Dia 2
Naquela noite, eu estava em casa prestes a dormir quando recebi uma mensagem do Cristian com instruções para o dia seguinte.
Cristian: "slutty, hoje você se comportou bem, exceto por ter chegado atrasada — não pense que esqueci. Amanhã você vai receber seu castigo. Quero você aqui na minha casa às 11. Se chegar atrasada, seu castigo vai ser pior. Traga meias vermelhas e calcinha vermelha por baixo, igual hoje. Mas, além disso, na sua mochila, preciso que você traga umas calcinhas sujas da sua mãe e umas da sua irmã (minha irmã tem 18). As mais sujas que encontrar. Se não trouxer, isso acaba aqui e eu vou te expor."
Karla: Sim, meu amo. Vou estar lá e vou levar o que o senhor mandou.
Cristian: Muito bem, foxy. Te espero amanhã.
Fiquei com medo do que o Cristian faria com as roupas usadas da minha mãe e da minha irmã, mas não tinha escolha. Então preferi dormir para não pensar mais nisso.
No domingo de manhã, acordei e me preparei para ir à casa do meu amo. Já estava quase na hora de sair, então fui até o cesto de roupa suja e procurei as calcinhas mais sujas que encontrei da minha mãe e da minha irmã. Elas ainda estavam úmidas. As da minha mãe tinham umas manchas brancas, e as da minha irmã, umas manchas amarelas e marrons. Senti muito nojo só de pensar no que o Cristian faria com elas, mas coloquei na minha mochila e fui para a casa dele.
Dessa vez cheguei mais cedo e repeti o processo: tirei a roupa, fiquei só de meias e calcinha, coloquei os sapatos de colégio, me ajoelhei e bati na porta. O Cristian abriu, colocou a coleira com a guia em mim e me levou para dentro do apartamento. Dessa vez ele estava sozinho.
Cristian: Vejo que você é bem obediente, slutty, mas não esqueci que ontem você chegou 30 segundos atrasada. Então a primeira coisa do dia de hoje vai ser te dar um castigo — ou pelo menos a primeira parte.
Cristian pegou as duas calcinhas na minha mochila e jogou no chão na minha frente.
Cristian: Primeiro, escolhe uma. Quando você souber qual é, pega com a boca e me entrega. Vou deixar você decidir por qual começa seu castigo.
Fiquei pensando e já imaginava o que vinha por aí. então pensei qual me dava menos nojo de cheirar, então decidi primeiro pela da minha mãe. me abaixei e senti o aroma, uma mistura de fluidos depois do sexo e, com um pouco de nojo, peguei com os dentes e coloquei na mão do Cristian.
Cristian: HAHAHAHA que pervertida você é, vagabunda. quer provar primeiro os fluidos dos seus pais? muito bem, anda.
Ele me levou engatinhando até o quarto e me subiu na cama. fiquei de quatro com a bunda pro ar. ele chegou perto do meu rosto e colocou a calcinha da minha mãe na minha cara, apertando contra meu nariz.
Cristian: Agora respira fundo, vagabunda HAHAHA. já que você chegou 30 segundos atrasada, seu castigo vai ser 30 palmadas. e depois de cada palmada, você vai contar e me agradecer por educar uma puta como você. e vai ficar com a calcinha da puta da sua mãe na cara enquanto eu te bato. quero ouvir inspirações fortes. entendeu, raposinha?
Karla: Sim, amor, entendido.
A calcinha da minha mãe tinha um cheiro muito forte, tipo de peixe. imaginei que ela tinha usado numa noite de sexo com meu pai, e eu estava ali cheirando aquilo. me senti uma degenerada. e quando falava, sentia o gosto nos meus lábios.
Karla: Sim, amor, entendido.
Pensei que ia ser com a mão, mas estava muito enganada. ouvi o Cristian desafivelar e tirar o cinto. senti um medo terrível, sabia que ia doer.
Cristian me deu a primeira palmada e eu soltei um gemido de dor.
Karla: Um, obrigada por educar uma puta como eu, amor. Dois, obrigada por educar uma puta como eu. Três, obrigada por educar uma puta como eu. Quatro, obrigada por educar uma puta como eu.
Cristian: Qual é o cheiro da calcinha da sua mãe, vagabunda?
Karla: Cheira a puta, amor (falei quase chorando).
Cristian: Isso mesmo, raposinha. você é tão puta quanto sua mãe. continua contando.
Assim ficamos pelos próximos 26 golpes. eu chorando e contando, e ele me obrigando a responder perguntas sobre o quão raposinha, puta e estúpida eu sou. quando finalmente terminou, ele tirou a calcinha do meu rosto. eu estava chorando, minha bunda estava vermelha e ardendo. Tinha marcas de todas as palmadas.
Cristian: Essa é a primeira parte do teu castigo. A segunda vai ser antes de tu ir embora. Tu tá uma nojeira. Arruma essa cara e veste o uniforme de empregada vermelho. Quando estiver pronta, começa a limpeza, mas deixa o banheiro por último e me avisa antes de fazer.
Para de choramingar, sua estúpida. (E antes de sair, cuspiu na minha cara.)
Quando recuperei um pouco de força, fui lavar o rosto e vesti meu uniforme vermelho pra começar a limpeza. Lavei a louça, passei o pano na casa e, antes de limpar os móveis, o Cristian me chamou na sala.
Cristian: Vem cá, puta, e de quatro.
Então fiquei de joelhos e fui de gatas até a sala.
Cristian: Já é hora de comer, puta. No fogão tem guisado. Vai e me serve. Ali mesmo tem teu arroz, e no chão teu prato. Serve também e traz os dois. Pode ficar de pé.
Assim fiz. Fui até a cozinha, servi um prato de guisado pra ele e coloquei arroz no meu prato de cachorro. Quando terminei, levei o prato dele até a mesa e coloquei o meu no chão.
Cristian: Muito bem. Vamos comer, mas tenho um tempero especial pra tua comida hoje.
Vi ele ir até a cozinha e voltar com um pote. Lá estava todo o sêmen que eu tinha juntado ontem com a boca e tudo que saiu do meu cu. Ele destampou, derramou um jato em cima do arroz, tampou e foi guardar. Voltou e sentou pra comer.
Cristian: Agora sim, bom apetite, putinha. Come.
Eu tava enojada, mas era uma ordem. Comecei a comer. Não conseguia parar de pensar que aquele gosto de sêmen todo tinha estado dentro de mim. De vez em quando dava ânsia, mas terminei tudo. Sabia que não podia deixar nada, senão seria castigada.
Quando terminei de comer, levantei os pratos pra lavar e fui limpar os móveis. Quando acabei, avisei o Cristian que só faltava o banheiro.
Ele me colocou de joelhos e me levou engatinhando até o quarto. Mandou eu tirar o uniforme e os sapatos, só deixou a lingerie. Me levou assim até o banheiro e me colocou no chuveiro. Lá dentro, ele abaixou a calça e eu já senti o que vinha. Ele veio e começou a mijar em cima de mim, e não só em mim, também no vaso e no chão.
Cristian: agora limpa toda essa bagunça, mas só pode usar a língua e uma escova de dentes pra detalhar, e de agora em diante essa vai ser sua escova de dentes também HAHAHA. Quando terminar, toma um banho e só pode usar água fria, não se veste depois disso e lava a roupa mijada no chuveiro.
Foi muito difícil terminar de limpar tudo e nojento pra caralho, mas eu fiz. Quando terminei, tomei banho e saí tremendo do chuveiro, mas já não podia me vestir. Avisei o amo Cristian e ele disse que antes de eu ir, teria a última parte do meu castigo. Então, pelada, ele me colocou de quatro de novo, mas dessa vez colocou a calcinha da minha irmã em mim. Cheirava um pouco a xixi e em algumas partes a cocô, porque ele colocou a parte da mancha marrom quase no meu nariz. Dessa vez ele me bateu com uma pá de madeira, que doeu um pouco menos que o cinto, mas com a mesma fórmula: agradecendo depois de cada palmada e me humilhando no processo. Também me fez dizer que a calcinha da minha irmã cheirava a puta e a promíscua.
Quando terminou, ele mandou eu ir de joelhos até a porta.
Cristian: Espero que hoje você tenha aprendido a ser pontual. Sei que você trabalha, então não vou te ver por uma semana, mas isso não quer dizer que vou parar de te humilhar. Quero que todo dia, por baixo da roupa do trabalho, você use meia-calça, calcinha e um plug anal, e me mande prova todo dia do seu trabalho. Sexta-feira eu vou te mandar instruções pro sábado, sua puta. Agora, vaza.
E ele me colocou pelada pra fora do apartamento. Me troquei e fui pra casa depois de mais um dia de humilhação. Espero que tenham gostado da parte 4 desse relato. Lembrando que estou procurando um amo dominante no Edomex ou na Cidade do México. Serei sua puta, escrava submisso pessoal. Podem me humilhar e degradar o quanto quiserem, não tenho dignidade. Também estou aberta a mulheres dominantes ou até casais.
Contato: ntv00092@gmail.com
Naquela noite, eu estava em casa prestes a dormir quando recebi uma mensagem do Cristian com instruções para o dia seguinte.
Cristian: "slutty, hoje você se comportou bem, exceto por ter chegado atrasada — não pense que esqueci. Amanhã você vai receber seu castigo. Quero você aqui na minha casa às 11. Se chegar atrasada, seu castigo vai ser pior. Traga meias vermelhas e calcinha vermelha por baixo, igual hoje. Mas, além disso, na sua mochila, preciso que você traga umas calcinhas sujas da sua mãe e umas da sua irmã (minha irmã tem 18). As mais sujas que encontrar. Se não trouxer, isso acaba aqui e eu vou te expor."
Karla: Sim, meu amo. Vou estar lá e vou levar o que o senhor mandou.
Cristian: Muito bem, foxy. Te espero amanhã.
Fiquei com medo do que o Cristian faria com as roupas usadas da minha mãe e da minha irmã, mas não tinha escolha. Então preferi dormir para não pensar mais nisso.
No domingo de manhã, acordei e me preparei para ir à casa do meu amo. Já estava quase na hora de sair, então fui até o cesto de roupa suja e procurei as calcinhas mais sujas que encontrei da minha mãe e da minha irmã. Elas ainda estavam úmidas. As da minha mãe tinham umas manchas brancas, e as da minha irmã, umas manchas amarelas e marrons. Senti muito nojo só de pensar no que o Cristian faria com elas, mas coloquei na minha mochila e fui para a casa dele.
Dessa vez cheguei mais cedo e repeti o processo: tirei a roupa, fiquei só de meias e calcinha, coloquei os sapatos de colégio, me ajoelhei e bati na porta. O Cristian abriu, colocou a coleira com a guia em mim e me levou para dentro do apartamento. Dessa vez ele estava sozinho.
Cristian: Vejo que você é bem obediente, slutty, mas não esqueci que ontem você chegou 30 segundos atrasada. Então a primeira coisa do dia de hoje vai ser te dar um castigo — ou pelo menos a primeira parte.
Cristian pegou as duas calcinhas na minha mochila e jogou no chão na minha frente.
Cristian: Primeiro, escolhe uma. Quando você souber qual é, pega com a boca e me entrega. Vou deixar você decidir por qual começa seu castigo.
Fiquei pensando e já imaginava o que vinha por aí. então pensei qual me dava menos nojo de cheirar, então decidi primeiro pela da minha mãe. me abaixei e senti o aroma, uma mistura de fluidos depois do sexo e, com um pouco de nojo, peguei com os dentes e coloquei na mão do Cristian.
Cristian: HAHAHAHA que pervertida você é, vagabunda. quer provar primeiro os fluidos dos seus pais? muito bem, anda.
Ele me levou engatinhando até o quarto e me subiu na cama. fiquei de quatro com a bunda pro ar. ele chegou perto do meu rosto e colocou a calcinha da minha mãe na minha cara, apertando contra meu nariz.
Cristian: Agora respira fundo, vagabunda HAHAHA. já que você chegou 30 segundos atrasada, seu castigo vai ser 30 palmadas. e depois de cada palmada, você vai contar e me agradecer por educar uma puta como você. e vai ficar com a calcinha da puta da sua mãe na cara enquanto eu te bato. quero ouvir inspirações fortes. entendeu, raposinha?
Karla: Sim, amor, entendido.
A calcinha da minha mãe tinha um cheiro muito forte, tipo de peixe. imaginei que ela tinha usado numa noite de sexo com meu pai, e eu estava ali cheirando aquilo. me senti uma degenerada. e quando falava, sentia o gosto nos meus lábios.
Karla: Sim, amor, entendido.
Pensei que ia ser com a mão, mas estava muito enganada. ouvi o Cristian desafivelar e tirar o cinto. senti um medo terrível, sabia que ia doer.
Cristian me deu a primeira palmada e eu soltei um gemido de dor.
Karla: Um, obrigada por educar uma puta como eu, amor. Dois, obrigada por educar uma puta como eu. Três, obrigada por educar uma puta como eu. Quatro, obrigada por educar uma puta como eu.
Cristian: Qual é o cheiro da calcinha da sua mãe, vagabunda?
Karla: Cheira a puta, amor (falei quase chorando).
Cristian: Isso mesmo, raposinha. você é tão puta quanto sua mãe. continua contando.
Assim ficamos pelos próximos 26 golpes. eu chorando e contando, e ele me obrigando a responder perguntas sobre o quão raposinha, puta e estúpida eu sou. quando finalmente terminou, ele tirou a calcinha do meu rosto. eu estava chorando, minha bunda estava vermelha e ardendo. Tinha marcas de todas as palmadas.
Cristian: Essa é a primeira parte do teu castigo. A segunda vai ser antes de tu ir embora. Tu tá uma nojeira. Arruma essa cara e veste o uniforme de empregada vermelho. Quando estiver pronta, começa a limpeza, mas deixa o banheiro por último e me avisa antes de fazer.
Para de choramingar, sua estúpida. (E antes de sair, cuspiu na minha cara.)
Quando recuperei um pouco de força, fui lavar o rosto e vesti meu uniforme vermelho pra começar a limpeza. Lavei a louça, passei o pano na casa e, antes de limpar os móveis, o Cristian me chamou na sala.
Cristian: Vem cá, puta, e de quatro.
Então fiquei de joelhos e fui de gatas até a sala.
Cristian: Já é hora de comer, puta. No fogão tem guisado. Vai e me serve. Ali mesmo tem teu arroz, e no chão teu prato. Serve também e traz os dois. Pode ficar de pé.
Assim fiz. Fui até a cozinha, servi um prato de guisado pra ele e coloquei arroz no meu prato de cachorro. Quando terminei, levei o prato dele até a mesa e coloquei o meu no chão.
Cristian: Muito bem. Vamos comer, mas tenho um tempero especial pra tua comida hoje.
Vi ele ir até a cozinha e voltar com um pote. Lá estava todo o sêmen que eu tinha juntado ontem com a boca e tudo que saiu do meu cu. Ele destampou, derramou um jato em cima do arroz, tampou e foi guardar. Voltou e sentou pra comer.
Cristian: Agora sim, bom apetite, putinha. Come.
Eu tava enojada, mas era uma ordem. Comecei a comer. Não conseguia parar de pensar que aquele gosto de sêmen todo tinha estado dentro de mim. De vez em quando dava ânsia, mas terminei tudo. Sabia que não podia deixar nada, senão seria castigada.
Quando terminei de comer, levantei os pratos pra lavar e fui limpar os móveis. Quando acabei, avisei o Cristian que só faltava o banheiro.
Ele me colocou de joelhos e me levou engatinhando até o quarto. Mandou eu tirar o uniforme e os sapatos, só deixou a lingerie. Me levou assim até o banheiro e me colocou no chuveiro. Lá dentro, ele abaixou a calça e eu já senti o que vinha. Ele veio e começou a mijar em cima de mim, e não só em mim, também no vaso e no chão.
Cristian: agora limpa toda essa bagunça, mas só pode usar a língua e uma escova de dentes pra detalhar, e de agora em diante essa vai ser sua escova de dentes também HAHAHA. Quando terminar, toma um banho e só pode usar água fria, não se veste depois disso e lava a roupa mijada no chuveiro.
Foi muito difícil terminar de limpar tudo e nojento pra caralho, mas eu fiz. Quando terminei, tomei banho e saí tremendo do chuveiro, mas já não podia me vestir. Avisei o amo Cristian e ele disse que antes de eu ir, teria a última parte do meu castigo. Então, pelada, ele me colocou de quatro de novo, mas dessa vez colocou a calcinha da minha irmã em mim. Cheirava um pouco a xixi e em algumas partes a cocô, porque ele colocou a parte da mancha marrom quase no meu nariz. Dessa vez ele me bateu com uma pá de madeira, que doeu um pouco menos que o cinto, mas com a mesma fórmula: agradecendo depois de cada palmada e me humilhando no processo. Também me fez dizer que a calcinha da minha irmã cheirava a puta e a promíscua.
Quando terminou, ele mandou eu ir de joelhos até a porta.
Cristian: Espero que hoje você tenha aprendido a ser pontual. Sei que você trabalha, então não vou te ver por uma semana, mas isso não quer dizer que vou parar de te humilhar. Quero que todo dia, por baixo da roupa do trabalho, você use meia-calça, calcinha e um plug anal, e me mande prova todo dia do seu trabalho. Sexta-feira eu vou te mandar instruções pro sábado, sua puta. Agora, vaza.
E ele me colocou pelada pra fora do apartamento. Me troquei e fui pra casa depois de mais um dia de humilhação. Espero que tenham gostado da parte 4 desse relato. Lembrando que estou procurando um amo dominante no Edomex ou na Cidade do México. Serei sua puta, escrava submisso pessoal. Podem me humilhar e degradar o quanto quiserem, não tenho dignidade. Também estou aberta a mulheres dominantes ou até casais.
Contato: ntv00092@gmail.com
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