Minha mãe e o vizinho final

Minha vida continuou assim por um tempo; quase toda manhã o vizinho chegava, minha mãe arrumava qualquer desculpa para me tirar de perto e, no primeiro momento em que ele estivesse distraído, aproveitava para entrar em casa com o vizinho, me deixando do lado de fora (às vezes eu me "distraía" de propósito), esperava um tempo, entrava pela janela e ficava espiando eles trepando.

Numa terça-feira, minha mãe estava agindo meio estranho. Percebi que ela não estava vestida sexy como sempre; dessa vez, ela usava o traje típico dela. Também me chamou muito a atenção que a manhã inteira ela ficou andando de um lado para o outro pela casa, como se algo estivesse preocupando ela, com uma cara de aflição, tanto que mal me dava atenção. De repente, a campainha tocou, e minha mãe saiu disparada.

Foi até a porta, abriu e o vizinho entrou como sempre. Como já era costume, ficaram conversando um pouco na porta, o que era bem anormal; em seguida, os dois caminharam até a sala, entraram, minha mãe me viu e disse: "Filho, vai brincar no quintal, por favor". Eu, sem dizer nada, obedeci. Assim que saí, minha mãe bateu a porta com força e trancou como sempre. Mesmo achando a situação estranha, esperei uns minutos para entrar pela janela. Depois de 10 minutos, entrei em casa e fui até o quarto sem sapatos. A porta estava aberta, mas dessa vez não se ouvia nem gemidos, nem o som dos corpos se chocando, ou o barulho da boca da minha mãe chupando o vizinho; dessa vez, eles estavam conversando. Me aproximei e, para minha surpresa, os dois estavam sentados lado a lado na cama, com a roupa intacta. Então, decidi escutar a conversa:

Vizinho: Tem certeza que não deu positivo?

Mãe: Certeza, até fiz o teste duas vezes.

Vizinho: Quando você fez?

Mãe: Na segunda-feira.

Nesse momento, minha mãe estava sentada, e o cara a abraçou. Os dois estavam felizes e começaram a tirar a roupa, jogando tudo no chão. Na cama, minha mãe estava deitada de bruços com um travesseiro embaixo. barriga pra levantar a bunda dela e em cima dela tava o vizinho metendo no mesmo buraco com uma alegria danada. Os pés descalços da mamãe se contorciam de prazer, na cara dela tinha uma expressão entre dor e prazer enquanto fechava os olhos, não parava de soltar os gemidos deliciosos dela. Conforme o tempo passava, o vizinho ia metendo mais forte (dava pra ver a vontade dos dois de transar depois de dois dias sem), por isso os gritos e gemidos dos dois aumentavam, até chegou num ponto que o cara começou a pular em cima da minha mãezinha, mas isso em vez de incomodar, excitava ela ainda mais porque ela começou a falar várias vezes: "Ah, sim, assim, enfia tudo, sim"; de vez em quando o vizinho se abaixava pra dar uns beijos de língua na minha mãe, e ela respondia com muito gosto pelo barulho que as bocas deles faziam; o som da batida da pélvis do cara com a bunda da mamãe era ensurdecedor. Assim continuaram por um bom tempo até que o vizinho começou a diminuir a velocidade e a intensidade das estocadas e acabou tirando o pau do cu da minha mãe pra derramar o leite nas costas lindíssimas dela; o vizinho caiu do lado da minha mãe, ela foi até ele, deu um beijo longo na boca dele e deitou em cima do peito dele, os dois suando pra caralho; descansaram e respiraram antes de falar:

Vizinho: "Você gostou?" Mãe (ofegante): "Demais, tava precisando."

Vizinho: "Sentiu gostoso?" Mãe: "Não, senti maravilhoso, você é um touro na cama."

Mamãe deu outro beijo na boca dele enquanto os dois sorriam, era uma delícia ver como eles enroscavam as línguas.

E aí eu ouvi uma conversa bem pesada, o vizinho falou pra ela:

Vizinho: Violeta, larga tudo, abandona sua família, vem comigo, gostosa.

Minha mãe: Não, meu filho é muito pequeno, eles precisam de mim.

Vizinho: Vamos, Viole, na minha casa a gente pode transar à vontade, sem nada atrapalhar, você não ia gostar?

Minha mãe: Bom, até ia, mas meu filho...

Vizinho: Esquece isso, eu preciso mais de você, já. Não consigo ficar sem te ter, larga isso.
Minha mãe: Não, você tá louco, nunca vou abandonar minha família.
O vizinho: Como assim não? Você é minha mulher. Se não vier comigo, vou contar pro seu marido.
Minha mãe: Pois se você contar, eu vou te denunciar, vou dizer que me estuprou.

Parece que minha mãe não queria nos abandonar, e fiquei feliz com isso.
Minha mãe: Olha, você me come bem gostoso, é o melhor amante, senti prazer, mas só isso. Eu amo minha família.
O vizinho: Olha, puta, você é minha, eu sou seu homem.
Minha mãe: Não, é melhor você vazar daqui, já me deixou com raiva.

Minha mãe ficou firme, eu fui pro meu quarto, e ela expulsou o amigo do meu pai na base do empurrão.

Os dias passaram, o vizinho batia na porta, mas minha mãe nunca abria, até que um dia meu pai disse:
Amor, preciso ir trabalhar numa parte de Esmeraldas, na praia.
Minha mãe: Amor, posso ir com você e o menino?
Meu pai: Vou falar com meu chefe.

Imediatamente ele ligou pro chefe, que disse que sim. Então a gente fez as malas e foi pra praia. Ficamos uns 7 meses, morando numa casinha que meu pai alugou. Minha mãe aos poucos foi esquecendo o amigo do meu pai.

Tempo depois, voltamos pra nossa casa e descobrimos que o vizinho tinha se casado com uma mulher bem gostosa, igual minha mãe, e foi morar na cidade do Anjo.
Minha mãe não lidou bem com a notícia, ficou vários dias triste, mas graças às viagens que a gente fazia pra Esmeraldas, ela aos poucos começou a ser feliz.

E ESSA FOI A HISTÓRIA DA MINHA MÃE E O VIZINHO, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO.

Comentem se quiserem outra história da minha mãe.

4 comentários - Minha mãe e o vizinho final

Sería bueno otras historias pero sería mucho mejor ver fotos de tu mamá
De los mejore relatos del año ,creo que cada ves son mas los cuckold de mamas