Dora

Dora é uma puta barata, dito por ela mesma. Ela se deixa pegar por qualquer um que dê a ela uma sacola de mercadoria e um ou dois maços de cigarro. Em época de crise, chegou a chupar caminhoneiros por um sanduíche ou por cigarros avulsos. Antes, quando era jovem, tinha um preço alto que impunha aos clientes, mas com o tempo não pode mais ser tão exigente. Costumava transar em pontos de caminhão e sair arrebentada e com muito dinheiro na época de sua beleza máxima. Só uma vez teve um motorista baixinho de pau enorme que deixou a buceta e o cu dela doendo, mas no geral guarda boas lembranças de suas aventuras. Ultimamente atende viciados e noias que costumam dormir no ato, e ela aproveita para roubá-los e vazar. Costuma atender um grupo de jovens que juntam moedas e vendem cobre para visitar a Dora e saber como é uma boa sentada de buceta. Agora estão juntando dinheiro para penetrá-la, embora um dos clientes assíduos dela seja o pai de um dos jovens. Dora é contratada para a "colheita", uma festa que os trabalhadores do campo ou peões da soja celebram, onde comem e bebem até não aguentar mais, e claro que uma buceta gostosa como a da Dora não pode faltar. Há alguns anos, Dora não dá conta de tanto macho sedento, e agora leva uma amiga e uma prima distante para saciar a multidão. Os lucros daquela noite são generosos, apesar de ter que se entregar a peões que há meses sonham em penetrar uma mulher, e que sortudos são, porque se diz na cidade que não há serviço melhor do que o que Dora oferece. Ela adora cavalgar o pau de forma violenta e dar sentadas que fazem jorrar porra aos borbotões. Se tem que engolir, engole, e se tem que ser submissa, é submissa... embora seja uma fera dominante. Em breve saberão mais sobre ela.

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