Era do Luis! E eu aqui preocupada! Tinha o Luis comendo na minha mão, então parei de me preocupar. Meu marido tinha mandado mensagens perguntando onde eu estava, tinha várias dele, pensei em dizer que fiquei na casa da minha amiga a noite toda e assim cobrir minha ausência de ontem em casa. O que pensei mesmo é que com certeza o Luis ia querer me foder depois do que ouviu, veria isso depois. Enquanto pensava nisso, me levantei e cheguei no ponto de ônibus, quando cheguei (ah, bendito ponto!) pela hora que era, acho que por ser domingo não tinha muita gente, só tinha um casal e um homem gordo sentado na escada da passarela. Quando me viu chegar, ele se levantou, se aproximou e disse:
— OI, GOSTOSA! JÁ TAVA TE ESPERANDO!
— Perdão, eu te conheço? — respondi, meio surpresa com a ousadia dele.
— Você a mim não, mas eu a você sim — respondeu.
— E de onde me conhece?
— De ontem à noite, aqui mesmo.
— Mas não lembro de você.
— Mas eu lembro de você, e mais, vi aquele cara se esfregando em você — disse, me olhando de cima a baixo com um olhar cheio de desejo. Não lembrava dele, mas sim, parecia ter visto que alguns prestaram atenção no que aconteceu.
— Desculpe, acho que você está enganado, eu…
— Não tô não, tava perto e vi como ele chegou, puxou papo com você e se esfregou em você, gostosa. Você tá bem gostosinha, não culpo ele, quando te vi também fiquei de pau duro — disse, e conseguiu me deixar nervosa, só de lembrar da noite anterior já me deixou louca, e aí o sujeito continuou:
— Percebi que aquele cara puxou papo com você, porque dava pra ver que você não conhecia ele. Que conseguiu te levar pro escuro pra se esfregar em você. Com certeza te levou pra casa dele e te comeu em todos os buracos, hehehehehehehe.
— Olha! Você tá enganado, eu sou decente e…
— Hahahahaha! Não vem com essa, quando o ônibus chegou eu subi e perguntei se era o último, ele disse que sim e olhei pra trás pra ver se você ia subir, desde antes queria puxar papo com você mas não tive coragem, quando aquele moleque chegou pensei que era seu namorado, mas quando vi o que aconteceu pensei: Puta que pariu! Aquele cara me passou na frente. - Você tá enganado, eu... - Olha, além disso, eu ia te seguir quando você descesse pra ver onde você mora, porque o que eu vi, como ele te agradou, me deixou com tesão, porque vi o quanto você é fogosa e queria te comer, sua puta, você é uma slut deliciosa. - Ei! me respeite, não me chame assim... - Você é uma puta mesmo, você ficou e como era o último ônibus eu sei que ele te levou pra casa dele e te meteu toda... Toda essa conversa fez as lembranças daquela noite se amontoarem no meu corpo, me deixando louca, me acenderam, esse homem sem saber me quebrou, cada vez que ele mencionava essas coisas me deixava mais e mais excitada, ele não precisou me seduzir nem me forçar, já me tinha, a foda do outro cara me deixou ardendo e esse homem ia me foder sem que eu resistisse, me pegando pela cintura ele me deu um beijo ardente carregado de luxúria. Me pegou de surpresa, não soube o que fazer, as lembranças da noite anterior voltaram à minha mente e corpo de novo e a luxúria explodiu em mim me deixando à mercê dele, percebendo que eu não resistia ele começou a beijar meu pescoço enquanto me segurava forte contra ele, fazendo eu sentir a ereção dele na minha bucetinha que já estava totalmente molhada. - QUE SORTE AQUELE FILHO DA PUTA TEVE DE TE COMER ONTEM À NOITE, PARECE QUE EU TAMBÉM VOU TER ESSA SORTE!! - Ele disse no meu ouvido me deixando ainda mais excitada, o que o outro cara tinha me dito esse desconhecido repetia sem saber que estava me deixando louca. Depois ele me levou pra debaixo da ponte e continuou beijando meu pescoço - ME SOLTA, SEU PORRA! - eu disse ofegante, totalmente excitada, enquanto ele me apalpava - ARRANJA UMA DAS SUAS PUTAS E COME ELA! - eu disse - PRA QUE SE EU JÁ TENHO VOCÊ??!! - ele falou ao mesmo tempo que a mão dele acariciava minha coxa de cima a baixo, levantando a saia e segurando a liga do meu thong me fazia tremer - PORRA, FILHO DA PUTA, ABUSIVO! - eu dizia ofegante, minha voz já eram gemidos cheios de desejo e isso o excitava, já que ele me tinha no poder dele, estava fazendo a mesma coisa que o outro. Sem dizer mais nada ele me virou, fazendo eu apoiar minhas mãos na coluna e me segurou pela... a cintura e ele cutucou minha bunda, eu não aguentava mais — ME FODE AGORA, PORRA! — gritei totalmente fora de mim. Segurando minha mão, ele me guiou pela avenida onde caminhamos várias ruas. No começo, resisti um pouco, mas ele se colocou atrás de mim, me segurou pela cintura e sentir suas mãos no meu corpo, junto com as memórias da noite anterior, me deixou indefesa. Então, ele aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou — VOU TE LEVAR PARA UM LUGAR ONDE PODEMOS FICAR SOZINHOS, MAMAZONA! — fazendo-me tremer. Vendo que eu não resistia, ele pegou minha mão novamente e me guiou. Eu caminhava atrás dele com a cabeça baixa, pela vergonha e tesão que sentia — vergonha de ter sido seduzida por dois caras no mesmo ponto em poucas horas, e um tesão insaciável que me dominou e me deixou nas mãos desse cara. Me sentia exatamente como eles me viam: uma puta. Então, caminhamos desde a clínica por várias ruas, entre os comércios da avenida, até chegarmos a um motel. Ele me guiou para dentro e, já no quarto, enquanto ele trancava a porta, ouvir o clique da chave trouxe à minha mente as memórias da noite passada. Mas desta vez não havia desejo de fugir ou arrependimento — pelo contrário. Levantando minhas mãos e abrindo levemente minhas pernas, o convidei a me despir. E ele, me vendo totalmente entregue, tirou meu vestido, deixando-me só de lingerie. Depois, deu voltas ao meu redor, me contemplando, e eu aproveitei para rebolhar meu corpo sensualmente — estou fazendo aulas de reggaeton, então balancei meus quadris e, especialmente, minha bunda no ritmo, deixando-o louco de tesão. Então, ele tirou meu sutiã e, ao passar na minha frente novamente, beliscou meus mamilos e os mordia cada vez que passava, enquanto acariciava meu corpo. Depois, ele puxou minha calcinha fio-dental e deu palmadas fortes na minha bunda — AAAAI, PARA! — eu dizia com voz de menina assustada, o que só o deixava mais excitado. Agora, ele tirou a roupa e, colocando-se atrás de mim, posicionou a cabeça do pau entre minhas nádegas, enquanto me segurava pelos seios e começava a morder... meu pescoço, agora ele começou a espetar meu ânus com a glande dele, me fazendo contorcer loucamente -¡¡¡OOOOOHHHH!!!- enquanto me guiava até a cama, o que eu desejava loucamente, estar ali e ser penetrada por ele, ao chegar ele me virou de frente para ele e me fez ajoelhar, aproximando seu falo da minha boca, passei ele nos meus lábios molhando-os com seu líquido, enfiei a língua e provei, peguei com minhas mãos e massageei para depois percorrê-lo com minha língua enquanto dizia -POIS EU SOU MUITO GOSTOSA, VAI TER QUE ME SATISFAZER! – falei olhando fixamente e enfiei seu falo na minha boca dando uma chupada louca que o fez se contorcer, então segurando meu cabelo ele começou a foder minha boca.

e depois de tão excitado que ele estava, começou a encher minha boca de porra, mas eu não parei de chupar, queria mais. Então fiz ele não perder a ereção colocando o pau dele entre meus peitos para fazer uma espanhola. Me ver de joelhos e submissa com o pau entre os seios deixou ele maluco. Ele me levantou pela mão e me deitou de bruços, colocando um travesseiro debaixo da minha barriga para deixar meu cu e minha buceta à disposição dele. Abriu minhas pernas e, colocando-se no meio, posicionou o pau entre minhas nádegas, abrindo meu cu. Ele ia me foder, mas antes que fizesse, eu gritei: "NA MINHA BOLSA TEM MEU CELULAR E ÓLEO DE ABACATE, ME FILMA ENQUANTO VOCÊ ME FAZ SUA, VADIA!" Ele achou uma boa ideia, pegou e se posicionou de novo, mas mudou de ideia. Ele passava o pau do meu cu para minha buceta, me deixando louca, me fazendo contorcer. Então ele colocou na minha buceta e, filmando, foi enfiando devagar até entrar por completo e começou a bombear lentamente, aumentando o ritmo gradualmente até estar me metendo brutalmente.
Meus gemidos estavam altos, ele me deixou louca, entregue, dava palmadas na minha bunda e acariciava minhas costas, depois aproximou o celular da minha buceta filmando como o pau dele entrava e saía, me fez ter um orgasmo violento entre gritos de prazer, depois tirou o pau e colocou a cabeça no meu cu, cuspiu e passou bastante óleo e pressionou, foi selvagem, nem meus gritos e lágrimas o pararam. O pau dele era tão grosso que no início doeu. Mas aquela dor rapidamente se transformou em algo mais, algo que não dava pra explicar com palavras. Além disso, ele sussurrava com muita doçura pra eu ficar tranquila e deixava um pouco até meu esfíncter dilatar, e assim foi até entrar por completo, já dentro me deixou me acostumar.
Quando me viu começar a gemer, ele começou a me embestir brutalmente, me prendendo contra o colchão. Eu sentia a barriga dele batendo nas minhas nádegas, ele mordia meu pescoço, lambia - QUE cheiro GOSTOSO, sua safada! - Ele disse, me deixando totalmente louca, e meteu até gozar no meu cu. Ficamos assim muito tempo, ele no meu ânus e eu chupando o pau dele para ele recuperar a ereção e me penetrar pela buceta até gozar dentro de mim.

Ele começou a bombear com muita força, empurrando com uma intensidade que me fez sentir pequena, vulnerável, mas ao mesmo tempo poderosa. Eu sentia como ele me enchia, como me esticava, como se quisesse chegar até o mais profundo do meu ser. Meus intestinos se contraíram, e de repente, algo inesperado aconteceu: eu me caguei de prazer. Não pude evitar. Sim, me caguei, mas não foi nojento, foi... eletrizante. Senti como o pau dele empurrava algo dentro de mim e, ao puxar lentamente, foi como se aquele mesmo pau me sugasse. Meus intestinos se esvaziaram, senti vergonha e, ao mesmo tempo, um prazer que me fez tremer da cabeça aos pés. Ele disse: "Não se preocupa, mamita, que gostoso é meter no seu cu, são coisas que acontecem". O pau dele estava todo sujo, ele levantou da cama e foi pegar papel para limpar o membro. Depois de limpar, me colocou de novo na mesma posição, passou mais óleo no pau e meteu de novo. Eu continuava gemendo e gritando que estava com vontade de ir ao banheiro, aparentemente tinha me soltado tudo, mas ele não parou. Continuou empurrando, comendo meu cu com uma intensidade que me fazia sentir que ia morrer. O suor escorria pela minha testa, misturando com as lágrimas de prazer que se acumulavam nos meus olhos. Minhas pernas tremiam tanto, mas ele me segurava com força, como se soubesse que eu não aguentaria parar. E eu não queria que parasse. Ele me dizia: "Que gostoso ver seu cu bem dilatado e a sua merda escorrendo por causa da foda que estou te dando". Aliás, meu ânus já estava doendo desde a noite anterior, já estava assado de tanta fricção, e a buceta também, na verdade já estava começando a arder.
O cheiro no quarto era avassalador: suor, sexo, macho. Mas não era desagradável, era intoxicante, como se o próprio ar estivesse carregado de desejo. Eu me sentia fora de mim, como se meu corpo não me pertencesse mais, como se fosse um instrumento afinado para o prazer dele. E ele sabia, sentia, e aproveitava com cada investida, com cada empurrão que a fazia gemer, gritar, suplicar por mais. Ele me perguntava se eu gostava e eu dizia barbaridades que me excitavam e pareciam não sair da minha boca, como se eu as ouvisse de outra pessoa. Eu dizia: "arrebenta meu cu, seu filho da puta", "vou cagar viva" e coisas assim, e ele respondia com selvagerias não menores, como: "me dá tudo", "vou empurrar a merda pra dentro", tudo isso temperado com um festival de gemidos, balbucios, suores frios, peidos vaginais e anais pelo ar que entrava em mim com suas investidas brutais e súplicas por mais intensidade. Aí eu errei, porque quando pedi mais não sabia o que estava por vir. Ele tirou o pauzão e aí sim foi terrível o peido que soltei e, pior, meu esfíncter já não conseguia fechar, então a expressão "cagar viva" ganhou um novo significado pra mim. Ele gostou e disse: "agora sim, agora você vai ver". Eu, enquanto me esvaziava, sentia sair de mim merda de todo tipo de dureza e intensidade, e não conseguia parar de gozar. O curioso é que o cheiro era intenso, mas o quarto todo cheirava a macho, a genitália de macho, e não a cocô, o que me deixava ainda mais excitada, embora também sentisse vergonha pelo que acontecia. De repente, vejo aquele homem gordo subir uma perna na cama e a outra do outro lado do meu rosto. Aqueles pés enormes de cada lado do meu rosto, grudado na cama, me fizeram pressentir o que estava por vir, nunca melhor dito. Ele se agachou e eu levantei minha bunda, e ai de mim. Ele ficou como um possesso, me enrabando num ritmo que eu já sentia mais pelo chacoalhar dos ovos sujos dele contra minha buceta do que por saber quando estava dentro ou fora do meu cu dilatado. Comecei a gritar de um jeito que... Parecia que eu tava parindo, porra. Fiquei uns bons 10 minutos nessa, que foram uma eternidade, num ritmo descomunal. Perdi a conta de quantas vezes gozei e nem sei o tanto que me mijei e caguei.
Quando finalmente acabou, senti um jato quente inundando minhas entranhas. Ele se afastou de mim com as pernas trêmulas e o coração a mil. Eu respirava com dificuldade, tentando recuperar o fôlego enquanto sentia toda aquela porra escorrendo do meu cu pra buceta e pelas minhas pernas, misturada com a bosta que saía da minha bunda, mas minha mente estava em outro lugar, naquele espaço onde prazer e dor se fundem em algo indescritível. E então, sem conseguir evitar, olhei pro pau dele e pra ele, sentado numa cadeira, suado, exausto, recuperando o fôlego também. Ali estava aquele pauzão ainda duro e cagado com restos de porra, como se não tivesse sido o suficiente. Me aproximei dele, atraída por aquela presença imponente, por aquele pau que me levou a um lugar de onde eu já não queria voltar. Com a mão trêmula, toquei nele, sentindo como ficava ainda mais duro, como se respondesse ao meu carinho. Comecei a masturbá-lo devagar no início, sentindo como crescia na minha mão, como pulsava com vida própria. Não sentia nojo de estar esfregando aquele pauzão cheio do conteúdo das minhas entranhas. Ele tinha tirado isso de mim e merecia tudo. Ele fechou os olhos, gemendo baixinho, e eu soube que ele estava prestes a gozar de novo. Que animal no cio eu tinha ali pra mim. E assim foi. Ele gozou na minha mão, um jato quente que respingou nos meus dedos e escorreu pela minha mão cagada. Eu olhei a porra, sentindo como escorria pela minha mão e o contraste de cor, e então levantei o olhar pra ele, que me encarava com um sorriso, como se soubesse que me tinha levado a um lugar de onde eu nunca mais poderia voltar. E ele estava certo. Naquele momento, me senti uma puta do caralho, com o corpo ardendo e a alma em chamas, com um sorriso nos lábios que não conseguia apagar. Tinha descoberto algo novo, algo sujo, algo que me fazia sentir mais viva do que nunca. Me deitei exausta na cama com as nádegas pra cima e ele se aproximou pra me acariciar, começou a abrir minhas nádegas e me disse que gostoso parecia minha bunda cheia de porra, merda e sangue, quando ele disse sangue eu me assustei e perguntei: "tá saindo sangue de mim?" e ele disse: "sim, acho que de tanta fricção, mas não se preocupa, mamita, é normal, depois passa". eu relaxei de novo e soltei uma risadinha de puta, ele disse: "pra você ver como eu te desejo, vou chupar seu cu assim". eu não achei que ele fosse ter coragem, mas ele abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cu cheio da porra dele, da minha merda e do meu sangue, e começou a enfiar a língua lá dentro. eu comecei a gemer e a empurrar a cabeça dele pra entrar mais, e pra completar, ele começou a enfiar os dedos na minha buceta rapidamente.

Gozei na cara dele e ele continuou limpando minha bunda, só senti que ele adormeceu na minha bunda e eu também. Quando acordei, eram 18h, levantei super rápido e me vesti. Já estava muito tarde, o que meu marido diria? Nem tomei banho, só coloquei meu fio-dental e meu vestido. Ele ficou deitado na cama, que estava uma nojeira, com manchas de sêmen, sangue, merda e meus squirts. Isso me fez sentir muito suja. Me aproximei dele e me despedi com um beijo bem apaixonado.
Saí do quarto e fui para o ponto do ônibus. Antes de entrar, passei perfume porque com certeza eu cheirava a cocô e sexo. Entrei no ônibus e, por sorte, estava vazio e me sentei. No caminho para casa, sentia dor na bunda, ardência e o mesmo na minha vagina. Meu abdômen e ventre doíam, acho que de tanta penetração, e sentia minha bunda super aberta. Como estava sentada e de vestido, meu rabinho tinha contato direto com o assento, e meu fio-dental só cobria a parte da vagina — na parte do ânus era só um fio. Então sentia o sêmen que ele tinha deixado e a merda escorrendo. Fui super desconfortável.
Na hora de descer, olhei o assento e dava para ver o formato da minha bunda e a marca da minha vagina de tão molhada que estava. Para completar a sacanagem, como estava vazio, tirei o fio-dental por baixo do vestido e deixei lá. Aquele fio-dental tinha resto de sêmen de dois caras, fluidos vaginais, meu sangue, merda e suor. Tomara que alguém encontre, hehe.
Desci do ônibus e cheguei em casa. Meu marido estava deitado, cumprimentei ele e depois conto o que aconteceu com ele. Espero que tenham gostado desse relato e adoraria ler os de vocês 😘
— OI, GOSTOSA! JÁ TAVA TE ESPERANDO!
— Perdão, eu te conheço? — respondi, meio surpresa com a ousadia dele.
— Você a mim não, mas eu a você sim — respondeu.
— E de onde me conhece?
— De ontem à noite, aqui mesmo.
— Mas não lembro de você.
— Mas eu lembro de você, e mais, vi aquele cara se esfregando em você — disse, me olhando de cima a baixo com um olhar cheio de desejo. Não lembrava dele, mas sim, parecia ter visto que alguns prestaram atenção no que aconteceu.
— Desculpe, acho que você está enganado, eu…
— Não tô não, tava perto e vi como ele chegou, puxou papo com você e se esfregou em você, gostosa. Você tá bem gostosinha, não culpo ele, quando te vi também fiquei de pau duro — disse, e conseguiu me deixar nervosa, só de lembrar da noite anterior já me deixou louca, e aí o sujeito continuou:
— Percebi que aquele cara puxou papo com você, porque dava pra ver que você não conhecia ele. Que conseguiu te levar pro escuro pra se esfregar em você. Com certeza te levou pra casa dele e te comeu em todos os buracos, hehehehehehehe.
— Olha! Você tá enganado, eu sou decente e…
— Hahahahaha! Não vem com essa, quando o ônibus chegou eu subi e perguntei se era o último, ele disse que sim e olhei pra trás pra ver se você ia subir, desde antes queria puxar papo com você mas não tive coragem, quando aquele moleque chegou pensei que era seu namorado, mas quando vi o que aconteceu pensei: Puta que pariu! Aquele cara me passou na frente. - Você tá enganado, eu... - Olha, além disso, eu ia te seguir quando você descesse pra ver onde você mora, porque o que eu vi, como ele te agradou, me deixou com tesão, porque vi o quanto você é fogosa e queria te comer, sua puta, você é uma slut deliciosa. - Ei! me respeite, não me chame assim... - Você é uma puta mesmo, você ficou e como era o último ônibus eu sei que ele te levou pra casa dele e te meteu toda... Toda essa conversa fez as lembranças daquela noite se amontoarem no meu corpo, me deixando louca, me acenderam, esse homem sem saber me quebrou, cada vez que ele mencionava essas coisas me deixava mais e mais excitada, ele não precisou me seduzir nem me forçar, já me tinha, a foda do outro cara me deixou ardendo e esse homem ia me foder sem que eu resistisse, me pegando pela cintura ele me deu um beijo ardente carregado de luxúria. Me pegou de surpresa, não soube o que fazer, as lembranças da noite anterior voltaram à minha mente e corpo de novo e a luxúria explodiu em mim me deixando à mercê dele, percebendo que eu não resistia ele começou a beijar meu pescoço enquanto me segurava forte contra ele, fazendo eu sentir a ereção dele na minha bucetinha que já estava totalmente molhada. - QUE SORTE AQUELE FILHO DA PUTA TEVE DE TE COMER ONTEM À NOITE, PARECE QUE EU TAMBÉM VOU TER ESSA SORTE!! - Ele disse no meu ouvido me deixando ainda mais excitada, o que o outro cara tinha me dito esse desconhecido repetia sem saber que estava me deixando louca. Depois ele me levou pra debaixo da ponte e continuou beijando meu pescoço - ME SOLTA, SEU PORRA! - eu disse ofegante, totalmente excitada, enquanto ele me apalpava - ARRANJA UMA DAS SUAS PUTAS E COME ELA! - eu disse - PRA QUE SE EU JÁ TENHO VOCÊ??!! - ele falou ao mesmo tempo que a mão dele acariciava minha coxa de cima a baixo, levantando a saia e segurando a liga do meu thong me fazia tremer - PORRA, FILHO DA PUTA, ABUSIVO! - eu dizia ofegante, minha voz já eram gemidos cheios de desejo e isso o excitava, já que ele me tinha no poder dele, estava fazendo a mesma coisa que o outro. Sem dizer mais nada ele me virou, fazendo eu apoiar minhas mãos na coluna e me segurou pela... a cintura e ele cutucou minha bunda, eu não aguentava mais — ME FODE AGORA, PORRA! — gritei totalmente fora de mim. Segurando minha mão, ele me guiou pela avenida onde caminhamos várias ruas. No começo, resisti um pouco, mas ele se colocou atrás de mim, me segurou pela cintura e sentir suas mãos no meu corpo, junto com as memórias da noite anterior, me deixou indefesa. Então, ele aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou — VOU TE LEVAR PARA UM LUGAR ONDE PODEMOS FICAR SOZINHOS, MAMAZONA! — fazendo-me tremer. Vendo que eu não resistia, ele pegou minha mão novamente e me guiou. Eu caminhava atrás dele com a cabeça baixa, pela vergonha e tesão que sentia — vergonha de ter sido seduzida por dois caras no mesmo ponto em poucas horas, e um tesão insaciável que me dominou e me deixou nas mãos desse cara. Me sentia exatamente como eles me viam: uma puta. Então, caminhamos desde a clínica por várias ruas, entre os comércios da avenida, até chegarmos a um motel. Ele me guiou para dentro e, já no quarto, enquanto ele trancava a porta, ouvir o clique da chave trouxe à minha mente as memórias da noite passada. Mas desta vez não havia desejo de fugir ou arrependimento — pelo contrário. Levantando minhas mãos e abrindo levemente minhas pernas, o convidei a me despir. E ele, me vendo totalmente entregue, tirou meu vestido, deixando-me só de lingerie. Depois, deu voltas ao meu redor, me contemplando, e eu aproveitei para rebolhar meu corpo sensualmente — estou fazendo aulas de reggaeton, então balancei meus quadris e, especialmente, minha bunda no ritmo, deixando-o louco de tesão. Então, ele tirou meu sutiã e, ao passar na minha frente novamente, beliscou meus mamilos e os mordia cada vez que passava, enquanto acariciava meu corpo. Depois, ele puxou minha calcinha fio-dental e deu palmadas fortes na minha bunda — AAAAI, PARA! — eu dizia com voz de menina assustada, o que só o deixava mais excitado. Agora, ele tirou a roupa e, colocando-se atrás de mim, posicionou a cabeça do pau entre minhas nádegas, enquanto me segurava pelos seios e começava a morder... meu pescoço, agora ele começou a espetar meu ânus com a glande dele, me fazendo contorcer loucamente -¡¡¡OOOOOHHHH!!!- enquanto me guiava até a cama, o que eu desejava loucamente, estar ali e ser penetrada por ele, ao chegar ele me virou de frente para ele e me fez ajoelhar, aproximando seu falo da minha boca, passei ele nos meus lábios molhando-os com seu líquido, enfiei a língua e provei, peguei com minhas mãos e massageei para depois percorrê-lo com minha língua enquanto dizia -POIS EU SOU MUITO GOSTOSA, VAI TER QUE ME SATISFAZER! – falei olhando fixamente e enfiei seu falo na minha boca dando uma chupada louca que o fez se contorcer, então segurando meu cabelo ele começou a foder minha boca.


e depois de tão excitado que ele estava, começou a encher minha boca de porra, mas eu não parei de chupar, queria mais. Então fiz ele não perder a ereção colocando o pau dele entre meus peitos para fazer uma espanhola. Me ver de joelhos e submissa com o pau entre os seios deixou ele maluco. Ele me levantou pela mão e me deitou de bruços, colocando um travesseiro debaixo da minha barriga para deixar meu cu e minha buceta à disposição dele. Abriu minhas pernas e, colocando-se no meio, posicionou o pau entre minhas nádegas, abrindo meu cu. Ele ia me foder, mas antes que fizesse, eu gritei: "NA MINHA BOLSA TEM MEU CELULAR E ÓLEO DE ABACATE, ME FILMA ENQUANTO VOCÊ ME FAZ SUA, VADIA!" Ele achou uma boa ideia, pegou e se posicionou de novo, mas mudou de ideia. Ele passava o pau do meu cu para minha buceta, me deixando louca, me fazendo contorcer. Então ele colocou na minha buceta e, filmando, foi enfiando devagar até entrar por completo e começou a bombear lentamente, aumentando o ritmo gradualmente até estar me metendo brutalmente.
Meus gemidos estavam altos, ele me deixou louca, entregue, dava palmadas na minha bunda e acariciava minhas costas, depois aproximou o celular da minha buceta filmando como o pau dele entrava e saía, me fez ter um orgasmo violento entre gritos de prazer, depois tirou o pau e colocou a cabeça no meu cu, cuspiu e passou bastante óleo e pressionou, foi selvagem, nem meus gritos e lágrimas o pararam. O pau dele era tão grosso que no início doeu. Mas aquela dor rapidamente se transformou em algo mais, algo que não dava pra explicar com palavras. Além disso, ele sussurrava com muita doçura pra eu ficar tranquila e deixava um pouco até meu esfíncter dilatar, e assim foi até entrar por completo, já dentro me deixou me acostumar.
Quando me viu começar a gemer, ele começou a me embestir brutalmente, me prendendo contra o colchão. Eu sentia a barriga dele batendo nas minhas nádegas, ele mordia meu pescoço, lambia - QUE cheiro GOSTOSO, sua safada! - Ele disse, me deixando totalmente louca, e meteu até gozar no meu cu. Ficamos assim muito tempo, ele no meu ânus e eu chupando o pau dele para ele recuperar a ereção e me penetrar pela buceta até gozar dentro de mim.

Ele começou a bombear com muita força, empurrando com uma intensidade que me fez sentir pequena, vulnerável, mas ao mesmo tempo poderosa. Eu sentia como ele me enchia, como me esticava, como se quisesse chegar até o mais profundo do meu ser. Meus intestinos se contraíram, e de repente, algo inesperado aconteceu: eu me caguei de prazer. Não pude evitar. Sim, me caguei, mas não foi nojento, foi... eletrizante. Senti como o pau dele empurrava algo dentro de mim e, ao puxar lentamente, foi como se aquele mesmo pau me sugasse. Meus intestinos se esvaziaram, senti vergonha e, ao mesmo tempo, um prazer que me fez tremer da cabeça aos pés. Ele disse: "Não se preocupa, mamita, que gostoso é meter no seu cu, são coisas que acontecem". O pau dele estava todo sujo, ele levantou da cama e foi pegar papel para limpar o membro. Depois de limpar, me colocou de novo na mesma posição, passou mais óleo no pau e meteu de novo. Eu continuava gemendo e gritando que estava com vontade de ir ao banheiro, aparentemente tinha me soltado tudo, mas ele não parou. Continuou empurrando, comendo meu cu com uma intensidade que me fazia sentir que ia morrer. O suor escorria pela minha testa, misturando com as lágrimas de prazer que se acumulavam nos meus olhos. Minhas pernas tremiam tanto, mas ele me segurava com força, como se soubesse que eu não aguentaria parar. E eu não queria que parasse. Ele me dizia: "Que gostoso ver seu cu bem dilatado e a sua merda escorrendo por causa da foda que estou te dando". Aliás, meu ânus já estava doendo desde a noite anterior, já estava assado de tanta fricção, e a buceta também, na verdade já estava começando a arder.
O cheiro no quarto era avassalador: suor, sexo, macho. Mas não era desagradável, era intoxicante, como se o próprio ar estivesse carregado de desejo. Eu me sentia fora de mim, como se meu corpo não me pertencesse mais, como se fosse um instrumento afinado para o prazer dele. E ele sabia, sentia, e aproveitava com cada investida, com cada empurrão que a fazia gemer, gritar, suplicar por mais. Ele me perguntava se eu gostava e eu dizia barbaridades que me excitavam e pareciam não sair da minha boca, como se eu as ouvisse de outra pessoa. Eu dizia: "arrebenta meu cu, seu filho da puta", "vou cagar viva" e coisas assim, e ele respondia com selvagerias não menores, como: "me dá tudo", "vou empurrar a merda pra dentro", tudo isso temperado com um festival de gemidos, balbucios, suores frios, peidos vaginais e anais pelo ar que entrava em mim com suas investidas brutais e súplicas por mais intensidade. Aí eu errei, porque quando pedi mais não sabia o que estava por vir. Ele tirou o pauzão e aí sim foi terrível o peido que soltei e, pior, meu esfíncter já não conseguia fechar, então a expressão "cagar viva" ganhou um novo significado pra mim. Ele gostou e disse: "agora sim, agora você vai ver". Eu, enquanto me esvaziava, sentia sair de mim merda de todo tipo de dureza e intensidade, e não conseguia parar de gozar. O curioso é que o cheiro era intenso, mas o quarto todo cheirava a macho, a genitália de macho, e não a cocô, o que me deixava ainda mais excitada, embora também sentisse vergonha pelo que acontecia. De repente, vejo aquele homem gordo subir uma perna na cama e a outra do outro lado do meu rosto. Aqueles pés enormes de cada lado do meu rosto, grudado na cama, me fizeram pressentir o que estava por vir, nunca melhor dito. Ele se agachou e eu levantei minha bunda, e ai de mim. Ele ficou como um possesso, me enrabando num ritmo que eu já sentia mais pelo chacoalhar dos ovos sujos dele contra minha buceta do que por saber quando estava dentro ou fora do meu cu dilatado. Comecei a gritar de um jeito que... Parecia que eu tava parindo, porra. Fiquei uns bons 10 minutos nessa, que foram uma eternidade, num ritmo descomunal. Perdi a conta de quantas vezes gozei e nem sei o tanto que me mijei e caguei.
Quando finalmente acabou, senti um jato quente inundando minhas entranhas. Ele se afastou de mim com as pernas trêmulas e o coração a mil. Eu respirava com dificuldade, tentando recuperar o fôlego enquanto sentia toda aquela porra escorrendo do meu cu pra buceta e pelas minhas pernas, misturada com a bosta que saía da minha bunda, mas minha mente estava em outro lugar, naquele espaço onde prazer e dor se fundem em algo indescritível. E então, sem conseguir evitar, olhei pro pau dele e pra ele, sentado numa cadeira, suado, exausto, recuperando o fôlego também. Ali estava aquele pauzão ainda duro e cagado com restos de porra, como se não tivesse sido o suficiente. Me aproximei dele, atraída por aquela presença imponente, por aquele pau que me levou a um lugar de onde eu já não queria voltar. Com a mão trêmula, toquei nele, sentindo como ficava ainda mais duro, como se respondesse ao meu carinho. Comecei a masturbá-lo devagar no início, sentindo como crescia na minha mão, como pulsava com vida própria. Não sentia nojo de estar esfregando aquele pauzão cheio do conteúdo das minhas entranhas. Ele tinha tirado isso de mim e merecia tudo. Ele fechou os olhos, gemendo baixinho, e eu soube que ele estava prestes a gozar de novo. Que animal no cio eu tinha ali pra mim. E assim foi. Ele gozou na minha mão, um jato quente que respingou nos meus dedos e escorreu pela minha mão cagada. Eu olhei a porra, sentindo como escorria pela minha mão e o contraste de cor, e então levantei o olhar pra ele, que me encarava com um sorriso, como se soubesse que me tinha levado a um lugar de onde eu nunca mais poderia voltar. E ele estava certo. Naquele momento, me senti uma puta do caralho, com o corpo ardendo e a alma em chamas, com um sorriso nos lábios que não conseguia apagar. Tinha descoberto algo novo, algo sujo, algo que me fazia sentir mais viva do que nunca. Me deitei exausta na cama com as nádegas pra cima e ele se aproximou pra me acariciar, começou a abrir minhas nádegas e me disse que gostoso parecia minha bunda cheia de porra, merda e sangue, quando ele disse sangue eu me assustei e perguntei: "tá saindo sangue de mim?" e ele disse: "sim, acho que de tanta fricção, mas não se preocupa, mamita, é normal, depois passa". eu relaxei de novo e soltei uma risadinha de puta, ele disse: "pra você ver como eu te desejo, vou chupar seu cu assim". eu não achei que ele fosse ter coragem, mas ele abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cu cheio da porra dele, da minha merda e do meu sangue, e começou a enfiar a língua lá dentro. eu comecei a gemer e a empurrar a cabeça dele pra entrar mais, e pra completar, ele começou a enfiar os dedos na minha buceta rapidamente.

Gozei na cara dele e ele continuou limpando minha bunda, só senti que ele adormeceu na minha bunda e eu também. Quando acordei, eram 18h, levantei super rápido e me vesti. Já estava muito tarde, o que meu marido diria? Nem tomei banho, só coloquei meu fio-dental e meu vestido. Ele ficou deitado na cama, que estava uma nojeira, com manchas de sêmen, sangue, merda e meus squirts. Isso me fez sentir muito suja. Me aproximei dele e me despedi com um beijo bem apaixonado.Saí do quarto e fui para o ponto do ônibus. Antes de entrar, passei perfume porque com certeza eu cheirava a cocô e sexo. Entrei no ônibus e, por sorte, estava vazio e me sentei. No caminho para casa, sentia dor na bunda, ardência e o mesmo na minha vagina. Meu abdômen e ventre doíam, acho que de tanta penetração, e sentia minha bunda super aberta. Como estava sentada e de vestido, meu rabinho tinha contato direto com o assento, e meu fio-dental só cobria a parte da vagina — na parte do ânus era só um fio. Então sentia o sêmen que ele tinha deixado e a merda escorrendo. Fui super desconfortável.
Na hora de descer, olhei o assento e dava para ver o formato da minha bunda e a marca da minha vagina de tão molhada que estava. Para completar a sacanagem, como estava vazio, tirei o fio-dental por baixo do vestido e deixei lá. Aquele fio-dental tinha resto de sêmen de dois caras, fluidos vaginais, meu sangue, merda e suor. Tomara que alguém encontre, hehe.
Desci do ônibus e cheguei em casa. Meu marido estava deitado, cumprimentei ele e depois conto o que aconteceu com ele. Espero que tenham gostado desse relato e adoraria ler os de vocês 😘
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