A festa de máscaras e antifaces era um turbilhão de desejo reprimido, com corpos fantasiados se roçando sob luzes estroboscópicas e uma música que pulsava como um coração acelerado. Ele, enfiado num terno preto impecável que marcava sua figura atlética, sentiu um estalo ao vê-la: uma loira gostosa com um vestido vermelho que colava nas curvas dela como segunda pele. O decote profundo deixava entrever os peitos perfeitos, redondos e firmes, enquanto a fenda do vestido subia até quase a cintura, revelando uma liga vermelha segurando umas meias de arrastão. Os olhos dela, escondidos atrás de um antifaz de renda, desafiavam ele com uma promessa silenciosa. A paquera foi na hora, uma troca de olhares quentes e palavras cheias de duplo sentido. O pau dele já pulsava por baixo do terno quando ele pegou a mão dela e levou pra um quarto afastado da mansão, onde a penumbra envolvia tudo num ar de segredo. No quarto, ela se deitou na cama, o vestido vermelho escorregando só o bastante pra mostrar a curva das coxas. Os lábios entreabertos e o jeito que ela cruzou as pernas, deixando a liga à mostra, deixaram ele à beira de perder o controle. "Vou pegar uma bebida", murmurou ele, mais pra acalmar o fogo que o consumia do que por necessidade. Ela concordou, lambendo os lábios com uma lentidão que fez ele tremer. Quando ele voltou com um uísque na mão, o quarto estava vazio. O cheiro do perfume dela ainda pairava, mas ela não estava. Confuso, ele deixou o copo na mesa de cabeceira, o gelo tilintando, e voltou pra festa, com o pau duro e um nó de frustração no peito. Se misturou na multidão, bebendo doses pra apagar o fogo que queimava por dentro. Conversou com amigos, mas os olhos dele procuravam o brilho vermelho. E lá estava: o vestido carmesim brilhando na pista, ela dançando com uma sensualidade que parecia feita pra torturar ele. Se aproximou, embriagado pelo desejo, e deslizou a mão pela fenda do vestido, os dedos roçando a pele morno da bunda dela, buscando o calor úmido que imaginava entre as pernas dela. Mas ela, com um lampejo de raiva nos olhos azuis, deu um tapa nele que ardeu na bochecha. "Que porra você tá fazendo?", sibilou, e se afastou no meio da multidão, deixando ele atônito, com o rosto quente e a excitação misturada com confusão. Ele voltou pro quarto, mas só encontrou o silêncio e a cama vazia. De repente, uma voz suave e cheia de promessas o envolveu por trás: "Achei que você não ia voltar...". Era ela, a loira, o vestido vermelho dela como uma bandeira de desejo. Ele tentou falar, mas ela tapou a boca dele com um dedo, a unha roçando os lábios dele. "Shhh, não faz barulho", sussurrou, ajoelhando na frente dele. As mãos dela desabotoaram o cinto dele com uma lentidão torturante, libertando o pau dele duro como pedra. Ela olhou pra ele com aqueles olhos azuis, fazendo a maior cara de puta, e passou a língua devagar na ponta, saboreando as gotas salgadas de porra. Envolveu ele com a boca, chupando de leve, lambendo cada centímetro, deixando um rastro de saliva que brilhava sob a luz fraca. Alternava chupões profundos com uma punheta molhada, as mãos dela escorregando pelo eixo enquanto olhava fixo pra ele, desafiando ele a aguentar. Ele gemia, o quadril dele se movendo na direção dela, mas bem quando sentiu o gozo prestes a explodir, ela parou, se levantou com uma risada baixa e saiu do quarto, deixando ele com as calças nos tornozelos, ofegante, com o pau pulsando e o corpo tremendo de frustração. Ele voltou pra festa, tentando se acalmar. Pegou o lugar do DJ por um tempo, mixando músicas pra se distrair, mas a mente dele estava presa no vestido vermelho. E lá estava ela de novo, dançando no meio da pista, o quadril dela ondulando com uma sensualidade que fazia ele suar. Ela olhava fixo pra ele, os lábios entreabertos, o corpo dela se movendo como se estivesse fodendo ele a cada giro. Quando ele se aproximou pra dançar, ela se deslizou pra um corredor escuro da Mansão, como um espectro vermelho que o atraía. Ele a seguiu, o coração batendo numa mistura de desejo e confusão. Na penumbra, ela agarrou sua nuca com força, guiando a cabeça dele até o vestido dela. Sem dizer uma palavra, puxou a calcinha de lado, deixando a buceta dela exposta, toda molhada, os lábios brilhando de tesão. "Me chupa", ordenou, e ele mergulhou nela, a língua explorando cada dobra, saboreando a doçura salgada. Ela gemia, as mãos apertando o cabelo dele, até que um tremor percorreu o corpo dela e um jato quente de squirt espirrou nele, molhando a cara e o peito dele. Antes que ele pudesse reagir, ela o empurrou com uma risada cruel e sumiu, deixando ele de joelhos, com o rosto molhado, o pau dolorosamente duro e a cabeça a mil. A festa continuava, mas ele estava em outro mundo. Bateu papo com os amigos, jogou aqueles jogos de acertar bolinha de pingue-pongue nos copos, mas os olhos dele procuravam o vestido vermelho. Aí ele viu ela, dançando com outra mina numa pegação lésbica que fez o pau dele endurecer na hora. Os corpos se roçavam, as mãos da loira acariciando as coxas da outra por baixo da fantasia. Ele seguiu elas até um quarto, onde a loira amarrou a outra mina na cama com uma corda de seda. Com uma lentidão provocante, arrancou a calcinha dela, deixando à mostra uma buceta brilhando de tesão, os fluidos escorrendo pelas coxas. A loira pegou a calcinha encharcada e enfiou na boca da parceira, sorrindo enquanto colocava nela umas orelhas de raposa que tirou de uma gaveta cheia de brinquedos sexuais. "Já volto, putinha", disse com uma voz cheia de maldade, e saiu, sumindo na multidão. Ele foi atrás do vestido vermelho, mas ela se evaporou no meio do povo. Frustrado e excitado, voltou pro bar, preparando drinks pras minas que riam e pediam pra ele servir a bebida direto na boca delas, as línguas roçando a borda do copo. Mas a mente dele estava nela. E aí, como um ímã, ele a encontrou. A A loira viu ele e, sem dizer uma palavra, devorou a boca dele com um beijo feroz, as línguas se enrolando, o gosto da saliva se misturando com o licor. Sem hesitar, ele pegou ela pelo pulso e a levou pra um quarto ao lado. Amarrou ela na cama, imitando a cena que tinha visto. Deslizou as mãos pelo corpo dela, arrancando o vestido vermelho pra revelar os peitos perfeitos e a buceta encharcada, a calcinha fio dental pingando de tesão. Acariciou ela, os dedos escorregando na umidade, enquanto ela gemia e se contorcia. Encontrou as orelhas de raposa na gaveta, junto com um arsenal de brinquedos sexuais, e colocou nelas. Arrancou a calcinha fio dental, ensopada dos sucos dela, e enfiou na boca dela. "Isso é por me deixar com tesão", ele rosnou, se inclinando pra lamber uma última vez o clitóris pulsante dela, fazendo ela tremer. Depois se levantou, deixando ela amarrada, molhada e ofegante, com a promessa de voltar pra "dar uma trepada daquelas". Saiu do quarto, se sentindo vitorioso, como se finalmente tivesse assumido o controle, agora não tinha como escapar... Lá fora, os fogos de artifício explodiam no céu, enquanto nos quartos ao lado, uma loira e uma morena, amarradas e pingando de desejo, esperavam ansiosas por alguém que voltasse pra foder elas.
O que o homem até então não sabia era que, na verdade, não era uma loira só com quem ele tinha interagido, mas sim um par de irmãs gêmeas, sendo a Zara a primeira com quem ele se ligou, a que fez sexo oral nele e que ele deixou amarrada na cama, e a outra gêmea, a Kira, a que obrigou ele a chupar a pussy dela e que tinha a morena amarrada na cama no quarto ao lado… e enquanto ele circulava pela festa, planejando que perversão fazer com a submisso dele na cama… dentro daquele quarto, as coisas iam ficar mais interessantes entre as duas irmãs…
Kira entrou cambaleando no quarto, o vestido vermelho colado no corpo por causa do champanhe que tinha derramado, o tecido molhado marcando cada curva dela. os peitos dela e as cadeiras dela. O álcool nublava a mente dela, mas a pele ardia com a euforia da noite: a lembrança da língua de um desconhecido devorando a buceta dela até fazê-la explodir num jato quente ainda pulsava entre as pernas dela. Os fogos de artifício estouravam lá fora, lançando clarões de luz que entravam pela janela, iluminando mal a figura amarrada na cama. Na penumbra, viu uma mulher nua, com os pulsos presos por cordas de seda vermelha, as pernas abertas deixando à mostra uma buceta brilhando de umidade, os lábios inchados e reluzentes sob a luz intermitente. Uma calcinha fio dental encharcada saía da boca dela, e umas orelhas de raposa tortas davam um ar de submissão perversa. Kira, achando que era a morena dela, sorriu com malícia, o calor do desejo subindo pelo peito. Sem hesitar, destampou o resto do champanhe e derramou sobre a buceta exposta, o líquido borbulhante escorrendo pelas dobras rosadas, se misturando com os sucos que já escorriam pelas coxas. Ela se ajoelhou entre as pernas da figura amarrada, o aroma doce e salgado da excitação dela enchendo os sentidos, misturado com o toque frutado do champanhe. A língua dela roçou primeiro as coxas, lambendo o líquido que pingava, a pele macia tremendo debaixo da boca dela. Depois, mergulhou na buceta, lambendo devagar os lábios externos, saboreando a mistura inebriante de champanhe e sucos quentes. Cada lambida era um deleite, a textura sedosa da carne cedendo sob a língua dela, os gemidos abafados da mulher vibrando contra a calcinha na boca dela. Kira fechou os olhos, deixando a sacanagem guiá-la, chupando o clitóris com uma pressão suave que ficava intensa, sentindo como ele inchava debaixo da língua dela. As mãos dela se agarraram nas coxas, as unhas cravando de leve enquanto a figura se arqueava, um jato quente de squirt espirrando nos lábios e no queixo dela, encharcando-a com um sabor que a fez gemer de prazer. O corpo amarrado tremia, e Kira, perdida na luxúria, lambeu com mais avidez, chupando cada gota, os próprios sucos encharcando a calcinha fio dental enquanto a buceta pulsava de excitação. Subiu pelo corpo, as mãos acariciando os peitos firmes, os bicos duros como pedrinhas sob os dedos. Lambeu eles, mordiscando de leve, sentindo a figura se contorcer, os gemidos mais altos agora, quase desesperados. Kira, com a boca escorrendo sucos e champanhe, se aproximou pra beijar quem achava que era a morena, arrancando a venda dos olhos. Mas a luz de um fogos de artifício iluminou o rosto, e o coração dela deu um pulo: a cabeleira loira, os olhos azuis idênticos aos seus, o rosto que era o próprio reflexo. "Zara!", exclamou, o choque se misturando com o álcool e o desejo que ainda queimava no corpo. Arrancou a calcinha fio dental da boca dela, o tecido molhado caindo no lençol, e gaguejou: "O que você tá fazendo aqui?". A confusão bateu como uma onda, mas por baixo daquela náusea, uma faísca proibida ainda ardia, fazendo a buceta se contrair ao lembrar como tinha lambido a própria irmã até ela gozar.
Da perspectiva da Zara:
Zara estava amarrada na cama, as cordas de seda mordendo de leve os pulsos, o corpo exposto e vibrando de desejo. Os fogos de artifício explodiam lá fora, cada estouro ecoando no peito, amplificando o calor que pulsava entre as pernas. A calcinha fio dental encharcada na boca tinha gosto da própria excitação, um lembrete constante da promessa do homem que tinha deixado ela ali, jurando voltar pra foder ela com força. A buceta dela tava inchada, escorrendo, os sucos escorrendo pelas coxas enquanto esperava, a venda nos olhos mergulhando ela numa escuridão que fazia cada sensação ser mais intensa. De repente, a porta abriu, e um jato frio de champanhe caiu na boceta dela, fazendo ela ofegar contra a mordaça. O líquido borbulhante escorreu pelos lábios vaginais, se misturando com a umidade, e antes que Se ela pudesse processar aquilo, uma língua suave e experiente começou a lamber ela, arrancando um gemido que vibrou na garganta dela. A língua era um milagre, percorrendo as dobras dela com uma precisão que parecia conhecer cada cantinho do corpo dela. Lamia devagar no começo, saboreando as bordas da buceta dela, depois mergulhava no clitóris, chupando com uma pressão que fazia ela se arquear, os quadris empurrando contra aquela boca sem controle. O champanhe gelado contrastava com o calor da língua, criando uma sensação que enlouquecia ela, como se estivesse sendo devorada por alguém que sabia exatamente como acender ela. Os gemidos escapavam, abafados pela calcinha fio dental, enquanto sentia os peitos dela sendo lambidos, os mamilos sugados com pequenas mordidas que mandavam choques elétricos direto na buceta dela. Cada toque daquela língua era perfeito, como se fosse o próprio reflexo dela se lambendo, e quando o orgasmo atravessou ela, o corpo dela se contorceu, um jato quente de squirt espirrando na boca que a devorava, encharcando o lençol debaixo dela. As coxas tremiam, a respiração era um arquejo desesperado, e o prazer era tão avassalador que ela quase não percebeu quando tiraram a venda dela. Então, a luz de um fogos de artifício iluminou o rosto da agressora dela, e o mundo parou. Era a Kira, a irmã gêmea dela, com a boca brilhando dos sucos dela, os olhos azuis arregalados de surpresa. A Zara sentiu uma náusea subir pela garganta ao perceber que tinha sido a irmã dela quem a levou ao clímax, mas por baixo daquela repulsa, uma faísca proibida a traía, fazendo a buceta dela pulsar ainda mais. Arrancaram a calcinha fio dental da boca dela, e a Zara, furiosa, gritou: "Você é uma doente!", me solta, vagabunda!! Ela disse enquanto conseguia se soltar das amarras, dando um tapa que deixou a bochecha da Kira vermelha. Tentou dar outro, mas a Kira segurou o braço dela, depois o outro, e de repente estavam cara a cara, as respirações se misturando, os corpos tão perto que podiam sentir o calor do outro. A fúria deu lugar a algo mais sombrio, e quando Kira a beijou, Zara virou o rosto, mas o desejo venceu. Suas línguas se enroscaram, o gosto do próprio squirt ainda na boca de Kira, e a buceta dela ficou molhada de novo, traindo-a enquanto ela se rendia àquele beijo apaixonado.
A confusão e o nojo se misturavam com um desejo que nenhuma das duas conseguia negar completamente. Zara, ainda tremendo do orgasmo, empurrou Kira contra a cama, as mãos se movendo com uma fúria que era metade vingança, metade luxúria. "Isso não vai sair de graça", sibilou, arrancando o vestido vermelho encharcado de champanhe, deixando à mostra os peitos firmes de Kira, os bicos duros e rosados brilhando sob a luz intermitente. Pegou as cordas de seda e amarrou os pulsos de Kira, prendendo-os com força, depois vendeu seus olhos e enfiou a própria calcinha dela, molhada de tesão, na boca. "Vou fazer exatamente o que você fez comigo", rosnou, e começou a repetir cada movimento com uma precisão cruel. Seus dedos deslizaram pela buceta de Kira, escorregando na umidade que jorrava, enquanto sua língua lambia os peitos dela, chupando os bicos até fazê-la gemer contra a mordaça. Zara chupou o clitóris dela com uma intensidade quase punitiva, saboreando os sucos que escorriam, levando-a à beira do orgasmo várias vezes antes de deixá-la explodir. Quando Kira chegou ao clímax, um jato quente de squirt espirrou no rosto de Zara, encharcando-a, e ela lambeu cada gota, a própria buceta pulsando de desejo. Mas Zara não a soltou. "Ainda falta um castigo", sussurrou, inclinando-se perto do ouvido dela, o hálito quente roçando a pele de Kira. "Você vai ficar no meu lugar. Aquele homem prometeu voltar e me foder gostoso, e agora você vai receber ele". Kira, com a calcinha na boca, tentou protestar, a voz abafada. "Você é louca!", balbuciou quando Zara tirou a mordaça por um momento. "Foi um erro! No quarto ao lado, tenho uma garota amarrada, esperando por mim". Mas essas as palavras acenderam algo em Zara. A ideia de trocar de papéis, de se passar por Kira e pegar a morena dela, a excitou tanto que ela não deixou a irmã terminar de falar. "Cala a boca", ela rosnou, enfiando a calcinha fio dental de volta na boca dela, e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si, deixando Kira amarrada, pingando de tesão, esperando o homem que estava prestes a entrar.
O que o homem até então não sabia era que, na verdade, não era uma loira só com quem ele tinha interagido, mas sim um par de irmãs gêmeas, sendo a Zara a primeira com quem ele se ligou, a que fez sexo oral nele e que ele deixou amarrada na cama, e a outra gêmea, a Kira, a que obrigou ele a chupar a pussy dela e que tinha a morena amarrada na cama no quarto ao lado… e enquanto ele circulava pela festa, planejando que perversão fazer com a submisso dele na cama… dentro daquele quarto, as coisas iam ficar mais interessantes entre as duas irmãs…
Kira entrou cambaleando no quarto, o vestido vermelho colado no corpo por causa do champanhe que tinha derramado, o tecido molhado marcando cada curva dela. os peitos dela e as cadeiras dela. O álcool nublava a mente dela, mas a pele ardia com a euforia da noite: a lembrança da língua de um desconhecido devorando a buceta dela até fazê-la explodir num jato quente ainda pulsava entre as pernas dela. Os fogos de artifício estouravam lá fora, lançando clarões de luz que entravam pela janela, iluminando mal a figura amarrada na cama. Na penumbra, viu uma mulher nua, com os pulsos presos por cordas de seda vermelha, as pernas abertas deixando à mostra uma buceta brilhando de umidade, os lábios inchados e reluzentes sob a luz intermitente. Uma calcinha fio dental encharcada saía da boca dela, e umas orelhas de raposa tortas davam um ar de submissão perversa. Kira, achando que era a morena dela, sorriu com malícia, o calor do desejo subindo pelo peito. Sem hesitar, destampou o resto do champanhe e derramou sobre a buceta exposta, o líquido borbulhante escorrendo pelas dobras rosadas, se misturando com os sucos que já escorriam pelas coxas. Ela se ajoelhou entre as pernas da figura amarrada, o aroma doce e salgado da excitação dela enchendo os sentidos, misturado com o toque frutado do champanhe. A língua dela roçou primeiro as coxas, lambendo o líquido que pingava, a pele macia tremendo debaixo da boca dela. Depois, mergulhou na buceta, lambendo devagar os lábios externos, saboreando a mistura inebriante de champanhe e sucos quentes. Cada lambida era um deleite, a textura sedosa da carne cedendo sob a língua dela, os gemidos abafados da mulher vibrando contra a calcinha na boca dela. Kira fechou os olhos, deixando a sacanagem guiá-la, chupando o clitóris com uma pressão suave que ficava intensa, sentindo como ele inchava debaixo da língua dela. As mãos dela se agarraram nas coxas, as unhas cravando de leve enquanto a figura se arqueava, um jato quente de squirt espirrando nos lábios e no queixo dela, encharcando-a com um sabor que a fez gemer de prazer. O corpo amarrado tremia, e Kira, perdida na luxúria, lambeu com mais avidez, chupando cada gota, os próprios sucos encharcando a calcinha fio dental enquanto a buceta pulsava de excitação. Subiu pelo corpo, as mãos acariciando os peitos firmes, os bicos duros como pedrinhas sob os dedos. Lambeu eles, mordiscando de leve, sentindo a figura se contorcer, os gemidos mais altos agora, quase desesperados. Kira, com a boca escorrendo sucos e champanhe, se aproximou pra beijar quem achava que era a morena, arrancando a venda dos olhos. Mas a luz de um fogos de artifício iluminou o rosto, e o coração dela deu um pulo: a cabeleira loira, os olhos azuis idênticos aos seus, o rosto que era o próprio reflexo. "Zara!", exclamou, o choque se misturando com o álcool e o desejo que ainda queimava no corpo. Arrancou a calcinha fio dental da boca dela, o tecido molhado caindo no lençol, e gaguejou: "O que você tá fazendo aqui?". A confusão bateu como uma onda, mas por baixo daquela náusea, uma faísca proibida ainda ardia, fazendo a buceta se contrair ao lembrar como tinha lambido a própria irmã até ela gozar.
Da perspectiva da Zara:
Zara estava amarrada na cama, as cordas de seda mordendo de leve os pulsos, o corpo exposto e vibrando de desejo. Os fogos de artifício explodiam lá fora, cada estouro ecoando no peito, amplificando o calor que pulsava entre as pernas. A calcinha fio dental encharcada na boca tinha gosto da própria excitação, um lembrete constante da promessa do homem que tinha deixado ela ali, jurando voltar pra foder ela com força. A buceta dela tava inchada, escorrendo, os sucos escorrendo pelas coxas enquanto esperava, a venda nos olhos mergulhando ela numa escuridão que fazia cada sensação ser mais intensa. De repente, a porta abriu, e um jato frio de champanhe caiu na boceta dela, fazendo ela ofegar contra a mordaça. O líquido borbulhante escorreu pelos lábios vaginais, se misturando com a umidade, e antes que Se ela pudesse processar aquilo, uma língua suave e experiente começou a lamber ela, arrancando um gemido que vibrou na garganta dela. A língua era um milagre, percorrendo as dobras dela com uma precisão que parecia conhecer cada cantinho do corpo dela. Lamia devagar no começo, saboreando as bordas da buceta dela, depois mergulhava no clitóris, chupando com uma pressão que fazia ela se arquear, os quadris empurrando contra aquela boca sem controle. O champanhe gelado contrastava com o calor da língua, criando uma sensação que enlouquecia ela, como se estivesse sendo devorada por alguém que sabia exatamente como acender ela. Os gemidos escapavam, abafados pela calcinha fio dental, enquanto sentia os peitos dela sendo lambidos, os mamilos sugados com pequenas mordidas que mandavam choques elétricos direto na buceta dela. Cada toque daquela língua era perfeito, como se fosse o próprio reflexo dela se lambendo, e quando o orgasmo atravessou ela, o corpo dela se contorceu, um jato quente de squirt espirrando na boca que a devorava, encharcando o lençol debaixo dela. As coxas tremiam, a respiração era um arquejo desesperado, e o prazer era tão avassalador que ela quase não percebeu quando tiraram a venda dela. Então, a luz de um fogos de artifício iluminou o rosto da agressora dela, e o mundo parou. Era a Kira, a irmã gêmea dela, com a boca brilhando dos sucos dela, os olhos azuis arregalados de surpresa. A Zara sentiu uma náusea subir pela garganta ao perceber que tinha sido a irmã dela quem a levou ao clímax, mas por baixo daquela repulsa, uma faísca proibida a traía, fazendo a buceta dela pulsar ainda mais. Arrancaram a calcinha fio dental da boca dela, e a Zara, furiosa, gritou: "Você é uma doente!", me solta, vagabunda!! Ela disse enquanto conseguia se soltar das amarras, dando um tapa que deixou a bochecha da Kira vermelha. Tentou dar outro, mas a Kira segurou o braço dela, depois o outro, e de repente estavam cara a cara, as respirações se misturando, os corpos tão perto que podiam sentir o calor do outro. A fúria deu lugar a algo mais sombrio, e quando Kira a beijou, Zara virou o rosto, mas o desejo venceu. Suas línguas se enroscaram, o gosto do próprio squirt ainda na boca de Kira, e a buceta dela ficou molhada de novo, traindo-a enquanto ela se rendia àquele beijo apaixonado.
A confusão e o nojo se misturavam com um desejo que nenhuma das duas conseguia negar completamente. Zara, ainda tremendo do orgasmo, empurrou Kira contra a cama, as mãos se movendo com uma fúria que era metade vingança, metade luxúria. "Isso não vai sair de graça", sibilou, arrancando o vestido vermelho encharcado de champanhe, deixando à mostra os peitos firmes de Kira, os bicos duros e rosados brilhando sob a luz intermitente. Pegou as cordas de seda e amarrou os pulsos de Kira, prendendo-os com força, depois vendeu seus olhos e enfiou a própria calcinha dela, molhada de tesão, na boca. "Vou fazer exatamente o que você fez comigo", rosnou, e começou a repetir cada movimento com uma precisão cruel. Seus dedos deslizaram pela buceta de Kira, escorregando na umidade que jorrava, enquanto sua língua lambia os peitos dela, chupando os bicos até fazê-la gemer contra a mordaça. Zara chupou o clitóris dela com uma intensidade quase punitiva, saboreando os sucos que escorriam, levando-a à beira do orgasmo várias vezes antes de deixá-la explodir. Quando Kira chegou ao clímax, um jato quente de squirt espirrou no rosto de Zara, encharcando-a, e ela lambeu cada gota, a própria buceta pulsando de desejo. Mas Zara não a soltou. "Ainda falta um castigo", sussurrou, inclinando-se perto do ouvido dela, o hálito quente roçando a pele de Kira. "Você vai ficar no meu lugar. Aquele homem prometeu voltar e me foder gostoso, e agora você vai receber ele". Kira, com a calcinha na boca, tentou protestar, a voz abafada. "Você é louca!", balbuciou quando Zara tirou a mordaça por um momento. "Foi um erro! No quarto ao lado, tenho uma garota amarrada, esperando por mim". Mas essas as palavras acenderam algo em Zara. A ideia de trocar de papéis, de se passar por Kira e pegar a morena dela, a excitou tanto que ela não deixou a irmã terminar de falar. "Cala a boca", ela rosnou, enfiando a calcinha fio dental de volta na boca dela, e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si, deixando Kira amarrada, pingando de tesão, esperando o homem que estava prestes a entrar.
1 comentários - Gêmeas do Vestido Vermelho I