Gostei e meti nela 2ª parte

Até aquele momento, ela só tinha me visto de frente e já tava de olho esbugalhado, se perguntando o que ia rolar quando me visse de costas.
—Você podia dar uma voltinha?
—Claro (tava morrendo de vontade que ela pedisse isso)
E eu virei do jeito mais sexy e devagar que consegui, quando terminei, olhei de novo pro rosto dela, ainda mais excitado, simplesmente amei.

E de novo a mesma dinâmica, eu mexendo e rebolando minha bunda de propósito e ela surpresa com a minha total falta de vergonha.
Eu tinha saído descalça, então, mesmo tendo me surpreendido um pouco, não tive problema em aceitar, adoro como fico de salto, mas não achei que naquele momento fosse algo que importasse pra minha acompanhante.

Voltei pro banheiro e coloquei os sapatos, olhei o celular pra ler o que meu marido tinha me mandado, e respondi que já tinha ele na cama com o pau duro. Na hora, me preparei pra sair de novo, e quando fiz isso, vi meu amigo deitado na cama, com o pau de fora, ele ainda tava todo vestido, só tinha tirado o membro duro pra fora. O pau dele era grosso e grande o suficiente, sem exageros, adoro uns paus bons, e aquele me agradou bastante. Além disso, com a tesão que eu tava, queria pular em cima dele naquele instante. Mesmo assim, continuei brincando um pouco e fingi naturalidade total.

—Assim tá melhor, você gosta mais com os sapatos?

—Valeu, quer outra voltinha?
—Claro
E eu fiz, sabendo o que ia rolar, mas ainda nesse estado de inocência aparente.

—Bom, acho que com isso a gente termina, não acha?
—Por quê?
—Ué, você me pediu pra modelar a roupa e eu já fiz; ou você quer mais alguma coisa?
E falei isso mordendo um pouco os lábios e com o tom mais safado que consegui. Ele, de olho arregalado, já se masturbando sem vergonha nenhuma, não achava palavras, dava pra ver que a brincadeira tinha deixado ele extremamente excitado; eu sendo a dona total da situação, no fim ele conseguiu dizer:

—Bom, na verdade eu tava pensando em você me ajudar também a ensaiar o que espero que aconteça com minha esposa; sabe, quero estar preparado.
- Ahhh, o que você tem em mente?
- A verdade é que eu amo sexo oral, tanto fazer quanto receber, e minha mulher não gosta muito de nenhum dos dois.
- Você quer que eu te chupe? Não acha que é ir longe demais? Acho que sua esposa não ia gostar nada se eu fizesse isso.
- Bom, ela não precisa ficar sabendo; a verdade é que você tem sido tão compreensiva comigo que por isso me atrevo a te pedir esse favor.
- Só que tem um problema: eu posso vestir essa roupa e fingir que sou sua mulher, mas se vou te chupar, não consigo fazer do jeito que ela faz, porque não sei como ela faz, só sei fazer do meu jeito, então não sei o quanto isso vai te ajudar.
E eu mordi meu dedo indicador enquanto terminava a frase, ele não soltava o pau dele e se masturbava cada vez mais forte.
- Acho que isso é um problema menor, faz do seu jeito, por favor, no final ela não gosta muito mesmo.
- Acho que você tem toda razão…
E eu me aproximei devagar, subi na cama, tirei a mão dele do pau e tomei seu lugar, lentamente comecei a bater uma pra ele e olhava com minha melhor cara de puta enquanto ele se contorcia de prazer, eu tinha total controle da situação, sentia que ele me desejava, essas atitudes realmente me faziam acreditar que estava diante de um homem casado carente.
- Lau, por favor, faz com a boca.
Ele era um cavalheiro, não me chamava de puta, vagabunda, pau, chupar, foder, etc., cuidava das formas e das palavras até nesses momentos, e eu que adoro falar e ouvir putaria, me sentia um pouco deslocada, mas isso dava um toque de novidade e eu gostava, eu que adoro ser dominada, que um pau bom me subjugue e que me insultem e deem tapas na bunda enquanto me comem, hoje eu sentia total controle da situação e isso me excitava, sabia que podia pedir qualquer coisa ao meu novo amante e ele não teria problemas em me satisfazer desde que eu saciasse seus fortes desejos de sexo.
Então decidi agradá-lo e comecei a chupá-lo. Primeiro brinquei devagar com minha língua na cabeça do pau dele, depois passei a língua por todo ele, e então coloquei na boca e chupei lentamente.
—É assim que sua mulher faz com você?
—Nada disso! Ela faz devagar, mas não tem comparação, você é a melhor! Não sabe como é gostoso.
—Que bom que você gostou (e continuei com meu trabalho).
—Você faz assim com seu marido?
—Na verdade, faço de vários jeitos…
—E qual ele gosta mais?
—Quer mesmo saber? Acho que você não vai aguentar sem gozar, e eu quero que você me coma também…
—Adoraria, você não faz ideia de como eu quero, e não se preocupa, tomei o comprimidinho quando comprei a lingerie pra poder fazer tudo que você quiser.
—Ok, então fica de pé.

Assim nós dois levantamos, eu decidi dar um boquete que ele nunca ia esquecer. Com os dois de pé, me inclinei até o pau dele, mas mantendo minhas pernas retas, sem dobrar os joelhos. Assim meu corpo ficava num ângulo de 90 graus e minha bunda completamente empinada. A combinação da minha posição com a minha calcinha fio-dental minúscula dava ao meu amante uma visão perfeita no espelho da minha raba.

A posição não era a melhor pra fazer um bom trabalho com a boca, mas sim pra dar uma visão gostosa da minha bunda. Fiquei assim por um tempo e depois mudei de posição.
—Depois também gosto de ficar de joelhos na frente do meu macho, adoro chupar assim.

Fiz isso e acelerei o ritmo. Enquanto chupava, passava a mão nas bolas dele e eventualmente masturbava o pau dele. Usei minha boca e minhas mãos ao máximo, na maior velocidade possível.
—É assim que meu marido adora. Você gosta?
—Sim, pra caralho!

E voltei ao que estava fazendo. Não demorou muito pra fazer ele gozar. O esperma jorrava do pau dele e caía nos meus peitos, sujando tudo que eu tava vestindo. Parecia que esse cara não gozava há semanas. Enquanto ele gozava, gemia e gemia, e eu limpava bem o pau dele com as mãos pra continuar chupando depois. O tesão de tudo que aconteceu me venceu, eu tava amando aquilo. Poder satisfazê-lo assim e ter conseguido deixá-lo tão excitado.
Ainda com a respiração ofegante, escuto as mensagens chegando no meu celular; com o tesão, o tempo tinha passado e eu tinha esquecido do meu marido. Era ele mesmo. Peguei o telefone e atendi, e ao fazer isso, rapidamente voltei à minha posição original de joelhos na frente do meu novo amigo.
E respondi com um áudio que se cortava cada vez que eu colocava a pica do meu amante na boca, pra ele perceber que eu estava ocupada.
Adoro a putaria. Essa mensagem me deu um pretexto ideal pra continuar sendo a vadia que sou, e tirei umas fotos minhas com a pica perto do meu rosto e de joelhos na frente de outro homem. Contando que ainda queria ser penetrada pelo filho da puta em questão.
Larguei o telefone, estava a mil de tesão, queria transar e ainda tinha que esperar meu amante se recuperar.
Foi então que ele se aproximou de mim e começou a me beijar, ao mesmo tempo que apertava e amassava meus peitos. Logo ele estava com a boca nos meus mamilos, e eu rapidamente respondi aos carinhos, rebolando o quadril. Eu estava muito excitada.
— Lembra que você dizia que gostava de fazer e de receber sexo oral? Então deixa eu ver como você faz isso tão bem na sua esposa.
E assim ele me levou pra cama e começou a brincar com a língua na minha buceta, mordendo e chupando. Com o tesão, logo comecei a gemer e puxar os cabelos dele.
Em poucos segundos, senti um orgasmo explodir no meu corpo. Quando me recuperei um pouco, vi ele se aproximando com a pica já completamente dura.
— E agora, o que você sugere, coração? — ele disse.
— Não sei, pensei em ficar assim (e me coloquei de quatro) — desse jeito a gente não se olha na cara, e você pode pensar que sou sua mulher.
— Adorei a ideia, só que minha esposa não tem essa bunda gostosa.
E enquanto ele falava isso, eu rebolava descaradamente o meu rabo, de quatro. Adorava provocá-lo e me sentir no controle da situação.
Finalmente ia me dar o prazer de ter a pica dentro de mim. Finalmente, depois de tantos dias de abstinência. Um pedaço de carne entrou no meu corpo, senti o pau duro dele me penetrar, rapidamente mexi minha bunda e era eu que praticamente estava me comendo, queria forte e com força, logo meu movimento de quadril já estava descarado, a puta que vive em mim já estava fora de controle e eu só queria ser possuída como a puta no cio que sou.
Queria que ele me xingasse, queria que me chamasse de puta, queria que me batesse na bunda, que puxasse meu cabelo, mas ele simplesmente não fazia, só seguia o ritmo das minhas investidas e tentava me agradar.
— Sabe, meu marido costuma me bater na bunda e me chamar de puta enquanto me fode, ahhh, eu gosto selvagem, ohhh
— Eu não posso te chamar assim e muito menos bater em você
— Ok, papi, mas me dá forte, por favor!
E então ele acelerou o ritmo e começou a me dar do jeito que eu gosto, as investidas dele ficaram selvagens e aí eu já não me mexia, só recebia o pau grosso dele, em pouco tempo meus gritos estavam tão altos que de vez em quando eu mordia o travesseiro para recuperar o fôlego e descansar a garganta.
— Ahhh, que gostoso!, mais, mais por favor! Que boa foda que você está me dandoGostei e meti nela 2ª partePor vários segundos ficamos assim, depois dávamos uma pequena pausa e diminuíamos o ritmo, aí acelerávamos e repetíamos o processo. Isso durou vários minutos. Depois de eu gozar umas duas vezes, sabia que era questão de tempo até minha amante terminar. Então me preparei para fechar com tudo. Por fim, virei pra olhar ele e, fixando meus olhos nos dele, quis continuar mostrando o tipo de mulher que acredito ser.

— Cê gosta da minha bunda, papai?
— Amo.
— Então, se você não quer me dar umas palmadas, eu mesma vou dar (e assim me dei duas palmadas, cada uma mais forte que a outra); gostou?
— Muito.
— Então, por favor, mete forte nessa puta, filho da puta, quero que você me faça gritar!

E assim ele acelerou o ritmo pela última vez. Nós dois gozamos e só se ouviam nossos gritos. E assim, finalmente, ambos terminamos num longo e delicioso orgasmo.

No final, meu amante caiu em si, e eu pedi pra ele ficar, que meu marido já estava chegando e a gente podia continuar os três a noite toda. Mas ele se vestiu rápido, me deu um beijo e foi embora, dizendo que já era tarde pra ele e que tinha um compromisso. Não sei se era verdade ou se ele teve medo do José... hahaha.

— Ei, e a roupa da sua esposa?
— Fica com ela, sempre foi pra você. Minha esposa nunca usaria uma coisa dessas.

E assim ele saiu do quarto. Fiquei meio decepcionada porque queria que ele ficasse pra eu continuar sendo comida pelos dois quando o José chegasse e me despedir com mais carinho. Ia adorar pelo menos dar uns beijinhos no pau dele antes de ir. Fiquei uns segundos na cama olhando pro baby doll no chão, cheio de porra, e lendo as mensagens que meu marido tinha mandado pedindo mais detalhes. Pouco depois, ouvi bater na porta. Fiquei animada, pensando que meu amigo tinha voltado. Levantei rápido, arrumei um pouco o cabelo e abri a porta.

Era meu marido. Quase se encontraram, o que teria sido uma delícia. Talvez entre os dois a gente tivesse convencido ele. Na hora, corri pro banheiro e me arrumei. Pouco depois, vesti o baby doll, saí e desfilei de novo a roupa; pela segunda vez no dia, só que dessa vez na altura dos meus peitos tinha os restos de porra do meu amante, o modelito ia servir pra excitar ele, em poucos minutos já tava sendo comida de novo, mas agora com a rola de sempre, a do meu marido.

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