Oiiii, sou a sissy de vocês em treinamento, Cristel. Hoje quero contar como pretendo falar pros meus amigos e família que sou uma sissy sem volta, séria, num casamento ou algo parecido onde não tenha mais como voltar atrás, que meu destino esteja selado, cheio de porra, hormônios e humilhação.
O traje vai ser uma fusão perfeita entrerenda BDSM brancaeseda semitransparente roxano espartilho, na minissaia e nos detalhes. A seda vai deixar ver meu novo corpo: hormônios inchando minhas curvas, piercings que vão brilhar, tatuagens com palavras pequenas e qualquer modificação que meu macho decidir colocar como sua marca. A saia vai ser tão curta que tudo vai ficar sugerido; as tiras e fivelas da renda vão dar aquele toque cerimonial e submisso que quero exibir.


Os convidados serão os amigos do meu macho e as putas deles, junto com minha família e amigos, claro, todas pessoas convidadas e avisadas. Vai ter segurança, não pra impedir a entrada — qualquer um pode ver minha renúncia à minha liberdade e ao meu passado de "masculinidade" —, mas pra evitar que qualquer ser inferior, ou seja, as putas e meus convidados, possam sair, sendo testemunhas da minha entrega e renúncia.
Em vez de anéis normais, vai ter símbolos de posse: primeiro umagaiola plana/invertida prateadagravada com "mascote", "sissy" ou "Cristel" como emblema do macho; ele usará um anel combinando no pau que diga "Amo" ou "Mestre". Depois viráo colarCom minha nova identidade, a coleira na mão de quem me adotar. E como ato final de marcação pública, vou mostrar minha bunda do chão e vão colocar umplug especialque vai vibrar quando o dono tocar numa pulseira ou anel seu — um controle literal e visível pra todo mundo entender quem manda
Durante a cerimônia, vou estar com umaposição ritualVou ficar de cócoras, mãos na cabeça, inclinada pra frente cheirando o pau dele com um consolo enfiado do chão até minha buceta-cu — essa vai ser minha posição permanente como símbolo de entrega. Só vou poder quebrar ela em momentos específicos: quando recitar meus votos, vou abaixar o rosto pra beijar os pés dele, as pernas e o pau, falando as palavras que minha voz submissa ensaiou: “Vou obedecer. Vou servir. Vou me entregar.” Cada voto vai ser uma promessa e uma corrente que eu mesma aceito.

Meu buquê não vai ser de flores: vai ser um punhado deminhas calcinhas e camisinhas usadas por ele, atados como oferenda e prova de união. Vou levar ou deixar como altar simbólico; a sujeira dele será meu selo e quando eu jogar, a pessoa que pegar terá duas opções: se for um alfa, pode me comer ali mesmo; e se não for, se for uma putinha, vai ter que colocar o mesmo consolo que eu usei no casamento.
Na festa, vou desfilar entre as mesas como uma exibição: vou permitir apalpadas, olhares investigativos e pequenas provas combinadas — limpar uma parte do banquete com a língua, aceitar ordens em voz alta, fazer performances de humilhação.
Se quiser, posso contar mais detalhes, como meus votos, etc. Se tiver outra ideia, por favor me conta.
O traje vai ser uma fusão perfeita entrerenda BDSM brancaeseda semitransparente roxano espartilho, na minissaia e nos detalhes. A seda vai deixar ver meu novo corpo: hormônios inchando minhas curvas, piercings que vão brilhar, tatuagens com palavras pequenas e qualquer modificação que meu macho decidir colocar como sua marca. A saia vai ser tão curta que tudo vai ficar sugerido; as tiras e fivelas da renda vão dar aquele toque cerimonial e submisso que quero exibir.


Os convidados serão os amigos do meu macho e as putas deles, junto com minha família e amigos, claro, todas pessoas convidadas e avisadas. Vai ter segurança, não pra impedir a entrada — qualquer um pode ver minha renúncia à minha liberdade e ao meu passado de "masculinidade" —, mas pra evitar que qualquer ser inferior, ou seja, as putas e meus convidados, possam sair, sendo testemunhas da minha entrega e renúncia.
Em vez de anéis normais, vai ter símbolos de posse: primeiro umagaiola plana/invertida prateadagravada com "mascote", "sissy" ou "Cristel" como emblema do macho; ele usará um anel combinando no pau que diga "Amo" ou "Mestre". Depois viráo colarCom minha nova identidade, a coleira na mão de quem me adotar. E como ato final de marcação pública, vou mostrar minha bunda do chão e vão colocar umplug especialque vai vibrar quando o dono tocar numa pulseira ou anel seu — um controle literal e visível pra todo mundo entender quem manda
Durante a cerimônia, vou estar com umaposição ritualVou ficar de cócoras, mãos na cabeça, inclinada pra frente cheirando o pau dele com um consolo enfiado do chão até minha buceta-cu — essa vai ser minha posição permanente como símbolo de entrega. Só vou poder quebrar ela em momentos específicos: quando recitar meus votos, vou abaixar o rosto pra beijar os pés dele, as pernas e o pau, falando as palavras que minha voz submissa ensaiou: “Vou obedecer. Vou servir. Vou me entregar.” Cada voto vai ser uma promessa e uma corrente que eu mesma aceito.

Meu buquê não vai ser de flores: vai ser um punhado deminhas calcinhas e camisinhas usadas por ele, atados como oferenda e prova de união. Vou levar ou deixar como altar simbólico; a sujeira dele será meu selo e quando eu jogar, a pessoa que pegar terá duas opções: se for um alfa, pode me comer ali mesmo; e se não for, se for uma putinha, vai ter que colocar o mesmo consolo que eu usei no casamento.Na festa, vou desfilar entre as mesas como uma exibição: vou permitir apalpadas, olhares investigativos e pequenas provas combinadas — limpar uma parte do banquete com a língua, aceitar ordens em voz alta, fazer performances de humilhação.
Se quiser, posso contar mais detalhes, como meus votos, etc. Se tiver outra ideia, por favor me conta.
7 comentários - como quiero confesarme a mi familia y amigos
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