Trios e algo mais...

Fazia meses que a gente vinha conversando sobre o assunto. Minha mulher tava afim de experimentar um menage e, sempre que podia, trazia o tema à tona. Fui me deixando levar até que, em meados do ano passado, topei. Eu achava que arranjar um terceiro ia ser um problema, mas a Elisa já tinha resolvido isso. Ela não tinha falado com ninguém ainda, mas já sabia que um cara alto, bonito e magro era o homem dela — mais ainda, já tinha visto ele: era o Ernesto, um colega de escritório muito simpático e gostoso. A Elisa se fez de boazinha e levava chocolates pra ele, e ele acompanhava ela até a máquina de café, onde aproveitavam pra conversar um pouco. Não demorou muito, ela convidou ele pra casa. A verdade é que ele é um homem de uns 50 anos, vestia roupas boas e era simpático. Minha mulher, toda atenciosa, recebeu ele mostrando seus atributos. A Elisa se destaca por ter peitões, cintura larga, pele perfeita e uma raba monumental. Minha mulherzinha é boa na cama: gritadeira e fogosa, capaz de ter cinco orgasmos seguidos e continuar com tesão. Depois de uns drinques, o Ernesto foi embora e a gente ficou conversando. Ela me confessou que tava morrendo de vontade de experimentar com aquele homem. Eu, ainda tímido, não soube bem o que dizer, mas no fim aceitei trabalhar pra realizar a fantasia da minha mulher. Depois de 12 anos de casamento, era hora de botar mais pimenta na relação. Depois de três jantares com o Ernesto, minha mulher tava cada vez mais excitada, mostrava a bunda e os peitos sem pudor, e nosso convidado já desconfiava qual era o plano. Uma noite, enquanto a Elisa servia queijos, ele me confessou que minha esposa tava uma delícia. Me perguntou se ela era multiorgásmica e se gostava de sexo anal. A verdade é que a cada pergunta do Ernesto, meu pau crescia e crescia. Fiz descrições exatas da minha mulher e ele me perguntou, por último, se eu gostava de me assumir como corno. Ele se confessou dominante na cama, e me deu um pouco de medo, mas a sorte já tava lançada. Deixei os dois a sós e eles se pegaram mutuamente. Do meu quarto, ouvi os gemidos da minha esposa e descobri que estavam prestes a concretizar um avanço sexual mais concreto.
Quando apareci na sala, falei pra eles que era melhor irmos pro quarto. Ao chegar, minha mulher beijou o Ernesto e desceu pelo pescoço, beijando o peito e abrindo o zíper da calça do nosso amigo. Eu não sabia o que fazer. Tava meio sem jeito. Minha mulher se pelou toda e o Ernesto foi direto chupar os peitos da Elisa, que como já disse são espetaculares. Seminu, o Ernesto exibia uma cabeça de pinto gigantesca, que aparecia porque o zíper tava aberto. Minha mulherzinha olhou, acariciou e colocou na boca, mamando que nem uma puta.
Eu me pelê, tava excitado, enquanto a Elisa mamava o bagulho do nosso convidado. Fui por trás e meti nela, ela gritava de prazer e mal conseguia falar porque tava com a boca cheia de pinto.
Comi uns 10 minutos; minha esposa tava em êxtase. Depois ela subiu em mim e abriu as nádegas pro Ernesto entrar pelo cu. Meu amigo era experiente, meteu suave e levou a Elisa ao limite do orgasmo. Era uma cena muito quente mesmo: o Ernesto metendo pelo cu e eu pela buceta... a dupla penetração tinha sido perfeita.
De repente, minha mulher monta em mim e a gente faz um 69, ela por cima. A bunda dela ficou perfeita na minha boca, mas em cima da minha testa eu senti as bolas do Ernesto, que avançou pra comer minha esposa enquanto eu ajudava com minha língua e boca, dando saliva suficiente pra lubrificar a junção. A gente tava fervendo. Aí eu abri a boca, peguei a rola e comecei a mamar: doce, dura, suave, perfeita. Mamei uns 5 minutos. Era minha primeira vez, entendi perfeitamente as mulheres. Comer um pinto ereto é delicioso.
Depois de 15 minutos de coito e mamada, o Ernesto gozou na minha boca e eu engoli sêmen pela primeira vez. Minha mulher me beijou e a gente dividiu o néctar masculino do Ernesto.
Faz 10 meses que a gente faz sexo a três e minha esposa já tá pedindo pra experimentar com outros homens. E cada dia eu gosto mais de ficar com o Ernesto.

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