Segredos de Casa 4

Capítulo 4: O Preço do Desejo

Meu coração batia forte no peito, um ritmo frenético de nervosismo e uma excitação proibida que nublava qualquer traço de racionalidade. O olhar de Roberto, carregado de um desejo tão cru quanto o de Gustavo, me paralisava e me atraía ao mesmo tempo. Respirei fundo, abafando os últimos vestígios de dúvida. Com uma determinação que nem sabia que tinha, fechei a distância entre mim e Roberto. Antes que ele pudesse reagir, fiquei na ponta dos pés, agarrei ele pelo colarinho da camisa e puxei ele pra mim, beijando ele fundo e com vontade. Foi tudo dentes e lábios se chocando, uma reivindicação que não vinha do carinho, mas da luxúria pura e simples. A surpresa inicial dele se transformou em reciprocidade quase na hora, as mãos grandes dele encontraram minha cintura por cima da blusinha fina.

Quando me separei, ofegante, peguei na mão dele com firmeza. Minha outra mão encontrou a de Gustavo, que observava a cena com olhos escuros e um sorriso de aprovação cheio de possessividade. Sem dizer uma palavra, guiei os dois, puxando eles, pra sala ao lado. A atmosfera era densa, carregada de expectativa e testosterona.

Assim que chegamos no centro da sala, na frente do sofá, soltei as mãos deles. Sustentei os olhares deles, com um desafio silencioso nos meus olhos, antes de cair devagar de joelhos no tapete. A saia vermelha curta subiu, deixando à mostra a pele nua das minhas coxas por cima da renda branca das meias, sem deixar nada pra imaginação. Olhei alternadamente pra um e pro outro, pra Gustavo, meu amante e dono dessa situação, e pra Roberto, o convidado, o brinquedo novo. Minha posição aos pés deles era uma declaração de intenções tão clara quanto cristal. A noite mal tinha começado, e eu era o centro de tudo.Segredos de Casa 4Eu já estava ajoelhada no tapete, como uma devota diante dos seus deuses. Enquanto Gustavo e Roberto estavam sentados no sofá, um ao lado do outro, com as pernas abertas e os olhos fixos em mim. A luz fraca do abajur acariciava seus torsos nus, destacando cada músculo, cada cicatriz, cada sinal de experiência que os tornava tão irresistíveis para mim.

Comecei com Gustavo, meu sogro, o homem que tinha despertado essa fera adormecida dentro de mim. Peguei sua pica já dura na minha mão, sentindo seu peso e grossura familiares, a pulsação potente contra minha palma. Me inclinei para frente, separando os lábios para pegar a cabeça inchada na minha boca, girando minha língua em volta da ponta, saboreando a primeira gota do seu gosto salgado. Um gemido profundo e gutural escapou da garganta dele quando me afundei, engolindo mais fundo, minha outra mão trabalhando a base do pau dele com um movimento apertado e torcido. Eu sabia exatamente como ele gostava: a sucção perfeita, o roçar da minha língua ao longo daquela veia sensível embaixo, o contato visual que eu mantinha enquanto o penetrava fundo, sentindo ele bater no fundo da minha garganta.

Mas então, uma mão, a de Roberto, acariciou minha bochecha, me guiando até ele.

— Minha vez, gostosa — murmurou, a voz dele era áspera como uísque.

Virei a cabeça, sem pressa, e peguei a pica grossa e curva de Roberto na minha boca sem hesitar. Era diferente: mais grossa, com uma curva ascendente marcada que explorei com avidez com a língua, seguindo seu formato. Usei as duas mãos para trabalhar o pau dele, uma na base e a outra massageando as bolas grossas, enquanto minha boca focava na cabeça, chupando com força. Meus olhos se encontraram com os de Gustavo enquanto eu chupava a pica do amigo dele, e a expressão no rosto dele, uma mistura de orgulho e tesão desenfreado, me excitou a um ponto que eu não sabia que era possível.

Assim continuei, alternando entre eles, um boquete duplo. implacável que fazia os dois homens xingarem e se enfiarem na minha boca. Minhas mãos nunca ficavam paradas; uma sempre trabalhava na vara que minha boca não tocava, acariciando, apertando, brincando com as bolas, enquanto a outra muitas vezes deslizava entre minhas pernas, esfregando meu clitóris feito louca, enquanto minha própria lubrificação encharcava meus dedos. A sinfonia obscena dos gemidos deles, meus sons molhados de sucção e meus próprios gemidos abafados de prazer enchiam o quarto.
Gustavo enterrou os dedos no meu cabelo, não com força, mas com posse.

— Olha isso, Roberto — ele ofegou. — Minha nora... tão bem treinada... Já viu uma boca tão talentosa? Tão faminta? —
Roberto só conseguiu grunhir em resposta. Os quadris dele se mexiam suavemente enquanto ele metia na minha cara com estocadas superficiais e controladas, se segurando com tudo nas almofadas do sofá.

— Porra, Gustavo... é uma puta nata... como ela chupa... igual uma puta — O gosto dos dois, misturado com o meu próprio, virou um dos meus sabores favoritos. Eu era o centro da atenção deles, a fonte do prazer deles, e a energia que eu sentia naquele momento, de ser completamente usada e adorada ao mesmo tempo, era mais inebriante que qualquer bebida.

Quando senti que os dois estavam perto do limite, me separei devagar, deixando os dois brilhando e pulsando sob a luz fraca. Limpei a boca com as costas da mão, sem quebrar o contato visual com nenhum dos dois.

— Isso... isso foi incrível — Roberto respirou, me olhando como se eu tivesse acabado de realizar um milagre. Gustavo só sorriu, um sorriso lento e satisfeito que dizia mais que qualquer palavra. O olhar dele prometia que isso era só o começo.

A tensão na sala era um circuito elétrico vivo, e eu era o condutor que unia os olhares carregados de luxúria deles. Depois de ter os dois na minha boca, me separei devagar, deixando eles com a respiração ofegante e o desejo queimando nas veias. Pupilas.

Gustavo se levantou primeiro, com aquela elegância predatória que fazia meu corpo reagir instintivamente. Estendeu a mão para mim. —De pé, Valéria— ordenou com uma voz suave, mas impecavelmente autoritária.

Me levantei na frente deles, sentindo o tecido delicado da minha blusa grudar levemente na pele ainda sensível. A saia curta xadrez vermelha tinha subido perigosamente quando me levantei, expondo vários centímetros a mais das minhas coxas, destacadas pelo contraste com as meias brancas de renda que iam até o meio da coxa. Roberto me observava com uma intensidade que deveria me fazer sentir exposta, mas que, em vez disso, acendia uma chama exibicionista que eu nem sabia que tinha.

—Vira— murmurou Gustavo, e eu obedeci, mostrando minhas costas para os dois homens. Seus dedos experientes encontraram os botões da minha blusa e começaram a desabotoá-los um por um, com uma lentidão deliberada que arrepiou minha pele. A peça se abriu e caiu para frente, revelando que não tinha nada por baixo. Meus peitos ficaram à mostra, pesados e sensíveis ao ar do quarto.

Roberto soltou um som de aprovação. —Meu Deus, Gustavo, você não exagerou.—

Senti o sorriso de Gustavo contra minha nuca. As mãos dele pousaram nos meus ombros enquanto ele falava. —Roberto sempre apreciou a beleza feminina no auge do esplendor, Valéria. Mostrei umas... fotos suas pra ele e ele não acreditava que você era da família.—

A revelação deveria ter me chocado. Em vez disso, uma onda de calor me percorreu ao imaginar Roberto examinando aquelas fotos, fantasiando comigo sem eu saber.

Gustavo continuou, as mãos deslizando pelos meus braços. —Prometi a ele que um dia ele teria uma experiência mais... imersiva.—

Enquanto ele falava, Roberto tinha se aproximado. Agora estava ajoelhado atrás de mim, as mãos nos meus quadris. A respiração dele era quente contra a pele sensível da minha lombar. —Com licença?— perguntou, embora suas mãos já deslizassem por baixo da barra da minha saia.

Eu assenti, sem confiar na minha voz. Com movimentos deliberados, Roberto pegou a barra da minha saia e a levantou completamente, expondo por completo minhas nádegas e confirmando visualmente o que a falta de calcinha já sugeria. O ar frio da sala arrepiou ainda mais minha pele.

Gustavo me virou de novo para encará-los. Os olhos dele beberam a visão do meu corpo agora completamente exposto entre eles, a blusa aberta, a saia levantada, as meias brancas destacando a nudez entre elas.

— Você é uma deusa, Valéria — murmurou Roberto, o olhar percorrendo cada curva como se estivesse memorizando. Gustavo se aproximou do meu ouvido.

— Quero que o Roberto experimente o que é ter uma mulher de verdade — sussurrou, suas palavras uma promessa e uma ordem. — Quero que você mostre pra ele por que não consigo parar de pensar em você. — Pegou minha mão e a guiou até a ereção proeminente que deformava a calça de Roberto. — Apresente-o direito pra ele, querida.

Gustavo se acomodou no sofá com a autoridade de um rei em seu trono. Seu olhar, escuro e carregado de luxúria, me atravessou antes de indicar suas coxas com um gesto que não admitia réplica.

— Vem cá, Valéria — ordenou, a voz um sussurro rouco que vibrou no ar carregado da sala. — Senta em cima de mim. Quero sentir cada centímetro do seu corpo. —

Obedeciendo, me aproximei com movimentos deliberadamente lentos, girando no final para me colocar de costas para ele, oferecendo-lhe minhas costas enquanto me instalava sobre suas pernas. Suas mãos, grandes e firmes, agarraram meus quadris com uma intensidade que prometia hematomas, guiando-me para baixo até que senti o contato ardente de seu membro, pulsante e urgente, na entrada da minha buceta. Com um movimento controlado mas inevitável, me deixei cair sobre ele, um grito abafado escapando dos meus lábios ao sentir como me preenchia por completo, um gemido profundo ressoando em seu peito contra minhas costas.

— Assim, Exatamente assim —murmurou Gustavo contra minha pele, seus lábios percorrendo minhas costas numa trilha de fogo enquanto seus dedos cravavam na minha carne—. Você é minha.

Comecei a me mover, balançando meus quadris num ritmo cadenciado que logo virou frenético. A posição me dava controle total — podia alterar a profundidade de cada estocada, o ângulo, o atrito — e aproveitei pra esfregar meu clitóris, pressionando ele gostoso contra a base do pau dele a cada movimento pra baixo, arrancando gemidos entrecortados dos dois.

Foi quando meus olhos, nublados de prazer, se encontraram com os do Roberto, que assistia a cena com devoção a uns passos de distância, o próprio tesão evidente no volume da calça. Estendi um braço pra ele, a voz quebrada pelo movimento rítmico que me sacudia.

— Roberto... vem — chamei, ofegante —. Não deixa eu me distrair... por favor, continua.

Roberto se jogou pra frente, caindo de joelhos entre minhas pernas com uma urgência que entregava o próprio desejo. As mãos dele acharam minhas coxas, abrindo elas um pouco mais antes da boca dele se encher em volta do meu clitóris, chupando com uma habilidade que beirava o obsceno. Gritei, um som agudo e cortado, e Gustavo aproveitou a chance pra me penetrar ainda mais, enroscando uma mão no meu cabelo pra expor meu pescoço à boca faminta dele.

O contraste era elétrico, enlouquecedor: as estocadas profundas e exigentes do Gustavo me preenchendo, me esticando, e os círculos frenéticos e experts da língua do Roberto no meu ponto mais sensível. Foi uma sobrecarga sensorial que me jogou no limite numa velocidade assustadora.

— Isso, assim, continua assim — gemi, as palavras indo pro Roberto enquanto meus quadris perdiam o ritmo, arremetendo contra o rosto dele com uma necessidade desesperada —. Não para... por favor.

Gustavo, enquanto isso, não fraquejou em nenhum momento. Os grunhidos dele contra minhas costas eram um lembrete constante da presença dele, do controle dele, mesmo quando eu achava que tinha o controle. Uma das mãos dele deslizou pelo meu corpo, encontrou meu peito para beliscar e torcer meu mamilo com uma precisão que me fazia ver estrelas.

— Tá vendo como a putinha é, Roberto? — ele rosnou, com a voz carregada de orgulho e uma posse crua e primitiva. — Tá vendo como ela aperta a bucetinha apertada dela em mim? Tá ouvindo como ela geme pra gente?

Roberto respondeu com um gemido contra a minha boceta, a sucção dele se intensificou até que a espiral de prazer no meu abdômen se rompeu. Eu já não conseguia mais distinguir quem me dava qual prazer; era só uma onda de sensações que me arrastava pra baixo.

— Vou... — tentei avisar, mas as palavras se dissolveram num grito abafado enquanto o orgasmo me rasgava, violento e absoluto, fazendo meu corpo convulsionar em volta do Gustavo e contra a boca implacável do Roberto.

Gustavo gozou comigo instantes depois, a liberação dele provocada pelas minhas contrações violentas. Senti o pulsar profundo dele dentro de mim, os dedos dele cravando nos meus quadris com tanta força que eu sabia que iam deixar hematomas, enquanto um rugido se afogava na minha pele. Ficamos ali um bom tempo, ofegantes, os três unidos num triângulo de suor, exaustão e limites destruídos.

Me recostei no sofá, exausta, minha pele hipersensível e dolorida. O veludo dos almofadas parecia frio contra minhas costas suadas. Roberto se posicionou entre minhas pernas ainda trêmulas, os olhos escuros dele devorando meu corpo desfeito com uma mistura de reverência e fome insaciável.

— Você está absolutamente linda — ele murmurou, enquanto as mãos dele agarravam minhas coxas pra abri-las devagar, exibindo a prova, o brilho dos dois prazeres. — Uma deusa completamente arruinada por nós.

Naquele momento, Gustavo se separou de mim com um grunhido satisfeito. Ele se levantou com aquela elegância animal que era a marca dele. — Vou pegar uísque — anunciou, passando uma mão. —posesiva na minha coxa num adeus momentâneo—. Roberto, não esgota toda a diversidade... guarda um pouco pra próxima rodada.

Enquanto Gustavo ia pra cozinha com uma cumplicidade calculada, Roberto não perdeu um segundo. As mãos dele, grandes e ansiosas, agarraram minha cintura, alinhando o pau com minha entrada.

—Fica tranquila —murmurou, mas a respiração já tava ofegante—. Vamos ver como você me aguenta.— Com um empurrão firme e controlado que não aceitava não, ele se enterrou dentro de mim numa única estocada profunda que me tirou o ar dos pulmões.

Um gemido gutural, metade surpresa metade prazer, escapou dos meus lábios. O pau dele era, de fato, mais grosso que o do Gustavo, me esticando de um jeito novo e impressionante, me preenchendo até o limite. O estiramento inicial foi quase excessivo, uma deliciosa sensação de ardor que rapidamente virou uma plenitude avassaladora. Era diferente, mas não menos viciante. Cada centímetro da investida dele era uma conquista brutalmente prazerosa.

—É assim que você gosta, putinha? —perguntou Roberto, a voz um sussurro rouco contra meu pescoço, e começou um ritmo que desde o primeiro instante foi frenético, selvagem, como se ele não conseguisse se segurar. As estocadas dele não eram só profundas, mas também potentes, me empurrando contra as almofadas do sofá com uma força que me deixava sem fôlego. Cada uma parecia acertar um ponto diferente e delicioso dentro de mim, criando um círculo de prazer tão intenso que eu via estrelas atrás das pálpebras.

Eu assenti, incapaz de falar, minhas unhas cravadas no tecido do sofá. Ele aumentou o ritmo, me possuindo com uma urgência animal. O som dos nossos corpos se encontrando, pele batendo em pele, encheu o ambiente, um ritmo cru e primário que era só nosso. Cada estocada era mais funda, mais potente que a anterior, batendo naquele ponto perfeito dentro de mim com uma precisão que fazia minha visão embaçar e meu corpo não ser mais só meu. Roberto se inclinou sobre mim, mudando o ângulo ligeiramente, apoiando o peso numa mão ao lado da minha cabeça. E então —Bem ali! Ai, meu Deus, BEM ALI!— eu gritei, arqueando involuntariamente debaixo dele, minhas pernas trêmulas se fechando em volta da cintura dele pra puxá-lo ainda mais fundo. Ele tinha encontrado o epicentro do meu prazer e agora se concentrava nele com uma precisão brutal, martelando aquele mesmo ponto sem piedade, uma e outra vez.

—Vou... vou... vou gozar— tentei avisar entre gemidos desesperados, mas as palavras viraram um gemido longo e quebrado quando o orgasmo me arrasou sem clemência. Meu mundo inteiro se despedaçou num milhão de sensações puras e ardentes. Meu corpo se contorceu debaixo do dele, meus músculos internos se agarraram nele com uma tensão rítmica e feroz que o consumiu enquanto ondas e mais ondas de prazer insuportável me atormentavam.

Roberto não parou. Ele grunhiu, um som selvagem de pura satisfação masculina, e continuou me empurrando até o clímax, prolongando o êxtase até quase o insuportável, até minha carne sensível gritar por sobre-estimulação. Bem quando a intensidade começava a baixar pra um nível suportável, ele se retirou de repente, saindo de mim com um som molhado que me deixou vazia e exposta.

Antes que minha mente nebulosa pudesse processar a perda do calor dele, a mão dele se fechou em volta da base do pau, que pulsava violentamente. Um jato quente e grosso me acertou na bochecha; a primeira surpresa me marcou como dele. O próximo pulso, mais forte, me acertou no queixo e escorreu pelo meu pescoço. Os seguintes, mais fracos mas não menos possessivos, desenharam listras nas minhas clavículas, no meu peito e na curva dos meus peitos. Eu ofeguei, completamente surpresa, o gosto salgado e masculino do gozo dele manchando sem querer meus lábios entreabertos.

Meus olhos, vidrados de prazer, se encontraram com os do Roberto, que me observava com uma mistura de assombro voraz e profunda satisfação enquanto o corpo dele ainda tremia com os últimos espasmos da própria gozada.

Naquele momento exato e perfeito, Gustavo voltou à entrada, segurando três copos de uísque com gelo. Ele parou, congelado por um instante, absorvendo cada detalhe da cena: eu estirada e brilhante, marcada pela essência do amigo dele, meu corpo ainda se contorcendo com pequenos espasmos pós-orgásmicos, e Roberto ofegando sobre mim, recuperando o fôlego. Os olhos dele me devoraram, cobertos pela reivindicação de outro homem, e um sorriso lento e profundamente possessivo se espalhou pelo rosto dele.

— E aí, Roberto? Cumpriu as expectativas? A putinha da minha nora te deu um bom boquete?

Roberto, que ainda respirava com dificuldade, finalmente encontrou a voz, rouca e cheia de uma admiração lasciva. — Superou todas e cada uma das expectativas, meu amigo. Essa buceta... é uma maldição e uma bênção. Vai te deixar seco.

Gustavo deu um gole longo no uísque dele, os olhos percorrendo cada mancha na minha pele com um orgulho obsceno. — Ah, eu sei — disse simplesmente, o olhar dele encontrando o meu e se cravando no fundo da minha alma. — Sei exatamente do que ela é capaz. Cada centímetro perfeito e sujo dela.

O êxtase e a vertigem me possuíam por completo. Eu estava absorta no ritmo, cavalgando Roberto no sofá com desenfreado, com a cabeça apoiada no ombro dele, quando senti as mãos fortes de Gustavo me agarrarem pelas cadeiras, me parando. Os polegares dele se cravaram na carne macia da minha bunda, me abrindo de par em par, deixando o cu à mercê dele. Uma pontada de antecipação, misturada com uma pitada de medo, percorreu meu corpo.

— Relaxa, princesa — murmurou Roberto contra minha orelha, a voz dele um sussurro rouco e carregado de luxúria —. Você vai adorar. Vou te dar um prazer que você nem sabia que existia.

Antes que eu pudesse processar um protesto ou uma pergunta, senti a pressão contundente e insistente do pau dele contra meu cu apertado e intacto. Soltei um gemido agudo e involuntário. Roberto, debaixo de mim, segurou meus quadris com mais firmeza, me prendendo.

—Shhh, deixa entrar, Valéria —sussurrou Roberto, com a voz tensa de tesão.

Tentei relaxar, mas era algo estranho, avassalador. Então, com uma estocada lenta e implacável que queimou e esticou de um jeito que eu nunca imaginei. Um grito, cru e rasgado, saiu da minha garganta: um som de choque puro e sem filtro, de dor e uma onda de prazer aterrorizante e avassaladora, tão intensa que beirava a agonia. Eu estava completamente cheia, possuída, impulsionada pelos dois homens, num abraço que parecia primal e profundamente tabu. Lágrimas brotaram nos meus olhos, mas não eram de dor, e sim da intensidade avassaladora da sensação.

—Isso... aguenta... me aguenta inteiro —rosnou Roberto, a voz carregada de uma possessividade selvagem enquanto começava a se mover, marcando um ritmo lento, profundo e devastador que me fez ver estrelas. Meus gritos se afogavam no ombro de Gustavo, que por sua vez gemia debaixo de mim, excitado pelos sons que ele arrancava de mim.

E no auge desse turbilhão sensorial, o som mais aterrorizante invadiu a bolha de luxúria: o clique metálico, claro e inconfundível, de uma chave girando na fechadura da porta da frente.

Ficamos paralisados. Uma estátua de carne ilícita e unida. Meu grito de prazer morreu na garganta, substituído por uma onda paralisante e gelada de puro terror. O mundo, que tinha se reduzido a sensações, se expandiu de repente com um pânico cegante.

—Porra, Adriano! —ofegou Gustavo, sendo o primeiro a reagir.

O que veio a seguir foi um frenético, desajeitado e silencioso movimento de membros. Gustavo e Roberto saíram de mim quase ao mesmo tempo; um vazio repentino me fez gemer. Quase caí do sofá, agarrando o que estava mais perto, uma manta macia, e me enrolando nela com o corpo semidesnudo e Suado, puxando o cobertor até o queixo.

Me enfiei num canto do sofá, tentando ficar o menor possível. Gustavo e Roberto, com movimentos desajeitados e apressados, subiram as calças e abotoaram as camisas com dedos trêmulos, tentando desesperadamente reconstruir uma fachada de normalidade que parecia frágil como vidro.

A porta se abriu e os passos de Adrián ecoaram no assoalho. Quando ele apareceu na moldura da porta da sala, a cena que encontrou era surrealista: a esposa dele, encolhida e enrolada num cobertor no sofá, com o rosto vermelho e o cabelo grudado no suor da têmpora; o pai dele e um homem desconhecido, de pé, com as camisas mal abotoadas e a respiração ainda ofegante. O ar era denso, quente, e cheirava inconfundivelmente a sexo, colônia masculina e uísque derramado.

O silêncio foi absoluto por três segundos eternos. Adrián não disse nada. Só os olhos dele, frios e afiadíssimos, examinaram a sala. Percorreram cada detalhe: o sofá levemente deslocado, as almofadas no chão, a garrafa de uísque e três copos vazios na mesa... e depois se cravaram numa poça pequena, viscosa e brilhante no chão de madeira, perto de onde eu estava.

— E aquilo? — perguntou finalmente. A voz dele era plana, sem emoção nenhuma, o que era muito mais assustador do que se tivesse gritado.

Gustavo engoliu em seco. — Uísque! — improvisou, com uma risada que soou falsa e forçada —. Esse Roberto aqui é um desastrado, derrubou o copo. Não se preocupa, já limpo.

O olhar de Adrián, lento e deliberado, pousou então em mim. Me senti um inseto debaixo de um microscópio.

— Val? — disse ele, e o tom era suave, suave demais —. Tá bem? Parece... alterada. Por que o cobertor? Tá com frio?

— Tô — consegui articular, com uma voz que saiu estridente e trêmula —. Tô, muito frio de repente. Um calafrio.

Adrián deu dois passos lentos em direção ao sofá. Parou bem na minha frente. O A sombra me cobriu. Da minha posição sentada, tive que arquear o pescoço pra olhar pra ele. Ele se inclinou levemente. E então eu vi: os olhos dele se fixaram na minha testa, nas minhas têmporas, onde o suor de minutos atrás ainda brilhava sob a luz do abajur.

— Frio? — repetiu, e dessa vez tinha um gelo na voz dele — Mas você tá pingando de suor, querida.

Meu coração parou. Gustavo deu um passo à frente, com outra risada nervosa que soou grotesca na tensão do momento.

— É esse quarto! — exclamou, abrindo os braços — Com dois homens aqui esquentando o ambiente, mais o uísque... faz um calor do caralho, ninguém aguenta!

O olhar do Adrián se desgrudou de mim e cravou no pai dele. Não disse nada. Só olhou. Foi um olhar longo, pesado, que parecia dizer "não me subestima". Gustavo, diante daquele olhar, calou a boca e desviou a vista pela primeira vez, visivelmente desconfortável.

Foi o Roberto quem, sentindo a hostilidade e o perigo iminente, quebrou o feitiço. Pigarreou.

— Bom, eu... acho que é minha hora de vazar — disse, com uma voz que tentava soar casual mas entregava a pressa de fugir — Foi um prazer, Adrián. Gustavo, você sabe onde me encontrar. Valéria... espero que melhore desse... frio.

Ele andou até a porta com passos rápidos e decididos, quase sem disfarçar a fuga. O som da porta se fechando atrás dele ecoou na sala como um portão final.

Adrián ficou parado, olhando alternadamente pro pai e pra mim. A expressão dele era impenetrável, uma máscara de calma que não conseguia esconder a tempestade que devia rugir atrás dos olhos. Eu podia sentir o pulsar do meu próprio sangue nos meus ouvidos. Finalmente, ele respirou fundo, como se estivesse segurando algo enorme.

— Vou tomar um banho — anunciou, com uma voz tão plana e controlada que era de arrepiar — Dia longo.

Ele girou nos calcanhares e subiu as escadas sem pressa, sem olhar pra trás. Cada passo dele nos degraus era como uma martelada que anunciava uma contagem regressiva.

Só quando ouvimos o som da água correndo no banheiro de cima, eu e o Gustavo soltamos o ar juntos, desabando. Eu me joguei contra as almofadas do sofá, sentindo as pernas tremerem sem controle. O Gustavo passou a mão no rosto, que estava pálido.

— Meu Deus — sussurrei, com a voz trêmula de pânico —. Ele sabe. Ele desconfia de alguma coisa.

O Gustavo concordou devagar, o olhar fixo na escada por onde o filho dele tinha sumido. — Eu sei — ele disse, com a voz grave e preocupada —. Não sei exatamente o quê, mas esse não é o olhar de um homem que acredita em histórias de uísque derramado. Esse é o olhar de alguém que acabou de ligar um alarme.

Subi as escadas de dois em dois degraus, pulando o terceiro que sempre range, e me tranquei no meu quarto. Me apoiei na porta, ofegante, escutando. O som da água ainda corria no banheiro principal. Beleza. Eu tinha alguns minutos.

Tirei a blusa suada e me olhei no espelho. Tava um bagaço. O rosto vermelho, a rímel borrada (nem lembrava de ter me maquiado!), o cabelo bagunçado e grudado na pele por causa do suor do sexo e do pânico. Eu parecia exatamente o que era: uma mulher que tinha acabado de ser completamente comida por dois caras. Tinha que dar um jeito nisso. Rápido.

Peguei uma toalha úmida que usava pra tirar maquiagem e comecei a passar no rosto, no pescoço, nas axilas, limpando a evidência mais visível do calor e do esforço. Depois, com movimentos mecânicos e urgentes, me limpei entre as pernas com um pano úmido, tirando a evidência pegajosa e reveladora do Roberto e do Gustavo que ainda grudava em mim, um lembrete visceral do risco que a gente tinha acabado de correr. Joguei a toalha fora pra me livrar de qualquer vestígio.

Procurei no armário e achei o perfume mais forte que tinha, um floral intenso, e me borrifei nos pulsos, no pescoço, atrás das orelhas, até no cabelo, criando uma nuvem aromática artificial que eu esperava que abafasse qualquer outro cheiro residual. Escovei o cabelo com força, prendendo-o num rabo de cavalo desleixado, mas que pelo menos parecia casual.

Vesti meu pijama de algodão, um daqueles conjuntos largos e modestos que comprava em pacotes de três, e me olhei de novo no espelho. Agora eu parecia… normal. Entediante e normal. Feito uma esposa que ia dormir. Era uma fachada frágil, mas era a única que eu tinha.vadiaMe meti na cama e me cobri até o queixo, fechando os olhos e lutando pra controlar minha respiração, pra que soasse lenta e funda quando ele entrasse.

Não precisei esperar muito. O chuveiro desligou e, uns minutos depois, a porta do quarto abriu. Senti o peso dele afundar o colchão do meu lado. Cheirava a sabonete limpo e pasta de dente. Um cheiro de casado, familiar. Um cheiro que de repente me pareceu alienígena.

Ele ficou parado um instante. Dava pra sentir o olhar dele na minha nuca.

— Val? — sussurrou, a voz baixa.

Me virei, entreabrindo os olhos como se a voz dele tivesse me acordado de leve. — Hmm? Sim, amor? — murmurei, torcendo pra minha voz soar grossa de sono e não rouca de nervoso.

— Tudo bem? Lá embaixo… com o pai e o amigo dele… você parecia… nervosa.

Meu coração disparou, mas mantive a expressão sonolenta. — Nervosa? Não… — falei, bocejando pra ganhar tempo. — Só cansada. E sim, um pouco desconfortável, talvez. O amigo dele, Roberto… me olhava estranho. Não gostei. Por isso me cobri com o cobertor. — A meia verdade saiu com uma fluidez que me surpreendeu, misturando ficção com realidade de um jeito crível.

Ele ficou em silêncio, estudando meu rosto. O olhar dele era intenso, penetrante. — Só isso? — perguntou, o tom ainda neutro, mas carregado de uma pergunta não dita.

— Sim — insisti, fazendo um esforço pra soar irritada e cansada. — O que ia ser? Eles estavam bebendo, falando alto… eu só queria silêncio e que fossem embora. Aconteceu alguma coisa?

Foi o toque final. O cansaço genuíno da noite, o estresse e a irritação na minha voz pareceram convencê-lo. Ou pelo menos, ele decidiu aceitar. Por enquanto.

— Não — suspirou ele, e pela primeira vez o corpo dele pareceu relaxar. — Não, não aconteceu nada. Só achei estranho. Dorme.

Ele se virou, me dando as costas. Eu fiquei olhando pras costas dele, segurando a respiração, esperando que ele dissesse mais alguma coisa, que fizesse outra pergunta. Mas só ouvi a respiração dele ficar mais lenta e funda, até cair num sono que, eu suspeitava, não era tão profundo quanto parecia.

Eu não consegui dormir. Fiquei deitada no escuro, de olhos abertos, ouvindo cada suspiro dele, cada mínimo movimento. A fachada tinha funcionado. Ele tinha acreditado. Ou tinha escolhido acreditar. Mas a suspeita, como uma fina camada de pó tóxico, tinha se depositado sobre tudo. E nós dois sabíamos disso. O jogo tinha subido para um nível novo e perigoso, onde as mentiras já não eram ditas para enganar, mas para sobreviver. E naquela noite, deitada ao lado do meu marido, me senti mais sozinha e mais vulnerável do que nunca.

A manhã seguinte foi tensa e silenciosa. Adrián tinha saído cedo, com apenas um "até logo" seco jogado no ar, sem olhar nos meus olhos. A suspeita pairava na casa como uma neblina densa. Desci para a cozinha com cuidado, sentindo cada rangido do chão como uma acusação.

Gustavo estava lá, fritando ovos como se nada fosse. O aroma contrastava brutalmente com o nó de nervos no meu estômago. — Bom dia — disse sem se virar, a voz grave. — Senta. A gente precisa conversar.

Deslizei para uma cadeira na ilha da cozinha, enrolada num roupão, me sentindo vulnerável. — O que foi? — perguntei, embora temesse a resposta.

— O de ontem à noite foi perto demais — ele começou, virando-se com a espátula na mão. A expressão era séria, não havia nenhum traço da luxúria do dia anterior. — Não podemos continuar assim. O Adrián não é burro. Se a gente ficar aqui, ele vai nos pegar. E não quero nem imaginar o que aconteceria.

Um frio percorreu minhas costas. — O que... o que você sugere? Terminar com isso? — A ideia me aterrorizou mais do que eu estava disposta a admitir.

— Não — ele disse, com uma rapidez que me aliviou na hora. — Sugiro que a gente se veja fora daqui. Num lugar onde não precise ficar olhando por cima do ombro. Onde a gente possa... relaxar de verdade.

— Onde? — perguntei, embora uma parte de mim já soubesse a resposta.

— The Reed Door — ele disse, cravando o olhar em mim. O clube. É o lugar perfeito. Lá somos só mais dois adultos. Lá não tem sogro, nem nora, nem marido ciumento. Só desejo.

The Reed Door. O nome ecoou na minha cabeça como um tambor distante. O lugar que a Camila tinha me falado, o lugar onde o Gustavo reinava. A ideia me deu uma mistura de medo e uma curiosidade intensa, proibida.

— Eu... não sei — gaguejei, brincando com a borda do meu roupão —. É muito... público?

— Lá ninguém julga, Valéria. Pelo contrário. É a liberdade em forma de lugar. — Ela se aproximou e colocou a mão sobre a minha —. Confia em mim. Você vai?

Olhei pra mão dela, depois pro rosto, e nos olhos dela vi a promessa do prazer que eu tinha provado e do qual já não conseguia mais ficar sem. Assenti devagar. — Vou.

Um sorriso de triunfo iluminou o rosto dela. — Perfeito. Agora vai se arrumar. Algo que te faça sentir poderosa. Algo que te faça sentir desejada. A gente sai em meia hora.

Subi as escadas com o coração acelerado. No meu armário, meu olhar parou num vestido. Eu vesti ele. O vestido verde-oliva era uma segunda pele, colado em cada curva, e o corte sem mangas valorizava meus ombros e costas. Era elegante, mas inegavelmente provocante, e terminava bem no meio da coxa. Prendi o cabelo, passei um pouco mais de maquiagem que o normal e me olhei no espelho. Já não parecia mais a esposa entediada. Parecia outra pessoa. Alguém perigoso.esposa

trioDesci. O Gustavo deu um assobio baixinho quando me viu. —Incrível. Você vai estar por cima de todo mundo lá —disse ele, me oferecendo o braço.

O trajeto de carro foi tenso. Eu olhava pela janela, minhas mãos suadas em cima do vestido. Tava nervoso, minha mente corria com imagens de como seria o clube, da galera, dos olhares... as possibilidades. O Gustavo dirigia com confiança, como se tivesse me levando pra jantar em qualquer lugar.

Quando chegamos, o prédio parecia discreto por fora. Mas ao cruzar a porta, o mundo mudou. O som de música eletrônica baixa, mas pulsante, se misturava com gemidos e ofegos. O ar tava carregado de cheiro de suor, perfume e sexo. E ali, no corredor de entrada, a primeira imagem me deixou sem fôlego: casais e trios, alguns semi nus, outros completamente pelados, transando contra as paredes, em sofás baixos, sem nenhum pudor, mergulhados no próprio êxtase. Congelei por um segundo, com o coração batendo forte nas costelas, surpresa e estranhamente excitada pela carnalidade crua e sem filtro que se exibia.

—Não olha feito turista —murmurou o Gustavo no meu ouvido, me segurando pelo cotovelo com firmeza—. Aqui isso é normal. Relaxa e curte o espetáculo.

Ele me guiou pelo labirinto de corpos entrelaçados. Eu sentia olhares em mim, no vestido, nas pernas que apareciam. Senti uma onda de calor, parte vergonha, parte tesão. Avançamos pra uma área mais aberta, um pátio interno com luz fraca.

E aí eu vi ela.

No centro, ajoelhada num tapete de pele grande, tava a Camila. Ela tava completamente pelada, com os olhos vidrados e um sorriso bêbado de prazer. Tava cercada por pelo menos sete homens nus, cujas ereções, como uma floresta de carne, apontavam pra ela. Um tava atrás dela, metendo fundo. Outro ela chupava com um fervor voraz que mal reconheci. Um terceiro acariciava os peitos dela enquanto sussurrava no ouvido. Era um espetáculo de submissão e luxúria. coletiva. Eu parei de repente, levando a mão à boca. Uma coisa era ouvir falar, outra era vê-la assim, tão completamente exposta e consumida.

Gustavo parou ao meu lado, observando a cena com um sorriso de familiaridade.

— Parece que sua amiga encontrou a vocação dela — comentou, com um tom de sarcasmo —. Sempre gostou de ser o centro das atenções.

Camila, naquele momento, abriu os olhos e seu olhar, perdido no prazer, cruzou com o meu. Por um segundo, houve um lampejo de reconhecimento, de surpresa, talvez até de vergonha, que foi imediatamente varrido por outro homem que se aproximou para reivindicar a atenção dela. Ela fechou os olhos de novo e se entregou à onda de sensações, esquecendo de mim por completo.

Gustavo apertou meu cotovelo. — Vem — disse, a voz dele agora era uma promessa baixa e sombria —. Isso é só o aperitivo. Vou te mostrar o que é realmente ser o centro de tudo isso.

E ele me guiou para dentro do clube, me afastando da visão de Camila, me adentrando num mundo onde todos os limites estavam prestes a ser apagados.Muito obrigado por ter chegado até aqui, qualquer coisa relacionada a essa história, não hesitem em me mandar mensagem. Qualquer ideia, comentário, apoio será bem-vindo. Deixem seus pontos, compartilhem pra trazer as próximas partes. Valeu por ler.

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