11: Integração da equipe




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Compêndio IIIA JUNTA 11: TEAM BUILDING.

Era os primeiros dias de julho. Tava mergulhado em planilhas quando a Ingrid entrou no meu escritório.

• Finalmente te encontrei! - exclamou ao me ver na minha mesa. - Percebi que... você não tem assistente.
11: Team building.Esse comentário doeu como mil facadas nas costas. Principalmente vindo dela.

- Sim! - respondi, tentando manter a calma. - Aparentemente, é raro entre os membros do conselho cuidar dos próprios assuntos.

Ela também suspirou.

- Sim, eu sei bem. - disse ela, se apoiando na mesa. O jeito que ela se inclinou fez meu coração disparar. - Mas acho que tenho notícias pra você.
esposa vagabundaOs olhos dela pareciam tristes e arrependidos quando me entregou o memorando.

• Parece que o Nelson vai ser transferido temporariamente pra outro departamento. — Ela me avisou com um tom triste.

O quarto ficou em silêncio por um momento enquanto eu processava as palavras dela.

— O quê? Por quê? — consegui perguntar, tentando esconder a surpresa na minha voz.

Senti um nó no estômago assim que vi o nome do Nelson.
Atribuição temporária: com efeito imediato, o Nelson vai colaborar com o departamento de TI na revisão dos sistemas internos por duas semanas.Embaixo, a assinatura da Edith. Carimbado pelo RH. Até a marca da Madeleine tava lá. Tava limpo. Polido. Intocável.

Li duas vezes, depois uma terceira, procurando alguma brecha. Como? O Nelson nunca tinha trabalhado diretamente com TI. E por que agora, no meio de todos os projetos rolando? Não era coincidência. Era um planejamento preciso.

— Tá... tá tudo bem. — menti, devolvendo o memorando pra Ingrid. — Tenho certeza de que o Nelson vai se virar.

A Ingrid hesitou e depois suspirou.

• A Cristina queria que eu entregasse pessoalmente. — comentou, resignada.
esposa infielIsso só piorou as coisas. Cristina podia ter mandado um e-mail ou pedido pra outra pessoa entregar. Mas não, ela queria que a Ingrid estivesse ali, no meu escritório, como prova da autoridade dela. Um recado forte e claro: posso mexer com seu pessoal se eu quiser.

- Ela tá fazendo disso algo pessoal. - Fechei a pasta devagar, mantendo a voz firme.

Os olhos da Ingrid procuraram minha reação e, por um instante, vi algo brilhar neles. Compreensão? Preocupação? Talvez um indício de algo mais.

Os olhos da Ingrid brilharam. Por um momento, pensei que ela fosse se desviar. Em vez disso, ela disse baixinho:

• Sim. É exatamente por isso que ela fez isso.

Me recostei na cadeira, tentando processar essa nova informação. As palavras dela soaram como uma sentença.

- Por que você tá me dizendo isso? Por que você tá do meu lado? – perguntei, percebendo que ela não estava totalmente convencida.

Ela hesitou de novo, mas dessa vez a voz dela estava mais firme.
infidelidade consentida• Pelo que ele disse na reunião do conselho. Sobre ter escolhido a Gloria em vez de mim naquela época. Que fez isso para me proteger. No começo, não acreditei... mas agora, olhando para trás... talvez ele estivesse certo. – respondeu, soltando um suspiro.

Suas palavras me acertaram como uma marreta. De repente, o quarto pareceu pequeno demais. O ar, denso demais. Lembrei claramente daquele dia, como os olhos da Ingrid brilhavam de esperança e expectativa quando ofereceram o trabalho para ela. E como eu tinha estragado tudo com uma decisão errada.

Levantei e fechei a pasta.

– Ingrid... Eu devia ter te contado isso há anos. Te devo um pedido de desculpas. – confessei, arrependido.

O olhar dela se cravou no meu e, pela primeira vez, vi uma rachadura na fachada profissional que ela tinha pintado tão perfeitamente.

• Por quê? – Ela se aproximou e apoiou a mão na mesa, fazendo os peitos balançarem suavemente, como se confirmassem meus pensamentos.

– Não escolhi a Gloria porque você não fosse capaz. Escolhi ela porque sei como os mineiros são e pensam. – falei, olhando fixamente para ela, admirando o corpo dela, imitando o desejo do mineiro, mas me controlando. – Você é uma gostosa! Li seu currículo: você fala alemão. Pode arrasar num escritório corporativo... mas numa mina as coisas são diferentes. Talvez os caras consigam se segurar sozinhos perto de você, mas eu não podia arriscar você se eles não conseguissem.
colega de trabalhoA mão dela parou sobre a mesa e o silêncio ficou ainda mais pesado. Ela procurou uma mentira nos meus olhos, mas não encontrou nenhuma.

— Marco! — começou, com a voz suave. — Não fazia ideia... Achava que era porque...

Mas ela se calou, sem conseguir terminar. Eu sabia o que ela tava pensando. Todo mundo achava que eu tinha escolhido a Gloria porque ela era menos... perturbadora. Porque era segura. Porque a Ingrid era bonita demais pra confiar perto de um bando de mineradores cheio de testosterona. Foi uma decisão que me assombrou desde então, e agora voltava pra me foder na forma de uma briga com uma mulher que tinha o poder de desmantelar minha equipe inteira.

— Agora você é casada. — apontei, tentando aliviar o clima. — Tem uma vida boa. Filhos, um marido...

O sorriso dela era triste.

— É, verdade! — comentou com uma voz estranha. Vazia. Mas notei que os olhos dela buscavam os meus, querendo algo mais profundo.

— Queria te contar. — disse baixinho. — Queria dizer que não tem problema. Que não guardo rancor. Mas não consigo mentir. Uma parte de mim... uma parte de mim queria ter tido a chance.

A tensão entre a gente era palpável, carregada de desejos não ditos e de "e se..." que flutuavam no ar como uma neblina fina.

— O que você quer dizer, Ingrid? — perguntei, percebendo que ela tava falando de outra coisa, com a voz controlada.

As bochechas dela ficaram levemente rosadas e ela desviou o olhar, mas depois voltou a me encarar.

— Quero dizer que sempre me perguntei como teria sido trabalhar com você, aprender com você. — Respirou fundo, e o peito dela subia e descia de um jeito que dificultava minha concentração. — Você sempre foi tão... tão controlado. Tão forte. É algo que admiro.

— Ingrid. — falei, sentindo a tensão no ar, dando um passo na direção dela, com o coração acelerado. — Você é uma assistente incrível pra sua chefe. Tem uma família. O que você tá tentando dizer?

O olhar dela encontrou o meu. Novo e vi algo nos olhos dela que me fez parar. Um desejo, uma necessidade de algo mais do que eu já tinha.

— Marco! — ela disse meu nome com um suspiro cheio de desejo, com uma voz quase inaudível. — E se eu te dissesse que... isso não é tudo o que quero aprender com você?

Senti o sangue subir pro meu rosto e soube do que ela tava falando. Mas precisava ter certeza.

— Ingrid, você... você tá dizendo o que eu acho que tá dizendo? — perguntei, com o queixo tremendo.

Ela concordou devagar.

— Sim. — sentenciou simples e diretamente, os olhos dela buscando minha resposta.

O quarto ficou ainda mais silencioso, o único som era o tique-taque do relógio na parede. Dava pra sentir o calor do corpo dela e eu me segurei pra não esticar a mão e tocar ela. Mas ainda assim, precisava confirmar antes.

— O que exatamente você quer aprender comigo, Ingrid? — perguntei, com a voz firme apesar da confusão que sentia por dentro.

Os olhos dela nunca desviaram dos meus.

— Como lidar com o tipo de poder que você tem. — ela disse com a voz baixa e sensual. — Como navegar pelas... complexidades desse trabalho. Como ser mais... decidida.
11: Team building.A insinuação era clara, e foi como se tivessem jogado uma bomba no meio do meu escritório. Ingrid queria mais do que as tarefas mundanas de uma assistente. Queria a emoção da sala de reuniões, a adrenalina dos jogos de poder e a excitação que tudo isso trazia. E achava que eu podia ensinar essas coisas pra ela.

Dei um passo em direção a ela, a distância entre nós agora era quase inexistente.

- Ingrid! – Insisti, tentando fazê-la cair em si, porque a partir desse ponto, não teria volta. – Você tem uma família. Você tem uma boa vida.

Os olhos dela buscaram os meus, num pedido silencioso pela minha compreensão.

- Marco, eu tenho uma boa vida, mas... quero mais. Sempre senti que poderia fazer muito mais do que me deixam. Como se tivesse uma parte de mim que está... estagnada. – comentou com frustração.
esposa vagabundaConhecia aquele olhar. Era o mesmo que tinha visto em outras mulheres inúmeras vezes. A vontade de se libertar das amarras das expectativas e explorar o território desconhecido da luxúria.

- Eu entendo. - respondi com voz suave e grave. - Mas o que você me pede é... é perigoso.

Os olhos dela buscaram os meus, com um desejo inconfundível.

- Eu sei! – sussurrou esperançosa, ao ver que eu estava me convencendo. - Mas às vezes a gente precisa de um pouco de perigo pra se sentir viva, cê não acha?

Respirei fundo, tentando me recompor. O aroma do perfume dela, uma mistura delicada de jasmim e baunilha, preenchia o espaço entre nós. Sabia que era uma linha que não podia cruzar sem consequências.

- Ingrid! - insisti com voz firme, mas cheia de um leve tom de pesar. - Eu não deveria me envolver nisso.

No entanto, me sentia excitado. Muitas vezes tinha imaginado a Ingrid sozinha, na escuridão de um túnel, deixando minhas fantasias mais selvagens virem à tona...

- Eu entendo! - aceitou ela, com uma mistura de decepção e determinação na voz. Deu um passo pra trás e tirou a mão da mesa. - Mas não posso deixar passar. Preciso provar pra mim mesma... e pra eles... que sou capaz de mais.

A determinação na voz dela me fez reconsiderar. Mas eu tinha que ser responsável.

- Respeito isso, Ingrid. Mas não cabe a mim me meter na sua vida pessoal. Nem te arrastar pra minha. – confessei, tentando mostrar uma perspectiva mais completa.

Os olhos dela vasculharam meu rosto, procurando qualquer sinal de dúvida.

- Conheço os riscos. – exclamou com uma voz esperançosa, quase inaudível, ao notar minha hesitação. - Mas tô disposta a corrê-los. Por essa... enorme... oportunidade.

Engoli seco. Ela percebeu minha ereção. Os olhos dela brilharam. Tentei me cobrir em vão.

- Olha, Marco, tô casada há cinco anos. Sei o que é amor, sei o que é felicidade. - apontou com voz cheia de uma urgência repentina. - Mas também sei o que é Me sentindo... presa.

Seus dedos brincavam entre si, sem tirar os olhos da minha virilha.

— Ingrid! — Consegui dizer, tentando esconder o desejo na minha voz. — Não sei se esse é o momento nem o lugar certo pra essa conversa.

Mas ela não me escutava. O olhar dela estava fixo na barraca que minhas calças tinham virado, com um sorriso provocante nos lábios.

— Marco. — começou com um suspiro suave, delicioso, dando mais um passo na minha direção. — Já vi como você se comporta nas reuniões. O jeito que você toma decisões, o jeito que... consegue o que quer. É... inebriante.

(Marco! Já vi como você se vira nas reuniões. O jeito que você toma decisões, o jeito que... pega o que quer. É... inebriante)

Do jeito que ela falou. Minhas calças pareceram ainda mais apertadas...

— Ingrid! — insisti de novo, tentando quebrar o ciclo. — Isso é muito inapropriado! Você é casada... e eu também.

Os olhos dela não saíram da minha virilha, e o sorriso dela ficou ainda maior.

— Sério? — perguntou sorrindo, inclinando a cabeça. — Ou é só que a gente não deveria falar sobre isso?
esposa infielO desafio na voz dela era como uma faísca num campo seco. Eu sabia que devia apagar, mas algo dentro de mim se sentia atraído pela chama.

Acho que quando minha boa amiga Sonia colocou a Ingrid como minha assistente, ela viu aquilo como um presente: a Ingrid tem uns peitos do caralho, a bunda dela é redonda e enorme. E o fato de ela usar aquela aliança de casada enorme é a cereja do bolo.

Mas enquanto ela estava na minha frente, com aqueles peitos voluptuosos apertando a blusa e as coxas torneadas e bem-feitas mal contidas pela saia, tive que admitir que a ideia de ela trabalhar ao meu lado, de estar à minha mercê, era... estimulante.

A ideia de ela me chupar de manhã, de eu comer ela ao meio-dia, de meter no cu dela à tarde...
infidelidade consentidaQuase podia imaginar meu líquido pré-ejaculatório no meu pau inchado. E o pior era que ela parecia pronta pra cair de boca em mim.

— Ingrid! — avisei pela última vez, forçando uma voz firme. — Você precisa ir embora.

Ela ergueu o olhar pra mim e o sorriso debochado nos lábios dela ficou ainda mais atrevido.

— Ou o quê, Marco? — sussurrou, diminuindo a distância entre nós. — Vai me mandar embora?
colega de trabalho(O quê, Marco? Vai me mandar embora?)

A voz dela, uma declaração de guerra…

- Não. - respondi com a voz trêmula. - Mas talvez eu faça contigo o que os mineiros fazem com as putas deles quando vão pra cidade.
11: Team building.Os olhos da Ingrid se arregalaram ao ouvir minhas palavras, mas em vez de medo, vi excitação. Ela deu mais um passo em minha direção e pude sentir sua respiração no meu pescoço.

• É isso que você pensa de mim, Marco? – sussurrou, finalmente satisfeita ao ver que estávamos na mesma sintonia, roçando levemente meu peito com a mão. – Uma puta pra usar?

– Por favor... não me tenta! – supliquei, fazendo um último esforço para me comportar como um cavalheiro. – Quero ser um homem distinto!

Ela agarrou minhas bolas e segurou a base do meu pau.

– Mas se você é o maior de todos! – disse com uma voz que me deixou sem chão.

(But you're the hugest man!)

Beijei ela com desespero. Minhas mãos percorreram toda a bunda dela.
esposa vagabundaIngrid gemeu baixinho quando nossas bocas se fundiram, a língua dela dançando com a minha numa disputa gostosa pelo controle. A mão dela envolveu meu pau, acariciando por cima da calça. O quarto rodava e a única coisa que passava na minha cabeça era o toque dela, o cheiro, o jeito que ela me olhava como se fosse me devorar inteiro.

Empurrei ela contra a mesa, passando as mãos pelo corpo dela. Os peitos dela eram uma delícia debaixo das minhas palmas, e não resisti à tentação de apertar com força. Ela gemeu, se arqueando sob meu toque, cravando as unhas nas minhas costas.

— Não tenho camisinha! — avisei, apalpando aqueles peitões enormes, me sentindo arrastado por um furacão.

Ingrid riu contra minha boca.

• Não precisa! — sussurrou, melosa e safada, com a respiração quente no meu ouvido. — Tomo pílula.
esposa infielAs palavras dela provocaram uma descarga de puro desejo em mim. Levantei a saia dela e deslizei minha mão entre as pernas dela. A calcinha dela estava encharcada. Ela estava pronta pra isso, talvez até mais do que eu.

— Dei gêmeos pra minha mulher na primeira vez que a gente transou sem camisinha! — soltei, perdido na loucura de despir ela.

Ingrid só sorriu, com a mão ainda tentando envolver meu pau.

— Não quero engravidar. — murmurou, com a voz de gata carregada de desejo. — Só quero me sentir... viva.

A mão dela encontrou meu pau e começou a acariciar com uma confiança que era ao mesmo tempo surpreendente e incrivelmente excitante. Gemi na boca dela, meu autocontrole escorrendo como areia numa ampulheta.

— É tão grande... Mal posso esperar pra sentir você dentro de mim. — disse com entusiasmo, fazendo meu coração disparar a ponto de quase infartar.
infidelidade consentidaBeijei seu pescoço, sentindo o pulso acelerar sob meus lábios. A pele dela era tão macia, tão quente. Sabia que era errado, mas a tentação era grande demais. Afastei a calcinha dela, deixando à mostra a buceta molhada e inchada. Já estava toda ensopada, e ver a excitação dela me deixou ainda mais duro.

Mas quando finalmente o sutiã caiu, foi como se uma bomba nuclear tivesse explodido: os peitos dela eram um pouco maiores que os pudins da minha mulher.
colega de trabalhoIngrid deu um passo pra trás, os peitos dela balançando com o movimento. Ela me encarou, com um desafio nos olhos. Sabia o que queria, o que precisava. Tinha que ser eu quem desse o passo final.

Com mãos trêmulas, desabotoei o cinto e abaixei o zíper da calça, deixando ela cair no chão. Minha pica pulou pra fora, dura e ansiosa. Ela respirou fundo, sem tirar os olhos dos meus. Aí, se ajoelhou e levou as mãos na cintura da saia. Desceu ela, deixando à mostra uma calcinha de renda combinando, que tirou rapidinho, me mostrando a bunda nua dela.

Ingrid pegou minha pica na mão dela, com um aperto firme e seguro. Fiquei olhando enquanto ela se inclinava, separando os lábios carnudos e vermelhos pra enfiar a ponta na boca. Um gemido de puro prazer escapou dos meus lábios quando ela começou a chupar, com a língua girando em volta da cabeça de um jeito que era ao mesmo tempo agonizante e divino.

Antes daquele dia, eu imaginava Ingrid como a esposa perfeita. Mas enquanto ela babava toda em volta da minha pica, percebi que ela sempre foi uma gostosa safada.
11: Team building.A boca dela era como veludo, e ela sabia usar aquilo. Ela me engoliu até o talo, com a garganta se movendo em volta do meu pau, e eu tive que me segurar na mesa pra não cair. Ver ela ali, de joelhos no meu escritório, era mais do que eu aguentava.

- Porra, Ingrid! - murmurei, mordendo o punho, com a voz tensa de tesão.

Ela respondeu me engolindo mais fundo, sem parar de me encarar enquanto me chupava com um fervor que me deixou sem palavras.

A mão dela massageava minhas bolas enquanto ela movia a cabeça, e eu senti que tava chegando no limite. Mas não queria gozar na boca dela. Queria sentir aquela buceta apertada e molhada em volta de mim, possuir ela como ninguém nunca fez antes.

- Nunca tinha visto um tão grande! - ela disse de repente, enquanto recuperava o fôlego.
esposa vagabundaAs palavras dela me deixaram confuso. O que aquilo significava? Era maior que o marido dela? Maior que o amante? Ela tinha muitos amantes?

Esses pensamentos fugiam da minha mente enquanto ela me colocava de volta na boca dela. Eu sabia que não ia aguentar muito mais.

— Ingrid! — eu ofeguei, com a voz de comando tensa e possessiva. — Quero você em cima da minha mesa!

— Sim, senhor! — ela respondeu, no modo secretária total.

Meu pau saiu da boca dela com um estalo molhado. Ingrid se levantou e afastou os papéis, limpando um espaço na minha mesa. Rapidamente, ela se sentou de pernas abertas em cima de mim, com a buceta molhada pressionando contra minha virilha. Dava pra sentir o calor dela através da minha cueca.

— Meu Deus! Não cabe! — ela exclamou surpresa, sentindo minha ponta cutucando ela.
esposa infiel

infidelidade consentidaMas tava tão ansiosa que nem percebeu que tinha falado isso em voz alta.colega de trabalhoCom as mãos trêmulas, levantei ela da minha mesa e virei, empurrando-a para baixo até ela se inclinar sobre a escrivaninha. A visão da bunda nua dela era demais pra mim. Me posicionei atrás dela, com meu pau roçando na umidade dela.

- Você tá tão molhada! - exclamei, com o desejo evidente na minha voz.

• Tô esperando por isso há muito tempo, Marco! - respondeu a Ingrid, com a voz abafada pela mesa. Ela rebolou a bunda, me provocando, implorando pra eu preencher ela.

- Pode confiar! Você não vai se arrepender! - e completei com um sorriso malicioso. - E vai acabar voltando pra pedir mais...

A resposta dela foi um gemido quando eu a penetrei com força, e o som ecoou pelo escritório inteiro. As unhas da Ingrid cravaram na madeira da minha mesa, os nós dos dedos brancos de tanto se agarrar. Segurei ela pelos quadris, empurrando ela contra meu pau a cada estocada, vendo o corpo dela se esticar pra se ajustar ao meu tamanho.

• Ah! Ah! Você tá me esticando! - ela reclamou com um gemido suplicante, como se estivesse queimando.
11: Team building.Suas palavras não me pararam. Pelo contrário, me fizeram ir com mais força, sentindo a bucetinha apertada dela em volta de mim. Observei como as nádegas dela balançavam a cada estocada, e aquela visão me enlouqueceu.

Os gemidos da Ingrid ficaram mais altos, enchendo o quarto com o som do nosso encontro proibido. Eu sabia que estávamos arriscando tudo, mas a emoção era intensa demais para me importar. O escritório era nosso parquinho, e ela era minha aluna ansiosa.

Enquanto me entregava por completo, fiquei feliz que meu escritório fosse à prova de som. Podia foder ela o quanto ela quisesse e fazê-la implorar por mais.

A bucetinha dela era apertada e comprimia meu pau como um funil. Eu sentia cada centímetro dela enquanto empurrava cada vez mais fundo, com minhas bolas batendo na bunda dela. Ela estava tão molhada, tão pronta para mim, que eu estava ficando louco.

• Ah, Marco! – gemeu ela, com uma voz que misturava prazer e dor. – Você é tão grande!
esposa vagabundaSuas palavras só avivaram meu desejo, subindo meu ego e eu acelerei o ritmo, mexendo a cintura num ritmo constante que a fazia gemer e implorar por mais. O som dos nossos corpos se chocando enchia o quarto, e eu sabia que nós dois estávamos perdidos no momento.

Os gemidos da Ingrid ficaram mais urgentes e eu senti a buceta dela apertando em volta de mim enquanto ela se aproximava do clímax. Estendi a mão, encontrei o clitóris dela e comecei a esfregar em movimentos circulares, aumentando a pressão conforme ela chegava no limite. O corpo dela ficou tenso e, com um grito que ela abafou contra a mesa, ela gozou com força, o orgasmo percorrendo o corpo dela e mandando ondas de choque pela minha espinha.

A sensação da buceta dela apertando meu pau era demais, e eu não consegui me segurar mais. Com uma última e potente estocada, me esvaziei dentro dela, enchendo ela com meu esperma quente. O corpo dela tremeu com a força do clímax, e eu senti o calor dos fluidos dela se misturando com os meus enquanto eu me retirava, com meu pau brilhando do nosso prazer combinado.

Enquanto ela ficava exausta em cima da minha mesa, teve uma surpresa gostosa: eu ainda estava duro, entalado dentro dela.

• Marco, isso foi... incrível. — Ela gemeu exausta, com a voz rouca de tanto gemer.

Eu me inclinei sobre ela, com a mão descansando suavemente na parte baixa das costas dela.

— Agora você é minha! — sussurrei, reivindicando ela de um jeito que era ao mesmo tempo possessivo e protetor.

Ingrid prendeu a respiração e me olhou por cima do ombro com uma mistura de desafio e desejo.

• Sempre fui sua. — murmurou, com os olhos brilhando e um brilho safado.

Comecei a perceber o que eu tinha acabado de dizer, o que a gente tinha acabado de fazer. Era uma linha que não dava pra voltar atrás. Eu tinha tomado ela, reivindicado ela de um jeito que mudaria tudo.

Quando consegui me retirar, Ingrid ficou impressionada: eu ainda estava duro e inchado. Mas a gente realmente tinha... que voltar ao trabalho.
esposa infiel• Olha só você! - apontou com um sorriso de satisfação. - Ainda não tá satisfeita, né?

O sorriso debochado no rosto dela era contagiante. Apesar da gravidade da situação, me peguei sorrindo também.

- Parece que não. - admiti, dando um tapinha na bunda dela.

Ela continuou olhando pra minha virilha, mesmo depois que eu vesti a cueca. Claro, também ajudei ela a se vestir.

- Então... - falei enquanto abotoava a camisa. - O Nelson vai trabalhar na TI pelas próximas duas semanas?

Ingrid concordou, com as bochechas coradas e os olhos brilhando depois do nosso encontro.

• Sim, mas acho que a gente deu um jeito de você não se sentir sozinho. - respondeu com um olhar cheio de tesão.

- É! - falei com um sorriso safado estampado na cara. - Nada me daria mais prazer do que "criar vínculos de equipe" com você nas próximas duas semanas.

Ingrid riu e ajeitou a saia, com a tensão no quarto agora carregada pelo cheiro de sexo e a promessa de mais por vir.

• Então, negócio fechado. - concordou brincando, com a voz ainda meio trêmula. - Mas, por enquanto, vamos manter isso só entre a gente, tá?
infidelidade consentida


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