Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ir ao banheiro. Com tudo o que tinha rolado no transporte, por algum motivo, além de tarada, fiquei com uma vontade danada de mijar. Mal sentei na privada e comecei a soltar um jato forte de xixi. Fazia um barulhão ao cair na água do vaso, parecia uma mangueira de pressão.
Enquanto mijava, fiquei examinando minha calcinha fio dental, que estava enrolada nas minhas pernas. Tava toda molhada e melada de uma parada que parecia esperma ou meleca branca. Óbvio que não era esperma, mas parecia que era.
Comecei a passar os dedos nela e me distraía vendo como, quando eu separava os dedos, formavam fiozinhos pegajosos entre eles. Eu já me masturbei várias vezes, principalmente quando leio contos ou quando tomo banho, mas era a primeira vez que prestava atenção no líquido que saía de mim. Como eu disse, era tipo uma meleca branca, e a parte de baixo da minha calcinha, bem onde fica minha buceta, tava toda melada dessa meleca. Fiquei curiosa e cheirei meus dedos, e já ia meter eles na boca pra provar quando David bateu na porta do banheiro falando que também precisava usar.
Rápido me limpei e respondi que já tava saindo.
Fui pro meu quarto e deitei pra descansar e tentar organizar meus pensamentos. Mas era impossível. Tava quase me masturbando quando ouço de novo a voz do David gritando pela porta que tinha pedido pizza delivery pra gente comer.
Tirei toda a roupa, examinei de novo minha calcinha suja e joguei no cesto de roupa suja. Coloquei só uma camiseta curta que deixava minha barriga de fora e uma legging que uso pra malhar ou ficar confortável em casa. Não coloquei sutiã nem calcinha por baixo. Saí do meu quarto e fui pro quarto do David.
O que foi, maninho?", perguntei ao entrar no quarto dele.
"Organizando minhas figuras", respondeu enquanto arrumava espaço nas prateleiras pra colocar a figura nova que tinha comprado. Ele também tinha trocado de roupa pra algo mais confortável.
"Qual é a que você comprou?"
"É o Cody Rhodes. Era a que eu não tinha conseguido pegar."
"Deixa eu ver", respondi.
Eu ainda estava excitada. Minha mente e meu corpo não tinham superado o que tinha rolado no transporte. E isso me deu uma ideia. Ou melhor, uma loucura. Falei pro David que ia pro meu quarto e voltava num instante.
Rápido entrei no meu quarto e, sem pensar muito, tirei minha calça legging e coloquei na cama as calcinhas fio dental que tinha comprado, menos a que tinha deixado no cesto de roupa suja. Peguei a transparente e vesti. Me olhei no espelho, girando pra me ver por inteiro. A transparência do tecido deixava tudo à mostra, e como não estou depilada, dava pra ver claramente os pelos da minha buceta. Alguns até escapavam pelas bordas da calcinha. E por trás era só um fiozinho de tecido que sumia entre minhas nádegas morenas.
Não quis pensar nem um pouco e fui direto pro quarto do meu irmão, só de blusinha curta e minha fio dental transparente minúscula.
"David, você já me mostrou o que comprou. Quer ver o que eu comprei?", falei, mas só espiando pela beirada da porta.
"Bom... sim, claro. — Se você quiser, sim — respondeu David, meio hesitante.
Fui eu que não hesitei nada e entrei no quarto dele, parando na frente dele. David arregalou os olhos quando viu a irmã mais nova parada na frente dele quase pelada.
Danae! O que cê tá fazendo, sua maluca?"
"Tô te mostrando o que comprei. Bom, o que você comprou pra mim."
"Eu sei, mas pensei que você ia trazer a sacolinha de roupa, não que ia vir vestindo elas", respondeu meu irmão, e eu vi o começo de uma ereção aparecendo por baixo do short dele.
"Eu sei, mas... só me deu na telha de vestir. Quer que eu vá embora?" falei meio sem graça.
"Hmm, não. Se você quiser ficar, tudo bem."
"Tô feia? Ficou bravo?" perguntei, ainda meio envergonhada.
"Não, pelo contrário. Só que você me surpreendeu. Não achei que você ia vir com a sua calcinha fio dental vestida. E não fiquei bravo, e claro que você não tá feia. 'Cê tá linda demais, tá muito gostosa, Danae."
Não respondi, mas virei de costas pra ele me ver também por trás. Era uma loucura o que eu tava fazendo, mas era excitante. Senti meus mamilos ficarem duros e, de novo, senti minha buceta ficar molhada.
Tá gostando? Quer ver as outras?", perguntei pro David.
Lá estávamos nós. Eu na frente do meu irmão só de uma tanga transparente que deixava à mostra os pelos da minha buceta e minhas nádegas, e uma blusinha pequena que não conseguia esconder meus mamilos durinhos. E meu irmão olhando besta, com o pau todo duro fazendo uma barraca debaixo do short dele.
"Subiu pra você, haha", falei apontando pra virilha dele.
"Não ri, idiota. Óbvio, você tá quase pelada na minha frente e eu sou homem. Essas reações não dá pra evitar", respondeu David, agora sendo a vez dele de sentir vergonha.
Me virei de novo pra ele ver como o fio da tanga se enfiava entre minhas nádegas. Ainda não sou muito bunduda, na real. A namorada do meu irmão é bem mais rabuda e peituda do que eu. Mas acho que pros caras isso não importa, né? Só de ver qualquer mulher de tanga já basta pra eles gostarem, não importa se tem bunda grande ou não. Bom, é o que eu acho. Me digam nos comentários ou no meu e-mail se eu tô certa.
Pensei em me inclinar pra ele me ver bem, mas por algum motivo fiquei com vergonha de que, ao fazer isso, o David visse meu cu. Não sei por que isso me deu vergonha. Será que a Danae bobinha e envergonhada que sempre fui tava lutando pra sair e tomar o lugar da Danae safada que eu era naquele momento?
Não sei, mas a vergonha venceu e não me abaixei na frente do meu irmão.
"Tá peluda, tá escapando pelos lados", o David falou apontando pra minha buceta.
"Kkk, é, que vergonha. É que eu não tinha planejado isso. Só... me veio de repente!"
"Você é doida, Danae. 'Tomara que nossos pais não descubram isso ou a gente morre!', ele falou.
"Eu sei, que seja segredo entre nós. Além disso, não tamo fazendo nada de errado. Ou tô?", respondi.
"Bom... não, acho que não. É tipo quando a gente era criança e nos levavam pra nadar na piscina e a gente ficava de calcinha ou sunga. Bom, é assim que eu vejo."
"Ahhh, não vale, porque se isso é igual quando a gente nadava, então você também fica de cueca ou sunga. 'Não só eu!', falei e dei um tapinha nele de brincadeira.
"Quer que eu também fique só de cueca?", o David respondeu meio sério.
Eu ia responder quando ouvimos baterem na porta.
"A pizza", falamos os dois ao mesmo tempo.
O David tirou dinheiro da carteira e ficou pensativo.
"O que foi?", perguntei.
"Não posso sair assim com o pau duro", ele falou bem sério, e aí os dois caímos na risada pelo ridículo da situação.
"Relaxa", falei, pegando o dinheiro da mão dele.
"Danae, não!" ouvi ele gritar, mas não liguei e corri pra porta.
Olhei pela janela pra ter certeza de que era o entregador de pizza e, depois de ver que era, abri a porta. Era um cara mais ou menos da idade do meu irmão, parado na porta com duas caixas de pizza na mão. Ele ficou mudo ao me ver.
Eu, por minha vez, tava na frente dele, com meu cabelo preto comprido solto e Sem pentear, com minha blusinha curta que marcava meus peitões eretos e deixava à mostra meu umbigo e minha barriga. E claro, minha minúscula fio dental transparente que não escondia nada. Era quase como se eu estivesse pelada da cintura pra baixo. Senti os pelinhos da minha buceta ficarem molhadinhos só de ver a cara de espanto do entregador.
Oi, como você está?", falei de um jeito provocante.
Durante toda a minha vida, de menina até adolescente, me considerei uma garota boazinha, bem-comportada, com notas boas na escola e que vai à igreja aos domingos. A garota que outras mães usam como exemplo para as filhas.
E ali estava eu, pela primeira vez na vida me sentindo sexy. Não, sexy não.
Me sentindo uma puta.
Me sentindo uma puta. Me mostrando quase nua na frente do meu irmão e agora na frente do entregador de pizza. E tinha certeza de que, assim como aconteceu com meu irmão, com certeza o pau do entregador já tinha subido também.
Mas dessa vez também não quero falar pau.
Agora quero falar pica.
Ali estava Danae, a garota boazinha vestida de puta e me exibindo para o entregador. E mesmo que as caixas de pizza não me deixassem ver, tenho certeza de que a pica dele já tinha subido também.
"Aqui está o dinheiro", falei enquanto ele me passava as caixas e eu, curiosa, olhava para a virilha dele para confirmar, divertida, o que eu tava dizendo antes.
Assim como o do meu irmão, a pica do entregador fazia uma barraquinha na calça dele.
"Deixa, eu pego o dinheiro", falei e me virei de costas para ele, pra que pudesse me ver por trás. Caminhei até a mesa de centro fingindo que ia pegar o dinheiro. Daria tudo pra ver a cara do entregador naquele momento.
E dessa vez sim, tchau vergonha! Me abaixei na frente da mesa de centro fingindo que pegava o dinheiro, dando assim ao entregador uma visão total da minha bunda, e talvez até do meu cu.
Voltei com o entregador e dei o dinheiro, me desculpando por não ter mais para a gorjeta.
"Tá de boa, com tudo que eu vi já é a gorjeta que eu preciso", ele respondeu.
"Pra próxima vez que você vier, te recebo do mesmo jeito. Que essa seja sua gorjeta toda vez que me trouxer pizza, fechou? — falei.
Me despedi do entregador e, quando virei, vi o David parado no corredor que dá pra porta. Ele tinha visto tudo.
"O quêêê?" perguntei ao ver a cara dele.
"Você é muito doida, não acredito no que acabei de ver".
"Haha, ai, deixa, vou ficar com vergonha", falei rindo e, sim, com um pouquinho de vergonha.
"Não tô falando mal, só me surpreendeu".
"Que tal a gente comer pizza e ver uns episódios da série que você comprou?", sugeri.
"É, tá bom. Gostei da ideia", disse o David. "Ahhh, mas falta uma coisa".
"O quê? O que falta?"
"Você disse que ia ficar de cueca, David".
"Eu não falei isso!"
"Bom, não, mas pra ficar igual, né?"
"Tenho vergonha de ficar de cueca na sua frente, Danae".
"Por quê?"
"Bom... por isso. Porque tô de pau duro", meu irmão respondeu apontando pro próprio pau.
"Tudo bem. Além disso, você disse que é normal, porque é homem".
"Você jura que isso fica em segredo entre a gente? Que ninguém vai saber, muito menos papai e mamãe?"
"Ninguém vai saber de nada do que rolar hoje, eu juro", respondi ficando séria.
"Ok, Danae, que seja nosso segredo", disse o David e começou a baixar o short. Me surpreendi porque achei que ele fosse fazer isso no quarto dele, não ali na minha frente.
Assim que ele baixou o short, o pau dele pulou pra cima, mas ainda dentro da cueca. Tava durasso, fazendo uma barraca enorme na roupa íntima. Eu fiquei séria, bestificada, vendo meu irmão se despir da cintura pra baixo igual a mim.
"David! Você tá com o pau bem... bem... duro", não consegui evitar de falar pro meu irmão.
"Te falei. Melhor deixar, vou subir o short".
"Não, não, não, Não. Assim, fica assim! Vamos ver TV e comer pizza, que já tô com muita fome", respondi apressado pra ele não ir se vestir.
Com um pouco de constrangimento dos dois, ligamos a TV lá no quarto do meu irmão e começamos a comer. A gente via a série, mas pelo menos eu tava olhando sem prestar atenção. Minha cabeça tava em tudo que tava rolando e na barraca que o pau do meu irmão ainda fazia no short dele. Eu, por minha vez, também me levantava pra pegar pedaços de pizza e aproveitava pra me exibir na frente do David.
Depois que terminamos de comer, a gente continuou sentado no sofá, em silêncio, vendo TV. O David, igualzinho eu, parecia perdido nos pensamentos, fingindo que tava assistindo ao programa. Num certo momento, ele se deitou no sofá, mas dobrando as pernas pra caber nós dois. Falei pra ele esticar as pernas pra ficar mais confortável, e antes que ele dissesse qualquer coisa, eu me deitei junto com ele.
Lá estávamos nós, os dois irmãos deitados no sofá. Eu na frente dele, só com uma camisetinha sem sutiã por baixo e minha minúscula calcinha fio dental transparente. David, por sua vez, só de camiseta e cueca. Ele passou a mão na minha cintura, e eu, com a minha mão, peguei o braço dele, apertando contra o meu corpo.
Enquanto mijava, fiquei examinando minha calcinha fio dental, que estava enrolada nas minhas pernas. Tava toda molhada e melada de uma parada que parecia esperma ou meleca branca. Óbvio que não era esperma, mas parecia que era.Comecei a passar os dedos nela e me distraía vendo como, quando eu separava os dedos, formavam fiozinhos pegajosos entre eles. Eu já me masturbei várias vezes, principalmente quando leio contos ou quando tomo banho, mas era a primeira vez que prestava atenção no líquido que saía de mim. Como eu disse, era tipo uma meleca branca, e a parte de baixo da minha calcinha, bem onde fica minha buceta, tava toda melada dessa meleca. Fiquei curiosa e cheirei meus dedos, e já ia meter eles na boca pra provar quando David bateu na porta do banheiro falando que também precisava usar.
Rápido me limpei e respondi que já tava saindo.
Fui pro meu quarto e deitei pra descansar e tentar organizar meus pensamentos. Mas era impossível. Tava quase me masturbando quando ouço de novo a voz do David gritando pela porta que tinha pedido pizza delivery pra gente comer.
Tirei toda a roupa, examinei de novo minha calcinha suja e joguei no cesto de roupa suja. Coloquei só uma camiseta curta que deixava minha barriga de fora e uma legging que uso pra malhar ou ficar confortável em casa. Não coloquei sutiã nem calcinha por baixo. Saí do meu quarto e fui pro quarto do David.
O que foi, maninho?", perguntei ao entrar no quarto dele."Organizando minhas figuras", respondeu enquanto arrumava espaço nas prateleiras pra colocar a figura nova que tinha comprado. Ele também tinha trocado de roupa pra algo mais confortável.
"Qual é a que você comprou?"
"É o Cody Rhodes. Era a que eu não tinha conseguido pegar."
"Deixa eu ver", respondi.
Eu ainda estava excitada. Minha mente e meu corpo não tinham superado o que tinha rolado no transporte. E isso me deu uma ideia. Ou melhor, uma loucura. Falei pro David que ia pro meu quarto e voltava num instante.
Rápido entrei no meu quarto e, sem pensar muito, tirei minha calça legging e coloquei na cama as calcinhas fio dental que tinha comprado, menos a que tinha deixado no cesto de roupa suja. Peguei a transparente e vesti. Me olhei no espelho, girando pra me ver por inteiro. A transparência do tecido deixava tudo à mostra, e como não estou depilada, dava pra ver claramente os pelos da minha buceta. Alguns até escapavam pelas bordas da calcinha. E por trás era só um fiozinho de tecido que sumia entre minhas nádegas morenas.
Não quis pensar nem um pouco e fui direto pro quarto do meu irmão, só de blusinha curta e minha fio dental transparente minúscula."David, você já me mostrou o que comprou. Quer ver o que eu comprei?", falei, mas só espiando pela beirada da porta.
"Bom... sim, claro. — Se você quiser, sim — respondeu David, meio hesitante.
Fui eu que não hesitei nada e entrei no quarto dele, parando na frente dele. David arregalou os olhos quando viu a irmã mais nova parada na frente dele quase pelada.
Danae! O que cê tá fazendo, sua maluca?""Tô te mostrando o que comprei. Bom, o que você comprou pra mim."
"Eu sei, mas pensei que você ia trazer a sacolinha de roupa, não que ia vir vestindo elas", respondeu meu irmão, e eu vi o começo de uma ereção aparecendo por baixo do short dele.
"Eu sei, mas... só me deu na telha de vestir. Quer que eu vá embora?" falei meio sem graça.
"Hmm, não. Se você quiser ficar, tudo bem."
"Tô feia? Ficou bravo?" perguntei, ainda meio envergonhada.
"Não, pelo contrário. Só que você me surpreendeu. Não achei que você ia vir com a sua calcinha fio dental vestida. E não fiquei bravo, e claro que você não tá feia. 'Cê tá linda demais, tá muito gostosa, Danae."
Não respondi, mas virei de costas pra ele me ver também por trás. Era uma loucura o que eu tava fazendo, mas era excitante. Senti meus mamilos ficarem duros e, de novo, senti minha buceta ficar molhada.
Tá gostando? Quer ver as outras?", perguntei pro David.Lá estávamos nós. Eu na frente do meu irmão só de uma tanga transparente que deixava à mostra os pelos da minha buceta e minhas nádegas, e uma blusinha pequena que não conseguia esconder meus mamilos durinhos. E meu irmão olhando besta, com o pau todo duro fazendo uma barraca debaixo do short dele.
"Subiu pra você, haha", falei apontando pra virilha dele.
"Não ri, idiota. Óbvio, você tá quase pelada na minha frente e eu sou homem. Essas reações não dá pra evitar", respondeu David, agora sendo a vez dele de sentir vergonha.
Me virei de novo pra ele ver como o fio da tanga se enfiava entre minhas nádegas. Ainda não sou muito bunduda, na real. A namorada do meu irmão é bem mais rabuda e peituda do que eu. Mas acho que pros caras isso não importa, né? Só de ver qualquer mulher de tanga já basta pra eles gostarem, não importa se tem bunda grande ou não. Bom, é o que eu acho. Me digam nos comentários ou no meu e-mail se eu tô certa.
Pensei em me inclinar pra ele me ver bem, mas por algum motivo fiquei com vergonha de que, ao fazer isso, o David visse meu cu. Não sei por que isso me deu vergonha. Será que a Danae bobinha e envergonhada que sempre fui tava lutando pra sair e tomar o lugar da Danae safada que eu era naquele momento?Não sei, mas a vergonha venceu e não me abaixei na frente do meu irmão.
"Tá peluda, tá escapando pelos lados", o David falou apontando pra minha buceta.
"Kkk, é, que vergonha. É que eu não tinha planejado isso. Só... me veio de repente!"
"Você é doida, Danae. 'Tomara que nossos pais não descubram isso ou a gente morre!', ele falou.
"Eu sei, que seja segredo entre nós. Além disso, não tamo fazendo nada de errado. Ou tô?", respondi.
"Bom... não, acho que não. É tipo quando a gente era criança e nos levavam pra nadar na piscina e a gente ficava de calcinha ou sunga. Bom, é assim que eu vejo."
"Ahhh, não vale, porque se isso é igual quando a gente nadava, então você também fica de cueca ou sunga. 'Não só eu!', falei e dei um tapinha nele de brincadeira.
"Quer que eu também fique só de cueca?", o David respondeu meio sério.
Eu ia responder quando ouvimos baterem na porta.
"A pizza", falamos os dois ao mesmo tempo.
O David tirou dinheiro da carteira e ficou pensativo.
"O que foi?", perguntei.
"Não posso sair assim com o pau duro", ele falou bem sério, e aí os dois caímos na risada pelo ridículo da situação.
"Relaxa", falei, pegando o dinheiro da mão dele.
"Danae, não!" ouvi ele gritar, mas não liguei e corri pra porta.
Olhei pela janela pra ter certeza de que era o entregador de pizza e, depois de ver que era, abri a porta. Era um cara mais ou menos da idade do meu irmão, parado na porta com duas caixas de pizza na mão. Ele ficou mudo ao me ver.
Eu, por minha vez, tava na frente dele, com meu cabelo preto comprido solto e Sem pentear, com minha blusinha curta que marcava meus peitões eretos e deixava à mostra meu umbigo e minha barriga. E claro, minha minúscula fio dental transparente que não escondia nada. Era quase como se eu estivesse pelada da cintura pra baixo. Senti os pelinhos da minha buceta ficarem molhadinhos só de ver a cara de espanto do entregador.
Oi, como você está?", falei de um jeito provocante.Durante toda a minha vida, de menina até adolescente, me considerei uma garota boazinha, bem-comportada, com notas boas na escola e que vai à igreja aos domingos. A garota que outras mães usam como exemplo para as filhas.
E ali estava eu, pela primeira vez na vida me sentindo sexy. Não, sexy não.
Me sentindo uma puta.
Me sentindo uma puta. Me mostrando quase nua na frente do meu irmão e agora na frente do entregador de pizza. E tinha certeza de que, assim como aconteceu com meu irmão, com certeza o pau do entregador já tinha subido também.
Mas dessa vez também não quero falar pau.
Agora quero falar pica.
Ali estava Danae, a garota boazinha vestida de puta e me exibindo para o entregador. E mesmo que as caixas de pizza não me deixassem ver, tenho certeza de que a pica dele já tinha subido também.
"Aqui está o dinheiro", falei enquanto ele me passava as caixas e eu, curiosa, olhava para a virilha dele para confirmar, divertida, o que eu tava dizendo antes.
Assim como o do meu irmão, a pica do entregador fazia uma barraquinha na calça dele.
"Deixa, eu pego o dinheiro", falei e me virei de costas para ele, pra que pudesse me ver por trás. Caminhei até a mesa de centro fingindo que ia pegar o dinheiro. Daria tudo pra ver a cara do entregador naquele momento.
E dessa vez sim, tchau vergonha! Me abaixei na frente da mesa de centro fingindo que pegava o dinheiro, dando assim ao entregador uma visão total da minha bunda, e talvez até do meu cu.
Voltei com o entregador e dei o dinheiro, me desculpando por não ter mais para a gorjeta."Tá de boa, com tudo que eu vi já é a gorjeta que eu preciso", ele respondeu.
"Pra próxima vez que você vier, te recebo do mesmo jeito. Que essa seja sua gorjeta toda vez que me trouxer pizza, fechou? — falei.
Me despedi do entregador e, quando virei, vi o David parado no corredor que dá pra porta. Ele tinha visto tudo.
"O quêêê?" perguntei ao ver a cara dele.
"Você é muito doida, não acredito no que acabei de ver".
"Haha, ai, deixa, vou ficar com vergonha", falei rindo e, sim, com um pouquinho de vergonha.
"Não tô falando mal, só me surpreendeu".
"Que tal a gente comer pizza e ver uns episódios da série que você comprou?", sugeri.
"É, tá bom. Gostei da ideia", disse o David. "Ahhh, mas falta uma coisa".
"O quê? O que falta?"
"Você disse que ia ficar de cueca, David".
"Eu não falei isso!"
"Bom, não, mas pra ficar igual, né?"
"Tenho vergonha de ficar de cueca na sua frente, Danae".
"Por quê?"
"Bom... por isso. Porque tô de pau duro", meu irmão respondeu apontando pro próprio pau.
"Tudo bem. Além disso, você disse que é normal, porque é homem".
"Você jura que isso fica em segredo entre a gente? Que ninguém vai saber, muito menos papai e mamãe?"
"Ninguém vai saber de nada do que rolar hoje, eu juro", respondi ficando séria.
"Ok, Danae, que seja nosso segredo", disse o David e começou a baixar o short. Me surpreendi porque achei que ele fosse fazer isso no quarto dele, não ali na minha frente.
Assim que ele baixou o short, o pau dele pulou pra cima, mas ainda dentro da cueca. Tava durasso, fazendo uma barraca enorme na roupa íntima. Eu fiquei séria, bestificada, vendo meu irmão se despir da cintura pra baixo igual a mim.
"David! Você tá com o pau bem... bem... duro", não consegui evitar de falar pro meu irmão.
"Te falei. Melhor deixar, vou subir o short".
"Não, não, não, Não. Assim, fica assim! Vamos ver TV e comer pizza, que já tô com muita fome", respondi apressado pra ele não ir se vestir.
Com um pouco de constrangimento dos dois, ligamos a TV lá no quarto do meu irmão e começamos a comer. A gente via a série, mas pelo menos eu tava olhando sem prestar atenção. Minha cabeça tava em tudo que tava rolando e na barraca que o pau do meu irmão ainda fazia no short dele. Eu, por minha vez, também me levantava pra pegar pedaços de pizza e aproveitava pra me exibir na frente do David.
Depois que terminamos de comer, a gente continuou sentado no sofá, em silêncio, vendo TV. O David, igualzinho eu, parecia perdido nos pensamentos, fingindo que tava assistindo ao programa. Num certo momento, ele se deitou no sofá, mas dobrando as pernas pra caber nós dois. Falei pra ele esticar as pernas pra ficar mais confortável, e antes que ele dissesse qualquer coisa, eu me deitei junto com ele.
Lá estávamos nós, os dois irmãos deitados no sofá. Eu na frente dele, só com uma camisetinha sem sutiã por baixo e minha minúscula calcinha fio dental transparente. David, por sua vez, só de camiseta e cueca. Ele passou a mão na minha cintura, e eu, com a minha mão, peguei o braço dele, apertando contra o meu corpo.
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