Acontece que uns dias atrás foi o aniversário de um amigo e pra comemorar ele fez um churrasco em casa. É um amigo que fiz recentemente e não tenho ninguém em comum com ele. Quando cheguei, já tinha alguns amigos dele reunidos na churrasqueira tomando umas cervejas, então me aproximei e comecei a beber. Éramos todos homens até que desceu a mãe desse cara, que claramente eu não conhecia. Uma senhora de uns 50 anos (eu tenho 29), nem tão acabada nem tão gostosa, mas… eu já tinha reparado nela. Acontece que entre um gole e outro eu já tava bem bêbado, pra falar a verdade, e não sei por que, num certo momento percebo que a coroa tá sentada do meu lado, e sem pensar que poderia dar muito errado, estendi minha mão por trás dela e bem devagar comecei a apalpar a bunda dela. Como senti que ela não disse nem fez nada, comecei a apertar com mais vontade, apertando a nádega dela e ela como se nada fosse. Assim por uns 5 minutos, enquanto a gente continuava todo mundo reunido no escuro ao redor da churrasqueira. Eu tava com o pau duro, tava apalpando a bunda da coroa, apertando com força, claramente ela tava sentindo que eu tava tocando ela, mas tava como se nada, conversando com os outros, rindo, como se nada tivesse acontecendo, e isso me deixava louco. Depois desses 5 minutos, ela disse que ia pegar umas coisas na cozinha, levantou e entrou em casa. Eu percebi que podia ser minha chance e falei pro meu amigo que ia passar no banheiro. A essa altura, quero deixar claro que tava muito bêbado, se não fosse isso, não sei se teria coragem, mas foi assim que aconteceu. Quando subi em casa pra ir no banheiro, a coroa tava sozinha na cozinha, então me aproximei pra sondar a situação. Quando ela me viu entrar, notei que ficou muito nervosa e eu falei: — Posso ajudar com alguma coisa? Ela: — Você é um abusado. Eu: — Por quê? Ela: — Sabe muito bem por quê. Eu: — Não gostou dos carinhos? Ela: — Fiquei paralisada, ainda mais que meu filho tá lá embaixo. Eu: — Aqui estamos sozinhos. Ela: — O que você quer? Aí peguei ela pela mão. Levei ela até o banheiro e me tranquei com ela. Depois de travar a porta, me virei e, sem dizer uma palavra, enfiei a boca na dela. Ela mesma tirou o moletom, ficou só de peitos, e eu meti a mão lá embaixo. A coroa tava toda molhada, mais do que gelada — com a mão na bunda dela, a velha tinha ficado com um tesão do caralho. Depois de apalpar um pouco, ela tava me implorando pra meter. Virei ela, terminei de tirar a calça e aí vi que a coroa tava usando uma calcinha fio dental minúscula que explodiu minha cabeça de tanta excitação. Na hora, meti de pé mesmo naquela buceta depilada, um pouco judiada pela idade, mas nem por isso deixava de ser um bocetão. Dei uma rapidinha de uns cinco minutos porque ela, a cada dois segundos, falava: "vai subir alguém, vai subir alguém". Então a gente fez rápido. Falei que ia gozar e ela pediu pra eu acabar na boca dela. Deixei a boquinha dela cheia de porra e a putinha engoliu tudo, disse que adorou, vestiu a calça e saiu do banheiro. Eu fiquei lá parado, todo gozado, sem acreditar no que tinha acontecido. Me limpei, desci, e lá estava ela sentada, fingindo que nada tinha rolado. Depois foi dormir e não vi mais ela até hoje. Tô procurando uma desculpa pra ir na casa dela e ver ela de novo.
2 comentários - La mamá de mi amigo