Fala, bandido! Sou a Lucía. Então, vou te contar uma parada que aconteceu e ainda tá rolando. Eu morava com minha mãe, mas há 1 ano atrás eu vazei por causa de umas tretas entre ela e meu irmão. Minha velha tem 51 anos e meu irmão, 28. Sou mais nova que ele, e ele é o mais velho dos irmãos. Ele passou um tempo fora e, de vez em quando, aparecia lá em casa, ou passava pra buscar minha mãe pra levar ela de "férias", ou chamava ela pra jantar ou ir no cinema. Só ela. Eu e minha outra irmã não existíamos, saca? A gente até trocava uma ideia quando ele vinha, normal, mas depois ele escolhia minha mãe pra sair e essas paradas. Ele não morava nem perto, morava longe pra caralho, praticamente em outro estado, e vinha de carro umas 2 ou 3 vezes por mês. Até que em janeiro de 2023, meu irmão veio "tirar férias" com a gente. Ele tava sem trampo e veio pra casa ficar 2 meses com a gente, depois voltava pra casa dele. Era o único homem na casa, porque era eu, minha irmã e minha mãe morando juntas, até ele chegar.
Minha velha, com todo respeito, era uma puta de merda. Ela sempre vestia roupa curta ou se arrumava igual a gente, até usando roupa nossa, toda vez que meu irmão chegava. E quando ele vinha, ela abraçava ele e mostrava como tava vestida, como se fossem um casal, sei lá. Isso me deixava muito encucada. Ele é alto pra caralho, meu irmão, magro, com uma tatuagem no braço esquerdo inteiro. Minha velha é baixinha, meio gordinha, mas não tanto. Tô falando isso pra dar uma ideia de como eles são.
Desde que ele chegou, era tão óbvio que tinha algo entre eles. Minha outra irmã estudava e, bom, não ficava em casa o tempo todo igual eu. Era inacreditável os barulhos que se ouviam de noite: os passos da sala pro quarto e pro banheiro. Mas aí, uma noite, acordei já cansada de não conseguir dormir porque eles ficavam vendo filme até de madrugada e, às vezes, riam e falavam alto, minha mãe e meu irmão. Levantei, mas parece que eles me ouviram, porque na hora minha mãe apareceu saindo da cozinha, ajeitando o camisão que tava vestindo, e atrás saiu meu irmão, meio ofegante, entrando no... Banheiro, minha mãe fala pra mim: "tava brincando, filha, seu irmão fica carinhoso, você conhece ele". Não falei nada, mas meu irmão tava rindo no banheiro por causa do que minha mãe disse. Cansada desse meu irmão e esperando mais uma madrugada pra eles fazerem barulho e eu ir xingar eles, levantei devagar. Só escutava a TV com um filme de "amor proibido" que já tinha visto várias vezes com minha mãe. Levantei, prendi o cabelo e, antes de passar pra sala, vejo na minha frente — juro por Deus, a 4 metros — meu irmão pelado andando com minha mãe de perninhas no ombro. Ele caminhava de um lado pro outro em silêncio enquanto se beijavam de boca aberta igual um casal. A diferença de altura era bem grande, e meu irmão carregava ela como se não pesasse nada. Minha mãe ia da cozinha pra sala com as perninhas no ombro dele. Gemiam baixinho, e minha mãe se segurava no pescoço do meu irmão pra não cair pra trás. Era irreal. Tão concentrados transando devagar que não sabiam que eu tava na escuridão vendo tudo. Era irreal. Ele continuava andando de um lado pro outro, e minha mãe pendurada em cima dele se mexendo devagar, e aquele barulhinho típico das bolas batendo na bunda gorda da minha mãe se ouvia na calada da madrugada. Mas de perto, do meu quarto, não se ouvia nada, só o filme que tinham colocado na TV. Fiquei muda. Fui congelada pro meu quarto, me deitei e fiquei olhando pro teto enquanto minha outra irmã dormia do meu lado. Ela acordou e me perguntou: "Aconteceu algo, Luci?" Falei que não, que tinha tido um pesadelo e pra ela dormir de novo. Fiquei a noite toda quebrada, ouvindo eles caminhando e entrando no banheiro, e depois a porta do quarto da minha mãe abrindo e fechando. Até que me virei de lado e dormi. Acordei cedo, minha irmã já tinha ido pra escola. Saí do quarto naquele dia e os dois estavam lá, minha mãe e meu irmão sentados tomando café da manhã como se nada tivesse acontecido. "Bom dia, irmãzinha, como acordou?" meu irmão falou. Respondi meio sem graça e sentei pra tomar café com eles. eles, minha mãe começa a falar pro meu irmão "sabe que minhas costas tão doendo, filho, não sei por quê". Meu irmão tava se segurando pra não rir, mas era óbvio que era por causa da trepada da noite anterior que eles tiveram e fala "pode ser estresse, mãe" e ficou por isso. Óbvio que não acreditei, mas depois de um tempo fui pro quintal, tinha que limpar o galpão. Minha mãe me para e fala "não, não, filha, depois eu limpo, fica tranquila". Fiquei meio estranha com o que ela disse, porque sempre era eu que limpava o galpão e ela nunca fazia isso. Fui pro meu quarto e fiquei deitada o dia inteiro, ouvia eles limpando o galpão, minha mãe e meu irmão no quintal. Escuto eles entrarem e virem passos pro meu quarto, abrem devagar e ouço a voz do meu irmão falando pra minha mãe "dormiu, vamos rápido". Fecha devagar e vão pro galpão onde tinham que "limpar supostamente". Era umas 10 ou 11 da manhã, lembro. Desci devagar, eles não estavam lá dentro, mas de fora dava pra ouvir os gemidos da minha mãe de dor. O galpão era de chapa, pequeno, sem janela nem nada, a gente guardava coisas tipo ferramentas, sacos com lembranças, etc. Fui me aproximando devagar e minha mãe tava sofrendo de verdade, meu irmão batia forte nela, parecia que queria chegar no fundo do cu dela, porque sim, a puta deu o cu pro meu irmão, já vi várias vezes ele metendo no cu dela. Vou contar os momentos mais pesados: que burra que sou, pisei num galho de uma árvore pequena do quintal e fiz barulho. Aí eles param e ouço clarinho minha mãe falando "tira, vai, tem alguém no quintal". Ficam um tempo lá e sai meu irmão com o short azul dele sem cueca, com o pau totalmente marcado, mas ele tentava se esconder com as mãos. Me fala "você não tava dormindo?" Falei que saí pra tomar sol porque ficar dentro de casa me entedia. Uns segundos depois sai minha mãe com a vassoura de varrer me falando "ah, filha, a gente tava limpando, você nos assustou". Fiquei olhando pra ela, não falei nada e sentei na grama um tempo pra clarear minha mente de tudo que tava rolando desde então. Chegou meu irmão. Umas 3 da tarde minha irmã sai de estudar e chega em casa, vai direto dormir. Eu ia me encontrar com uma amiga, então ela veio me buscar naquela hora e a gente foi. Contei mais ou menos o que tava rolando entre minha mãe e meu irmão. Ela me chamou de histérica e falou: "Amiga, olha, se eles tão transando, são mãe e filho". Nem respondi, me segurei pra não xingar ela porque, verdade, eu vi, mas não dava pra ficar contando tudo pra qualquer um. A única foi minha amiga, que nem acreditou em mim. Cheguei umas 7 da tarde. Tava tudo escuro lá dentro. Tinha um bilhete na mesa da minha velha: "Filha, fui com seu irmão dar uma volta, depois a gente volta. Te amo." Rasguei e joguei no lixo. Acendi tudo. Minha irmã ainda tava dormindo. Fui pro galpão. Limparam mesmo, mas notei que no lixo tinha um camisinha comprida, bem escondida dentro do saco de lixo. Tava com gozo dentro, parecia recente porque não tava seca, ainda úmida. Joguei fora e, óbvio, sabia que era do meu irmão.
Os dias foram passando e continuaram as coisas. No banheiro, eu ouvia meu irmão insistindo pra comer minha velha enquanto eu tava na cozinha, e ela falava: "Vão nos ouvir, masturbador". Ou no quarto dela. Mas esses dois meses acabaram, e em março meu irmão foi embora. Mas um mês depois voltou pra buscar minha mãe e levar ela de férias pro Brasil, os dois sozinhos. Lembro que a namorada dele tava puta e me disse: "Preferiu levar a mãe dele do que eu, que sou a namorada, que ódio". Respondi pra ela deixar pra lá e se virar sozinho. Não me ouviu e continuou com ele. Via as fotos que minha mãe postava com meu irmão no cruzeiro, no hotel, até foram em baladas no Brasil. E eu imaginava o que rolava quando chegavam no hotel que ele tinha reservado pra essas férias. Voltaram depois de duas semanas. Percebi na hora que minha velha tava andando torta, meio manca. Ela dizia que tinha batido, mas não acreditei. Supus que meu irmão comeu ela tão forte que deixou ela assim. Ficou três dias desse jeito. voltou a andar normal, continuou vindo, mas decidi sair pela minha saúde mental. Atualmente, ele está na casa da minha mãe junto com minha outra irmã, os três. Ele ficou com a minha mãe porque perdeu o emprego e se mudou pra lá. Não consigo nem imaginar a trepada que deve rolar naquela casa, porque literalmente transavam em todo canto: na cozinha, no quintal, ouvi várias vezes no banheiro, no quarto da minha mãe. Tipo, podiam foder à vontade, mas era meu irmão e justamente a puta da minha mãe escolheu ele pra transar, e eu achava aquilo nojento. Bom, bandido, contei um pouco de tudo que rolou entre eles, senão a confissão ia ficar muito longa. Valeu por compartilhar e tomara que você leia. Se curtiu, dá 10 pontos pra mais confissões de seguidores!
Minha velha, com todo respeito, era uma puta de merda. Ela sempre vestia roupa curta ou se arrumava igual a gente, até usando roupa nossa, toda vez que meu irmão chegava. E quando ele vinha, ela abraçava ele e mostrava como tava vestida, como se fossem um casal, sei lá. Isso me deixava muito encucada. Ele é alto pra caralho, meu irmão, magro, com uma tatuagem no braço esquerdo inteiro. Minha velha é baixinha, meio gordinha, mas não tanto. Tô falando isso pra dar uma ideia de como eles são.
Desde que ele chegou, era tão óbvio que tinha algo entre eles. Minha outra irmã estudava e, bom, não ficava em casa o tempo todo igual eu. Era inacreditável os barulhos que se ouviam de noite: os passos da sala pro quarto e pro banheiro. Mas aí, uma noite, acordei já cansada de não conseguir dormir porque eles ficavam vendo filme até de madrugada e, às vezes, riam e falavam alto, minha mãe e meu irmão. Levantei, mas parece que eles me ouviram, porque na hora minha mãe apareceu saindo da cozinha, ajeitando o camisão que tava vestindo, e atrás saiu meu irmão, meio ofegante, entrando no... Banheiro, minha mãe fala pra mim: "tava brincando, filha, seu irmão fica carinhoso, você conhece ele". Não falei nada, mas meu irmão tava rindo no banheiro por causa do que minha mãe disse. Cansada desse meu irmão e esperando mais uma madrugada pra eles fazerem barulho e eu ir xingar eles, levantei devagar. Só escutava a TV com um filme de "amor proibido" que já tinha visto várias vezes com minha mãe. Levantei, prendi o cabelo e, antes de passar pra sala, vejo na minha frente — juro por Deus, a 4 metros — meu irmão pelado andando com minha mãe de perninhas no ombro. Ele caminhava de um lado pro outro em silêncio enquanto se beijavam de boca aberta igual um casal. A diferença de altura era bem grande, e meu irmão carregava ela como se não pesasse nada. Minha mãe ia da cozinha pra sala com as perninhas no ombro dele. Gemiam baixinho, e minha mãe se segurava no pescoço do meu irmão pra não cair pra trás. Era irreal. Tão concentrados transando devagar que não sabiam que eu tava na escuridão vendo tudo. Era irreal. Ele continuava andando de um lado pro outro, e minha mãe pendurada em cima dele se mexendo devagar, e aquele barulhinho típico das bolas batendo na bunda gorda da minha mãe se ouvia na calada da madrugada. Mas de perto, do meu quarto, não se ouvia nada, só o filme que tinham colocado na TV. Fiquei muda. Fui congelada pro meu quarto, me deitei e fiquei olhando pro teto enquanto minha outra irmã dormia do meu lado. Ela acordou e me perguntou: "Aconteceu algo, Luci?" Falei que não, que tinha tido um pesadelo e pra ela dormir de novo. Fiquei a noite toda quebrada, ouvindo eles caminhando e entrando no banheiro, e depois a porta do quarto da minha mãe abrindo e fechando. Até que me virei de lado e dormi. Acordei cedo, minha irmã já tinha ido pra escola. Saí do quarto naquele dia e os dois estavam lá, minha mãe e meu irmão sentados tomando café da manhã como se nada tivesse acontecido. "Bom dia, irmãzinha, como acordou?" meu irmão falou. Respondi meio sem graça e sentei pra tomar café com eles. eles, minha mãe começa a falar pro meu irmão "sabe que minhas costas tão doendo, filho, não sei por quê". Meu irmão tava se segurando pra não rir, mas era óbvio que era por causa da trepada da noite anterior que eles tiveram e fala "pode ser estresse, mãe" e ficou por isso. Óbvio que não acreditei, mas depois de um tempo fui pro quintal, tinha que limpar o galpão. Minha mãe me para e fala "não, não, filha, depois eu limpo, fica tranquila". Fiquei meio estranha com o que ela disse, porque sempre era eu que limpava o galpão e ela nunca fazia isso. Fui pro meu quarto e fiquei deitada o dia inteiro, ouvia eles limpando o galpão, minha mãe e meu irmão no quintal. Escuto eles entrarem e virem passos pro meu quarto, abrem devagar e ouço a voz do meu irmão falando pra minha mãe "dormiu, vamos rápido". Fecha devagar e vão pro galpão onde tinham que "limpar supostamente". Era umas 10 ou 11 da manhã, lembro. Desci devagar, eles não estavam lá dentro, mas de fora dava pra ouvir os gemidos da minha mãe de dor. O galpão era de chapa, pequeno, sem janela nem nada, a gente guardava coisas tipo ferramentas, sacos com lembranças, etc. Fui me aproximando devagar e minha mãe tava sofrendo de verdade, meu irmão batia forte nela, parecia que queria chegar no fundo do cu dela, porque sim, a puta deu o cu pro meu irmão, já vi várias vezes ele metendo no cu dela. Vou contar os momentos mais pesados: que burra que sou, pisei num galho de uma árvore pequena do quintal e fiz barulho. Aí eles param e ouço clarinho minha mãe falando "tira, vai, tem alguém no quintal". Ficam um tempo lá e sai meu irmão com o short azul dele sem cueca, com o pau totalmente marcado, mas ele tentava se esconder com as mãos. Me fala "você não tava dormindo?" Falei que saí pra tomar sol porque ficar dentro de casa me entedia. Uns segundos depois sai minha mãe com a vassoura de varrer me falando "ah, filha, a gente tava limpando, você nos assustou". Fiquei olhando pra ela, não falei nada e sentei na grama um tempo pra clarear minha mente de tudo que tava rolando desde então. Chegou meu irmão. Umas 3 da tarde minha irmã sai de estudar e chega em casa, vai direto dormir. Eu ia me encontrar com uma amiga, então ela veio me buscar naquela hora e a gente foi. Contei mais ou menos o que tava rolando entre minha mãe e meu irmão. Ela me chamou de histérica e falou: "Amiga, olha, se eles tão transando, são mãe e filho". Nem respondi, me segurei pra não xingar ela porque, verdade, eu vi, mas não dava pra ficar contando tudo pra qualquer um. A única foi minha amiga, que nem acreditou em mim. Cheguei umas 7 da tarde. Tava tudo escuro lá dentro. Tinha um bilhete na mesa da minha velha: "Filha, fui com seu irmão dar uma volta, depois a gente volta. Te amo." Rasguei e joguei no lixo. Acendi tudo. Minha irmã ainda tava dormindo. Fui pro galpão. Limparam mesmo, mas notei que no lixo tinha um camisinha comprida, bem escondida dentro do saco de lixo. Tava com gozo dentro, parecia recente porque não tava seca, ainda úmida. Joguei fora e, óbvio, sabia que era do meu irmão.
Os dias foram passando e continuaram as coisas. No banheiro, eu ouvia meu irmão insistindo pra comer minha velha enquanto eu tava na cozinha, e ela falava: "Vão nos ouvir, masturbador". Ou no quarto dela. Mas esses dois meses acabaram, e em março meu irmão foi embora. Mas um mês depois voltou pra buscar minha mãe e levar ela de férias pro Brasil, os dois sozinhos. Lembro que a namorada dele tava puta e me disse: "Preferiu levar a mãe dele do que eu, que sou a namorada, que ódio". Respondi pra ela deixar pra lá e se virar sozinho. Não me ouviu e continuou com ele. Via as fotos que minha mãe postava com meu irmão no cruzeiro, no hotel, até foram em baladas no Brasil. E eu imaginava o que rolava quando chegavam no hotel que ele tinha reservado pra essas férias. Voltaram depois de duas semanas. Percebi na hora que minha velha tava andando torta, meio manca. Ela dizia que tinha batido, mas não acreditei. Supus que meu irmão comeu ela tão forte que deixou ela assim. Ficou três dias desse jeito. voltou a andar normal, continuou vindo, mas decidi sair pela minha saúde mental. Atualmente, ele está na casa da minha mãe junto com minha outra irmã, os três. Ele ficou com a minha mãe porque perdeu o emprego e se mudou pra lá. Não consigo nem imaginar a trepada que deve rolar naquela casa, porque literalmente transavam em todo canto: na cozinha, no quintal, ouvi várias vezes no banheiro, no quarto da minha mãe. Tipo, podiam foder à vontade, mas era meu irmão e justamente a puta da minha mãe escolheu ele pra transar, e eu achava aquilo nojento. Bom, bandido, contei um pouco de tudo que rolou entre eles, senão a confissão ia ficar muito longa. Valeu por compartilhar e tomara que você leia. Se curtiu, dá 10 pontos pra mais confissões de seguidores!
2 comentários - Minha mãe e meu irmão são amantes (confissão)