Hoje, enquanto eu e minha esposa planejávamos nosso trigésimo aniversário, minha mente inevitavelmente viajou para trás, para aquele mesmo ponto no tempo, duas semanas antes do nosso casamento. Ela tinha acabado de fazer vinte anos, eu tinha vinte e um. Tudo estava resolvido para a cerimônia, só faltavam detalhes… mas aquela semana ficou marcada na minha pele e na minha memória por algo que nunca esteve nos planos. Naquela noite, depois de deixar minha noiva em casa, cheguei na minha. Morava com meus pais e meus dois irmãos. O mais velho tinha o próprio quarto; eu dividia o meu com o mais novo, só um ano mais novo que eu. Entrei, acendi a luz, fechei a porta… e lá estava ele. Estava dormindo, com a cueca deslocada e o pau pra fora, exposto, morno, largado na noite. Não sei de onde tirei coragem. Era como se um desejo escondido tivesse esperado aquela oportunidade. Me agachei perto da cama dele, olhei de perto, tremendo, e toquei. Estava mole, mas sentir ele na minha mão me arrepiou. Acariciei, experimentei com os dedos… e antes que percebesse, já estava na minha boca. Chupei só um instante, com medo de que ele acordasse. Depois, na minha cama, me masturbei com uma urgência diferente, incendiado por aquele gosto, por aquela sensação nova que me pegou sem remédio. Na noite seguinte, repeti, incapaz de resistir. Dessa vez me entreguei mais, chupando com desejo crescente até sentir ele endurecer dentro da minha boca. Ele acordou, mas eu já não conseguia parar. Continuei mamando, devorando cada palmo da carne dele, até que ele gozou na minha boca. Engoli tudo, em silêncio, com o coração disparado. Depois fui pra minha cama como se nada tivesse acontecido. Os dias passavam normal lá fora, mas na escuridão do quarto tudo era diferente. Não precisava mais falar: ele se deixava, eu esperava. Logo acendia a luz pra olhar ele bem, contemplar a dureza daquele membro lindo, sentir ele no meu rosto, beijar, lamber, me viciar na forma, no cheiro, no gosto dele. Às vezes inclusive era ele quem vinha pra minha cama, brincava um pouco comigo, e no final me dava o que eu mais queria: a porra dele direto na minha boca, me enchendo inteiro. A última noite antes do meu casamento… aquela noite eu sabia que tinha que me arriscar mais. Me deitei nu, de bruços, esperando por ele. Quando ele entrou no quarto e me viu naquela posição, entendeu na hora. Os dedos dele se abriram caminho entre minhas nádegas, mas não conseguiu me penetrar: o atrito tornava impossível. Eu ouvi ele se masturbar frustrado e o pânico me invadiu. Corri pro banheiro, peguei um pote de vaselina e voltei decidido. Passei no pau dele até a base, me lambuzei também e sussurrei no ouvido dele: — Agora sim… quero que você meta. Ele subiu na minha cama, me abriu de novo e dessa vez eu senti ele pressionando forte. Teve resistência, uma ardência que quase me fez desistir… até que de repente meu corpo cedeu, como se uma porta proibida se escancarasse. Ele entrou inteiro dentro de mim. A dor inicial foi se transformando num prazer elétrico que me sacudia por dentro. Eu empinava, buscava ele, implorava pelas estocadas cada vez mais fundas. Ele tirava e voltava a enterrar com luxúria, e eu me abria pra recebê-lo com vontade, sabendo que era a primeira e a última vez. Quando ele gozou, gozou dentro de mim, me enchendo igual tantas vezes na minha boca. Mas dessa vez eu senti mais fundo, mais íntimo. Ele ficou um momento ali, ainda dentro, e eu sabia que aquela seria a despedida do nosso pacto secreto. Trinta anos se passaram. Hoje tenho uma esposa maravilhosa, um casamento que celebra seu aniversário… mas aquela semana proibida ainda vive em mim, latente, como uma lembrança suja e deliciosa que nunca me abandona. Trinta anos depois, aqui estou, sentado na frente dela, a mulher que tem sido minha companheira de vida, planejando juntos nosso aniversário. Eu escuto ela falar de flores, convidados, música… e eu concordo, sorrio, mas por dentro minha mente pulsa com aquela lembrança proibida. Não sei se é a passagem do tempo, ou o calor de ter Revivi tudo aquilo tão vividamente, mas sinto a urgência de contar pra ela. Não quero mais que fique enterrado. Quero compartilhar isso com ela. Quero ver o que ela faz com essa verdade. Enquanto servimos uma taça de vinho, olho nos olhos dela e falo: — Love… tem uma coisa que nunca te contei. Algo que aconteceu bem antes de a gente casar. Ela me observa curiosa, inclinando a cabeça, esperando. Meu coração bate como naquela primeira noite em que tive coragem de tocar no meu irmão dormindo. E então solto tudo, com palavras diretas, com crueza, sem rodeios. Conto como vi ele, como chupei ele, como gozei com o esperma dele na boca. Como durante dias procurei ele de novo, como fiquei viciado na pica dele. Como na última noite, desesperado, deixei ele entrar dentro de mim. Minha esposa fica em silêncio. Não me interrompe, não me julga, não tira os olhos de mim. Sinto a respiração dela acelerada, noto o brilho nas pupilas dela. Quando termino, ela não diz nada… levanta da cadeira, vem até mim e me beija, lento, molhado, longo. Os lábios dela têm gosto de vinho, a língua dela invade minha boca como se procurasse vestígios daquele esperma que acabei de descrever. Ela pega minha mão, coloca sobre o peito dela e sussurra: — Trinta anos guardando isso… e agora me conta. Não sabe como me excita imaginar você assim. As palavras dela me acendem de um jeito brutal. Sinto ela molhada, tremendo. Ela gruda em mim, roça a perna dela na minha, e eu descubro que minha confissão não afasta ela… acende ela. Desejo ela como naquela primeira vez, mas agora com um fogo novo: o de saber que meu segredo mais obscuro pode ser também nossa fantasia compartilhada. Pego ela no colo e levo pro sofá. Ela me guia, senta de pernas abertas em cima de mim e sussurra no meu ouvido: — Agora quero que me conte de novo… enquanto me come. E eu faço isso, entrando nela com força, narrando cada detalhe, cada sensação, cada gota de esperma que engoli, cada estocada do meu irmão naquela última noite. Minha esposa geme, se aperta contra mim, me pede mais. Ela está vivendo meu lembro como se fosse meu, e descubro que a excitação daquele segredo proibido não morreu: agora renasce no corpo dela, na nossa cama, na nossa vida de casados. Então eu a penetro com força, ofegando enquanto sussurro cada detalhe do que vivi com meu irmão. Ela geme, me arranha as costas, se move em cima de mim com fúria. Sinto os lábios dela no meu ouvido, quentes, úmidos, quando ela me diz entre gemidos: —Me deixa louca te imaginar assim… engolindo a gozada de outro… se deixando foder como naquela noite. Meu corpo treme, meu pau lateja dentro dela, e de repente ouço ela soltar o que jamais pensei que sairia da boca dela: —Quero ver você fazer de novo. Quero que repita… mas agora comigo olhando. Fico paralisado por um instante, mas o olhar dela não admite dúvidas. Ela está acesa, faminta, completamente entregue a essa ideia. —Você realmente… quer me ver com outro homem? —pergunto, incrédulo, excitado. —Sim —responde sem hesitar—. Quero ver você chupar, como enchem sua boca… como você se abre pra enfiarem dentro. Quero ver meu marido sendo usado por outro homem… e quero ser eu quem assiste. Meus quadris se sacodem sozinhos, gozo dentro dela com um gemido abafado, mas minha mente já não está no orgasmo… está no que ela acabou de propor. Depois do clímax ficamos abraçados, suados, com a respiração ofegante. E ela, com um sorriso perigoso nos lábios, sussurra: —Faltam duas semanas pro nosso aniversário. E se, em vez de só flores e música, a gente se der um presente… inesquecível? Sinto que meu coração vai explodir. Trinta anos depois daquele segredo, minha esposa está me oferecendo a chance de revivê-lo, de torná-lo real de novo, de compartilhá-lo com ela. —Quem…? —pergunto com a voz rouca de desejo. Ela acaricia meu peito, morde o lábio e diz devagar, como saboreando cada palavra: —Tenho alguém em mente. Passaram uns dois dias desde aquela confissão. Entre a rotina dos preparativos e as Noites ardentes em que repetíamos meu segredo em forma de gemidos, minha esposa foi tomando cada vez mais o controle. Eu a via diferente: mais ousada, mais direta, com aquele brilho nos olhos que misturava ternura e luxúria. Uma tarde, enquanto tomávamos café na varanda, ela me disse sem rodeios: — Já sei com quem quero que a gente faça. Meu pulso acelerou na hora. — Quem? — perguntei quase sem voz. Ela sustentou meu olhar, se inclinou pra mim e sussurrou: — Um conhecido do Ramón. Alguém discreto, maduro, que sei que toparia… e que me deseja há um tempão. O ar faltou por um segundo. Ela disse aquilo com uma calma perturbadora, como se estivesse falando das flores pro aniversário. — Quero que ele use nós dois — continuou, acariciando minha perna. — Quero que você me veja me entregar pra ele… e ao mesmo tempo quero ver você com ele, igual daquela vez com seu irmão. Que ele nos divida, que nos faça dele, marido e mulher, frente a frente. A imagem me sacudiu de repente: minha esposa nua, aberta, gemendo debaixo de outro homem… e eu do lado, chupando ele, sentindo ele dentro de mim. — E você já falou com ele? — me atrevi a perguntar, a piroca pulsando contra a calça. Ela sorriu, maliciosa: — Ontem. Ele disse que era só dar a data e o lugar. Tá ansioso pra provar nós dois. Fiquei sem fôlego. Não tinha volta. Ela pegou minha mão e levou entre as pernas dela: tava encharcada. — Quero que nosso aniversário seja diferente de todos — sussurrou, com a voz rouca de desejo. — Quero comemorar esses trinta anos com você… vendo você gozar com a piroca de outro na boca, enquanto ele me fode. Os dias começaram a voar. Tudo girava em torno do aniversário, mas pra gente o verdadeiro segredo tava em outra contagem regressiva: a chegada daquele homem. Toda noite, na cama, minha esposa brincava comigo, como se quisesse me treinar pro que viria. Ela me perguntava coisas, me fazia descrever em detalhes o que eu tinha feito com meu irmão trinta anos atrás, e enquanto eu falava, montava em mim e cavalgava até ficar sem voz. —Quero que quando ele te der… você olhe pra mim — ela dizia, ofegante—. Quero ver nos seus olhos o momento exato em que sentir que ele te parte, que te preenche. Eu gozo cada vez mais rápido com essas palavras. Me excita tanto quanto vê-la se tocando enquanto me obriga a repetir a história. Às vezes, enquanto me chupava, ela parava e perguntava: —Você chupava ele assim? Deixava ele ir até o fundo? Eu mal conseguia responder, afogado de prazer. —Sim… mais fundo… eu engolia tudo… Ela sorria e apertava mais a língua, como se quisesse imitar meu irmão, como se quisesse treinar minha memória pra que, na hora da verdade, nada fosse estranho pra mim. O segredo virou um jogo constante: ao cozinhar, ela se roçava em mim e sussurrava no meu ouvido “imagina ele aqui, de pé, tirando a rola e enfiando na sua boca enquanto me come por trás?”. No carro, enquanto eu dirigia, ela pegava na minha virilha e dizia “quero ver você com ele aqui mesmo, fazendo você gemer igual daquela vez”. Eu já não aguentava mais de ansiedade. Minha pele ardia só de pensar que em poucos dias dividiríamos nossa cama com outro homem. Uma noite, enquanto tomávamos banho juntos, ela me disse algo que me deixou sem ar: —Já mandei mensagem pra ele. Ele vem nos buscar na noite do aniversário. Não vai ser surpresa. Quero estar pronta, quero que a gente espere por ele… bem quentes, bem preparados. Fiquei encostado na parede do chuveiro, com a água caindo sobre nós, enquanto soube que o pacto já estava selado. Aquele homem, que até agora era só uma fantasia, já tinha data e hora. Ela segurou meu rosto entre as mãos, me beijou com fome e disse: —Vai ser nosso presente. Nosso segredo compartilhado. Ele vai me foder… e vai te foder. E eu vou olhar tudo. Eu tremia, com o pau duro, sabendo que o aniversário que se aproximava não seria igual a nenhum dos trinta anos anteriores. Chegou o dia. Trinta anos de casados. Passamos o dia entre ligações, parabéns e pequenos brindes em família. Mas minha mente não estava ali. O tempo todo eu pensava na noite, no que viria depois, naquele presente proibido que havíamos planejado em silêncio. Ao cair da noite, minha esposa se arrumou com uma delicadeza diferente. Não era só pra mim: eu sabia. O vestido justo, o perfume forte, o brilho na pele… tudo foi pensado pra ele também. Eu a observava e o estômago queimava de ciúme e desejo misturados. Quando a campainha tocou, meu coração bateu no peito como um martelo. Ela não hesitou. Caminhou até a porta, abriu… e lá estava ele. Alto, confiante, com aquele sorriso que denunciava que sabia de tudo, que tinha esperado tanto quanto nós. Minha esposa o cumprimentou com um beijo na bochecha, lento, roçando o canto dos lábios. Depois olhou pra mim, e nos olhos dela vi uma ordem clara: fica quieto, aproveita o que vai rolar. Eles se sentaram na sala. O vinho ajudou a quebrar o gelo, mas na real a tensão já tava tão pesada que mal precisava. Ela foi a primeira a se mexer. Colocou a taça na mesa, ajoelhou na frente dele e, sem uma palavra, abriu a calça dele. Eu prendi a respiração. A buceta dele apareceu, grossa, pulsando, e ela segurou com uma naturalidade que me partiu ao meio: minha esposa, a mãe dos meus filhos, com outra buceta na mão, me olhando enquanto levava à boca. — Olha bem… — disse ela entre lambidas —. Isso é pros dois. Eu não conseguia me mexer. O cara me olhava, sorrindo, enquanto minha esposa o devorava. De repente ele fez um sinal pra mim, e eu entendi. Me aproximei, tremendo, e ela guiou a buceta daquele homem até meus lábios. Senti o calor, o gosto, a dureza… e deixei entrar. Chupei como há trinta anos, só que dessa vez com minha esposa me olhando, se tocando, excitada ao me ver entregue. Ela se levantou, levantou a saia e montou nele. Eu fiquei ajoelhado de lado, chupando o que sobrava pra fora enquanto minha mulher gemia, enfiando aquela mesma buceta dentro dela. O corpo dela. A cena era brutal: ele me possuía na boca enquanto fodia ela sem piedade. Ela me olhava, gemendo, se divertindo como nunca. E eu sentia que meu segredo proibido tinha voltado, mas agora multiplicado, compartilhado com a mulher que amo. —Fode ele… —ela sussurrou, com voz rouca, ofegando em cima dele—. Quero te ver aberto pra ele, como daquela vez. Meu coração explodiu. Eu sabia que o que vinha depois seria o verdadeiro presente do nosso aniversário. A ordem dela ficou pairando no ar: “Fode ele… quero te ver aberto pra ele, como daquela vez”. Meu corpo inteiro tremeu. Minha esposa, ainda montada na pica dele, me olhava com os olhos acesos, me convidando a dar o próximo passo. Ele me segurou pela nuca e me obrigou a chupar um pouco mais, até que ele ficou ainda mais duro, mais grosso, molhado da mistura da minha saliva com os sucos da minha esposa. Depois me pegou pela cintura, me colocou de costas no sofá e abriu minhas pernas. O coração batia forte no peito. Eu sabia exatamente o que vinha, tinha esperado trinta anos. Senti a cabeça da pica dele pressionando minha entrada, firme, paciente. Minha esposa, sem parar de cavalgá-lo, se inclinou pra mim e me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca. —Deixa ele entrar… —ela sussurrou—. Quero te ver cheio igual a mim. A estocada veio. Um golpe seco que arrancou um gemido abafado de mim. Eu me abri pra recebê-lo, lembrando daquela última noite com meu irmão, mas agora era diferente: agora minha esposa me olhava, vivia aquilo comigo. A dor inicial se misturou com um prazer elétrico que me atravessou inteiro. Ele me pegou pela cintura e começou a me empurrar com força, enfiando até o fundo. Eu me arqueava, gemendo, implorando por mais. Minha esposa enlouqueceu ao me ver. Apertava o corpo dela contra o dele, cavalgava ele com fúria, enquanto me segurava pela mão pra eu sentir o ritmo compartilhado. Nós dois, marido e mulher, sendo atravessados pelo mesmo homem, ao mesmo tempo. Os gemidos se misturavam. A pica dele entrava e saía dela, de mim, batendo sem parar, enchendo nós dois. Eu via o rosto dela transbordando de prazer, ela via o meu entregue, e essa conexão nos incendiava ainda mais. Até que chegou o momento. Com um grunhido profundo, ele explodiu dentro de mim, me enchendo com uma porra quente que senti jorrar e escorrer pelas minhas nádegas. Ao mesmo tempo, minha esposa gritou, se contorcendo sobre ele no próprio orgasmo. Eu também gozei, sem me tocar, só com o vai e vem brutal da pica dele dentro de mim e o espetáculo da minha esposa sendo fodida na minha frente. Caímos os três exaustos, suados, entrelaçados no sofá. Minha esposa me beijou, saboreando o rastro de esperma que ainda tinha nos meus lábios, e sussurrou: —Feliz aniversário, amor. Nosso melhor presente.
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