Oi, pessoal... hoje vou contar pra vocês a noite com mais medo e mais desejo. Uma sexta-feira à noite, meu parceiro Alberto, que tinha o dobro da minha idade, combinou com um casal, amigos dele da época do colégio, de irmos jantar e ele meio que ia me apresentar as habilidades de sedutor dele. Tá claro que eu, com meus 25 anos, ficava fascinada com o jeito e a confiança que o Alberto, já na casa dos 50, demonstrava em tudo que fazia, porque ele era um amante virtuoso e muito inovador, constantemente me fazia viver situações que pra mim, naquela época, eram extremas. No caminho, ele foi me contando as aventuras com esses amigos que íamos ver, detalhando casos de ménages e trocas em sexo grupal que eles faziam na juventude. Quando chegamos, um clima bem agradável, com um jantar já servido na mesa - a gente tinha chegado um pouco atrasado - um cara se aproximou pra me trazer um drink, algo que eu precisava, e fomos nos apresentando... "Oi, eu sou o Facundo e aqui nossos anfitriões Walter e Myriam (o casal dono da casa)". Depois de um tempo chegou o Diego, todos da idade do Alberto. Quando o jantar terminou, depois de muito vinho e o champanhe que veio com a sobremesa, a Myriam me perguntou se eu topava que cada uma fizesse amor com nossos parceiros... A vontade de ver e as doses de álcool me fizeram aceitar a proposta, perguntando o que o Facundo e o Diego fariam, e a Myriam confirmou que eles só iam olhar e, talvez, tocar um pouco... Quando me aproximei do Alberto, ele já sabia o que ia acontecer e começou a me tocar... Minha maior surpresa foi olhar pra Myriam, sendo despida pelo marido, um cara não muito alto, muito peludo até nas costas, meio careca e com uma risada sinistra, mas ver *ela* foi o que começou a me excitar. Quase sem controle do meu corpo por causa do álcool, não me importava com os olhares de todos enquanto, ao tirar a última peça de roupa, comecei a cavalgar o Alberto. De relance, sentindo o pau do Alberto entrando muito fácil, eu olhava pra Myriam, muito mulher, muito puta e com um corpo que Eu queria tocar, mas estava a uns 4 metros de distância. Facundo baixou a calça e já tinha o pau ereto, estava se tocando... Pra falar a verdade, eu não gostava de ver o Walter comendo ela, ele parecia bruto e repulsivo, suado... Bem molhada e a pedido do Alberto, comecei a fazer oral no meu parceiro, rezando pra que não rolasse troca, e já encharcada, deixei o Facundo fazer oral em mim e tocar com delicadeza, mas perdendo de vista a Myriam, que eu ouvia cada vez mais animada. Depois de um tempo, senti alguém tocando nos meus peitos, que estavam cheios de leite, já que eu ainda amamentava meu filho, e de onde já saía um pouco de leite, o que me deixava ainda mais excitada. Quase sem perceber, mas com vontade, o Facundo me penetra por trás na minha buceta encharcada, metendo devagar até o fundo, e eu acelerando, agarrando o pau do Alberto, que ainda por cima empurrava minha cabeça, enfiando até a garganta, e o outro cara chupava meus mamilos leitosos... Passaram alguns minutos, e ao tocar no pau entrando na minha vagina, descobri que quem estava me comendo não usava camisinha, e quando eu tentei tirar, o Alberto me segurou forte, gozando na minha boca, e descobri que era o Walter quem lambia o leite dos meus seios, e os gemidos de prazer da Myriam eram por causa do Diego. Balbuciando com porra na boca, fiquei brava e disse: "Assim não, não podem me comer sem camisinha!" Ao que, com uma voz rouca e desprezível, o Walter comentou: "Olha só, puta, eu boto uma camisinha e agora eu te fodo..." E, indo para trás de mim, virou meu corpo, sendo segurado pelo Alberto, que prendeu meu pescoço entre seus braços, e enquanto o Facundo me segurava quase pela cintura, o Walter ria e me penetrou bruscamente, sem piedade, pelo cu, repetindo: "Essa putinha gosta de pau, olha como tá molhada e como entra no cuzinho..." "Que puta gostosa, vai ganhar cada centavo..." e me empurrava tão forte que eu sentia que ia cair, metendo até o fundo e salpicando suor nas minhas nádegas. Medo, excitação, mostrando a camisinha cheia de porra, ele colocou o pau para que... Eu limpei e olhei... não muito comprida, mas bem grossa, imaginando como ela deve ter me aberto para entrar... Depois, cada um foi atrás do Walter, me deixando com a bunda cheia de porra, os quatro me comeram pelo cu, e posso dizer que entendi por que a Myriam gemía, o Diego tinha uma enorme, foi o que mais gostei e aproveitando, Facundo e Diego me fizeram dupla penetração enquanto a Myriam me ensinava a lamber a buceta dela, como enfiar meus dedos e língua dentro dela e sentir ela gozar na minha boca... finalmente me deram dinheiro, me senti usada e satisfeita... Durante todo o ano seguinte, continuamos nos vendo, o Walter me pagava para chupar ele e transar, e a Myriam se sentia entre ele e eu.
Oi, pessoal... hoje vou contar pra vocês a noite com mais medo e mais desejo. Uma sexta-feira à noite, meu parceiro Alberto, que tinha o dobro da minha idade, combinou com um casal, amigos dele da época do colégio, de irmos jantar e ele meio que ia me apresentar as habilidades de sedutor dele. Tá claro que eu, com meus 25 anos, ficava fascinada com o jeito e a confiança que o Alberto, já na casa dos 50, demonstrava em tudo que fazia, porque ele era um amante virtuoso e muito inovador, constantemente me fazia viver situações que pra mim, naquela época, eram extremas. No caminho, ele foi me contando as aventuras com esses amigos que íamos ver, detalhando casos de ménages e trocas em sexo grupal que eles faziam na juventude. Quando chegamos, um clima bem agradável, com um jantar já servido na mesa - a gente tinha chegado um pouco atrasado - um cara se aproximou pra me trazer um drink, algo que eu precisava, e fomos nos apresentando... "Oi, eu sou o Facundo e aqui nossos anfitriões Walter e Myriam (o casal dono da casa)". Depois de um tempo chegou o Diego, todos da idade do Alberto. Quando o jantar terminou, depois de muito vinho e o champanhe que veio com a sobremesa, a Myriam me perguntou se eu topava que cada uma fizesse amor com nossos parceiros... A vontade de ver e as doses de álcool me fizeram aceitar a proposta, perguntando o que o Facundo e o Diego fariam, e a Myriam confirmou que eles só iam olhar e, talvez, tocar um pouco... Quando me aproximei do Alberto, ele já sabia o que ia acontecer e começou a me tocar... Minha maior surpresa foi olhar pra Myriam, sendo despida pelo marido, um cara não muito alto, muito peludo até nas costas, meio careca e com uma risada sinistra, mas ver *ela* foi o que começou a me excitar. Quase sem controle do meu corpo por causa do álcool, não me importava com os olhares de todos enquanto, ao tirar a última peça de roupa, comecei a cavalgar o Alberto. De relance, sentindo o pau do Alberto entrando muito fácil, eu olhava pra Myriam, muito mulher, muito puta e com um corpo que Eu queria tocar, mas estava a uns 4 metros de distância. Facundo baixou a calça e já tinha o pau ereto, estava se tocando... Pra falar a verdade, eu não gostava de ver o Walter comendo ela, ele parecia bruto e repulsivo, suado... Bem molhada e a pedido do Alberto, comecei a fazer oral no meu parceiro, rezando pra que não rolasse troca, e já encharcada, deixei o Facundo fazer oral em mim e tocar com delicadeza, mas perdendo de vista a Myriam, que eu ouvia cada vez mais animada. Depois de um tempo, senti alguém tocando nos meus peitos, que estavam cheios de leite, já que eu ainda amamentava meu filho, e de onde já saía um pouco de leite, o que me deixava ainda mais excitada. Quase sem perceber, mas com vontade, o Facundo me penetra por trás na minha buceta encharcada, metendo devagar até o fundo, e eu acelerando, agarrando o pau do Alberto, que ainda por cima empurrava minha cabeça, enfiando até a garganta, e o outro cara chupava meus mamilos leitosos... Passaram alguns minutos, e ao tocar no pau entrando na minha vagina, descobri que quem estava me comendo não usava camisinha, e quando eu tentei tirar, o Alberto me segurou forte, gozando na minha boca, e descobri que era o Walter quem lambia o leite dos meus seios, e os gemidos de prazer da Myriam eram por causa do Diego. Balbuciando com porra na boca, fiquei brava e disse: "Assim não, não podem me comer sem camisinha!" Ao que, com uma voz rouca e desprezível, o Walter comentou: "Olha só, puta, eu boto uma camisinha e agora eu te fodo..." E, indo para trás de mim, virou meu corpo, sendo segurado pelo Alberto, que prendeu meu pescoço entre seus braços, e enquanto o Facundo me segurava quase pela cintura, o Walter ria e me penetrou bruscamente, sem piedade, pelo cu, repetindo: "Essa putinha gosta de pau, olha como tá molhada e como entra no cuzinho..." "Que puta gostosa, vai ganhar cada centavo..." e me empurrava tão forte que eu sentia que ia cair, metendo até o fundo e salpicando suor nas minhas nádegas. Medo, excitação, mostrando a camisinha cheia de porra, ele colocou o pau para que... Eu limpei e olhei... não muito comprida, mas bem grossa, imaginando como ela deve ter me aberto para entrar... Depois, cada um foi atrás do Walter, me deixando com a bunda cheia de porra, os quatro me comeram pelo cu, e posso dizer que entendi por que a Myriam gemía, o Diego tinha uma enorme, foi o que mais gostei e aproveitando, Facundo e Diego me fizeram dupla penetração enquanto a Myriam me ensinava a lamber a buceta dela, como enfiar meus dedos e língua dentro dela e sentir ela gozar na minha boca... finalmente me deram dinheiro, me senti usada e satisfeita... Durante todo o ano seguinte, continuamos nos vendo, o Walter me pagava para chupar ele e transar, e a Myriam se sentia entre ele e eu.
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