Olá, bandido, me chamo Agustina e tenho um caso amoroso com meu pai, David. Vou te contar tudo nos detalhes, é bem explícito, mas me excita ler enquanto escrevo pra você e enfio os dedos na minha buceta. Pra começar, tenho 19 anos e meu pai David tem 51. Faz 1 ano que comecei a transar com ele, e ele é a favor de a gente contar, mas sem mostrar o rosto. Bem, falando de mim, de garota, sempre gostei de homens mais velhos. Saía pra putaria e voltava com coroas de 50 e 60 anos pra casa quando meu pai e minha mãe dormiam. Sempre fui muito puta, adoro chupar as bolas, o cu, e sou viciada em masoquismo — isso eu fazia com os velhos que vinham pra casa, e sempre terminava cansada e exausta. Mas por dentro, o que realmente me excitava era ouvir meu pai comendo minha mãe de forma bruta, selvagem. Apesar de estarem casados há anos e se supor que a gente cansa de transar, foi o contrário: meu pai ainda comia muito minha mãe, mesmo com 50 anos, e era uma loucura ouvir do meu quarto, deitada na cama nua, enfiando os dedos na minha buceta, escutando as bolas do meu pai batendo no cu da minha mãe e a cama rangendo igual doida. Eu espiava ele do meu quarto quando ele saía depois de comer minha mãe; ele saía nu, com o pau molhado, e ia pro banheiro. Meu velho não é gordo, mas é grandão, moreno, com aquela barba mal cuidada, sempre com um cigarro na boca, e quase sempre fica de cueca se coçando as bolas na frente de todo mundo. Quando ele ia tomar banho, eu pegava as cuecas dele e cheirava e chupava igual louca, sentia aquele cheiro de pau velho bem preto, e depois colocava pra lavar. Até que tudo que começa tem um fim, e minha mãe e meu pai se separaram. Fiquei com meu velho, obviamente, e minha mãe foi embora de casa. Ela se mudou pra casa da irmã e ficou por lá. Quis me levar com ela, mas decidi ficar com meu velho. Não passaram nem 2 meses, e eu tentava sair do meu quarto de fio dental, e via como meu velho nem disfarçava pra Olhar, eu saía do banho de propósito pelada e corria pro meu quarto, andava pela casa de camisola e, mesmo meu pai tendo começado a usar shorts quando ficamos sozinhos, de um dia pro outro ele voltou a andar de cueca. Várias vezes ele me pedia coisas quando eu tava no banheiro e eu via no canto do olho aquela pica preta cabeçuda dormindo, mas depois fechava a porta. Então decidimos aproveitar mais tempo e resolvemos sair pra balada com meu pai, só nós dois. Fomos num bar, que ficava perto de casa, então fomos andando e voltamos andando. Bebemos, ríamos, e umas gostosas chegavam no meu pai na balança e eu ficava com ciúmes, mas no final voltamos sozinhos, bem bebidos. Ele me segurava pela cintura enquanto caminhávamos pra casa, e chegamos bêbados, mas de boa. Logo ele se jogou no sofá e começou a ver TV, quase dormindo. Não podia perder essa oportunidade, não ligava se era meu pai, tava tão, mas tão com tesão que precisava sem dúvida ter aquela pica na minha pussy. E foi assim: me aproximei e comecei a massagear as costas dele. Ele se deixou, e eu vi a porra do pau marcando no jeans. Ele tirou o cinto e o jeans, ficando de cueca, e me disse: "Filha, sei que é errado, mas você pode massagear isso aqui que tá doendo?" Lembro que ele se levantou, tirou a cueca, e saiu o pau mais grosso que já vi na vida, peludo, preto e meio torto, com uma cabeça bem grossa, mais que o tronco da pica. Nem pensei, me abaixei e cheirei, e logo comecei a chupar a pica dele sem pensar em nada, tava com tanto tesão, e mais ainda quando ele gemia feito uma puta. Meu pai me excitava tanto que fiquei um tempinho curto e fomos pro quarto, na cama de casal dele e da minha mãe. Começamos a nos beijar de língua, ele enfiava a língua inteira na minha boca. Chupei ele todo, menos o cu porque ele não deixou, mas depois continuo com isso. Foi a pica maior que já meti nos meus 18 anos, sentia que chegava até o meu pescoço, ainda mais quando meu pai me comia forte sem pensar em nada, igual eu. Ele me levava de perninhas pro ombro me pegando pela casa e terminei usando a palavra: buceta na posição missionário com a pica bem funda na minha use a palavra: buceta, dava pra sentir aquele hálito de cigarro e cerveja forte quando a gente se comia de boca com língua, mas quando ele gozou não podia acreditar que tinha porra do meu velho dentro de mim, depois veio todo o resto a culpa e não saber o que fazer mas aquela foda foi foda, no dia seguinte acordei primeiro eu tava meu velho dormindo pelado e roncando com a pica grossa dobrada pro lado, não me segurei peguei nela e comecei a chupar até endurecer, assim que acordou não negou nem nada, meio dormido fazia carinho na minha cabeça enquanto enfiava mais e mais até quase engolir inteira mas é muito grossa e não dava, depois de engolir a porra a gente levantou e foi tomar café, tomamos chimarrão com salgado e seguimos o dia normal, mas à noite a gente transou de novo e na seguinte e assim até agora. Ano passado em maio, aquele dia bebendo com meu pai em casa, ele bêbado e eu também mas ainda consciente, chorando me disse que sentia falta da minha mãe, me deu tanta raiva porque agora era pra ele estar comigo, tava sentado no sofá chorando enquanto tomava um vinho então peguei na mão dele e tava tão bêbado que parecia que ia cair, levei pra cama e tirei a roupa dele, ele se deixou e comecei a bater uma pra ele enquanto chupava meus peitos, mas ele ia dormindo, então falei pra ele ficar de quatro e ali mesmo consegui finalmente chupar aquele cu gordo de velho, abri as nádegas e via aquele buraquinho preto com pelinhos em volta com aquele cheiro de cu forte e logo com os olhos meio abertos comecei a meter e meter língua, parecia que tava endemoniada e soa sujo mas sempre fui assim adoro que os homens sejam submissos, meu velho gemia como uma puta e me deixava mais excitada, batia uma pra ele enquanto chupava o cu e assim um tempão até que jorrou um jato de porra uma quantidade boa lembro no chão juntei e comi, depois ele Dei a volta e comecei a cavalgar ele enquanto ele praticamente quase dormia, mas sabia que ele tava acordado e, mais uma vez, outro jato — e esse eu senti bem fundo na minha pussy. Deitei do lado dele, batemos um papo rapidinho e dormimos de conchinha. Assim começaram a ser nossos dias. Eu me sentia tão suja e depravada, e sabia que poucas garotas são como eu, mas é isso que eu gosto e me excita contar. Agora, com meus 19 anos, posso te dizer que meu pai é o melhor macho e amante que eu pude ter nesse tempo. Até agora ninguém descobriu nada, e espero que isso continue por muitos e muitos anos, porque eu adoro transar com meu pai. Saudações, bandido, espero que você compartilhe. Meu velho também manda um abraço. Se gostou, dá 10 pontos!
8 comentários - Padre e filha amantes (confissão)
Parte 2 si o si