Capítulo 1,Capítulo 2,Capítulo 3,Capítulo 4,Capítulo 5,Capítulo 6,Capítulo 7,Capítulo 8,Capítulo 9,Capítulo 10,Capítulo 11,Capítulo 12Daniela, Valentina e eu caímos no sono depois do quarto orgasmo. Foi uma noite intensa. Minhas amigas… embora ainda fosse estranho me referir a elas assim. Nosso sexo nos unia mais a cada dia. Talvez fosse hora de dar o próximo passo.
Mas ainda estávamos na fase da relação da excitação imediata. Só isso explicava por que Daniela tinha decidido me acordar chupando meus peitos.
“Oi, minha menina”, brinquei enquanto ela continuava dedicada aos meus seios.
“Oi, tia gostosa. Te acordei?”
“Um pouco. Você gosta dos meus peitos, hein? Mmmm… cuidado com o mamilo…”
“Eles me deixam louca… Quem me dera ter peitos grandes assim… chup, chup…”, continuou Dani. “Você gosta, JP? Gosta de como eu os chupo?”
“Eu preferiria… aah… que você chupasse minha buceta…” Deixei escapar sem pensar, mas Dani se preparou para me satisfazer, enfiando a cabeça entre minhas pernas. Tive que pará-la. “Espera. Por que eu vou gozar sozinha se podemos aproveitar juntas?”
Seus olhos brilharam. Ela subiu em cima de mim, com as pernas abertas sobre minha cabeça, e colocou sua boca entre as minhas. Começamos um 69, aproveitando mutuamente nossas bocetas. Senti Dani brincando com minhas pernas enquanto eu a comia, e tentei fazer o mesmo com ela enquanto minha língua percorria sua xotinha. Nossos ruídos misturados de sucção, arfadas e gemidos acordaram a pobre Valentina, que se posicionou na frente da minha cabeça.
“Bom dia. Vocês não perdem tempo, hein”, brincou.
“Desculpa”, arfou Dani entre minhas pernas. “É que a Julia é irresistível…”
“Eu sei. Gostaria de me juntar a vocês, se não estou atrapalhando”
“Você é sempre bem-vinda”, disse Dani. “Mas a buceta da Julia é minha agora”, arfou e voltou a me comer.
Com cuidado, nos deitamos de lado e liberei a xotinha da Valentina. Ela se enfiou entre as duas, com seu cozinho molhado para minha boca, enquanto começava a dar prazer à Dani. Assim, as três tivemos um gostoso orgasmo de café da manhã, com nossas bocas manchadas de nossos fluidos femininos, agarradas às nossas pernas, chupando nossas bocetas. com vontade de me divertir.
"Obrigada por aparecer na minha vida", a Daniela me disse enquanto tomávamos café da manhã de verdade. "E por me apresentar à Valentina. Sem vocês... não sei o que teria acontecido comigo com essas mudanças de corpo"
"Já não acha que é uma maldição?"
"É uma bênção com vocês", ela disse. "Por falar nisso... hoje eu gostaria de umas coisinhas"
"Vai lá"
"Primeiro, tem um desejo que... preciso ser garoto para realizar. E depois... quero passar o dia como Daniela... e você como Valentín", disse. "E você, Julia... que fique assim. Se estiver bem pra você"
"Vamos ver... na verdade hoje eu estava pensando em voltar ao normal", falei.
"Tenho uma ideia", a Valentina interveio. "Realizamos a fantasia da Dani primeiro... e essa tarde realizamos as suas", propôs.
"E as suas?"
"Estão bem na minha frente", respondeu com um sorriso.
Aceitei a ideia. A Dani foi correndo pro banheiro e voltou com seu corpo original, balançando o pau pra gente. Ficou na minha frente.
"Um boquete? Que pouco original", comentei. Reconheço que esperava outra coisa.
"Na verdade queria experimentar seus peitos", ele pediu. Tinha ficado vermelho. "Que ontem fiquei com vontade..."
"Oh. Então quer experimentar minhas peritas?", brinquei. E senti uma pontada de prazer ao dizer isso.
"Sim, por favor"
"Oh, que educado. Acho que ele merece, né?", perguntei pra Val, que se aproximou de mim.
"Claro, gata. Mostra o bom uso que se pode dar a esses peitões", respondeu enquanto ficava atrás de mim.E enquanto isso, eu cuido de você…, me disse no ouvido.
Me sentei na beirada da cama, permitindo que Dani enfiasse o pau dele entre meus peitos generosos, enquanto Valentina me beijava pelo pescoço e abria minhas pernas. Ela começou a estimular minha bucetinha enquanto eu massageava o pau do Dani com meus peitos. Ele estava duro e quente,pra mimSorri de boba enquanto olhava pra ele, meu amigo parecia bem satisfeito com a punheta que eu tava dando com meus peitos.
"Tá gostando, Dani? Tô fazendo direito com meus peitos?", perguntei no meu tom mais doce.
"Demais... você é incrível..."
"E se eu fizer assim?", perguntei, soltei a língua e comecei a lamber a cabecinha dele. Ouvi ele gemer. Chupei um pouco, sem parar de pressionar o pau dele com meus peitos. Era estranhamente gostoso. E ainda tinha o prazer que o Val tava me dando na minha bucetinha, me masturbando com carinho, e percorrendo minhas costas com a língua.
"Obrigado... Julia...", suspirou Dani. Senti o pré-gozo na minha boca, e voltei com vontade pra punheta com meus peitos, percebendo como ele ia me melando. Peguei o pau dele e esfreguei nos meus peitos. Com meus mamilos, o que me excitou ainda mais, antes de envolver de novo aquela rola com meus peitos e retomei a punheta. "Julia, espera... eu vou gozar..."
"E você quer gozar nos meus peitos, né?", perguntei. Ele acenou com a cabeça. "Goza... tranquilo... quero sentir", pedi. Além do mais, eu mesma tava quase gozando também por causa dos dedos do Val.
Senti um calor delicioso e grudento caindo em cima de mim. Dani não só gozou nos meus peitos, como parte da porra caiu no meu rosto. Lambi os lábios por inércia, experimentando o gosto do néctar dele, enquanto começava a escorrer no colchão graças à Valentina. Dani me olhou com um sorriso, e se abaixou pra me beijar, antes de começar a limpar meu rostinho com a língua.
"Que gostoso que foi. Val, me acompanha no banheiro? É hora de trocar"
"Tem certeza? Eu tô me divertindo pra caralho com o sexo lésbico", respondeu Val.
"Sim... tenho que assumir minha posição"
"Posição?", estranhei.
"É, bom, você me entende"
"Não, não entendo"
"Eu também não", acrescentou Val. Ficamos olhando pro Dani, bem sérias. Ele percebeu que tinha falado demais, e agora tinha que se explicar.
"Olha... é óbvio que das três, eu sou a que menos... bom, vocês sabem..."
"Que a gente não sabe de porra nenhuma, buceta. O que é que Que foi?", perguntei, um tanto irritada.
"Vocês vão me fazer dizer?", perguntou com voz embargada. "Porra, eu... sou o que tem o pior físico, tá? Tanto como homem quanto como mulher..."
"Que bobagem é essa?", acrescentou Valentina.
"Como assim bobagem? Porra, eu... Olha, JP... quer dizer, Julia... por mais que você insista em dizer... eu tenho a menor, tá? Que sim, por pouco", impediu que a interrompessem. "Mas a sua é maior. E a da Valentina quando vira homem já me supera de longe. E de mulher, bom, a que tem os peitos menores sou eu de novo, e..."
Consegui fazê-lo calar dando-lhe um abraço. Senti que ele tremia. Soluçou um pouco. Valentina se aproximou também e nos envolveu com seus braços.
"Dani... entendo que você se sinta mal. Mas te lembro que eu cheguei em você na boate na primeira noite, porque você me atraía. E ainda me atrai. E não saí correndo quando te vi como nasceu"
"Tá, mas..."
"E eu fiquei encantada com você desde o começo", lembrou Val. "Amei nosso primeiro trio. E quando fizemos no esquema lésbico foi incrível"
"Sério, Dani. Você é muito gostoso. E nós amamos transar com você. Você é nosso amigo. Nosso amante. Não umgozada, eu disse. Sem mentir. "Eu já... não consigo me imaginar com mais ninguém além de vocês agora."
"Você é um amor, Julia", disse Dani. "Tudo bem se... continuarmos com o plano?", perguntou. "Estou com muita vontade de... ser a garotinha com você", confessou.
"Tudo bem. Vamos deixar o Valentín ser nosso homem hoje", aceitei.
"Só até depois do almoço", ela me lembrou.
Então meus amigos foram tomar um banho. Daniela e Valentín voltaram de lá, sorrindo para mim. Me vi cercado pelos dois, e recebi dois beijos bem submissos na boca. Senti as mãos firmes do Valentín e as delicadas da Daniela apalpando todo o meu corpo de menina. Eu comecei a masturbar o Val e a enfiar os dedos na Dani.
"A Dani me disse que gostaria que você comandasse", disse o Val. "Então você tem um garoto e uma garota dispostos a fazer o que você quiser."
"Ideia interessante...", reconheci. "Bem, o Val interrompeu a gente esta manhã, então..."
Dani e eu deitamos na cama novamente. Fiquei por cima dela, e começamos a chupar nossas bocetas de novo. Dessa vez eu não ia desistir de comer aquele pussy tão delicioso que ela tinha. Mas não íamos nos limitar ao 69 e deixar o Val de fora. Afastei suavemente as nádegas da Dani, enquanto o Val lubrificava o pau, e então começou a enfiar no cu dela.
Dessa forma pudemos desfrutar de um sexo oral mútuo enquanto minha amiga gozava ao mesmo tempo com o pau enorme do Val no seu ânus. A língua dela se movia firmemente na minha xotinha, me dando muito prazer. O prazer que era ter uma buceta. Que privilégio eu sentia agora. O Val se empolgou enquanto fodia o cu da Dani, e acabou tirando sem querer.
Nesse momento eu peguei com a boca. Aproveitei o sabor e a grossura, antes de guiá-lo de volta... dessa vez para a boceta da Dani, que começou a sentir ao mesmo tempo um pau e uma língua no seu pussy. Deve ter sido demais para ela, porque de repente ela começou a gozar. Jorrou um pouco no meu rosto, enquanto eu continuava devorando sua xoxota, e de repente senti um segundo sabor. Val estava gozando dentro dela. Deus, o leite dele. Por que eu gostava? Tanto faz agora, eu precisava da Dani e do Val na minha vida todos os dias. Eu mesma comecei a gozar no rostinho da minha amiga. Sorrindo, rolei para cair ao lado dela.
“Sabe o quanto eu te amo?”, riu Valentín, com o pau meio duro.
“Imagino”, brinquei. “Dani, tá em condições?”, perguntei.
“Preciso… de um minuto…”, suspirou. “Ele me fodeu tanto…”
“Bom, quando quiser, te espero aqui”, disse, e me ajoelhei para começar a chupar o Val, dessa vez com dedicação. Acompanhei minha boca com a mão, fazendo uma punheta, lubrificando o pau todo com minha saliva antes de fazer só com os lábios. Tentei acariciar um peito enquanto enfiava os dedos na minha buceta. Aquilo multiplicou muito o prazer que sentia.
“Com licença”, disse Dani, se aproximando de quatro. Ela se posicionou na minha frente, e começamos a chupar o pau do Val em turnos, é claro, nos dedicando ao corpo uma da outra. Nos acariciamos mutuamente enquanto nossas bocas se perdiam em volta do pau do nosso amigo. Senti as mãos da Daniela nos meus peitos e explorando minha xota enquanto nossas línguas se encontravam na cabeça do pau do Val.
Percebi que ele colocou as mãos nas nossas cabeças, e começou a foder nossos lábios, que estavam unidos num beijo, e o pau dele percorria os dois ao mesmo tempo. Daniela e eu demos as mãos enquanto curtíamos ser um par de putinhas. Era bom, muito bom. Mas a Dani tinha um pontinho de puta a mais que eu e tomou conta do pau do Val, então eu me dediquei aos peitinhos dela, cujos mamilos estavam duríssimos na hora.
Depois voltei para o boquete em conjunto. Senti o pau do Val pulsar, prestes a gozar. Dani e eu começamos a estimular a cabeça com nossas línguas, cada vez mais rápido, e nosso amigo começou a derramar a porra nas nossas boquinhas. Deixamos escorrer pelo canto das nossas bocas, e senti que começava a escorrer pelo meu queixo também. sobre as tetas.
"Caralho, como eu fico de pau duro vendo vocês assim", admitiu Valentín.
"Assim tão putinhas?", brincou Dani.
"Duas putas de marca maior", respondeu Val, e nós rimos. "Julia, vou ser chato pra caralho com isso, mas... você tá bem?"
"Maravilhosamente bem", admiti. "Não sou uma menininha frágil, tá? Sou uma mulher", lembrei a ele.
"Claro"
"Então me come e me faz sentir mulher", desafiei.
"Tem certeza? Quer que eu te enfie?"
"Se acha capaz?", desafiei de novo.
"Fica de quatro, gostosa", ele disse. Naquele momento, ele pareceu horrorizado com as próprias palavras, mas eu sorri. Eu queria me entregar. Queria a experiência completa. Olhei para Dani, que tinha se acomodado na cama para nos observar, completamente excitada.
Eu fiquei de quatro para o Val, com minhas lindas tetas balançando enquanto rebolava a bunda para provocá-lo. Talvez eu estivesse exagerando. Mas Valentín foi gentil na sua primeira investida. Senti minha buceta se esticar quando ele me penetrou de uma vez, suave, mas firme. Ele estava completamente dentro de mim. Afastou um cabelo da minha orelha e disse:
"Vou te foder. Se doer..."
"Confio em você, baby... vamos. Faz eu gozar...", supliquei com a voz mais submissa.
Ele colocou as mãos na minha cintura e tirou devagar. E então,pafSenti a primeira investida.PafMal tinha me acostumado e senti a próxima. E mais uma. E outra, e outra... sem parar. Tentei aguentar a intensidade. Suspirei. Era foda de tão intenso. Ele devia estar me metendo umas duas vezes por segundo. Pude ver Daniela se enfiando os dedos no mesmo ritmo que o Val estava me comendo.
“Ah! Ah! Ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah!”, eu gemei. Val acelerou o ritmo. Três metidas por segundo. Tive que colocar as mãos pra frente pra não cair com a força das investidas do meu amigo. Meu Deus, minha buceta estava encharcada, completamente excitada com o jeito que ele estava me fodendo. Dani se aproximou de mim, e começamos a nos beijar. Senti as mãos dela no meu rosto enquanto me submetia ao Val, que aumentou ainda mais o ritmo.
Gemi contra a boca da Dani enquanto Val me enfiava quatro vezes por segundo. Ouvi ele ofegar atrás de mim. Ele não estava acostumado com aquele ritmo. Ele estava dando pra mim. Pro meu cuzinho molhado. Comecei a notar meu corpo respondendo com o orgasmo. Minhas pernas tremeram. Gozei, deixando os lençóis molhados enquanto Val continuava me socando até sentir aquela sensação quente e viscosa enchendo minha xota. Ele gozou dentro de mim. Começou a diminuir o ritmo, devagarzinho, se certificando de me deixar bem cheia.
“Ufa... que tal, gata?”, ele perguntou, tentando bancar o fodão, mas estava exausto. “Você gostou?”
“Muito... você deixou minha bucetinha bem molinha”, eu disse enquanto a acariciava pra ele, mostrando como estava bem cheia. Dani se adiantou e se enfiou entre minhas pernas, começando a me chupar, se certificando de tomar todo o néctar que podia do pau do Val.
“Isso me deixou a mil ver vocês assim”, admitiu Dani. “Mas talvez o Val precise de mais um tempinho pra se recuperar”
“Sou de vocês em cinco minutos”, ofegou Val.
“Então, Júlia... com licença”
Ela subiu em cima de mim e começamos a nos beijar. Aproveitei aquele ritmo mais lento, mais pausado. Os lábios doces da Daniela (que ainda tinham restos do sêmen do Val) devoravam minha boca enquanto voltávamos a nos tocar. Era Gostoso. Tão doce. Ele parecia ter uma obsessão pelos meus peitos.
Val, na verdade, levou uns dez minutos pra se juntar a gente. Senti o peso se mexendo no colchão, e de repente, Daniela suspirou. Val tinha enfiado nela, com jeitinho. Deixamos nosso amigo nos foder, e ele começou a revezar entre nossas bocetas. Bem mais devagar do que tinha me comido há pouco, o que eu agradeci, porque ainda estava sensível. Valentín se jogou em cima da gente e começou a me beijar enquanto metia na Daniela, pra depois me foder e beijar ela. Suas mãos masculinas procuravam nossos peitos, que ele acariciava e apertava sem parar.
“Vamos, Daniela, te devo uma gozada na sua buçetinha”, disse Val, e se deitou na cama. Dani subiu nele de cavalinho e começou a cavalgar no pau dele, e eu aproveitei pra encaixar minha xotinha na boca do Valentín, que comeu com uma vontade divina enquanto continuava me beijando e apalpando os peitos com a Daniela. Derramei meus jatos no rostinho do Val enquanto ele enchia de porra a boceta da Dani, que escorria ao mesmo tempo que ele. Caímos na cama, satisfeitas.
“Dani… Val… acho que vocês já pensaram nisso antes, mas… é de boa eu gostar disso, né?”, perguntei.
“Claro que é, bobinha. A gente tem muita sorte”, disse Daniela, me beijando no pescoço. “Nós três temos muita sorte. A gente curte brincar em todas as posições. Se a gente fica um pouquinho puta? Tá, e daí? Não faz mal pra ninguém.”
“Isso aí. E pra falar a verdade, eu tô com saudade da minha feminilidade”, entrou Val. “Então… você vem comigo pro banho e a gente se troca?”, me ofereceu.
“Tem certeza?”
“Claro, bebê. Você também tava a fim de voltar a ser garoto, né? E Dani…”
“Eu tô maravilhosa assim agora”, respondeu Daniela.
Então fui pro banho com o Valentín e entramos debaixo da água quente. Começamos a nos beijar enquanto meus peitos diminuíam e meu pau voltava a nascer, e ela recuperava o corpo feminino.
Ela subiu sobre mim, fazendo de koala, com meu pau pressionando sua bucetinha, e comecei a andar em direção à cama. Ainda tínhamos um tempinho antes de comer, e o fim de semana ia ser tão longo e apaixonante como sempre. CONTINUARÁ Faltam 5 capítulos. Todos os outros estão linkados, assim como minhas histórias,neste link
Mas ainda estávamos na fase da relação da excitação imediata. Só isso explicava por que Daniela tinha decidido me acordar chupando meus peitos.
“Oi, minha menina”, brinquei enquanto ela continuava dedicada aos meus seios.
“Oi, tia gostosa. Te acordei?”
“Um pouco. Você gosta dos meus peitos, hein? Mmmm… cuidado com o mamilo…”
“Eles me deixam louca… Quem me dera ter peitos grandes assim… chup, chup…”, continuou Dani. “Você gosta, JP? Gosta de como eu os chupo?”
“Eu preferiria… aah… que você chupasse minha buceta…” Deixei escapar sem pensar, mas Dani se preparou para me satisfazer, enfiando a cabeça entre minhas pernas. Tive que pará-la. “Espera. Por que eu vou gozar sozinha se podemos aproveitar juntas?”
Seus olhos brilharam. Ela subiu em cima de mim, com as pernas abertas sobre minha cabeça, e colocou sua boca entre as minhas. Começamos um 69, aproveitando mutuamente nossas bocetas. Senti Dani brincando com minhas pernas enquanto eu a comia, e tentei fazer o mesmo com ela enquanto minha língua percorria sua xotinha. Nossos ruídos misturados de sucção, arfadas e gemidos acordaram a pobre Valentina, que se posicionou na frente da minha cabeça.
“Bom dia. Vocês não perdem tempo, hein”, brincou.
“Desculpa”, arfou Dani entre minhas pernas. “É que a Julia é irresistível…”
“Eu sei. Gostaria de me juntar a vocês, se não estou atrapalhando”
“Você é sempre bem-vinda”, disse Dani. “Mas a buceta da Julia é minha agora”, arfou e voltou a me comer.
Com cuidado, nos deitamos de lado e liberei a xotinha da Valentina. Ela se enfiou entre as duas, com seu cozinho molhado para minha boca, enquanto começava a dar prazer à Dani. Assim, as três tivemos um gostoso orgasmo de café da manhã, com nossas bocas manchadas de nossos fluidos femininos, agarradas às nossas pernas, chupando nossas bocetas. com vontade de me divertir.
"Obrigada por aparecer na minha vida", a Daniela me disse enquanto tomávamos café da manhã de verdade. "E por me apresentar à Valentina. Sem vocês... não sei o que teria acontecido comigo com essas mudanças de corpo"
"Já não acha que é uma maldição?"
"É uma bênção com vocês", ela disse. "Por falar nisso... hoje eu gostaria de umas coisinhas"
"Vai lá"
"Primeiro, tem um desejo que... preciso ser garoto para realizar. E depois... quero passar o dia como Daniela... e você como Valentín", disse. "E você, Julia... que fique assim. Se estiver bem pra você"
"Vamos ver... na verdade hoje eu estava pensando em voltar ao normal", falei.
"Tenho uma ideia", a Valentina interveio. "Realizamos a fantasia da Dani primeiro... e essa tarde realizamos as suas", propôs.
"E as suas?"
"Estão bem na minha frente", respondeu com um sorriso.
Aceitei a ideia. A Dani foi correndo pro banheiro e voltou com seu corpo original, balançando o pau pra gente. Ficou na minha frente.
"Um boquete? Que pouco original", comentei. Reconheço que esperava outra coisa.
"Na verdade queria experimentar seus peitos", ele pediu. Tinha ficado vermelho. "Que ontem fiquei com vontade..."
"Oh. Então quer experimentar minhas peritas?", brinquei. E senti uma pontada de prazer ao dizer isso.
"Sim, por favor"
"Oh, que educado. Acho que ele merece, né?", perguntei pra Val, que se aproximou de mim.
"Claro, gata. Mostra o bom uso que se pode dar a esses peitões", respondeu enquanto ficava atrás de mim.E enquanto isso, eu cuido de você…, me disse no ouvido.
Me sentei na beirada da cama, permitindo que Dani enfiasse o pau dele entre meus peitos generosos, enquanto Valentina me beijava pelo pescoço e abria minhas pernas. Ela começou a estimular minha bucetinha enquanto eu massageava o pau do Dani com meus peitos. Ele estava duro e quente,pra mimSorri de boba enquanto olhava pra ele, meu amigo parecia bem satisfeito com a punheta que eu tava dando com meus peitos.
"Tá gostando, Dani? Tô fazendo direito com meus peitos?", perguntei no meu tom mais doce.
"Demais... você é incrível..."
"E se eu fizer assim?", perguntei, soltei a língua e comecei a lamber a cabecinha dele. Ouvi ele gemer. Chupei um pouco, sem parar de pressionar o pau dele com meus peitos. Era estranhamente gostoso. E ainda tinha o prazer que o Val tava me dando na minha bucetinha, me masturbando com carinho, e percorrendo minhas costas com a língua.
"Obrigado... Julia...", suspirou Dani. Senti o pré-gozo na minha boca, e voltei com vontade pra punheta com meus peitos, percebendo como ele ia me melando. Peguei o pau dele e esfreguei nos meus peitos. Com meus mamilos, o que me excitou ainda mais, antes de envolver de novo aquela rola com meus peitos e retomei a punheta. "Julia, espera... eu vou gozar..."
"E você quer gozar nos meus peitos, né?", perguntei. Ele acenou com a cabeça. "Goza... tranquilo... quero sentir", pedi. Além do mais, eu mesma tava quase gozando também por causa dos dedos do Val.
Senti um calor delicioso e grudento caindo em cima de mim. Dani não só gozou nos meus peitos, como parte da porra caiu no meu rosto. Lambi os lábios por inércia, experimentando o gosto do néctar dele, enquanto começava a escorrer no colchão graças à Valentina. Dani me olhou com um sorriso, e se abaixou pra me beijar, antes de começar a limpar meu rostinho com a língua.
"Que gostoso que foi. Val, me acompanha no banheiro? É hora de trocar"
"Tem certeza? Eu tô me divertindo pra caralho com o sexo lésbico", respondeu Val.
"Sim... tenho que assumir minha posição"
"Posição?", estranhei.
"É, bom, você me entende"
"Não, não entendo"
"Eu também não", acrescentou Val. Ficamos olhando pro Dani, bem sérias. Ele percebeu que tinha falado demais, e agora tinha que se explicar.
"Olha... é óbvio que das três, eu sou a que menos... bom, vocês sabem..."
"Que a gente não sabe de porra nenhuma, buceta. O que é que Que foi?", perguntei, um tanto irritada.
"Vocês vão me fazer dizer?", perguntou com voz embargada. "Porra, eu... sou o que tem o pior físico, tá? Tanto como homem quanto como mulher..."
"Que bobagem é essa?", acrescentou Valentina.
"Como assim bobagem? Porra, eu... Olha, JP... quer dizer, Julia... por mais que você insista em dizer... eu tenho a menor, tá? Que sim, por pouco", impediu que a interrompessem. "Mas a sua é maior. E a da Valentina quando vira homem já me supera de longe. E de mulher, bom, a que tem os peitos menores sou eu de novo, e..."
Consegui fazê-lo calar dando-lhe um abraço. Senti que ele tremia. Soluçou um pouco. Valentina se aproximou também e nos envolveu com seus braços.
"Dani... entendo que você se sinta mal. Mas te lembro que eu cheguei em você na boate na primeira noite, porque você me atraía. E ainda me atrai. E não saí correndo quando te vi como nasceu"
"Tá, mas..."
"E eu fiquei encantada com você desde o começo", lembrou Val. "Amei nosso primeiro trio. E quando fizemos no esquema lésbico foi incrível"
"Sério, Dani. Você é muito gostoso. E nós amamos transar com você. Você é nosso amigo. Nosso amante. Não umgozada, eu disse. Sem mentir. "Eu já... não consigo me imaginar com mais ninguém além de vocês agora."
"Você é um amor, Julia", disse Dani. "Tudo bem se... continuarmos com o plano?", perguntou. "Estou com muita vontade de... ser a garotinha com você", confessou.
"Tudo bem. Vamos deixar o Valentín ser nosso homem hoje", aceitei.
"Só até depois do almoço", ela me lembrou.
Então meus amigos foram tomar um banho. Daniela e Valentín voltaram de lá, sorrindo para mim. Me vi cercado pelos dois, e recebi dois beijos bem submissos na boca. Senti as mãos firmes do Valentín e as delicadas da Daniela apalpando todo o meu corpo de menina. Eu comecei a masturbar o Val e a enfiar os dedos na Dani.
"A Dani me disse que gostaria que você comandasse", disse o Val. "Então você tem um garoto e uma garota dispostos a fazer o que você quiser."
"Ideia interessante...", reconheci. "Bem, o Val interrompeu a gente esta manhã, então..."
Dani e eu deitamos na cama novamente. Fiquei por cima dela, e começamos a chupar nossas bocetas de novo. Dessa vez eu não ia desistir de comer aquele pussy tão delicioso que ela tinha. Mas não íamos nos limitar ao 69 e deixar o Val de fora. Afastei suavemente as nádegas da Dani, enquanto o Val lubrificava o pau, e então começou a enfiar no cu dela.
Dessa forma pudemos desfrutar de um sexo oral mútuo enquanto minha amiga gozava ao mesmo tempo com o pau enorme do Val no seu ânus. A língua dela se movia firmemente na minha xotinha, me dando muito prazer. O prazer que era ter uma buceta. Que privilégio eu sentia agora. O Val se empolgou enquanto fodia o cu da Dani, e acabou tirando sem querer.
Nesse momento eu peguei com a boca. Aproveitei o sabor e a grossura, antes de guiá-lo de volta... dessa vez para a boceta da Dani, que começou a sentir ao mesmo tempo um pau e uma língua no seu pussy. Deve ter sido demais para ela, porque de repente ela começou a gozar. Jorrou um pouco no meu rosto, enquanto eu continuava devorando sua xoxota, e de repente senti um segundo sabor. Val estava gozando dentro dela. Deus, o leite dele. Por que eu gostava? Tanto faz agora, eu precisava da Dani e do Val na minha vida todos os dias. Eu mesma comecei a gozar no rostinho da minha amiga. Sorrindo, rolei para cair ao lado dela.
“Sabe o quanto eu te amo?”, riu Valentín, com o pau meio duro.
“Imagino”, brinquei. “Dani, tá em condições?”, perguntei.
“Preciso… de um minuto…”, suspirou. “Ele me fodeu tanto…”
“Bom, quando quiser, te espero aqui”, disse, e me ajoelhei para começar a chupar o Val, dessa vez com dedicação. Acompanhei minha boca com a mão, fazendo uma punheta, lubrificando o pau todo com minha saliva antes de fazer só com os lábios. Tentei acariciar um peito enquanto enfiava os dedos na minha buceta. Aquilo multiplicou muito o prazer que sentia.
“Com licença”, disse Dani, se aproximando de quatro. Ela se posicionou na minha frente, e começamos a chupar o pau do Val em turnos, é claro, nos dedicando ao corpo uma da outra. Nos acariciamos mutuamente enquanto nossas bocas se perdiam em volta do pau do nosso amigo. Senti as mãos da Daniela nos meus peitos e explorando minha xota enquanto nossas línguas se encontravam na cabeça do pau do Val.
Percebi que ele colocou as mãos nas nossas cabeças, e começou a foder nossos lábios, que estavam unidos num beijo, e o pau dele percorria os dois ao mesmo tempo. Daniela e eu demos as mãos enquanto curtíamos ser um par de putinhas. Era bom, muito bom. Mas a Dani tinha um pontinho de puta a mais que eu e tomou conta do pau do Val, então eu me dediquei aos peitinhos dela, cujos mamilos estavam duríssimos na hora.
Depois voltei para o boquete em conjunto. Senti o pau do Val pulsar, prestes a gozar. Dani e eu começamos a estimular a cabeça com nossas línguas, cada vez mais rápido, e nosso amigo começou a derramar a porra nas nossas boquinhas. Deixamos escorrer pelo canto das nossas bocas, e senti que começava a escorrer pelo meu queixo também. sobre as tetas.
"Caralho, como eu fico de pau duro vendo vocês assim", admitiu Valentín.
"Assim tão putinhas?", brincou Dani.
"Duas putas de marca maior", respondeu Val, e nós rimos. "Julia, vou ser chato pra caralho com isso, mas... você tá bem?"
"Maravilhosamente bem", admiti. "Não sou uma menininha frágil, tá? Sou uma mulher", lembrei a ele.
"Claro"
"Então me come e me faz sentir mulher", desafiei.
"Tem certeza? Quer que eu te enfie?"
"Se acha capaz?", desafiei de novo.
"Fica de quatro, gostosa", ele disse. Naquele momento, ele pareceu horrorizado com as próprias palavras, mas eu sorri. Eu queria me entregar. Queria a experiência completa. Olhei para Dani, que tinha se acomodado na cama para nos observar, completamente excitada.
Eu fiquei de quatro para o Val, com minhas lindas tetas balançando enquanto rebolava a bunda para provocá-lo. Talvez eu estivesse exagerando. Mas Valentín foi gentil na sua primeira investida. Senti minha buceta se esticar quando ele me penetrou de uma vez, suave, mas firme. Ele estava completamente dentro de mim. Afastou um cabelo da minha orelha e disse:
"Vou te foder. Se doer..."
"Confio em você, baby... vamos. Faz eu gozar...", supliquei com a voz mais submissa.
Ele colocou as mãos na minha cintura e tirou devagar. E então,pafSenti a primeira investida.PafMal tinha me acostumado e senti a próxima. E mais uma. E outra, e outra... sem parar. Tentei aguentar a intensidade. Suspirei. Era foda de tão intenso. Ele devia estar me metendo umas duas vezes por segundo. Pude ver Daniela se enfiando os dedos no mesmo ritmo que o Val estava me comendo.
“Ah! Ah! Ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah!”, eu gemei. Val acelerou o ritmo. Três metidas por segundo. Tive que colocar as mãos pra frente pra não cair com a força das investidas do meu amigo. Meu Deus, minha buceta estava encharcada, completamente excitada com o jeito que ele estava me fodendo. Dani se aproximou de mim, e começamos a nos beijar. Senti as mãos dela no meu rosto enquanto me submetia ao Val, que aumentou ainda mais o ritmo.
Gemi contra a boca da Dani enquanto Val me enfiava quatro vezes por segundo. Ouvi ele ofegar atrás de mim. Ele não estava acostumado com aquele ritmo. Ele estava dando pra mim. Pro meu cuzinho molhado. Comecei a notar meu corpo respondendo com o orgasmo. Minhas pernas tremeram. Gozei, deixando os lençóis molhados enquanto Val continuava me socando até sentir aquela sensação quente e viscosa enchendo minha xota. Ele gozou dentro de mim. Começou a diminuir o ritmo, devagarzinho, se certificando de me deixar bem cheia.
“Ufa... que tal, gata?”, ele perguntou, tentando bancar o fodão, mas estava exausto. “Você gostou?”
“Muito... você deixou minha bucetinha bem molinha”, eu disse enquanto a acariciava pra ele, mostrando como estava bem cheia. Dani se adiantou e se enfiou entre minhas pernas, começando a me chupar, se certificando de tomar todo o néctar que podia do pau do Val.
“Isso me deixou a mil ver vocês assim”, admitiu Dani. “Mas talvez o Val precise de mais um tempinho pra se recuperar”
“Sou de vocês em cinco minutos”, ofegou Val.
“Então, Júlia... com licença”
Ela subiu em cima de mim e começamos a nos beijar. Aproveitei aquele ritmo mais lento, mais pausado. Os lábios doces da Daniela (que ainda tinham restos do sêmen do Val) devoravam minha boca enquanto voltávamos a nos tocar. Era Gostoso. Tão doce. Ele parecia ter uma obsessão pelos meus peitos.
Val, na verdade, levou uns dez minutos pra se juntar a gente. Senti o peso se mexendo no colchão, e de repente, Daniela suspirou. Val tinha enfiado nela, com jeitinho. Deixamos nosso amigo nos foder, e ele começou a revezar entre nossas bocetas. Bem mais devagar do que tinha me comido há pouco, o que eu agradeci, porque ainda estava sensível. Valentín se jogou em cima da gente e começou a me beijar enquanto metia na Daniela, pra depois me foder e beijar ela. Suas mãos masculinas procuravam nossos peitos, que ele acariciava e apertava sem parar.
“Vamos, Daniela, te devo uma gozada na sua buçetinha”, disse Val, e se deitou na cama. Dani subiu nele de cavalinho e começou a cavalgar no pau dele, e eu aproveitei pra encaixar minha xotinha na boca do Valentín, que comeu com uma vontade divina enquanto continuava me beijando e apalpando os peitos com a Daniela. Derramei meus jatos no rostinho do Val enquanto ele enchia de porra a boceta da Dani, que escorria ao mesmo tempo que ele. Caímos na cama, satisfeitas.
“Dani… Val… acho que vocês já pensaram nisso antes, mas… é de boa eu gostar disso, né?”, perguntei.
“Claro que é, bobinha. A gente tem muita sorte”, disse Daniela, me beijando no pescoço. “Nós três temos muita sorte. A gente curte brincar em todas as posições. Se a gente fica um pouquinho puta? Tá, e daí? Não faz mal pra ninguém.”
“Isso aí. E pra falar a verdade, eu tô com saudade da minha feminilidade”, entrou Val. “Então… você vem comigo pro banho e a gente se troca?”, me ofereceu.
“Tem certeza?”
“Claro, bebê. Você também tava a fim de voltar a ser garoto, né? E Dani…”
“Eu tô maravilhosa assim agora”, respondeu Daniela.
Então fui pro banho com o Valentín e entramos debaixo da água quente. Começamos a nos beijar enquanto meus peitos diminuíam e meu pau voltava a nascer, e ela recuperava o corpo feminino.
Ela subiu sobre mim, fazendo de koala, com meu pau pressionando sua bucetinha, e comecei a andar em direção à cama. Ainda tínhamos um tempinho antes de comer, e o fim de semana ia ser tão longo e apaixonante como sempre. CONTINUARÁ Faltam 5 capítulos. Todos os outros estão linkados, assim como minhas histórias,neste link
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