pro sofá. Nós três nos acomodamos e voltamos à realidade. A conversa depois de uma situação dessas é difícil; a piada e a brincadeira ajudam a quebrar o gelo e retomar a normalidade. Levei X pra casa de carro e fomos conversando sobre a loucura da noite e tudo que sentíamos, etc. Quando voltei, encontrei minha mulher na cama, bem relaxada da foda que a gente tinha dado nela. "Você se divertiu?!" Pergunto. "Foi estranho, mas sim, curti pra caralho." "Gostou de me fazer de corno na minha frente?!" Falo, inquisidor. "Não fala assim, não gosto, idiota." Diz minha mulher, visivelmente irritada. "Gosto de usar essa palavra, falo, dá tesão, não falei por mal." "Adoro ter uma hotwife, se entrega ao jogo." Ela se aproxima de mim quando entro na cama e me dá um beijo suave e longo. Os olhos dela eram fogo. "Gostou de como seu amigo me comeu?! Corninho." Diz ela, com um olhar penetrante. Os nervos tomam meu corpo de novo, uma mistura de ciúme e tesão. Sabia que tinha aberto uma porta difícil de fechar. Começava naquela noite uma série de experiências que vou contar se tivermos muito apoio e boa recepção. O conteúdo mais explícito da minha esposa no Cafecito/sweettanita1 e no Tlg: @P2690, conteúdo exclusivo e o novo canal Vip. Prévia do próximo relato: Tinha deixado o celular na mesa enquanto ia ver um episódio de uma série, tinha que... matar o tempo enquanto minha mulher não estava, o tempo se arrasta enquanto sua mulher está com outra pessoa e sua cabeça voa imaginando o que ela poderia estar fazendo. Toca uma notificação, é uma mensagem dela: "Vou dar pra ele, tô na casa dele", "depois a gente fala, Te amo!" e um emoji de coração fofo, mas naquele contexto, uma provocação. Meu coração acelera e meu pau também. Continua...
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