Meu irmão down comeu minha mãe (confissão)

E aí, bandido, me chamo Alana, sou da Argentina e vou te contar uma parada que rolou e ainda rola entre minha mãe e meu irmão down. Isso me excita pra caralho, mas não sei o que fazer. Vou te contar tudo nos detalhes. Então, tenho 20 anos, minha mãe Cláudia tem 53 e meu irmão Rodri, que chamo carinhosamente, tem 26 — é mais velho que eu, mas parece mais novo porque tem síndrome de down. É aquele gordinho cheio de problemas, viciado em punheta e ainda por cima é bem inteligente, mesmo não parecendo. Tudo começou ano passado, em março. Passei uns anos morando com meu pai e voltei pra casa da minha mãe. Ela mora sozinha com meu irmão Rodrigo. Cheguei, tudo normal, choramos, nos abraçamos, e depois de uns dias começou o inferno. Quando eu tomava banho, não achava minhas calcinhas fio dental nem as comuns. Coincidência? Sempre estavam na cama do meu irmão, algumas manchadas de porra seca, outras com cheiro de pica. Basicamente, ele tava batendo punheta com minhas calcinhas. Tive que falar pra minha mãe: "Mãe, o Rodrigo tá usando minhas calcinhas pra se masturbar." Falei, e a resposta dela foi tão bizarra que fiquei puta na hora: "É normal, esses meninos são sempre tarados, entende." Não falei nada, só saí e fui lavar minhas calcinhas manchadas de porra, embora tenha xingado meu irmão — mas ele se fez de besta e olhou pro lado. Mas aí vem o resto, e como descobri que minha mãe é uma puta barata. Comecei a notar coisas estranhas. Meu irmão não dormia no meu quarto porque só tinha uma cama, então com 26 anos ainda dormia com minha mãe. Estranho, mas ela só respondia: "Rodrigo tem problemas, não seja assim, Alana." Falava isso quando eu reclamava deles dormirem juntos. Várias madrugadas, quando eu levantava pra ir ao banheiro, ouvia uns gemidos ou choramingos baixinhos, risadas, até aquele barulhinho de tapa típico no meio da madrugada no quarto da minha mãe. Em junho do ano passado, de madrugada, fiquei estudando na cozinha. Achava que minha mãe e meu irmão Rodrigo estavam dormindo. Umas 3 ou 4 da manhã, lembro que... Eram, e de repente a porta do quarto da minha mãe abre e sai meu irmão, pelado, com as duas bolas balançando e o pau também, com a barriga caída e a cara toda vermelha, todo ofegante. Ele se assustou e falou: "Você não tava dormindo?" com aquela voz de down típica. Falei que não, que tinha que estudar, e mandei ele sumir da minha vista porque tava pelado. Aí ele foi direto pro banheiro e voltou pro quarto, dessa vez de cueca. Só pra constar, meu irmão é gordo, aquele down gordão, bem grandão, fácil 1,85. Já minha mãe é baixinha, 1,60, magra até mais que eu, com os peitos caídos e sem bunda, uma tábua do lado do gordão do meu irmão. Bom, na hora não me impactou porque tava concentrada estudando, mas depois que terminei fiquei pensando no que tinha visto. Esperei amanhecer, e quando minha mãe levantou, falei: "O que o Rodrigo tava fazendo às 4 da manhã saindo pelado do seu quarto?" Ela ficou muda, falando baixinho "que cara idiota", e me respondeu: "Tava calor, filha, e quando isso acontece o Rodrigo tira tudo e dorme assim, já é normal ver ele pelado." Na minha cabeça, ver meu irmão de 26 anos pelado não é normal, mas não falei mais nada. Os dias foram passando, coisas estranhas continuavam acontecendo, minhas calcinhas apareciam manchadas de porra, mas eu já não falava nada, porque minha mãe não falava nada pro meu irmão. Tentei conversar com ele, mas como todo down, ele se faz de besta e não me olhava. Mas aí chegou o dia que pude ver o que eu suspeitava que tava rolando, e aí entendi o quão puta minha mãe é. No final de junho, ia fazer minha última prova, peguei minhas coisas e fui embora às 7:30 da manhã. Não sabia que a gente saía mais cedo, então voltei às 9 em ponto, mas cheguei um pouquinho depois. Levei minha chave, e mal coloquei ela na fechadura, comecei a ouvir o colchão batendo feito louco e minha mãe com gemidos abafados falando: "Ai, amor da mamãe, para, bebê, para" e um gemido quebrado em cada palavra que dizia. O quarto fica do lado da porta da frente de casa. Por onde eu tava entrando, sentia meu coração a mil, enquanto a cama e o colchão tremiam forte, literalmente como se alguém enorme tivesse mexendo. Continuei ouvindo minha mãe sofrendo, como se tivesse dificuldade pra respirar e falar. Entrei bem devagar, a porta tava entreaberta, e me espiei pra ver o que imaginei durante esses meses que tava vivendo ali. Meu irmão down, pelado em cima da minha mãe, esmagando ela e se mexendo de forma desengonçada, mas forte e bruto. Minha mãe mal dava pra ver, só dava pra enxergar as pernas dela abertas e a mão dela se segurando no espaldar da cama. O colchão tava bem deslocado, mas mesmo assim meu irmão não parava. Não gemia nem nada, só se mexia muito bruto contra a buceta da minha mãe, se jogava com todo o peso e tapava a boca dela com as axilas pra ela não gritar, enquanto passava a língua no rosto dela. Minha velha mal conseguia se segurar, meu irmão é muito gordo, então ela mal podia se agarrar nele. Dava pra ver aquele cu gordo do Rodrigo subindo e descendo, batendo forte na minha mãe, e ela gemia, mas era de não aguentar o peso, eu suponho, porque eram gemidos entrecortados. Continuei ouvindo tudo, mas fiz barulho de propósito pra ver se paravam, mas não. Meu irmão não parava até que um grito da minha velha fez ele parar. Ela não aguentava mais a dor e gritou: "Para, filho da puta, você tá arrebentando minha buceta, sai!" E aí tudo parou. Fiz barulho de novo e ouvi murmúrios. Em menos de um minuto, minha mãe saiu mancando, com o cabelo todo bagunçado, o rosto vermelho, e me disse: "Você chegou agora, filha?" "Sim, mãe", falei. Ela foi direto pro banheiro, andando mancando e segurando as costas porque tava doendo. Daqui a pouco, meu irmão saiu com um sorriso, só de short, com a pica meio dura, me cumprimentou e foi tomar café. Tava com cheiro de suor, todo vermelho também. Quando passei pelo quarto da minha velha, tinha cheiro e a cama tava do jeito que eu tinha visto: o colchão deslocado, quase caindo, os lençóis pra todo lado. Mas me fiz de besta e fui pro meu quarto. Não. Contei isso, mas minha mãe e meu irmão down tomam banho juntos. Ele é bem inteligente pra tomar banho sozinho, mas minha mãe inventa desculpas pra tomar banho com ele. Na maioria das vezes, eles só abrem o chuveiro e começam a trepar. Digo isso porque uma vez, espiando pelo buraquinho da porta, vi o gordo do meu irmão sentado de costas no vaso e minha mãe batendo uma pra ele e enfiando um dedo no cu dele. Foi forte de ver, mas me excitei pra caralho. Me entendam, ver minha velha batendo uma pro meu irmão me deixou com tesão e comecei a me tocar forte, sério. Enfiei 2 dedos enquanto via aquela cena. O pau do meu irmão não é tão grande, mas as bolas que ele tem são enormes e bem gordas. Via aquele pau sendo batido e as bolas chupadas, enquanto o dedo da minha mãe enterrava até a metade no cu do meu irmão down. A verdade é que não aguentei e gozei pra caramba. Nunca tinha sentido tanto tesão e não consegui me segurar. Além disso, minha velha raspava as bolas e o cu dele porque, segundo ela, ele não conseguia sozinho, mas era mentira, ele conseguia sim. O pior é que eles saíram, fingindo que tinham tomado banho, e minha mãe passou o tempo no banheiro batendo uma pro meu irmão e enfiando o dedo no cu dele. Mas fazer o quê, tinha que fingir que acreditava. Os barulhos de madrugada continuaram, mas mais baixinhos. Supus que eles perceberam que eu às vezes ouvia os gemidos. Tentei ver se meu irmão me confessava o que fazia com minha mãe, mas, sendo down, ele era bem inteligente e não caía no meu jogo. Pesquisei e descobri que os downs têm um apetite sexual alto e estão sempre com tesão, por isso quase sempre ouvia meu irmão comendo minha mãe e não entendia como ela permitia aquilo. E, embora ainda more com eles, quase não os vejo porque agora trabalho e estudo e não fico muito tempo em casa. Embora seja pior pra mim, é melhor pra eles, porque podem trepar tranquilos. E espero poder vê-los como naquele dia em que cheguei de estudar, que pra mim é o melhor e o pior dia da minha vida. Mas é isso, valeu bandido, e espero que compartilhe minha história. experiência Se você gostou, dá 10 pontos...

7 comentários - Meu irmão down comeu minha mãe (confissão)

Al lado de mi casa había un chico, ( era grande en realidad, pero parecía chico) vivía solo con su madre, y todos los sábados venía una mujer, parecía de guita , por el auto y la ropa, y se hacía coger por el down
Excelente historia... Lástima que la madre no confesó desde cuándo lo hacen...
Excelente historia... Lástima que la madre no confesó desde cuándo lo hacen...
Tienes buenos relatos, deberias hacer mas relatos tipo: tu madre con el vecino o con tu primo