O jantar estava tenso, mas as minas estavam fazendo um esforço danado pra me agradar. Tinham preparado meu prato favorito, frango assado com batata, e caprichado nos molhos e temperos especiais. A Ana era a mais nervosa de todas, falando sem parar e comentando pra eu conseguir entrar na conversa. As duas me olhavam de canto de olho enquanto comiam, como se estivessem esperando minha aprovação ou minha reação. Me senti meio que o centro das atenções, mas ao mesmo tempo, curti o esforço que estavam fazendo pra me deixar à vontade.
Depois do jantar, resolvi não enrolar mais e pedi pra gente ir pra sala, onde dava pra ficar mais confortável pra discutir o assunto que tava em pauta. Queria acabar com o suspense logo e saber o que ia rolar com a Maite. As minas pareciam estar segurando a respiração, ansiosas pra saber minha decisão. Quando mudamos de cômodo, o clima ficou um pouco mais leve, mas a tensão ainda dava pra sentir no ar.Esteban:Antes de tudo, Maite, quero te dar as boas-vindas. Aqui você vai ter teto, comida e uma cama pra dormir.Maite:Valeu, Sr. Esteban.Esteban:Quanto a ser minha submissa, não posso aceitar.
Imediatamente os olhos de Maite se encheram de lágrimas, e ela olhava pra mim e pra prima dela. Ana parecia confusa e com um olhar muito triste. Ela se ajoelhou ao meu lado, e quase chorando me disse.Ana:Amor, desculpa, eu sei que passei dos limites e exagerei, mas por favor, reconsidera. — uma lágrima escorria pela bochecha dela enquanto me implorava.
Respirei fundo e me armei de paciência de novo.Esteban:A verdade é que sim, você se comportou muito mal, me manipulou e agora não me deixou terminar de falar. — falei levantando um pouco a voz, ela abaixou a cabeça e ficou esperando, como se fosse receber o castigo. — Minha submissa se comportou mal, e não posso conceder isso a ela. — Maite chorava, mas não dizia nada, eu via também as lágrimas escorrendo no rosto de Ana. — Já pra minha mulher, posso sim conceder esse pedido. Então te pergunto: você está disposta a ser a submissa minha e da Ana?
Ambas tentaram processar o que eu tinha dito. Maite imediatamente se ajoelhou.Maite:Amo e Ama, eu juro que vou servi-los e nunca vão ter do que reclamar de mim. – fez a promessa levantando a mão e tudo.
Ana, por outro lado, ainda não tinha assimilado minhas palavras, eu tinha tratado ela como minha mulher. Ela, enxugando as lágrimas, se jogou em cima de mim me abraçando, mas na verdade brotavam mais lágrimas dos olhos dela e ela me dava beijinhos carinhosos no rosto.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Querido, eu te amo, depois me castiga do jeito que quiser, te amo demais. - Maite se levantou chorando também e se abraçou nos meus pés. Ana, ao ver isso, a levantou, e nos abraçamos os três juntos.Esteban:Maite, quero que esta noite você descanse bem no quarto de hóspedes, porque hoje à noite tenho que punir minha mulher com força.Maite:Sim, amor. — Olho pra Ana como quem pergunta, e ela com um gesto me tranquiliza.
A gente cuidou pra Maite ficar confortável no quarto dela. Depois ela confessaria que nunca tinha dormido num quarto tão bonito, nem numa cama tão confortável. Fui pro banheiro e, quando saí, a Ana já tava pelada de quatro, me esperando em cima da cama.Esteban:E isso aqui?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Sua escrava tá pronta pro castigo.Esteban:Sabe que fez merda. — Caminhei ao redor dela e dei um tapa na bunda dela. — Você foi tão desobediente que eu deveria pegar a Maite como minha mulher e você como nossa submissa. O que acha?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Isso ia doer, mas eu aceitaria. — Outra palmada na bunda dela, vi a cara dela e ela realmente estava convencida de que não faria. — Se é o que agrada ao mestre, eu aceito.
Dei mais uma palmada, via pelo espelho que nem ela acreditava, passei meu dedo na buceta dela e ela estava toda molhada.Esteban:Você é uma raposa manipuladora e metida.Ana:Sei que me ama, meu senhor, e agradeço por isso, prometo não te decepcionar mais. – Mais uma palmada. – Eu também te amo, e mesmo que não acredite, recebo esse castigo feliz, hoje você me reuniu de novo com um ser que adoro, e ainda por cima me aceitou como sua mulher.Esteban:Hoje tô castigando minha submissa, não minha mulher.
Mais uma palmada e a buceta dela tava brilhando de tanto fluido.
Fui no armário e peguei um cinto largo, amarrei no pescoço dela e puxei. Ela arqueou as costas e empinou mais a raba. Diante dessa nova visão, enfiei sem pensar — com a lubrificação que tinha, deslizou tudo pra dentro. Adorei, tava apertada e molhada. Segurei firme o cinto, sem exagerar pra não enforcar, enquanto com a mão livre continuava batendo na bunda dela.
As enfiadas eram bem profundas. Peguei a mão livre e juntei os sucos que escorriam entre nossos sexos, e passei tudo no cu dela. Tirei o pau e cuspi no cu dela, coloquei a cabeça na entrada do buraco e fui penetrando as tripas dela com força. Via ela no espelho: tava vermelha, ofegante, aguentando a dor. Esse era o castigo dela, e eu tava afim de aproveitar cada segundo.Esteban:Aguenta, puta.
Ela respirava pela boca, sabia que não devia puxar o cinto demais, não queria passar do ponto. Comecei a bombar dentro dela, não queria deixar ela se acostumar, metia fundo. Minhas bolas batiam na buceta dela, e já estavam encharcadas, subi um dos meus pés na cama pra buscar mais profundidade.Estaban:você não pode gozar, sua putinha, antes do seu dono. - ela mal conseguia falar.
Acho que nunca tinha sido tão bruto com ela, minhas penetrações eram bestiais, as palmadas, e ainda mais estrangular ela com o cinto. Ela me provocou um tesão enorme. Não aguentei mais e enchi as tripas dela, abundantemente, mesmo que a Maite tivesse me feito gozar umas duas horas antes. Ela, ao sentir meu esperma, se entregou. Caiu desmaiada e com contrações no corpo, de novo teve essa reação, mas dessa vez foi mais forte.
Ela acordou uns minutos depois, tive pena dela, tinha passado mal, a marca do cinto no pescoço, e ficou quase três minutos desmaiada. Quando acordou, eu estava em cima dela, me deu tanta alegria que comecei a beijar ela toda na cara.Esteban:Querido, como você está, tá bem?Ana:Foi o orgasmo mais extremo que já tive, achei que ia morrer de tanto prazer. Mas, querido — ela percebia quando eu tava falando com a minha submissa e quando falava com a minha mulher, não era boba —, você vai ter que comprar mais creme porque você rasgou minha buceta de novo.
Levei ela pro banheiro e conferi o pequeno rasgo, higienizei bem a área com um sabonete neutro. Já no quarto, coloquei ela de quatro e passei o creme na região, com todo o carinho que eu podia. No final, dei um beijinho em cada uma das nádegas vermelhas dela. Não fui tão profissional assim: quando a Ana virou pra se deitar, viu minha ereção.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Vem aqui, amor. – ela disse abrindo as pernas. – deixa que sua mulher te agradeça pelo que você fez por ela.
Subi em cima dela, nossas bocas se procuraram e se apressaram pra mostrar carinho, estávamos na posição de papai e mamãe, meu pau ficou na entrada da buceta dela e dava pequenas batidinhas sem entrar de vez, era bem gostoso, mas a Ana ficava desesperada.Ana:não seja mau, me dá.
Um movimento de quadril dela fez com que a buceta dela engolisse metade do meu pau, e com as pernas ela fez uma tenaz me prendendo. Não paramos um segundo de nos beijar, estávamos transando, e a diferença era nítida. Ela levantava o quadril pra que o contato entre nossos sexos fosse maior. Poucos minutos depois, nós dois gozamos com um doce orgasmo, sussurrando no ouvido um do outro o quanto nos amávamos.
Me levantei e encontrei a Ana e a Maite na cozinha, com um café da manhã espetacular preparado pra mim. As duas estavam muito alegres e contentes, e era evidente que a Ana tinha contado tudo o que tinha rolado na noite anterior. A Maite me olhava de canto com um sorriso safado, o que me deixou meio intrigado. Tomamos café da manhã juntos, rindo e batendo papo, e aproveitei pra conhecer um pouco mais da Maite, perguntando sobre os interesses e hobbies dela. Também falamos sobre os planos pros próximos dias, e a Ana tinha decidido tirar uns dias de folga pra ajudar a Maite a se adaptar e resolver o assunto com a polícia.
O dia no trabalho passou rápido entre tarefas e pensamentos sobre a noite anterior com as gurias. Avisei as moças da administração que a Ana não poderia ir por causa de problemas pessoais e, mais tarde, fiquei sabendo que mandaram mensagem pra ela oferecendo apoio. A manhã foi produtiva, mas a tarde complicou com uma ligação do Raúl sobre problemas com a investigação.
A ligação do Raúl trouxe notícias preocupantes. Eles tinham interceptado uma comunicação do Gordo Tony e descoberto que alguém no governo ou num cargo chave de poder estava protegendo a organização dele. Isso significava que a investigação ia complicar ainda mais, o que não me beneficiava em nada. A possibilidade da Ana ficar na minha casa se tornava cada vez mais incerta, e eu começava a me preocupar com as possíveis consequências pra mim e pra minha nova família.
A situação estava ficando cada vez mais tensa. cada vez mais complicada e perigosa. Eu não ia deixar o Juan Carlos levar a Ana, mas isso podia significar um conflito com a gangue do Gordo Tony. O Raúl compartilhava das minhas preocupações e tinha mencionado que o juiz e o promotor estavam pensando em estender os prazos da investigação, o que podia botar nossas vidas em risco e deixar o Gordo Tony e o Juan Carlos escaparem. Se isso acontecesse, eles podiam nos atacar ou investigar e descobrir que fui eu quem passou a informação pra polícia. Era um risco que a gente tinha que manejar com cuidado.
A proposta do Raúl era vazar a informação de que o Juan Carlos tava sendo investigado, o que faria o Gordo Tony entrar em contato com o contato dele no governo pra verificar a situação. Assim, a gente conseguia informação valiosa sobre quem tava protegendo eles. Era um plano arriscado, mas parecia ser a única opção viável naquele momento. O risco era grande.
Voltei pra casa e botamos o plano em prática com o Raúl. A Maite tava presente, mas o Raúl não perguntou nada, só me olhou com um sorriso e balançou a cabeça. Decidimos o que a Ana ia falar e ela ensaiou várias vezes pra soar assustada, mas não demais.
Depois, a Ana ligou pro Juan Carlos e se comportou conforme o planejado, contando que dois policiais tinham perguntado sobre ele e as atividades dele. O Juan Carlos ficou calmo e educado, mas a Ana conseguiu passar a informação que a gente precisava. A Ana também mencionou que a polícia sabia que ela tinha se mudado pra minha casa pra trabalhar como empregada doméstica por um tempo. O Juan Carlos agradeceu a Ana. Depois, ele passou o telefone pra mim, e ele me perguntou se eu sabia de mais alguma coisa. Respondi que não. Que assim que isso aconteceu, a gente entrou em contato com ele. Ele se despediu e disse pra eu não me preocupar, que ele ia cuidar de tudo, e se despediu até a semana que vem, data em que ele tinha que entregar a Ana.
O Raúl foi embora pra monitorar tudo. As minas prepararam tudo pra comer, elas Levei comida pros policiais que estavam lá fora. O jantar foi um momento de descontração depois da tensão do dia, a gente comeu os três juntos. Tentei aliviar o clima contando umas histórias engraçadas sobre a Ana e o trabalho dela, o que fez ela rir e relaxar um pouco. A Maite também ficou feliz quando ofereci a chance dela trabalhar com a gente assim que se acostumasse com a cidade. Foi um momento gostoso e acolhedor, e dava pra ver que ela tava se sentindo mais à vontade e segura na minha casa.
Eu fui pro escritório terminar umas coisas no computador, enquanto as minhas ficavam limpando, dava pra ouvir elas conversando e rindo, verdade seja dita, a Ana e a Maite se davam super bem e as duas tavam muito alegres. Depois de um tempo, a Ana entrou no escritório com um café.Esteban:Como é que tá a Maite? Ela gosta, se sente bem.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Love, isso aqui é um palácio comparado com a prisão onde eu tava. — Eu sorri, verdade, queria que ela se sentisse à vontade. Minha mulher começou a acariciar meu braço. — Amor, e quando a gente pode usar a nossa submissa?Esteban:Já quer usar, sua puta, ha ha.Ana: é muito importante que o amo use a sua escrava, senão ela pode pensar que não agrada. - disse me dando um beijo no pescoço. - além disso, aquela puta faz tempo que não é tocada, ontem à noite tava muito tesuda nos ouvindo, tanto que pensou que você tinha me matado pelos gritos que eu dava.Esteban:Não é que tu quer usar ela, né.Ana:Também amo, mas o importante é que você use ela primeiro e a domine, igual fez comigo na primeira vez, e não vou negar que eu também vou participar, mas meu papel vai ser secundário. Querido, te esperamos no quarto, tenho muitas surpresas pra você.
Quando cheguei no quarto, as duas estavam de lingerie. Maite estava usando um conjunto de renda vermelho da prima dela, os peitos dela transbordavam do sutiã, dava pra ver os bicos através da transparência, ela também estava de fio dental de renda e meia arrastão até a metade da coxa. Ana estava vestida bem parecido, mas com um conjunto mais simples, ela queria que a prima se destacasse. As duas tinham se maquiado um pouco, Ana tinha aprendido muito com as amigas nesse curto período. As duas estavam gostosas pra caralho, e eram belezas completamente diferentes.Maite:Amo assim, gostei de você, me vesti assim pra você.
— Ela disse baixinho, tentando ser sedutora, não sei se conseguiu, mas com certeza foi muito inocente e doce.
Meu pau deu um pulo quando ouvi ela falar daquele jeito, já tava duro só de ouvir e olhar. Minha mulher fazia o papel de atriz coadjuvante. Me aproximei da Maite, observei ela de cima a baixo, dei uma volta ao redor dela, passava minha mão suavemente pelo corpo dela, só roçando. Parei na frente dela e fiquei olhando, na hora ela baixou o olhar.
Passei minha mão no rosto dela, pescoço, enfiei meus dedos no cabelo preto dela que tava preso num rabo de cavalo e puxei com força, fazendo com que nossos rostos ficassem a centímetros de distância. Passei minha língua nos lábios dela, ela tentou abrir a boca mas eu me afastei, lambi as maçãs do rosto dela, puxei mais o cabelo e ataquei o pescoço dela que tava bem na minha mira. Enquanto isso, uma das minhas mãos desceu e apertou a bunda dela, pra finalizar, dei um tapa, pra sentir a firmeza. Tava um pouco mole e sem carne, mas pensei em resolver isso.Esteban:Vamos ver os peitos da minha nova putinha.
Ana imediatamente desabotoou o sutiã e deixou os peitos dela de fora, eram redondos, pesados, e no toque eram macios e quentinhos, eu amassava eles com as duas mãos, e terminava beliscando os bicos. Peguei o direito com as duas mãos e levei até minha boca, lambendo e chupando o mamilo dela.
Com minha língua fiz um rastro até o pescoço dela e continuei chupando, fiz um sinal pra Ana que entendeu na hora, ela abaixou a calcinha da prima e ficou atrás dela, meteu a mão por trás entre as pernas dela e começou a esfregar a buceta, enquanto dava beijinhos nas costas dela. Atacamos ela de dois lados, eu na bruta e minha mulher mais suave. Uns segundos depois Ana tirou dois dedos cheios de melado e mostrou pra mim, e levou eles na boca, parecia que tava chupando um pau e eram os dedos dela, chegou perto de mim e me beijou, senti pela primeira vez o gosto da Maite na saliva da Ana.
Esteban: Pra cama, de quatro. — e dei um tapa forte na bunda dela.
Maite obedeceu quase na hora, aí pude ver que a buceta dela tava molhada, e o buraco do cu dela, era óbvio que não era virgem, mas mesmo assim não tava muito aberto. Passei meu pau na buceta dela pra lubrificar, enquanto Ana tinha se colocado de lado e acariciava com uma mão a coxa e a bunda da prima e com a outra apertava um dos peitos dela. Não quis demorar mais e de uma estocada de quadril enfiei todo meu pau dentro dela, ela soltou um gemido longo, olhei pra Ana e acho que ela tava tão tesuda quanto a prima.Esteban:love, você também curte sua putinha.
Ela pegou o rosto da Maite e se entregaram num beijo. Eu comecei a acelerar o ritmo e de vez em quando dava uns tapas na bunda. A Ana enfiou a mão por baixo e alcançou o clitóris da prima, começando a massagear em círculos. Minha mulher se endireitou pra ter um contato melhor, e eu coloquei dois dedos na boca dela. Ela chupou bem e deixou tudo lubrificado. Aproveitei e comecei a brincar com a entrada do cu dela. A Maite pareceu gostar, porque os gemidos dela aumentaram. Quando vi que o orgasmo tava chegando, enfiei dois dedos de uma vez no reto dela. Foi como acender um interruptor. O orgasmo veio na hora, e a buceta e o cu dela se contraíram com força.
Depois disso, a buceta dela se fechou, enquanto o cu abria e fechava a cada respiração dela.Ana:Meu amor, tenho isso pra você. — colocou na minha mão o creme que a gente usava pra praticar sexo anal.Esteban:Olha a cabeceira da cama, gostosa. Passei bastante creme no cu e me virei pra Maite. Como você vai agradecer sua Dona?
Maite entendeu. Ana se posicionou perto dela com as pernas abertas, e a prima foi direto na buceta dela, puxou a calcinha fio dental pro lado e atacou com a língua. Dava pra ver na cara de Ana que ela tava adorando. Eu fiquei com vontade de provar aquilo também, primeiro passei minha língua no cu dela com cuidado, depois fui na vagina e lambi os lábios dela.
Ana tava curtindo pra caralho com tudo isso. Eu, com meu pau, continuei esfregando na buceta dela, mas o buraco da vagina dela tava bem fechado depois de gozar — isso era normal com Maite, tinha que esperar um pouco pra poder usar ela de novo. Então, melhor trocar de buraco e ir pro cu dela. Continuei me esfregando, mas meus dedos penetravam sem parar o cu dela. Uns dois minutos depois, Ana tava como possuída, com a cabeça jogada pra trás e segurando com as duas mãos a cabeça da prima contra a boceta dela. Maite não tava melhor não: a buceta dela tava escorrendo e bem quentinha, enquanto o cu dela já aceitava três dedos sem problema.Esteban:Agora vem a parte boa.
Enfiei a cabeça da minha rola na entrada do cu dela e fui empurrando devagar, mas firme, sem parar até enfiar tudo. A Maite soltou um gemido misturado de prazer e dor. Fiquei parado por uns segundos, e quando ela se acostumou, voltou a se dedicar à buceta da prima. Uns segundos depois, a Ana já estava onde tinha parado, e eu comecei a me mexer, aumentando o ritmo aos poucos dentro da Maite.
Eu desci a mão e comecei a percorrer suavemente a vulva dela, enquanto o cu dela já estava sendo bombado com força. De vez em quando, ela precisava parar de chupar a buceta da prima para respirar, mas continuava com o trabalho das mãos. Num dado momento, a Maite resolveu dar pequenas lambidas no clitóris da Ana e enfiar dois dedos na buceta dela e um no cu.Ana:Amor, não aguento mais, vou gozar.
Ana foi a primeira a gozar, depois fui eu que jorrei bem no fundo das entranhas dela. Maite gozou ao sentir meu sêmen dentro dela, meus dedos na buceta dela sentiram uma cachoeira de fluidos e outras contrações tanto no cu quanto na buceta dela. Ficamos os três deitados na cama. Ficamos os três estirados na cama.Esteban; O que você achou de tudo, Maite.Maite:A verdade foi nova pra mim, nunca pensei que podia ter um orgasmo tão forte, nem que um homem pudesse me beijar na minha buceta e sentir prazer.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Fica tranquila, prima, meu homem não é assim. Aqueles dias em que a gente tinha que se virar sem um cara que pensasse na gente e nos satisfizesse já ficaram pra trás.
Ela abraçou a prima, até fez cócegas nela, e também zoou com ela porque a Maite ficava se cobrindo um pouco, com vergonha de ficar pelada. Essa brincadeira de mão foi rolando por um tempão, a Ana olhava pra mim e eu vi nos olhos dela que tava pedindo permissão. Eu concordei com a cabeça e mandei um beijinho, ela entendeu.
Aí ela pegou a prima e subiu em cima dela, comendo a boca dela. Pareciam polvos, as mãos iam pra todo lado, acariciando o corpo inteiro. As duas tavam numa batalha sexual, eu vi a Maite ofegante de boca aberta, me encarando, enquanto a Ana beijava o pescoço dela e enfiava dois dedos na buceta dela. Foram se mexendo, sempre seguindo com as carícias e beijos, até terminar num 69. Eu já não aguentava mais aquele espetáculo erótico. Me coloquei atrás da Ana e consegui ver a Maite com a língua enfiada na buceta da prima.Esteban:Vou entrar.
Minha mulher estava lá em cima, Maite, de baixo, abriu bem a bunda pra mim, deixando todo o sexo da prima dela exposto. Eu meti sem mais, tava bem lubrificada e entrou toda na buceta quente dela. Maite continuava trabalhando com a língua em toda a região genital dela.Ana:Ah, querida, que gorda que você tem ela, e ainda por cima essa puta chupa muito bem.
Uns dois minutos bombando e eu tirei, não queria gozar tão rápido, virei a cama. Ana pegou meu pau e guiou até a buceta da Maite, não pensei em comer o cu delas porque tava sensível e arrombado. Minha mulher levou uma das mãos pro clitóris da prima enquanto se esticava pra me beijar, os buracos dessas mulheres eram completamente diferentes e únicos, embora terrivelmente gostosos.
Troquei de mulher de novo e fiz isso mais duas vezes, até que Maite gozou primeiro. Minha mulher saiu de cima da prima e me deitou na cama, assim que fiquei na posição ela montou em mim se empalando, na hora buscou minha boca e a gente se perdeu num beijo longo e apaixonado. Ela mexia a cintura procurando o máximo contato entre nossos sexos enquanto a gente se acariciava e se beijava, gozamos os dois ao mesmo tempo, e aí dormimos os três.
De manhã, sentia cócegas no rosto, pescoço e peito, entreabri os olhos, e de longe ouvia duas vozes: "Amor, acorda, já é hora". Beijos suaves pousavam em mim. O melhor despertador do mundo eu tenho.
Depois do jantar, resolvi não enrolar mais e pedi pra gente ir pra sala, onde dava pra ficar mais confortável pra discutir o assunto que tava em pauta. Queria acabar com o suspense logo e saber o que ia rolar com a Maite. As minas pareciam estar segurando a respiração, ansiosas pra saber minha decisão. Quando mudamos de cômodo, o clima ficou um pouco mais leve, mas a tensão ainda dava pra sentir no ar.Esteban:Antes de tudo, Maite, quero te dar as boas-vindas. Aqui você vai ter teto, comida e uma cama pra dormir.Maite:Valeu, Sr. Esteban.Esteban:Quanto a ser minha submissa, não posso aceitar.
Imediatamente os olhos de Maite se encheram de lágrimas, e ela olhava pra mim e pra prima dela. Ana parecia confusa e com um olhar muito triste. Ela se ajoelhou ao meu lado, e quase chorando me disse.Ana:Amor, desculpa, eu sei que passei dos limites e exagerei, mas por favor, reconsidera. — uma lágrima escorria pela bochecha dela enquanto me implorava.
Respirei fundo e me armei de paciência de novo.Esteban:A verdade é que sim, você se comportou muito mal, me manipulou e agora não me deixou terminar de falar. — falei levantando um pouco a voz, ela abaixou a cabeça e ficou esperando, como se fosse receber o castigo. — Minha submissa se comportou mal, e não posso conceder isso a ela. — Maite chorava, mas não dizia nada, eu via também as lágrimas escorrendo no rosto de Ana. — Já pra minha mulher, posso sim conceder esse pedido. Então te pergunto: você está disposta a ser a submissa minha e da Ana?
Ambas tentaram processar o que eu tinha dito. Maite imediatamente se ajoelhou.Maite:Amo e Ama, eu juro que vou servi-los e nunca vão ter do que reclamar de mim. – fez a promessa levantando a mão e tudo.
Ana, por outro lado, ainda não tinha assimilado minhas palavras, eu tinha tratado ela como minha mulher. Ela, enxugando as lágrimas, se jogou em cima de mim me abraçando, mas na verdade brotavam mais lágrimas dos olhos dela e ela me dava beijinhos carinhosos no rosto.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Querido, eu te amo, depois me castiga do jeito que quiser, te amo demais. - Maite se levantou chorando também e se abraçou nos meus pés. Ana, ao ver isso, a levantou, e nos abraçamos os três juntos.Esteban:Maite, quero que esta noite você descanse bem no quarto de hóspedes, porque hoje à noite tenho que punir minha mulher com força.Maite:Sim, amor. — Olho pra Ana como quem pergunta, e ela com um gesto me tranquiliza.
A gente cuidou pra Maite ficar confortável no quarto dela. Depois ela confessaria que nunca tinha dormido num quarto tão bonito, nem numa cama tão confortável. Fui pro banheiro e, quando saí, a Ana já tava pelada de quatro, me esperando em cima da cama.Esteban:E isso aqui?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Sua escrava tá pronta pro castigo.Esteban:Sabe que fez merda. — Caminhei ao redor dela e dei um tapa na bunda dela. — Você foi tão desobediente que eu deveria pegar a Maite como minha mulher e você como nossa submissa. O que acha?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Isso ia doer, mas eu aceitaria. — Outra palmada na bunda dela, vi a cara dela e ela realmente estava convencida de que não faria. — Se é o que agrada ao mestre, eu aceito.
Dei mais uma palmada, via pelo espelho que nem ela acreditava, passei meu dedo na buceta dela e ela estava toda molhada.Esteban:Você é uma raposa manipuladora e metida.Ana:Sei que me ama, meu senhor, e agradeço por isso, prometo não te decepcionar mais. – Mais uma palmada. – Eu também te amo, e mesmo que não acredite, recebo esse castigo feliz, hoje você me reuniu de novo com um ser que adoro, e ainda por cima me aceitou como sua mulher.Esteban:Hoje tô castigando minha submissa, não minha mulher.
Mais uma palmada e a buceta dela tava brilhando de tanto fluido.
Fui no armário e peguei um cinto largo, amarrei no pescoço dela e puxei. Ela arqueou as costas e empinou mais a raba. Diante dessa nova visão, enfiei sem pensar — com a lubrificação que tinha, deslizou tudo pra dentro. Adorei, tava apertada e molhada. Segurei firme o cinto, sem exagerar pra não enforcar, enquanto com a mão livre continuava batendo na bunda dela.
As enfiadas eram bem profundas. Peguei a mão livre e juntei os sucos que escorriam entre nossos sexos, e passei tudo no cu dela. Tirei o pau e cuspi no cu dela, coloquei a cabeça na entrada do buraco e fui penetrando as tripas dela com força. Via ela no espelho: tava vermelha, ofegante, aguentando a dor. Esse era o castigo dela, e eu tava afim de aproveitar cada segundo.Esteban:Aguenta, puta.
Ela respirava pela boca, sabia que não devia puxar o cinto demais, não queria passar do ponto. Comecei a bombar dentro dela, não queria deixar ela se acostumar, metia fundo. Minhas bolas batiam na buceta dela, e já estavam encharcadas, subi um dos meus pés na cama pra buscar mais profundidade.Estaban:você não pode gozar, sua putinha, antes do seu dono. - ela mal conseguia falar.
Acho que nunca tinha sido tão bruto com ela, minhas penetrações eram bestiais, as palmadas, e ainda mais estrangular ela com o cinto. Ela me provocou um tesão enorme. Não aguentei mais e enchi as tripas dela, abundantemente, mesmo que a Maite tivesse me feito gozar umas duas horas antes. Ela, ao sentir meu esperma, se entregou. Caiu desmaiada e com contrações no corpo, de novo teve essa reação, mas dessa vez foi mais forte.
Ela acordou uns minutos depois, tive pena dela, tinha passado mal, a marca do cinto no pescoço, e ficou quase três minutos desmaiada. Quando acordou, eu estava em cima dela, me deu tanta alegria que comecei a beijar ela toda na cara.Esteban:Querido, como você está, tá bem?Ana:Foi o orgasmo mais extremo que já tive, achei que ia morrer de tanto prazer. Mas, querido — ela percebia quando eu tava falando com a minha submissa e quando falava com a minha mulher, não era boba —, você vai ter que comprar mais creme porque você rasgou minha buceta de novo.
Levei ela pro banheiro e conferi o pequeno rasgo, higienizei bem a área com um sabonete neutro. Já no quarto, coloquei ela de quatro e passei o creme na região, com todo o carinho que eu podia. No final, dei um beijinho em cada uma das nádegas vermelhas dela. Não fui tão profissional assim: quando a Ana virou pra se deitar, viu minha ereção.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Vem aqui, amor. – ela disse abrindo as pernas. – deixa que sua mulher te agradeça pelo que você fez por ela.
Subi em cima dela, nossas bocas se procuraram e se apressaram pra mostrar carinho, estávamos na posição de papai e mamãe, meu pau ficou na entrada da buceta dela e dava pequenas batidinhas sem entrar de vez, era bem gostoso, mas a Ana ficava desesperada.Ana:não seja mau, me dá.
Um movimento de quadril dela fez com que a buceta dela engolisse metade do meu pau, e com as pernas ela fez uma tenaz me prendendo. Não paramos um segundo de nos beijar, estávamos transando, e a diferença era nítida. Ela levantava o quadril pra que o contato entre nossos sexos fosse maior. Poucos minutos depois, nós dois gozamos com um doce orgasmo, sussurrando no ouvido um do outro o quanto nos amávamos.
Me levantei e encontrei a Ana e a Maite na cozinha, com um café da manhã espetacular preparado pra mim. As duas estavam muito alegres e contentes, e era evidente que a Ana tinha contado tudo o que tinha rolado na noite anterior. A Maite me olhava de canto com um sorriso safado, o que me deixou meio intrigado. Tomamos café da manhã juntos, rindo e batendo papo, e aproveitei pra conhecer um pouco mais da Maite, perguntando sobre os interesses e hobbies dela. Também falamos sobre os planos pros próximos dias, e a Ana tinha decidido tirar uns dias de folga pra ajudar a Maite a se adaptar e resolver o assunto com a polícia.
O dia no trabalho passou rápido entre tarefas e pensamentos sobre a noite anterior com as gurias. Avisei as moças da administração que a Ana não poderia ir por causa de problemas pessoais e, mais tarde, fiquei sabendo que mandaram mensagem pra ela oferecendo apoio. A manhã foi produtiva, mas a tarde complicou com uma ligação do Raúl sobre problemas com a investigação.
A ligação do Raúl trouxe notícias preocupantes. Eles tinham interceptado uma comunicação do Gordo Tony e descoberto que alguém no governo ou num cargo chave de poder estava protegendo a organização dele. Isso significava que a investigação ia complicar ainda mais, o que não me beneficiava em nada. A possibilidade da Ana ficar na minha casa se tornava cada vez mais incerta, e eu começava a me preocupar com as possíveis consequências pra mim e pra minha nova família.
A situação estava ficando cada vez mais tensa. cada vez mais complicada e perigosa. Eu não ia deixar o Juan Carlos levar a Ana, mas isso podia significar um conflito com a gangue do Gordo Tony. O Raúl compartilhava das minhas preocupações e tinha mencionado que o juiz e o promotor estavam pensando em estender os prazos da investigação, o que podia botar nossas vidas em risco e deixar o Gordo Tony e o Juan Carlos escaparem. Se isso acontecesse, eles podiam nos atacar ou investigar e descobrir que fui eu quem passou a informação pra polícia. Era um risco que a gente tinha que manejar com cuidado.
A proposta do Raúl era vazar a informação de que o Juan Carlos tava sendo investigado, o que faria o Gordo Tony entrar em contato com o contato dele no governo pra verificar a situação. Assim, a gente conseguia informação valiosa sobre quem tava protegendo eles. Era um plano arriscado, mas parecia ser a única opção viável naquele momento. O risco era grande.
Voltei pra casa e botamos o plano em prática com o Raúl. A Maite tava presente, mas o Raúl não perguntou nada, só me olhou com um sorriso e balançou a cabeça. Decidimos o que a Ana ia falar e ela ensaiou várias vezes pra soar assustada, mas não demais.
Depois, a Ana ligou pro Juan Carlos e se comportou conforme o planejado, contando que dois policiais tinham perguntado sobre ele e as atividades dele. O Juan Carlos ficou calmo e educado, mas a Ana conseguiu passar a informação que a gente precisava. A Ana também mencionou que a polícia sabia que ela tinha se mudado pra minha casa pra trabalhar como empregada doméstica por um tempo. O Juan Carlos agradeceu a Ana. Depois, ele passou o telefone pra mim, e ele me perguntou se eu sabia de mais alguma coisa. Respondi que não. Que assim que isso aconteceu, a gente entrou em contato com ele. Ele se despediu e disse pra eu não me preocupar, que ele ia cuidar de tudo, e se despediu até a semana que vem, data em que ele tinha que entregar a Ana.
O Raúl foi embora pra monitorar tudo. As minas prepararam tudo pra comer, elas Levei comida pros policiais que estavam lá fora. O jantar foi um momento de descontração depois da tensão do dia, a gente comeu os três juntos. Tentei aliviar o clima contando umas histórias engraçadas sobre a Ana e o trabalho dela, o que fez ela rir e relaxar um pouco. A Maite também ficou feliz quando ofereci a chance dela trabalhar com a gente assim que se acostumasse com a cidade. Foi um momento gostoso e acolhedor, e dava pra ver que ela tava se sentindo mais à vontade e segura na minha casa.
Eu fui pro escritório terminar umas coisas no computador, enquanto as minhas ficavam limpando, dava pra ouvir elas conversando e rindo, verdade seja dita, a Ana e a Maite se davam super bem e as duas tavam muito alegres. Depois de um tempo, a Ana entrou no escritório com um café.Esteban:Como é que tá a Maite? Ela gosta, se sente bem.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Love, isso aqui é um palácio comparado com a prisão onde eu tava. — Eu sorri, verdade, queria que ela se sentisse à vontade. Minha mulher começou a acariciar meu braço. — Amor, e quando a gente pode usar a nossa submissa?Esteban:Já quer usar, sua puta, ha ha.Ana: é muito importante que o amo use a sua escrava, senão ela pode pensar que não agrada. - disse me dando um beijo no pescoço. - além disso, aquela puta faz tempo que não é tocada, ontem à noite tava muito tesuda nos ouvindo, tanto que pensou que você tinha me matado pelos gritos que eu dava.Esteban:Não é que tu quer usar ela, né.Ana:Também amo, mas o importante é que você use ela primeiro e a domine, igual fez comigo na primeira vez, e não vou negar que eu também vou participar, mas meu papel vai ser secundário. Querido, te esperamos no quarto, tenho muitas surpresas pra você.
Quando cheguei no quarto, as duas estavam de lingerie. Maite estava usando um conjunto de renda vermelho da prima dela, os peitos dela transbordavam do sutiã, dava pra ver os bicos através da transparência, ela também estava de fio dental de renda e meia arrastão até a metade da coxa. Ana estava vestida bem parecido, mas com um conjunto mais simples, ela queria que a prima se destacasse. As duas tinham se maquiado um pouco, Ana tinha aprendido muito com as amigas nesse curto período. As duas estavam gostosas pra caralho, e eram belezas completamente diferentes.Maite:Amo assim, gostei de você, me vesti assim pra você.
— Ela disse baixinho, tentando ser sedutora, não sei se conseguiu, mas com certeza foi muito inocente e doce.
Meu pau deu um pulo quando ouvi ela falar daquele jeito, já tava duro só de ouvir e olhar. Minha mulher fazia o papel de atriz coadjuvante. Me aproximei da Maite, observei ela de cima a baixo, dei uma volta ao redor dela, passava minha mão suavemente pelo corpo dela, só roçando. Parei na frente dela e fiquei olhando, na hora ela baixou o olhar.
Passei minha mão no rosto dela, pescoço, enfiei meus dedos no cabelo preto dela que tava preso num rabo de cavalo e puxei com força, fazendo com que nossos rostos ficassem a centímetros de distância. Passei minha língua nos lábios dela, ela tentou abrir a boca mas eu me afastei, lambi as maçãs do rosto dela, puxei mais o cabelo e ataquei o pescoço dela que tava bem na minha mira. Enquanto isso, uma das minhas mãos desceu e apertou a bunda dela, pra finalizar, dei um tapa, pra sentir a firmeza. Tava um pouco mole e sem carne, mas pensei em resolver isso.Esteban:Vamos ver os peitos da minha nova putinha.
Ana imediatamente desabotoou o sutiã e deixou os peitos dela de fora, eram redondos, pesados, e no toque eram macios e quentinhos, eu amassava eles com as duas mãos, e terminava beliscando os bicos. Peguei o direito com as duas mãos e levei até minha boca, lambendo e chupando o mamilo dela.
Com minha língua fiz um rastro até o pescoço dela e continuei chupando, fiz um sinal pra Ana que entendeu na hora, ela abaixou a calcinha da prima e ficou atrás dela, meteu a mão por trás entre as pernas dela e começou a esfregar a buceta, enquanto dava beijinhos nas costas dela. Atacamos ela de dois lados, eu na bruta e minha mulher mais suave. Uns segundos depois Ana tirou dois dedos cheios de melado e mostrou pra mim, e levou eles na boca, parecia que tava chupando um pau e eram os dedos dela, chegou perto de mim e me beijou, senti pela primeira vez o gosto da Maite na saliva da Ana.
Esteban: Pra cama, de quatro. — e dei um tapa forte na bunda dela.
Maite obedeceu quase na hora, aí pude ver que a buceta dela tava molhada, e o buraco do cu dela, era óbvio que não era virgem, mas mesmo assim não tava muito aberto. Passei meu pau na buceta dela pra lubrificar, enquanto Ana tinha se colocado de lado e acariciava com uma mão a coxa e a bunda da prima e com a outra apertava um dos peitos dela. Não quis demorar mais e de uma estocada de quadril enfiei todo meu pau dentro dela, ela soltou um gemido longo, olhei pra Ana e acho que ela tava tão tesuda quanto a prima.Esteban:love, você também curte sua putinha.
Ela pegou o rosto da Maite e se entregaram num beijo. Eu comecei a acelerar o ritmo e de vez em quando dava uns tapas na bunda. A Ana enfiou a mão por baixo e alcançou o clitóris da prima, começando a massagear em círculos. Minha mulher se endireitou pra ter um contato melhor, e eu coloquei dois dedos na boca dela. Ela chupou bem e deixou tudo lubrificado. Aproveitei e comecei a brincar com a entrada do cu dela. A Maite pareceu gostar, porque os gemidos dela aumentaram. Quando vi que o orgasmo tava chegando, enfiei dois dedos de uma vez no reto dela. Foi como acender um interruptor. O orgasmo veio na hora, e a buceta e o cu dela se contraíram com força.
Depois disso, a buceta dela se fechou, enquanto o cu abria e fechava a cada respiração dela.Ana:Meu amor, tenho isso pra você. — colocou na minha mão o creme que a gente usava pra praticar sexo anal.Esteban:Olha a cabeceira da cama, gostosa. Passei bastante creme no cu e me virei pra Maite. Como você vai agradecer sua Dona?
Maite entendeu. Ana se posicionou perto dela com as pernas abertas, e a prima foi direto na buceta dela, puxou a calcinha fio dental pro lado e atacou com a língua. Dava pra ver na cara de Ana que ela tava adorando. Eu fiquei com vontade de provar aquilo também, primeiro passei minha língua no cu dela com cuidado, depois fui na vagina e lambi os lábios dela.
Ana tava curtindo pra caralho com tudo isso. Eu, com meu pau, continuei esfregando na buceta dela, mas o buraco da vagina dela tava bem fechado depois de gozar — isso era normal com Maite, tinha que esperar um pouco pra poder usar ela de novo. Então, melhor trocar de buraco e ir pro cu dela. Continuei me esfregando, mas meus dedos penetravam sem parar o cu dela. Uns dois minutos depois, Ana tava como possuída, com a cabeça jogada pra trás e segurando com as duas mãos a cabeça da prima contra a boceta dela. Maite não tava melhor não: a buceta dela tava escorrendo e bem quentinha, enquanto o cu dela já aceitava três dedos sem problema.Esteban:Agora vem a parte boa.
Enfiei a cabeça da minha rola na entrada do cu dela e fui empurrando devagar, mas firme, sem parar até enfiar tudo. A Maite soltou um gemido misturado de prazer e dor. Fiquei parado por uns segundos, e quando ela se acostumou, voltou a se dedicar à buceta da prima. Uns segundos depois, a Ana já estava onde tinha parado, e eu comecei a me mexer, aumentando o ritmo aos poucos dentro da Maite.
Eu desci a mão e comecei a percorrer suavemente a vulva dela, enquanto o cu dela já estava sendo bombado com força. De vez em quando, ela precisava parar de chupar a buceta da prima para respirar, mas continuava com o trabalho das mãos. Num dado momento, a Maite resolveu dar pequenas lambidas no clitóris da Ana e enfiar dois dedos na buceta dela e um no cu.Ana:Amor, não aguento mais, vou gozar.
Ana foi a primeira a gozar, depois fui eu que jorrei bem no fundo das entranhas dela. Maite gozou ao sentir meu sêmen dentro dela, meus dedos na buceta dela sentiram uma cachoeira de fluidos e outras contrações tanto no cu quanto na buceta dela. Ficamos os três deitados na cama. Ficamos os três estirados na cama.Esteban; O que você achou de tudo, Maite.Maite:A verdade foi nova pra mim, nunca pensei que podia ter um orgasmo tão forte, nem que um homem pudesse me beijar na minha buceta e sentir prazer.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Fica tranquila, prima, meu homem não é assim. Aqueles dias em que a gente tinha que se virar sem um cara que pensasse na gente e nos satisfizesse já ficaram pra trás.
Ela abraçou a prima, até fez cócegas nela, e também zoou com ela porque a Maite ficava se cobrindo um pouco, com vergonha de ficar pelada. Essa brincadeira de mão foi rolando por um tempão, a Ana olhava pra mim e eu vi nos olhos dela que tava pedindo permissão. Eu concordei com a cabeça e mandei um beijinho, ela entendeu.
Aí ela pegou a prima e subiu em cima dela, comendo a boca dela. Pareciam polvos, as mãos iam pra todo lado, acariciando o corpo inteiro. As duas tavam numa batalha sexual, eu vi a Maite ofegante de boca aberta, me encarando, enquanto a Ana beijava o pescoço dela e enfiava dois dedos na buceta dela. Foram se mexendo, sempre seguindo com as carícias e beijos, até terminar num 69. Eu já não aguentava mais aquele espetáculo erótico. Me coloquei atrás da Ana e consegui ver a Maite com a língua enfiada na buceta da prima.Esteban:Vou entrar.
Minha mulher estava lá em cima, Maite, de baixo, abriu bem a bunda pra mim, deixando todo o sexo da prima dela exposto. Eu meti sem mais, tava bem lubrificada e entrou toda na buceta quente dela. Maite continuava trabalhando com a língua em toda a região genital dela.Ana:Ah, querida, que gorda que você tem ela, e ainda por cima essa puta chupa muito bem.
Uns dois minutos bombando e eu tirei, não queria gozar tão rápido, virei a cama. Ana pegou meu pau e guiou até a buceta da Maite, não pensei em comer o cu delas porque tava sensível e arrombado. Minha mulher levou uma das mãos pro clitóris da prima enquanto se esticava pra me beijar, os buracos dessas mulheres eram completamente diferentes e únicos, embora terrivelmente gostosos.
Troquei de mulher de novo e fiz isso mais duas vezes, até que Maite gozou primeiro. Minha mulher saiu de cima da prima e me deitou na cama, assim que fiquei na posição ela montou em mim se empalando, na hora buscou minha boca e a gente se perdeu num beijo longo e apaixonado. Ela mexia a cintura procurando o máximo contato entre nossos sexos enquanto a gente se acariciava e se beijava, gozamos os dois ao mesmo tempo, e aí dormimos os três.
De manhã, sentia cócegas no rosto, pescoço e peito, entreabri os olhos, e de longe ouvia duas vozes: "Amor, acorda, já é hora". Beijos suaves pousavam em mim. O melhor despertador do mundo eu tenho.
3 comentários - Me pagaron una deuda, con una mujer (7): Sacrificio anal