Noche de Pizzas

Bom, em primeiro lugar, obrigado a quem passou pra deixar pontos e comentários no post anterior. Pra quem não leu, pode encontrar eleaquiVou com uma intro curtinha pros novatos e novatas... Meu nome é Facu, na época dessas histórias eu tinha uns 22 anos mais ou menos, e o que vou contar aqui aconteceu no verão de 2011, numa sexta à noite, numa casa que a gente alugava em Mendoza com minha mina, a Cami. A Cami, como já contei antes, era um fogão: 19 anos, gostosa, com uma cinturinha fina que te deixa doido, uns peitos normais mas durinhos, redondinhos como pêssegos, e uns olhinhos verdes que te fazem perder o rumo.


Já estávamos há vários meses namorando firme, ea experiência com o ginecologistaTinha sido meio que um ponto de virada na nossa sexualidade. Agora eu percebia que ela se soltava mais na cama, embora nunca tivesse sido muito tímida... Mas a gente tinha começado a explorar um pouco mais, ver pornô, se excitar, mandar contos eróticos um pro outro, essas coisas. Muitas vezes a gente acabava se masturbando no sofá vendo gangbangs ou ménages, que era o que mais nos excitava.

Um verão que a gente tava sem grana, surgiu a oportunidade de cuidar de uma casa em Chacras por uma semana. Pra quem não conhece, é uma área nobre de Mendoza, com casas grandes, jardim, piscina... muito chique. Os pais de um amigo iam viajar, meu amigo também, e como a gente se conhece desde pivete, me perguntaram se eu topava cuidar. Claro, meu amigo me pediu pra, por favor, a única coisa que eu não fizesse fosse transar na cama dos pais... de resto, tudo liberado, só não podia fazer merda grande.



Falei pra Cami que nem pensei duas vezes e montei uma bolsinha com uns biquínis, umas roupas e só... na real era uma semana e a gente tava a 15 minutos de casa. No primeiro dia já caímos na piscina, regamos o jardim, fizemos as compras e umas merdinhas de caseiro. Nada além disso... de noite Netflix e uma foda divina e romântica pra estrear o sofá.


No dia seguinte, 39 graus nos esperavam, então desde cedo a Cami já tava só com a parte de baixo do biquíni e por cima um topzinho que não passava de uma camiseta cortada que ela usava pra dormir, deixando metade dos peitos aparecendo por baixo.


Naquele dia, por causa do calor, não tinha planos... a gente ficou o dia inteiro em casa, brincando, mas sem passar do limite. Eu passava por trás dela e encostava de propósito, beijava o pescoço ou enfiava os dedos só por cima do elástico da parte da frente da biquíni. Ela fingia que não tava acontecendo nada e deixava os peitos mais à mostra, ou se espreguiçava pra levantar mais a regatinha. O tesão foi aumentando e acabou numa noite que deixou todo mundo com o sangue fervendo... é. Todo mundo.


Tava num lugar tranquilo, o bairro não é fechado, mas no geral não rola nada demais. A casa tinha um jardimzinho na frente com uma piscina foda que a gente usou pra caramba naquele dia porque o clima tava pedindo. A Cami passou o dia inteiro tomando sol, e eu num momento quase joguei ela na piscina, mas não sabíamos como era a vibe com os vizinhos. Então desistimos e passamos a tarde largados numa daquelas cadeiras de balanço, na sombra de uma árvore, tomando chimarrão e enrolando.

Tava rolando um tesão, óbvio, então de vez em quando a gente se perdia em beijos que iam ficando cada vez mais quentes. Eu, de short e sem camisa, ela agora com uma regatinha branca que marcava os peitos e um shortinho jeans que deixava ver aquela bunda redonda, que ela vestiu depois de sair da piscina. A Cami tava no embalo e, num momento em que a gente foi pra dentro, enquanto lavava a louça do almoço, abracei ela por trás, apertando a cintura, e comecei a beijar o pescoço dela como se fosse devorar. Na hora, meti a mão por baixo da regata e apertei os peitos dela... os bicos estavam durinhos. "Para... que você me deixa nervosa", "vou deixar cair os pratos e vão querer cobrar de você..." ela disse, rindo, mas se apertou contra mim, roçando a buceta na minha pica. "Quem sabe esperar, tem recompensa" ela soltou. Assim, tudo pela surpresa, desisti de novo e não rolou nada além, mas os roços, os olhares e as mãozinhas pra cá e pra lá deixaram o clima pesado.


Fui tomar um banho e, com a fome apertando, decidimos pedir umas pizzas pelo PedidosYa. "Vou tomar um banho antes, Facu, procura um filme enquanto isso", disse a Cami, com um sorriso que me deixou pensando no que tinha rolado antes. Ela entrou no banheiro, e eu, no maior estilo namorado relaxado, montei uma mesinha de centro na sala, joguei umas almofadas no sofá e abaixei as luzes pra dar um clima de cinema, sem nenhuma intenção pesada, só queria que a gente ficasse confortável. Coloquei um filme de ação na Netflix, daqueles com explosão e pouca história, que a gente sabe que vai trocar ou largar de ver em 10 minutos, e me joguei pra esperar as pizzas. O calor continuava pesado, então deixei a porta da frente entreaberta, com o jardim dando pra rua porque tinha uma grade separando ela da calçada.

Às 11:50 tocou a campainha, e eu levantei pra receber o cara do PedidosYa. Procurei a carteira na mesinha, mas não achei. Abri a porta e espiei. O entregador, um cara magro de uns 25 anos, descia da moto. Era um cara normal, nem gato nem bagaceira: jeans, camiseta preta meio justa, cabelo curto, suado por causa do calor que não dava trégua naquela hora. "Entra um segundo, mano, que não acho a carteira", falei, na confiança. Abri o portão e o cara encostou a moto no jardim pra não deixar na rua (era quase meia-noite, e embora Mendoza seja mais tranquila que Buenos Aires, ninguém confia). Ele tirou as caixas de pizza e as latas de cerveja da caixa térmica, e se aproximou da porta, ficando meio dentro, meio fora, esperando eu passar a grana.

Enquanto eu revirava a cozinha atrás da carteira, ouvi a Cami sair do banheiro. Pensei que ela ia vir pra sala, mas não apareceu na hora. De repente, vejo ela passando pulando, como se tivesse super feliz, direto pro sofá. O cabelo preso bem puxado num rabo de cavalo, um top preto apertando as tetas dela, uma fio dental preta maravilhosa com duas tirinhas cruzando a cintura, e umas meias brancas normais, mas o conjunto todo fazia ela parecer realmente pornô.


Antes que eu pudesse reagir, ouvi ela soltar, com uma voz provocante: “E aí? Vamos ver o filme ou você vai me comer primeiro?”.


Meu coração parou. Olhei pra porta, e lá estava o cara, com as pizzas na mão, os olhos arregalados, vidrados na Cami, que ficou congelada no meio da sala.

A cara da Cami ficou vermelha que nem um tomate quando me viu na cozinha e percebeu que não tinha falado comigo, mas sim com o magrelo que tava se virando nos trinta pra segurar as caixas de pizza, as brejas, não derrubar a moto e ainda dar uma olhada nas tetas da Cami e no show que ela tava dando com aquela fio dental.


Eu tava paralisada, com os peitões marcados no top e a fio dental deixando aquela raba perfeita à mostra. O cabelinho meio molhado completava a cena que, naquela altura, parecia um pornô barato. Juro que não foi intencional e que a gente nunca imaginou, mas esses acidentes acontecem e, pelo menos pro entregador, foi um feliz…


Nisso tudo, eu, com a carteira na mão, avancei rápido, passando entre ela e o cara, que tava a dois metros. Não me passou pela cabeça cobri-la, só queria resolver a situação. "Toma aqui, mano", falei, entregando a grana, mas o cara não reagia. Não olhava pra mim, tinha os olhos fixos na Cami, que continuava parada, com as bochechas pegando fogo e os olhinhos verdes arregalados. "Eeeh, valeu..", gaguejou o cara, mas não se mexia, como se tivesse em transe.

Desculpa, não sabia que tinha alguém…", começou a dizer Cami, com a voz trêmula, mas o cara, que mais tarde se apresentou como Leo, cortou ela: "Fica tranquila, sem problema, hein, você tá… em casa, normal". A voz dele soava nervosa, mas tinha um brilho nos olhos que não me agradou nem um pouco. Eu, tentando manter o controle, falei: "Beleza, mano, valeu por passar, já pode ir". Mas Cami, pra minha surpresa, riu baixinho e disse: "Facu!, como é que você vai mandar ele embora assim… que vergonha, desculpa, não queria sair desse jeito". E deu um passo pra frente, como se quisesse amenizar a situação.


Leo, que não era nenhum otário, sorriu e disse: “Sem problema, isso acontece nas melhores casas... e nos filmes”. Todo mundo riu, eu meio que sem graça, mas os olhos dele continuavam grudados nas pernas da Cami.

Facu, não seja sem noção, manda ele entrar um segundo, a porta tá meio aberta e eu tô quase pelada", disse a Cami, meio na brincadeira, meio séria. Eu congelei. Ela queria mesmo que o cara entrasse? "Tem certeza, love?", perguntei, olhando fixo pra ela. Sinceramente, achei que ela ia mandar eu vazar... que a gente saísse os dois! Era o óbvio. Ela concordou com a cabeça, ainda vermelha, mas com um brilho nos olhos que me desconcertou. "Sim, fala pra ele, não deixa o coitado do lado de fora, pelo menos dá uma cerveja pra ele... e fecha a porta!".


Leo disse: “Bom, se não incomodo, entro um pouquinho. Aliás, tenho que te dar o troco”. Deixou as pizzas e as cervejas na mesinha de centro da sala e ficou parado, sem saber bem o que fazer, mas sem tirar os olhos de cima da Cami. Começou a enfiar a mão no bolso, não sei se pra pegar o troco ou pra outra coisa.

Abri uma das brejas e ofereci outra pro Leo. "Toma, mano, pelo transtorno, ainda mais com esse calor do caralho", falei, tentando manter a parada na boa. A Cami, que continuava de top e fio dental, sentou no sofá, cruzando as pernas, mas o fio dental marcava tanto que era impossível não olhar. "Qual filme você escolheu, Facu?", perguntou, como se nada, mas a voz dela tinha um tom brincalhão que não era normal nela. "Um de ação, sei lá, a gente vê depois", respondi, sentando do lado, no braço do sofá, tentando não olhar pro cara, que tava parado com a breja na mão, claramente nervoso.

A situação tava estranha, mas o ar foi ficando pesado. A Cami, que sempre foi tímida, começou a falar mais, como se a cerveja e o calor estivessem soltando ela. "Ei, Leo, você sempre entrega tão tarde assim?", perguntou, se inclinando um pouco pra pegar uma lata, o que fez os peitos dela se apertarem no top. Leo engoliu seco e disse: "É, até uma ou duas da manhã, é um saco, mas hoje... digamos que tá valendo a pena". Ele riu, nervoso, e eu senti um nó no estômago, mas também percebi que meu pau começava a acordar. Depois da visita ao ginecologista que contei, digamos que a gente tava a fim de brincar um pouco, e de repente eu peguei a vibe da Cami, que riu e falou: "Ah, que idiota, não fala isso que me dá vergonha". Mas ela não se cobriu, e quando descruzou as pernas, deixou elas um tempinho abertas, mostrando a buceta marcada na calcinha fio-dental preta por alguns segundos.

Bom, cara, valeu pela pizza, mas…", comecei a falar, querendo encerrar, mas a Cami me cortou de novo: "Facu, deixa ele tomar a cerveja em paz, não seja chato, ainda mais que ele tem que trampar até as duas". Ela me olhou com aqueles olhinhos verdes, e eu soube que alguma coisa tava rolando. Leo, sentindo o clima, falou: "Se quiserem, eu vou embora, sem problema".


Mas Cami, com um sorriso que eu nunca tinha visto nela, falou: “Não, toma a cerveja na boa, o filme ainda nem começou”. Eu não sabia se entrava na dela ou se marcava território, mas a real é que a situação tava me deixando com tesão, mesmo sem querer admitir.

Começamos a conversar, nós três na sala, com as pizzas abertas mas sem tocar nelas. A Cami não parava de se mexer no sofá, como se não conseguisse ficar quieta, e cada movimento fazia a fio dental entrar mais na racha. O Leo nem disfarçava, os olhos dele iam das tetas pra racha, e eu percebi que o volume na calça jeans dele tava cada vez mais evidente. "Ei, Cami, você sempre recebe os entregadores assim?", o Leo falou, meio na brincadeira, mas com um tom que queria algo mais. Ela riu, ficou vermelha, e respondeu: "Não, mano, acabei de tomar banho, não pensei que você fosse entrar". Mas se ajeitou no sofá, abrindo um pouco as pernas pra pegar um pedaço de pizza e ficou assim por um tempinho.

A conversa foi ficando mais quente. Cami, como quem não quer nada, soltou: "Leo, e você, tem namorada ou sai por aí esperando as clientas de calcinha fio dental te receberem? É daqueles que vai por aí quebrando corações?" Quase me engasguei, o que deu nela pra estar tão extrovertida?... mas Leo riu e respondeu: "Nah, tô solteiro, mas não reclamo, sempre aparece uma oportunidade." Ele me olhou, como se pedisse permissão, e eu, tentando não passar por otário, falei: "Beleza, mano, contanto que você não ache que é aqui que tá tudo certo, hein." Nós três rimos, mas o clima tava pesado, como se estivéssemos a um passo de alguma coisa.

Cami, num instante, se levantou pra pegar outra breja, e quando passou do lado do Leo, roçou “sem querer” a perna dele com a mão. O cara ficou duro, e eu vi como ele ajustou a calça jeans de novo, com um volume que não deixava dúvidas. “Facu, não te incomoda que eu esteja assim, né?”, me disse Cami, apontando pro top e pra tanga. “Tá divina, amor, mas não sei se o cara aguenta”, falei, meio na brincadeira. Leo riu e disse: “Aguento, aguento, mas tá complicado, hein”. Cami riu, sentando mais perto de mim, mas sem tirar os olhos do Leo.

A coisa já tava no limite. Cami, com a voz mais suave, falou: “Eu, Facu, se a gente não começar o filme, vou dormir…”. Os olhinhos verdes dela brilhavam, e eu senti meu pau apertando contra o short.

E aí, tipo, minha cabeça deu um clique e eu falei: foda-se tudo... “Bom, mas filme a gente não vai ver muito se no final sempre acabamos transando”, soltei. Acho que ela não esperava por essa reação e ficou vermelha, mas longe de se encolher, rebateu: “E a pizza já tá fria... vou ter que comer outra coisa”.

Enquanto isso, Leo observava tudo como se fosse um jogo de tênis, com os olhinhos indo de um lado pro outro, vendo pergunta e resposta. Cami percebeu na hora, se levantou e veio até onde eu tava. As pernas dela, douradas pelo sol do dia, eram um espetáculo, o top apertava bem as tetas e a raba emoldurada na fio dental preta era uma bomba. Ela se posicionou bem no meio das minhas pernas, de costas pro cara.
e me manda um beijo. Eu não fiquei atrás e peguei ela pela cintura, e começamos a nos pegar forte. A Cami subiu uma perna na minha, só pra se acomodar em cima de mim. Por uns segundos, esqueci completamente do cara...Quando abro os olhos, vejo ele atrás da Cami, de olho na bunda dela. Aí o tesão falou mais alto e eu agarrei bem os dois peitos dela, massageei forte e com as duas mãos abri bem a buceta dela, pra dar pra ver a calcinha fio dental bem enfiada na pussy dela...

Aí a Cami reagiu, se afastou e falou com uma voz bem de puta... "Vou me trocar porque tô toda molhadinha."

Olhei pro Leo, e o volume no jeans dele era impossível de ignorar. Tava a dois segundos de soltar a pica...

Não cruzamos a linha, mas o tesão era insuportável.

“Leo, mano, valeu pela pizza, mas acho que vamos ver o filme”, falei, tentando encerrar, embora meu pau dissesse o contrário. O cara não acreditou... ele assentiu, ainda com os olhos em Cami que ia pelo corredor, e disse: “Beleza, vou deixar vocês... amanhã faço o mesmo turno, hein”. Cami, com um sorriso safado, disse: “Tchau, Leo, volta quando quiser”. O cara foi embora e, se não bateu uma punheta na saída, não sei sinceramente como ele passou a noite. Nós fechamos a porta, mas a tensão continuava ali.


Assim que Leo ligou a moto, a Cami veio correndo de novo, me olhou e falou: "Facu, tô muito tesuda, não sei o que deu em mim". Eu, ainda duro, respondi: "Eu também, gorda, aquele cara te deixou com tesão mesmo?". Ela ficou vermelha, mas concordou... "Não sei se foi o cara ou a situação, mas olha como eu tô..." e sem dizer mais nada, pegou minha mão e levou até a buceta dela, que tava escorrendo de fluido. Ela desabotoou meu short e puxou meu pau, que tava prestes a explodir. "Não", falei, "vem pra cá", sentando ela no sofá. Puxei a calcinha fio dental dela, que tava encharcada, e comecei a passar a mão na buceta, estimulando o clitóris dela que já tava bem inchado, bem devagar. Ela gemia baixinho... "Passa a mão nos meus peitos", sussurrou, e eu enfiei outro dedo e apertei forte os peitos dela, sentindo como ela ficava mais molhada.

Levantei as pernas dela e comecei a passar a língua na rabeta, indo e voltando do cu até o clitóris, curtindo como ela se contorcia. Eu não aguentava mais... Sentei e, enquanto continuava masturbando ela, ela pegou meu pau e começou a me punhetar.

"Adorei quando você abriu minha rabeta como se eu fosse uma puta", ela disse, e nem terminou de falar e já começou a gozar... Só a imagem de mostrar absolutamente tudo pra aquele estranho tinha deixado ela com um tesão do caralho. Gozamos os dois em minutos, ela tremendo contra minha mão e eu enchendo a barriga dela de porra. Ficamos largados no sofá, rindo, com as pizzas frias e o filme nem começou. Naquela noite, depois de comer, a gente trepou de novo como uns loucos, com a Cami mais solta do que nunca, como se o olhar do Leo tivesse despertado ela, pensando no que teria rolado com ele se a gente não tivesse parado ali.

7 comentários - Noche de Pizzas

ufffff..... cuánta calentura esa noche.... tremendo cómo lo fuiste contando.... me encanta como se va ponoendo cada vez más putita Cami...
Por favor... q buen relato... me encanta y calienta imaginarla a cami... así ben putita. No sabes la pja qm hice con el relato... gracias
Muy buena temática... me encata.
Ojalá sigan por ese camino
Tremendo pero pobre pibe lo dejaron re caliente, eso no se hace.
Muy bien post.
Me pareció excelente, que morbo ver como tu mujer calienta a otros hombres y cojerla como se merece. Que buen relato!!