Minha vizinha e o filho dela (confissão)

Oi, me chamo Axel. Vou te contar uma parada que rolou comigo há um tempo. Eu vi com meus próprios olhos minha vizinha dando pro filho dela. Sim, o próprio filho. Moro em Córdoba, só com meus pais, sou filho único. Aconteceu em 2019, quando uma vizinha minha se mudou e deixou o apartamento dela pra alugar. Em menos de três meses, chegou uma vizinha nova. Lembro do dia que ela chegou: uma senhora de 44 anos, magrinha, baixinha, com cara meio velha mas um corpo gostoso. Ela veio com um velho numa cadeira de rodas, que era o pai dela, e o filho, Matias, dois anos mais velho que eu, com 21 anos. O cara era alto, bem alto, muito magro, cheio de espinhas, e tava fumando um baseado na frente da mãe e do avô como se nada. Os três se mudaram pro lado da minha casa.

Minha mãe sempre foi aquela vizinha que fica feliz com gente nova. Assim que viu e soube que iam morar do nosso lado, começou a ajudar a senhora. Mas o filho dela, Matias, era um puta mal-humorado. Tentei cumprimentar ele, e ele me olhou com raiva, nem respondeu. Terminou o baseado e entrou. Já me caiu super mal, mas beleza, ainda não conhecia ele direito.

Passaram três semanas. Minha vizinha era toda histérica, eu ouvia ela gritar e gemer que nem uma louca desvairada. Falei pra minha mãe, e ela disse que talvez a mulher tivesse algum amante por aí, mas sei lá, algo não batia. Às vezes via ela saindo de camisola meio transparente, dava pra ver que tava de fio dental, enquanto o filho ficava sentado numa cadeira olhando. Várias vezes, quando eu olhava pra ela, o Matias me encarava e falava: "Tá olhando o quê, filho da puta? É a minha mãe", num tom agressivo, e eu desviava o olhar.

Eu costumo ficar acordado de madrugada. Ouvi várias vezes — não sou burro — barulhos de transa, porque as casas são praticamente coladas. Até dava pra entender que a mulher podia ter algum amante, mas quase sempre, nos fins de semana, sexta ou sábado, eu via ela sair umas 2 ou 3 da manhã de moto com o Matias, o filho dela. Os dois iam juntos de madrugada na moto dele e voltavam uma hora depois. Às vezes, da sala de jantar, dava pra ver quando chegavam. Quando o sol tava saindo e era estranho, eu não entendia o que mãe e filho faziam sozinhos naquela hora. Um dia, depois de 4 meses que meus vizinhos estavam lá, minha velha costumava levar comida às vezes, as sobras ou sobremesas pra eles provarem. Elas tinham virado amigas e se visitavam. Nesse dia, minha mãe me fala: "Leva essa sobremesa pra vizinha provar". Peguei o prato com o pudim e fui pra lá. Não tinha campainha, só bati na porta. Ninguém atendia. Dava pra ver da janela o senhor sentado na cadeira dele, olhando pro nada, meio perdido. Até que ouço passos e alguém xingando, era o Matias. Ele abre a porta só um pouquinho e eu consegui ver que ele tava de cueca boxer com o pau completamente duro pra um lado, tava vermelho e despenteado, e me fala: "O que você quer? Não enche quando a gente não atende". Falei da sobremesa e, na minha frente, juro, ele grita pra mãe dele: "Tão te chamando, sua puta". E sai de boxer. Aí a senhora vem correndo de camisola, despenteada, e me diz: "Ah, obrigada, vem buscar o prato amanhã porque a gente tá ocupada". E fechou a porta na minha cara, educadamente, mas tudo estranho. E ainda era 1 da tarde, plena luz do dia. Pouco depois, umas horas mais tarde, vejo a senhora e o filho saindo juntos de moto, deixando o senhor sozinho dentro de casa, como sempre faziam. Mas, como eu disse, vi mãe e filho transando. Quando vi, não conseguia acreditar, era como se eu quisesse comer minha própria mãe, e isso nunca ia rolar. Foi de madrugada, umas 3 ou 4 da manhã, acho, e dava pra ouvir, como quase sempre, o barulho da cama rangendo forte, mas nunca tive coragem de descobrir. Levantei, fui pro meu quintal e, pra passar pro lado, não precisava de muito, só pular o muro de tijolo que era bem baixinho e caía do lado do quintal deles. Assim que pulei no quintal, o barulho era muito mais pesado. A janela tava aberta com o vidro corrido, e ali, com a luz acesa, tava minha vizinha de quatro, mordendo um travesseiro, enquanto o próprio filho dela, o Matias, fumava um baseado enquanto comia ela com força. Batia forte e rápido, mas o pior foi ver o velho sentado na cadeira dele do lado da cama olhando o neto comendo a mãe dele, eu me abaixei, respirei fundo e fiquei paralisado, continuava ouvindo e ainda por cima o Matias zoava o avô "tá gostando do que vê, vovô? tô engravidando a mamãe" e ele continuava, e eu ouvia os tapas que ele dava na mãe dele até que antes de eu ir embora vi ele pegar ela pelo cabelo e foi mais rápido e mais forte, a mulher tava toda vermelha com o cabelo no rosto reclamando enquanto o filho segurava ela pelo cabelo e comia ela com muita força e rapidez, era algo inexplicável, é difícil de acreditar, sim, mas juro que vi aquilo e não tava drogado nem nada, quando caí no meu quintal bati no galho da árvore, fez barulho e na hora eles pararam de trepar e ficaram em silêncio, e depois ouvi eles cochichando e fecharam a janela. De vez em quando eu ainda ouvia os barulhos, mas não quis mais ir ver como eles transavam, sei que alguns iam gostar de ver mas a real é que sentia nojo, tô explicando com detalhes porque talvez alguns gostem, mas não quis ver mais, eu batia uma quando os barulhos começavam e depois me sentia mal, ficaram até 2020 quando do nada minha mãe me fala "sabia que a vizinha mudou pra outra casa?" fiquei mudo, nem tinha ficado sabendo, não sei pra onde foram mas ainda penso no pobre do avô e se esses mãe e filho ainda tão trepando. Se você gostou desse relato do Axel, dá 10 pontos!

3 comentários - Minha vizinha e o filho dela (confissão)

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Me puedes pasarlo