A tarde passou e a noite chegou. Depois da trepada da soneca, a gente tinha dormido de novo, mas depois de um tempinho levantamos todos, eu fui tomar banho e a Sofi veio comigo. Não transamos, mas ficamos nos tocando e nos chupando um pouco.
- Tá feliz de ter se decidido a vir?
- Óbvio! Isso tá sendo foda demais.
Ela falou isso e me deu um beijo enorme. Nos abraçamos e nossos corpos se apertaram. A pica começou a endurecer. A Sofi percebeu e pegou nela. Envolveu com a mão inteira e bateu duas ou três vezes, e soltou de repente. Ela se virou e começou a sair. Quando já tava fora do box do chuveiro, virou.
- Melhor guardar energia, porque essa noite você vai precisar.
Ela foi embora assim, se secou e vestiu uma tanga de algodão e uma camiseta comprida. A Belu tava na mesa da cozinha, com o notebook. Só usava um conjunto de roupa íntima tipo esportivo. A Sofi sentou na mesa e começaram a conversar. Daí a pouco, as duas olharam pra onde eu tava e riram.
Saí do banho, me sequei, vesti uma cueca boxer e uma camiseta e fui pra cozinha.
- Qual é, vocês? Já tão conversando como se se conhecessem a vida inteira.
A Sofi olhou pra Belu e disse.
- Bom, a gente se conhece bem. Né?
A Belu se adiantou e deu um beijo na boca dela.
Já eram quase 21h. Saí pra fora da cabana e liguei pra casa. Supostamente eu tava a caminho de um poço em Neuquén. Tava tudo bem. A ligação durou uns 15 minutos.
Quando subi na cabana, a luz tava mais baixa. A Sofi não tava à vista e a Belu pegou na minha mão e me deu um beijo longo, daqueles que você não quer que acabem.
- Vem, senta - ela falou e mostrou um sofá.
Sentei no sofá, a Belu tirou minha camiseta e colocou meus braços nos apoios. De algum lugar, ela tirou uma corda, fina mas forte, e amarrou meus pulsos no sofá. Quando terminou, tentei me soltar e não consegui. A Belu me deu outro beijo longo, virou o sofá pra ficar de frente pra cama e tirou o boxer, me deixando pelado no sofá.
Depois disso, tirou toda a roupa que tava vestindo, fez uma bolinha com a tanga e passou no meu nariz. Em seguida, foi andando devagar em direção ao banheiro.
Passaram alguns minutos e eu continuava sozinho, de repente Sofi e Belu apareceram saindo do banheiro.
As duas estavam vestidas. Usavam vestidos justos, sandálias de salto agulha.
Sofi avançou primeiro e parou na minha frente, entre o sofá e a cama, mas nem parou pra me olhar. Ficou encarando a Belén.
Belén se aproximou dela e, quando se encontraram, bem na minha frente, começaram a se beijar. As línguas das duas percorriam a boca uma da outra, as mãos procuravam lugares pra se agarrar. Depois de alguns momentos se beijando de frente, Belu abaixou o zíper do vestido da Sofi e, bem devagar e com cuidado, foi descendo até o chão.
A visão era de parar o coração. Sofi tava usando um conjunto de lingerie branco. Sutiã, tanga e um arnês de tiras finas brancas que marcavam a bunda dela lindamente. O toque final eram umas sandálias abertas de salto agulha com tirinhas que subiam pelas pernas e amarravam.
As duas garotas continuaram se beijando e agora Sofi tirou o vestido da Belu. O conjunto da Belu era preto. Sutiã, tanga, cinta-liga e meia, com sandálias pretas de poucas tiras e fivelas no tornozelo.
As mãos da Sofi percorreram a bunda da Belén até as costas, e as da Belu foram das costas da Sofi até a bunda dela.
Eu tava no limite, minha pica tava duríssima, mas não podia nem tocar nela.
As duas continuaram se beijando, se olhavam nos olhos e, se eu não as conhecesse, juraria que estavam apaixonadas, se olhavam com mais do que luxúria.
Belu sentou a Sofi na cama e se jogou em cima dela. As mãos e os beijos continuavam. As mãos habilidosas da Belu já tinham tirado o sutiã da Sofi, e os peitos lindos dela estavam à mostra. Belu partiu pra ação rapidinho e começou a chupar os peitos da Sofi. Sofi embaixo, Belu em cima. Enquanto Belu chupava os peitos dela, Sofi esticou os braços e tirou o sutiã da Belén. Entre os peitos chupados e os peitos caídos, eu estava extasiado.
As garotas se viraram, e foi a vez da Sofi chupar os peitos. Ela se apoiou de quatro sobre ela, e a Belu relaxou, colocando os braços sobre a cabeça, enquanto sentia a língua e os lábios da Sofi nos mamilos.
Ficaram assim por um tempinho, até a Sofi começar a descer pela barriguinha da Belu com beijinhos e lambidas. Chegou na calcinha fio dental e tirou ela devagar. A Belu levantou a bunda pra facilitar, e a Sofi foi puxando a calcinha devagar, aproveitando pra acariciar as pernas, das coxas até os tornozelos. Com a entreperna livre de obstáculos, a Sofi se acomodou e foi levando a boca devagar até a buceta da Belu. Ia beijando a parte interna das pernas e parou nas coxas da Belu por uns segundos, passando a língua bem devagar. A cara de prazer da Belu era suprema.
A primeira lambida foi evidente. A Belu arqueou as costas e abriu bem a boca. A língua da Sofi mal tocava os lábios da Belu, que com as mãos ajudava a separar as dobras, pra facilitar o acesso às partes mais suculentas dela.
A Sofi foi direto e começou a chupar a buceta com constância e energia. De onde eu estava, não conseguia ver tudo, mas era óbvio que a Belu estava se divertindo pra caralho e que a Sofi sabia o que fazia. A língua dela se movia quase sempre pra cima, e a cada duas ou três chupadas, a boca dela pousava no clitóris e sugava um pouco.
Não sei em que momento, mas percebi que a Sofi, além de tudo isso, estava enfiando um dedo.
A Belu estava extasiada e não demorou a ter o primeiro orgasmo da noite. Levou um tempinho pra se recuperar, e durante esse tempo, a Sofi subiu pra beijar e acariciar ela.
A Belu virou ela de novo. Agora era a Sofi que estava de costas. Trocaram uns beijos, mas a Belu foi rápido pra baixo. Chupou um pouco os peitos dela, e depois seguiu para a entreperna. A calcinha fio dental da Sofi voou na mesma velocidade. A Belu pegou um dos pés da Sofi e começou a beijar com os sapatos calçados. Passou a língua nos dedinhos e começou a subir até os tornozelos. Sofi estava com as pernas bem abertas e se tocando enquanto Belu ia beijando na altura dos joelhos. Com uma mão, ela mesma se esfregava e com a outra apertava um peito, beliscando o mamilo.
Belu não perdeu tempo e, vendo que tudo estava pronto e lubrificado, mergulhou na pussy. A língua entrou com energia, fazendo barulhos e sugando. Sofi tinha sido suave e calma. Belu estava atacando a pussy. Sofi se contorcia, olhando para Belu e esfregando os dois peitos com as mãos. Belu insistiu, mas depois de um minuto virou ela, deixando de quatro, com os peitos balançando.
Belu continuou chupando a entreperna por trás, lambendo bem na frente e terminando além da bunda da Sofi.
A cada terceira ou quarta passada de língua, ficava um pouco mais de tempo no cu, até que no final, dedicou toda a energia ali.
Sofi voltou a esfregar o clitóris enquanto Belu dedicava a energia na bunda dela.
Eu tava explodindo, com o cock mais duro que um poste de cimento e sem poder me tocar.
Belu alternava a língua e os dedos e depois de uns minutos Sofi ficou pronta. Chegou na gaveta do criado-mudo e pegou um plug que estava ali e colocou.
Assim que terminou isso, Sofi se levantou e elas se beijaram de novo. Belu deitou de barriga para baixo na cama e Sofi começou a devolver o favor anal. Com dois dedos explorava a pussy, enquanto com a língua passava no buraquinho traseiro. Os dedos da Sofi saíram bem lubrificados da pussy da Belén e foram direto pra bunda. Da mesma gaveta apareceu outro plug e terminou firmemente colocado no reto da Belén.
As duas já estavam completamente peladas, exceto pelos sapatos. A cinta liga de Belén e o arnês de tiras brancas da Sofi.
Elas se beijaram de novo na cama e se ajeitaram pra se lamberem. Belén embaixo e Sofi em cima. No começo foi suave, mas rapidamente começaram a aumentar o ritmo das chupadas. Sofi gozou de novo e apoiou a cabeça na barriguinha da Belu. Assim que recuperou o fôlego, voltou a chupar a Belu, fazendo ela gozar também.
As duas se ajeitaram e trocavam beijinhos suaves pelo corpo todo.
Sofi levantou primeiro e veio na minha direção. Atrás vinha a Belu. Elas se ajoelharam na minha frente e começaram a se aproximar do meu pau, mas não encostavam. Belu pegava ele, batia uma punheta umas vezes e soltava. Sofi colocava na boca, chupava um pouco e largava. Tavam me deixando louco.
— Tive uma ideia — falei pra elas — Vocês me soltam e eu arrebento a bunda de vocês duas.
— E se você ficar aí a noite toda e a bunda da Sofi for eu quem arrebentar? — Belu desafiou.
— E se eu arrebentar a sua primeiro? — Sofi rebateu.
— Meninas, pelo amor de Deus, meu pau vai explodir.
Sofi olhou pra Belu e deu um beijo longo nela. Por um momento achei que tinham se esquecido de mim de novo.
Belén se separou de repente da Sofi, me olhou e disse:
— Chega, preciso de um pau que me parta no meio.
Belu desamarrou uma das minhas mãos e Sofi a outra.
Levantei e agarrei a Belu com força, levei ela até a cama, coloquei ela de quatro e enfiei até o fundo da buceta.
— Me come com força — pedia Belén.
Comecei a meter com força. Sofi tava do meu lado, se esfregando nos peitos.
— Fica do lado, de quatro também.
Sofi se posicionou à esquerda da Belu e abriu a própria buceta com os dedos.
Sem parar de meter na Belén, enfiei os dedos na buceta da Sofi e com o polegar mexi o plugue pros lados.
Saí de dentro da Belu e enfiei na Sofi, comecei a meter com força de novo. Com a outra mão, comecei a bater uma punheta pra Belu enquanto apertava o plugue nela.
Eu tava em êxtase com a vista e lembrando o show dessas duas fêmeas transando entre si, quando a Sofi começou a gemer pelo orgasmo que estava tendo. Quando terminou, eu me coloquei de novo atrás da Belén, e a Sofi desabou no sofá.
A Belu se virou e me olhou:
- Enche minha buceta de porra, por favor.
- Não - eu disse - essa gozada você vai engolir até a última gota.
Comecei a meter forte, penetrações profundas e outras curtas, mas sempre com força. A Belu começou a gemer e gozou de novo. Eu já estava muito perto.
- Se prepara, Belu.
A Belén se mexeu e eu tirei. Ela se ajoelhou e colocou a boca no meu pau. Enquanto eu me masturbava, ela chupava minha glande e me fez gozar com muita força. Gozei abundantemente na boca dela, e ela não deixou cair nem um pouquinho.
Quando terminei, ela foi até onde a Sofi estava e se beijaram, compartilhando minha porra.
Precisava me recuperar, porque ainda tinha duas rabetas pra arrombar essa noite.
- Tá feliz de ter se decidido a vir?
- Óbvio! Isso tá sendo foda demais.
Ela falou isso e me deu um beijo enorme. Nos abraçamos e nossos corpos se apertaram. A pica começou a endurecer. A Sofi percebeu e pegou nela. Envolveu com a mão inteira e bateu duas ou três vezes, e soltou de repente. Ela se virou e começou a sair. Quando já tava fora do box do chuveiro, virou.
- Melhor guardar energia, porque essa noite você vai precisar.
Ela foi embora assim, se secou e vestiu uma tanga de algodão e uma camiseta comprida. A Belu tava na mesa da cozinha, com o notebook. Só usava um conjunto de roupa íntima tipo esportivo. A Sofi sentou na mesa e começaram a conversar. Daí a pouco, as duas olharam pra onde eu tava e riram.
Saí do banho, me sequei, vesti uma cueca boxer e uma camiseta e fui pra cozinha.
- Qual é, vocês? Já tão conversando como se se conhecessem a vida inteira.
A Sofi olhou pra Belu e disse.
- Bom, a gente se conhece bem. Né?
A Belu se adiantou e deu um beijo na boca dela.
Já eram quase 21h. Saí pra fora da cabana e liguei pra casa. Supostamente eu tava a caminho de um poço em Neuquén. Tava tudo bem. A ligação durou uns 15 minutos.
Quando subi na cabana, a luz tava mais baixa. A Sofi não tava à vista e a Belu pegou na minha mão e me deu um beijo longo, daqueles que você não quer que acabem.
- Vem, senta - ela falou e mostrou um sofá.
Sentei no sofá, a Belu tirou minha camiseta e colocou meus braços nos apoios. De algum lugar, ela tirou uma corda, fina mas forte, e amarrou meus pulsos no sofá. Quando terminou, tentei me soltar e não consegui. A Belu me deu outro beijo longo, virou o sofá pra ficar de frente pra cama e tirou o boxer, me deixando pelado no sofá.
Depois disso, tirou toda a roupa que tava vestindo, fez uma bolinha com a tanga e passou no meu nariz. Em seguida, foi andando devagar em direção ao banheiro.
Passaram alguns minutos e eu continuava sozinho, de repente Sofi e Belu apareceram saindo do banheiro.
As duas estavam vestidas. Usavam vestidos justos, sandálias de salto agulha.
Sofi avançou primeiro e parou na minha frente, entre o sofá e a cama, mas nem parou pra me olhar. Ficou encarando a Belén.
Belén se aproximou dela e, quando se encontraram, bem na minha frente, começaram a se beijar. As línguas das duas percorriam a boca uma da outra, as mãos procuravam lugares pra se agarrar. Depois de alguns momentos se beijando de frente, Belu abaixou o zíper do vestido da Sofi e, bem devagar e com cuidado, foi descendo até o chão.
A visão era de parar o coração. Sofi tava usando um conjunto de lingerie branco. Sutiã, tanga e um arnês de tiras finas brancas que marcavam a bunda dela lindamente. O toque final eram umas sandálias abertas de salto agulha com tirinhas que subiam pelas pernas e amarravam.
As duas garotas continuaram se beijando e agora Sofi tirou o vestido da Belu. O conjunto da Belu era preto. Sutiã, tanga, cinta-liga e meia, com sandálias pretas de poucas tiras e fivelas no tornozelo.
As mãos da Sofi percorreram a bunda da Belén até as costas, e as da Belu foram das costas da Sofi até a bunda dela.
Eu tava no limite, minha pica tava duríssima, mas não podia nem tocar nela.
As duas continuaram se beijando, se olhavam nos olhos e, se eu não as conhecesse, juraria que estavam apaixonadas, se olhavam com mais do que luxúria.
Belu sentou a Sofi na cama e se jogou em cima dela. As mãos e os beijos continuavam. As mãos habilidosas da Belu já tinham tirado o sutiã da Sofi, e os peitos lindos dela estavam à mostra. Belu partiu pra ação rapidinho e começou a chupar os peitos da Sofi. Sofi embaixo, Belu em cima. Enquanto Belu chupava os peitos dela, Sofi esticou os braços e tirou o sutiã da Belén. Entre os peitos chupados e os peitos caídos, eu estava extasiado.
As garotas se viraram, e foi a vez da Sofi chupar os peitos. Ela se apoiou de quatro sobre ela, e a Belu relaxou, colocando os braços sobre a cabeça, enquanto sentia a língua e os lábios da Sofi nos mamilos.
Ficaram assim por um tempinho, até a Sofi começar a descer pela barriguinha da Belu com beijinhos e lambidas. Chegou na calcinha fio dental e tirou ela devagar. A Belu levantou a bunda pra facilitar, e a Sofi foi puxando a calcinha devagar, aproveitando pra acariciar as pernas, das coxas até os tornozelos. Com a entreperna livre de obstáculos, a Sofi se acomodou e foi levando a boca devagar até a buceta da Belu. Ia beijando a parte interna das pernas e parou nas coxas da Belu por uns segundos, passando a língua bem devagar. A cara de prazer da Belu era suprema.
A primeira lambida foi evidente. A Belu arqueou as costas e abriu bem a boca. A língua da Sofi mal tocava os lábios da Belu, que com as mãos ajudava a separar as dobras, pra facilitar o acesso às partes mais suculentas dela.
A Sofi foi direto e começou a chupar a buceta com constância e energia. De onde eu estava, não conseguia ver tudo, mas era óbvio que a Belu estava se divertindo pra caralho e que a Sofi sabia o que fazia. A língua dela se movia quase sempre pra cima, e a cada duas ou três chupadas, a boca dela pousava no clitóris e sugava um pouco.
Não sei em que momento, mas percebi que a Sofi, além de tudo isso, estava enfiando um dedo.
A Belu estava extasiada e não demorou a ter o primeiro orgasmo da noite. Levou um tempinho pra se recuperar, e durante esse tempo, a Sofi subiu pra beijar e acariciar ela.
A Belu virou ela de novo. Agora era a Sofi que estava de costas. Trocaram uns beijos, mas a Belu foi rápido pra baixo. Chupou um pouco os peitos dela, e depois seguiu para a entreperna. A calcinha fio dental da Sofi voou na mesma velocidade. A Belu pegou um dos pés da Sofi e começou a beijar com os sapatos calçados. Passou a língua nos dedinhos e começou a subir até os tornozelos. Sofi estava com as pernas bem abertas e se tocando enquanto Belu ia beijando na altura dos joelhos. Com uma mão, ela mesma se esfregava e com a outra apertava um peito, beliscando o mamilo.
Belu não perdeu tempo e, vendo que tudo estava pronto e lubrificado, mergulhou na pussy. A língua entrou com energia, fazendo barulhos e sugando. Sofi tinha sido suave e calma. Belu estava atacando a pussy. Sofi se contorcia, olhando para Belu e esfregando os dois peitos com as mãos. Belu insistiu, mas depois de um minuto virou ela, deixando de quatro, com os peitos balançando.
Belu continuou chupando a entreperna por trás, lambendo bem na frente e terminando além da bunda da Sofi.
A cada terceira ou quarta passada de língua, ficava um pouco mais de tempo no cu, até que no final, dedicou toda a energia ali.
Sofi voltou a esfregar o clitóris enquanto Belu dedicava a energia na bunda dela.
Eu tava explodindo, com o cock mais duro que um poste de cimento e sem poder me tocar.
Belu alternava a língua e os dedos e depois de uns minutos Sofi ficou pronta. Chegou na gaveta do criado-mudo e pegou um plug que estava ali e colocou.
Assim que terminou isso, Sofi se levantou e elas se beijaram de novo. Belu deitou de barriga para baixo na cama e Sofi começou a devolver o favor anal. Com dois dedos explorava a pussy, enquanto com a língua passava no buraquinho traseiro. Os dedos da Sofi saíram bem lubrificados da pussy da Belén e foram direto pra bunda. Da mesma gaveta apareceu outro plug e terminou firmemente colocado no reto da Belén.
As duas já estavam completamente peladas, exceto pelos sapatos. A cinta liga de Belén e o arnês de tiras brancas da Sofi.
Elas se beijaram de novo na cama e se ajeitaram pra se lamberem. Belén embaixo e Sofi em cima. No começo foi suave, mas rapidamente começaram a aumentar o ritmo das chupadas. Sofi gozou de novo e apoiou a cabeça na barriguinha da Belu. Assim que recuperou o fôlego, voltou a chupar a Belu, fazendo ela gozar também.
As duas se ajeitaram e trocavam beijinhos suaves pelo corpo todo.
Sofi levantou primeiro e veio na minha direção. Atrás vinha a Belu. Elas se ajoelharam na minha frente e começaram a se aproximar do meu pau, mas não encostavam. Belu pegava ele, batia uma punheta umas vezes e soltava. Sofi colocava na boca, chupava um pouco e largava. Tavam me deixando louco.
— Tive uma ideia — falei pra elas — Vocês me soltam e eu arrebento a bunda de vocês duas.
— E se você ficar aí a noite toda e a bunda da Sofi for eu quem arrebentar? — Belu desafiou.
— E se eu arrebentar a sua primeiro? — Sofi rebateu.
— Meninas, pelo amor de Deus, meu pau vai explodir.
Sofi olhou pra Belu e deu um beijo longo nela. Por um momento achei que tinham se esquecido de mim de novo.
Belén se separou de repente da Sofi, me olhou e disse:
— Chega, preciso de um pau que me parta no meio.
Belu desamarrou uma das minhas mãos e Sofi a outra.
Levantei e agarrei a Belu com força, levei ela até a cama, coloquei ela de quatro e enfiei até o fundo da buceta.
— Me come com força — pedia Belén.
Comecei a meter com força. Sofi tava do meu lado, se esfregando nos peitos.
— Fica do lado, de quatro também.
Sofi se posicionou à esquerda da Belu e abriu a própria buceta com os dedos.
Sem parar de meter na Belén, enfiei os dedos na buceta da Sofi e com o polegar mexi o plugue pros lados.
Saí de dentro da Belu e enfiei na Sofi, comecei a meter com força de novo. Com a outra mão, comecei a bater uma punheta pra Belu enquanto apertava o plugue nela.
Eu tava em êxtase com a vista e lembrando o show dessas duas fêmeas transando entre si, quando a Sofi começou a gemer pelo orgasmo que estava tendo. Quando terminou, eu me coloquei de novo atrás da Belén, e a Sofi desabou no sofá.
A Belu se virou e me olhou:
- Enche minha buceta de porra, por favor.
- Não - eu disse - essa gozada você vai engolir até a última gota.
Comecei a meter forte, penetrações profundas e outras curtas, mas sempre com força. A Belu começou a gemer e gozou de novo. Eu já estava muito perto.
- Se prepara, Belu.
A Belén se mexeu e eu tirei. Ela se ajoelhou e colocou a boca no meu pau. Enquanto eu me masturbava, ela chupava minha glande e me fez gozar com muita força. Gozei abundantemente na boca dela, e ela não deixou cair nem um pouquinho.
Quando terminei, ela foi até onde a Sofi estava e se beijaram, compartilhando minha porra.
Precisava me recuperar, porque ainda tinha duas rabetas pra arrombar essa noite.
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