A Amiga da Minha Mãe - Parte 2

A Amiga da Minha Mãe - Parte 2Depois daquela fodida brutal na cama dela, a Verônica e eu passamos a semana sem conseguir parar de nos escrever. Mensagens sujas, videochamadas quentes, áudios gemendo, lembrando como eu rasguei a buceta dela enquanto ela mordia o travesseiro. A gente tava doente. E adorava assim.vadiaMas no sábado, tudo mudou. Tava na cozinha com a mãe, tomando café da manhã como se fosse um filho decente. Ela tava fazendo café quando, do nada, solta:
—Preciso te apresentar alguém.
—Quem?
—A filha da Gladys, lembra? Romina. Tem vinte e dois. Tá solteira, estuda medicina… e a mãe dela me disse que você parece bonito pra ela.
—Mãe…
—Nada disso! Quero que você saia com uma moça direita, não fique só… por aí.

Eu ri sem graça, sem saber que no corredor, em silêncio, a Verônica tava ouvindo tudo.
Ela tinha vindo cedo sem avisar, como sempre fazia. Ia trazer uma muda de roupa que tinha ficado na casa dela… e planejava me dar um boquete no tanque, escondido.

Mas ao ouvir aquilo, algo explodiu dentro dela.
—Uma moça direita, foi? —interrompeu com a voz seca, aparecendo de repente na cozinha.

A mãe se virou, surpresa.
—Verônica! Que susto. Não te ouvi entrar.
—Claro. Não me esperavam.

Ela me olhou. Mas não com aquele olhar quente de sempre. Dessa vez, a expressão dela era escura, gelada. Tinha fogo. Mas outro fogo. Um fogo de ciúme, de território.
—Então vai apresentar uma menina bonitinha? —disse pra mim—. Uma da idade dela? Alguém mais "correta"?
—Verônica, não é o que…
—O quê? Não é o que parece? Sua mãe não sabe que a amiga dela tem a buceta cheia do seu gozo há semanas?

A mãe ficou paralisada. Eu também. Ninguém respirou.
—Verônica… —gaguejei, mas ela já tava solta.
—Ou você pensava em comer ela escondido também, igual a mim? —disse baixinho, mas com raiva—. Não, filhote. Não se engana. Eu sou a puta que te ensinou a foder. Mas também sou a mulher que te tem doente. Ou vai negar que geme meu nome quando bate uma punheta?
—Verônica, pelo amor de Deus! —disse a mãe, em choque.
—Não, Clara. Você quer apresentar uma moça direita pra ele. Pois bem. Eu não sou isso. Mas sou a que faz ele gozar gritando. Sou a que enfia o pau dele na boca até se afogar. Sou a que abre as pernas assim que ele entra em casa.

A tensão era insuportável. Eu não sabia se saía correndo ou ficava pra ver tudo pegar fogo. Verônica se aproximou de mim. Me pegou pelo colarinho da camiseta.
—Quer outra, então? Quer algo mais “saudável”? Perfeito. Mas antes de ir embora com sua Romina, quero que você me coma mais uma vez. Aqui. Na frente da sua mãe, se precisar.
E me beijou. Um beijo furioso, cheio de saliva, com as unhas na minha nuca.
Mamãe não disse nada. Estava pálida. Muda.
Verônica me soltou. Me olhou com os olhos cheios de lágrimas… e foi embora.
Naquela noite não dormi. Não conseguia parar de pensar nela. No que ela disse. Em como me olhou. No fato de que pela primeira vez ela tinha mostrado que não me queria só pelo sexo.
Ela estava apaixonada.
E eu… também.
Mas agora, tudo estava quebrado.
Passaram-se três dias. Longos. Silenciosos. Sem mensagens. Sem ligações.
Nada de Verônica.
Dormia mal, comia pior. Olhava o celular a cada cinco minutos, feito um idiota. Tava ferrado. Vazio. Como se tivessem arrancado algo do meu peito… e dos meus ovos também.
A casa era um deserto. Mamãe também não falava muito, mas me observava. Sabia que algo tinha quebrado. E não entre Verônica e ela. Mas entre Verônica e eu.
Até que naquela tarde, enquanto eu ficava olhando um prato de arroz sem tocar, mamãe sentou na minha frente e soltou:
—Filho… fala com ela.
Levantei os olhos, surpreso.
—O quê?
—Verônica. É uma mulher complicada, sim. Tem suas coisas. E o que vocês fizeram não tá certo… mas eu conheço ela. Tem um coração enorme. E você também. Não mente pra mim, filho. Você tá apaixonado.
Não disse nada. Só engoli seco.
Mamãe suspirou.
—Foi um golpe duro… mas não posso fazer o amor ser “correto”. Às vezes acontece onde menos esperamos. E não quero ver ela mais destruída. Ontem ela veio me devolver uma travessa e tava toda cagada. Olhos vermelhos. Você também tá igual. Então levanta. Vai na casa dela. E resolve as coisas.
Olhei pra ela. Mamãe sorriu pra mim, com os olhos brilhando.
—Sim, sou sua mãe. E sou amiga dela. Mas também sou mulher. E quando uma mulher se quebra por um Cara… é porque ela realmente se importa. Fui. Não pensei. Só fui. Bati na porta. Uma. Duas. Três vezes. E aí ela apareceu. Verônica estava de roupão. Cabelo bagunçado. Sem maquiagem. Olheiras. Olhinhos úmidos. Mais gostosa do que nunca. —Achei que você não ia vir — sussurrou. —Achei que você ia cuspir na minha cara. A gente se olhou. Um silêncio eterno. Até que eu quebrei a distância e abracei ela. Ela tremia. Me apertava forte, como se não quisesse mais me soltar. —Não ligo pra nada — falei no ouvido dela. —Nem pra sua idade, nem pro que vão falar, nem pra minha mãe. Só quero te foder enquanto falo que te amo. E ali, na sala, começou a loucura. Ela me despiu com ansiedade. Me mordeu. Me arranhou. Me beijou chorando. Me empurrou contra o sofá, subiu em cima de mim e sentou no meu pau com um gemido trêmulo, como se estivesse se enchendo de amor e raiva ao mesmo tempo.milf—Nunca me deixe, neném... minha buceta é sua—sussurrou enquanto começava a cavalgar. As lágrimas escorriam pelo rosto dela. Mas ela não parava. Se movia com força, gemendo, me encarando. Cavalgava como se quisesse arrancar minha alma, como se precisasse me destruir e ao mesmo tempo se salvar. —Te amo, porra...—disse ela. —Te amo mesmo que doa. —Eu também, Vero... te amo. Você é minha. Abracei ela forte enquanto ela continuava se movendo. O som da minha pica e da buceta dela se chocando se misturava com os soluços dela, meus gemidos, a respiração dela partida. A gente trepava com amor, com loucura, com perdão. E quando gozei dentro dela, ela também tremeu, gozou gemendo meu nome, com os olhos fechados e o corpo sacudindo. Caímos juntos no sofá. Grudados. Molhados. Chorando os dois. E aí, ela riu baixinho. —Sua mãe me odeia? —Não. Ela mandou eu te buscar. Verônica cobriu o rosto. —Quero morrer... —Não. Fica viva. Eu te quero assim. Inteira. Pra sempre. E naquela noite, dormi dentro dela. Literalmente. E emocionalmente.Relatos eroticosA relação com a mamãe tinha se transformado. Não havia mais tensão. Só uma aceitação madura, estranha no começo, mas real. Ela olhava pra gente com respeito, com resignação, e até com carinho. Entendeu que o nosso negócio não era um capricho. Era fogo, sim. Mas também era amor.

A Verónica voltou a entrar em casa como amiga. Mas agora, todo mundo sabia que ela saía como amante.

Numa noite qualquer, a mamãe tocou meu ombro antes de ir dormir.

— Tô te notando diferente — falou —. Mais homem. Mais centrado. Não sei se é a Verónica ou o que ela despertou em você… mas dá pra ver. E mesmo que seja difícil, tô feliz.

Não soube o que responder. Só abracei ela.

E aquele foi o verdadeiro perdão.

Na mesma noite, quando a Verónica chegou, não teve conversa.

Ela tirou a roupa em silêncio. Me olhou com os olhos brilhando, e sentou em cima de mim com a força de uma mulher que não se esconde mais.

Ela me montou devagar. Lento. Com os olhos fixos nos meus. Não tava atrás do orgasmo… tava atrás de conexão. De pertencimento.

— Nunca pensei que isso ia acontecer — sussurrou, ofegante —. Que sua mãe fosse me abraçar. Que fosse me aceitar. Que eu fosse te sentir tão dentro de mim, sem culpa.

Os quadris dela se moviam como ondas. A buceta dela me encharcava. Cada vez que ela descia em mim, ela gemia com a voz trêmula.

— Você é meu lugar — gemeu —. Minha casa. Meu homem.

Segurei a cintura dela e empurrei com mais força. O corpo dela vibrava. Enchi ela uma, duas, três vezes. Gozamos abraçados, como se o orgasmo também fosse um jeito de morar um dentro do outro.relatos pornoNão houve palavras depois. Só carícias. E um silêncio cheio de significado.

Dias depois, mamãe, Verônica e eu sentamos no quintal. Uma cerveja, uma conversa descontraída.

Mamãe olhou pra Verônica e disse algo que fechou o ciclo:

— No fim, você não era uma ameaça. Só era a mulher certa… no momento errado.

— Ou o momento era perfeito, mas ninguém entendia ainda — respondeu Verônica.

Brindamos. Rimos. E por dentro, eu sabia que aquele era o fim. Não da história, mas da culpa.

Porque o proibido, quando se torna verdade, deixa de ser pecado… e vira lar.vadia milf


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4 comentários - A Amiga da Minha Mãe - Parte 2

Espectacular increíblemente buenísimo muy sentido, SOS un genio.