A gente tinha combinado de ir a um hotel com uma fantasia que ela vinha planejando há meses. Eu tinha comprado as coisas que ela ia precisar: um conjunto lindo de lingerie preta, um sutiã transparente com renda, umas meias e um conjunto de ligas com um fio dental também de renda. E um plug anal pequeno. Na semana antes do sábado, a gente estava ensaiando como as coisas iam se desenrolar.
- Tem certeza? - perguntei por mensagem.
- Sim, tenho visto muitos vídeos sobre isso e a verdade é que me excita muito.
- Já comprei uma coisa pra você usar, bebê.
- Deixa eu ver - ela respondeu.
Mando as fotos da modelo com a lingerie, de frente e de costas.
- Nossa, isso tá incrível, mas não sei como vai ficar em mim.
- Vai ficar muito sexy, você vai ser a terapeuta mais gostosa e safada.
- E o que eu vou fazer com isso? - Ela me mandou uma foto da sua buceta, que estava coberta por um matagal de pelos pubianos que com certeza iam transbordar do fio dental pequeno. Fiquei duríssimo ao ver a imagem, ela a abria com os dedos, estava viscosa de tão molhada e o clitóris dela parecia inchado. Parecia que a ideia de realizar a fantasia a excitava muito. E eu também.
- Deixar ela pronta pra isso - respondi, enviando uma foto do meu pau duro.
- Tudo isso é pra mim? - Ela mandou uma foto dela mordendo o lábio de um jeito sensual, dava pra ver o canal entre os peitos num decote, ela não estava de sutiã e os mamilos estavam duros.
- Tudo é pra você, meu amor - falei.
Logo em seguida, ela manda um vídeo curto começando a se masturbar.
- Ai, papi, já quero que seja amanhã, tô com muita vontade de chupar seu pau.
O vídeo que recebi quase me fez gozar, ela estava esfregando os dedos no clitóris, dava pra ouvir a fricção com os pelos, depois enfiou os dedos na buceta, tirou eles cheios de líquido e levou à boca, chupou como uma verdadeira safada e depois lambeu os lábios.
- Que sexy e safada você tá - eu disse.
- É que me excita saber que amanhã vou ver meu paciente favorito.
- Sério? - perguntei.
- Sim, me diz. que sou uma das melhores fisioterapeutas que ele conhece, que sou muito inteligente e principalmente muito putinha – você vai ser a putinha dele? Ela não respondeu imediatamente, em vez disso, o que recebi foi um áudio que dizia – sou a putinha dos meus pacientes, adoro deixá-los ver meus peitos decotados e fico molhada quando os vejo ficar duros – dava pra ouvir a voz entrecortada e o barulho da sua buceta enquanto se masturbava – que promíscua você é – é que eu gosto muito de pica, meu amor – sério? – sim, queria que você estivesse aqui, pra poder chupar seu pau, meter seus dedos em mim e me foder até não aguentar mais – tô bem duro, bebê – deixa eu ver. Enviei uma foto do meu pau ereto, com a cabeça lubrificada. Ao que ela respondeu com uma foto dos seios sendo apertados pelos braços, com a língua pra fora, a legenda dizia “dá seu leite pra sua putinha”. Em seguida, mandei um vídeo meu jorrando vários jatos de porra, pensando no dia seguinte e em como os peitos dela, com aqueles mamilos morenos, me deixavam com tesão – que delícia o seu leite, meu amor. Concluímos nossa sessão de masturbação com um vídeo onde ela metia os dedos e dava pra ver a buceta contraindo num lindo orgasmo. No dia seguinte, passei cedo pra buscá-la, era um sábado quente, na minha mochila levava o que íamos usar: uma caixa de camisinhas, a lingerie e o plug anal. Quando a vi, ela estava maquiada, os lábios pintados de vermelho intenso, o cabelo ondulado brilhando sob a luz do sol e os olhos delineados, com uma mochila. Ela disse pra mãe que iríamos fazer um projeto da faculdade. No caminho, ela perguntou como era o quarto: um suíte simples, com uma cama, luzes dinâmicas e um espelho enorme sobre a cama. Eu ainda estava nervoso, sem saber como conduziríamos o roleplay. Chegando no quarto do hotel, a tensão era palpável. Coloquei uma música pra ambientar, comecei a mostrar a lingerie, ela tirou um pijama de cirurgia – queríamos caprichar na ambientação. Mostrei o plug e o lubrificante. Ela arreglou os olhos quando me viu - "Se quiser, te ajudo a colocar" - eu disse. Ela também rindo disse que sim. Pegou a roupa e foi ao banheiro, começou a se despir comigo expectante, eu queria me jogar e devorá-la, comer ela ali mesmo no banheiro, mas não, me contive. Quando ela tirou a calcinha, pude ver que tinha aparado os pelos pubianos, deixando apenas um triângulo sexy. Eu destapei o plug e o lubrificante, ela se virou, comecei beijando seu pescoço e acariciando seus seios para que fosse esquentando e relaxando. Desci do pescoço até as costas, percorrendo lentamente sua pele com minha língua, notando como sua pele arrepiou. Quando cheguei na bunda, separei suas nádegas um pouco, ela me ajudou empinando a bunda, meti meu rosto entre suas nádegas e lambi da buceta até o cu - "Nossa, que... aaaah... para" - ela gemeu. Fiquei um tempo dando um beijo negro até que suas pernas tremeram e ela não aguentou mais - "Só estou testando" - "Idiota, haha" - ela respondeu. Peguei o plug e com muito cuidado fui introduzindo - "Ai! AH AH AIII, NÃO BRINCA" - ela apertou os seios e pude ver como suas pernas quase cederam sob seu peso. Uma vez que estava pronta, ela pediu que eu saísse, não sem antes me dar um beijo longo e molhado. Eu esperei na cama, troquei de roupa por um moletom e uma camiseta confortável, sabia que precisava dessa roupa. Ela saiu depois de alguns minutos vestida de jaleco. Estava linda - "Certo, jovem, aqui diz" - começou lendo seu telefone - "que você precisa de reabilitação da rótula esquerda, certo." Ela se aproxima de mim e estende a mão - "Muito prazer, sou sua terapeuta responsável." Eu cumprimentei e entrei no meu papel - "Sim, doutora, dói bastante" - "Bom, vamos começar com uma massagem." Ela se inclina sobre mim e pude ver seu decote revelando a lingerie, separa minhas pernas e se ajoelha no meio - "Calma, é uma massagem simples" - "Faz esse serviço privado com todos os pacientes?" - "Com alguns" - disse e se ajoelhou entre minhas pernas, começando a massagear meu joelho - "Tem um pouco de aderência, na minha mochila tenho cremes, mas não vai funcionar com... Putz, acho que vamos ter que tirar o moletom.
- Tem certeza, doutora?
- Sim.
Ela se levantou e me deu as costas. Quando foi até a mochila, se inclinou e pude ver seu bumbum marcando no tecido da calça. Minha pica já ficou dura só com aquilo.
Quando voltou, ela disse:
- Preciso tirar o moletom, jovem.
Ela pegou no elástico e foi puxando. Meu pau estava preso só no moletom, porque não estava de cueca. Ele saiu feito uma mola, e ela expressou surpresa ao ver.
- Jovem! Por que não está de roupa íntima?!
- Não costumo usar, doutora. Incomoda?
- N... não.
Ela tocou um pouco e seguiu no papel de massagista.
- É que sua perna está muito tensa. Acho que você deveria ficar de pé e tentar caminhar um pouco.
Fiquei em pé enquanto ela continuava ajoelhada na minha frente. Meu pau ficou na altura do rosto dela.
- Que foi, doc?
- Nada, é que... acho que por hoje já deu. Está ficando tarde e meu namorado...
- Não me disse que tinha namorado.
Ela se levantou e ficou de frente para mim.
- Sim, estamos noivos. Na verdade, tenho o...
- Que anel, se não está usando nada, doutora?
- Isso não é da sua conta.
- Com certeza gosta de provocar seus pacientes.
Disse isso dando um beijo nela e apertando sua bunda. Ela correspondeu, mas no segundo seguinte se afastou e me deu um tapa.
- Não me desrespeite. Sou uma profissional.
- O cavalheiro não tira o valente, doutora.
- Como é?
- Pode ser profissional e ainda ser tão gostosa e puta assim.
Ela me deu outro tapa, mas eu segurei sua mão e a puxei contra mim.
- Não seja tão bruta. Você sabe o que quer.
- Solte-me, ou vou ter que...
- A silenciei com um beijo. Ela começou a resistir, tive que segurar sua cabeça para continuar beijando. Com uma mão, comecei a acariciar seu traseiro com força, apertando suas nádegas, amassando até deixar minha mão marcada. Passava meus dedos entre suas nádegas.
- Por favor, me solte. Não quero.
- Eu não sou bobo, doutora. Você queria isso.
Virei ela e comecei a apertar seus seios e a tirar pouco a pouco seu jaleco.
- Usa roupa de puta, doc. Tá vendo como é? se quer que eu te coma? Nos atracamos até a parede, ela ficando de joelhos na minha frente enquanto eu segurava violentamente seu cabelo -não a trago por você -então? -é para meu namorado Dou um tapa nela -seu namorado não está aqui -mas eu sou fiel a ele -pode ser namorada dele, mas hoje você vai ser minha putinha -nããão - comecei a esfregar meu pau na cara dela, apesar do papel ela estava começando a ficar excitada, os olhos brilhavam de luxúria e ela se deixava fazer-nunca fiz isso -nunca fez o que?-meu pau ficou tocando seus lábios -isso -que coisas? não entendo-outro tapa -chupar pau Comecei a empurrar contra seus lábios -cala a boca puta, abre a boca e se me morder vai se arrepender Comecei a meter na boca dela com violência, se ouvia o inconfundível "gogogo" de sua garganta, seus olhos lacrimejavam, ela tentava me afastar resistindo -Isso você gosta, né? -não, por favor me deixa ir -cala a boca-voltei a empurrar meu pau repetidas vezes, ela chupava, lambia a cabeça e brincava com a língua Suas mãos já estavam acariciando seus seios, apesar das queixas encenadas ela estava começando a se excitar com a situação -quer que eu pare? Ela assentiu com meu pau na boca -Então me faz gozar -se eu fizer isso você me deixa em paz? -isso depende -do que -de quanto eu gostar -você é um doente Ela pegou um elástico para amarrar o cabelo, ajustou o sutiã para mostrar os mamilos e se levantou Pegou meu pau e começou a me masturbar -não faço isso porque quero -Então? -cala a boca Me levou a um sofá que tinha um grande espelho na frente Começou a lamber minhas bolas e a gemer, chupava uma enquanto sua língua percorria toda a superfície dentro da boca, ela estava de bunda empinada na posição que eu via, botava a língua para fora e lambia o tronco, a ponta, fazia pressão com as bochechas -chupa assim pro seu namorado, doutora? -Cala a boca O boquete era de sonho, nunca tinha mamado com tanta luxúria e baba, dava pra ouvir a viscosidade no meu pau -vou gozar, doutora Ela sobe a velocidade da cabeçada e começou a gemer. Parecia não se importar, lambia, chupava, gemia, parava e brincava na minha glande com a língua. Eu estava quase explodindo, mas antes queria fazer uma coisa. Peguei seu cabelo e puxei forte para levantar seu rosto. Seu olhar refletia luxúria, desejo e excitação, tinha saliva escorrendo no queixo, os olhos lacrimejantes e respirava pausadamente.
- Você vai ser minha putinha hoje.
- Não, só vou fazer você gozar e vou embora.
- O único lugar que você vai hoje é pra cama, doutora.
- Por favor, me deixe ir.
Levantei ela e forcei a ficar de quatro. Ela resistia e pedia para eu parar, fizemos uma pequena luta até que consegui puxar seu calça de cirurgia para baixo. A visão da sua bunda redonda, com a lingerie de renda mal cobrindo o plug, quase me fez gozar.
- Olha só isso, já veio preparada.
- Isso não é por sua causa.
- Então, se é pro seu namorado, por que tá trazendo agora?
Comecei a lamber sua bunda devagar, a beijar cada canto das suas nádegas enquanto minha mão massageava o volume da sua buceta, que estava encharcada.
- Isso não é da sua conta.
- Não é?
- Se me disser a verdade, não faço nada.
- Estou dizendo a verdade.
- Então você costuma vir às consultas vestida de puta?
Puxei a calcinha de lado e pude ver sua buceta encharcada.
- Não sou uma puta.
- Não, é minha puta.
E enfiei um dedo na sua vagina. Estava apertada, mas tão molhada que entrou com facilidade. Era quente e úmida. Eu estava muito excitado, tanto que se eu enfiasse, poderia durar pouco. Então primeiro precisava fazer ela me esvaziar com a boca.
- Se me chupar, pode ir embora e não machuco você nem seu namorado.
- Não faça nada com ele, por favor. Farei o que você pedir.
Meio nua, ela se ajoelhou na cama. Eu me sentei e ela voltou a chupar. Eu queria gozar, queria muito, então comecei:
- Pro seu namorado você deve chupar muito bem.
- Ele não gosta, diz que dá nojo.
- Sério? Que cara...
- Uma vez tentei e ele me afastou, diz que saliva dá nojo.
Dito isso, ela voltou a mamar como uma gata no cio. Não aguento mais, vou... na minha mão
- e em você, onde gosta que os pacientes gozem?
- na boca - beijo na glande
- nos peitos - outro beijo
- na minha bunda - outro beijo
- dentro
- ué, não tinha dito que era fiel?
- não fodo com qualquer um
- transa com vários mesmo tendo namorado
- sou uma mulher no fim das contas
- quer porra?
- sim, sou uma mulher comprometida e quero porra alheia, gosto de paus, sou muito puta
Dito isso não aguentei mais e comecei a jorrar vários jatos de sêmen no rosto dela. Surpresa, ela colocou na boca e enquanto gemia acariciava seus deliciosos mamilos. Um, dois, três grandes jatos caíram na sua boca. Ela se afastou e o resto da minha gozada caiu sobre seu rosto e escorreu até os seios.
Ela estava com uma cara de puta cheia de porra, abriu a boca e me mostrou como brincava com o sêmen, cuspiu um pouco nos peitos e engoliu o resto. Deu uma lambida na glande e disse:
- Isso ainda não acabou.
Ela se levantou, tirou o moletom enquanto me dava as costas, e pude ver sua bunda deliciosa de calcinha, empinada na frente da minha cara.
- agora você vai me fazer sentir o que eu quiser...
- Tem certeza? - perguntei por mensagem.
- Sim, tenho visto muitos vídeos sobre isso e a verdade é que me excita muito.
- Já comprei uma coisa pra você usar, bebê.
- Deixa eu ver - ela respondeu.
Mando as fotos da modelo com a lingerie, de frente e de costas.
- Nossa, isso tá incrível, mas não sei como vai ficar em mim.
- Vai ficar muito sexy, você vai ser a terapeuta mais gostosa e safada.
- E o que eu vou fazer com isso? - Ela me mandou uma foto da sua buceta, que estava coberta por um matagal de pelos pubianos que com certeza iam transbordar do fio dental pequeno. Fiquei duríssimo ao ver a imagem, ela a abria com os dedos, estava viscosa de tão molhada e o clitóris dela parecia inchado. Parecia que a ideia de realizar a fantasia a excitava muito. E eu também.
- Deixar ela pronta pra isso - respondi, enviando uma foto do meu pau duro.
- Tudo isso é pra mim? - Ela mandou uma foto dela mordendo o lábio de um jeito sensual, dava pra ver o canal entre os peitos num decote, ela não estava de sutiã e os mamilos estavam duros.
- Tudo é pra você, meu amor - falei.
Logo em seguida, ela manda um vídeo curto começando a se masturbar.
- Ai, papi, já quero que seja amanhã, tô com muita vontade de chupar seu pau.
O vídeo que recebi quase me fez gozar, ela estava esfregando os dedos no clitóris, dava pra ouvir a fricção com os pelos, depois enfiou os dedos na buceta, tirou eles cheios de líquido e levou à boca, chupou como uma verdadeira safada e depois lambeu os lábios.
- Que sexy e safada você tá - eu disse.
- É que me excita saber que amanhã vou ver meu paciente favorito.
- Sério? - perguntei.
- Sim, me diz. que sou uma das melhores fisioterapeutas que ele conhece, que sou muito inteligente e principalmente muito putinha – você vai ser a putinha dele? Ela não respondeu imediatamente, em vez disso, o que recebi foi um áudio que dizia – sou a putinha dos meus pacientes, adoro deixá-los ver meus peitos decotados e fico molhada quando os vejo ficar duros – dava pra ouvir a voz entrecortada e o barulho da sua buceta enquanto se masturbava – que promíscua você é – é que eu gosto muito de pica, meu amor – sério? – sim, queria que você estivesse aqui, pra poder chupar seu pau, meter seus dedos em mim e me foder até não aguentar mais – tô bem duro, bebê – deixa eu ver. Enviei uma foto do meu pau ereto, com a cabeça lubrificada. Ao que ela respondeu com uma foto dos seios sendo apertados pelos braços, com a língua pra fora, a legenda dizia “dá seu leite pra sua putinha”. Em seguida, mandei um vídeo meu jorrando vários jatos de porra, pensando no dia seguinte e em como os peitos dela, com aqueles mamilos morenos, me deixavam com tesão – que delícia o seu leite, meu amor. Concluímos nossa sessão de masturbação com um vídeo onde ela metia os dedos e dava pra ver a buceta contraindo num lindo orgasmo. No dia seguinte, passei cedo pra buscá-la, era um sábado quente, na minha mochila levava o que íamos usar: uma caixa de camisinhas, a lingerie e o plug anal. Quando a vi, ela estava maquiada, os lábios pintados de vermelho intenso, o cabelo ondulado brilhando sob a luz do sol e os olhos delineados, com uma mochila. Ela disse pra mãe que iríamos fazer um projeto da faculdade. No caminho, ela perguntou como era o quarto: um suíte simples, com uma cama, luzes dinâmicas e um espelho enorme sobre a cama. Eu ainda estava nervoso, sem saber como conduziríamos o roleplay. Chegando no quarto do hotel, a tensão era palpável. Coloquei uma música pra ambientar, comecei a mostrar a lingerie, ela tirou um pijama de cirurgia – queríamos caprichar na ambientação. Mostrei o plug e o lubrificante. Ela arreglou os olhos quando me viu - "Se quiser, te ajudo a colocar" - eu disse. Ela também rindo disse que sim. Pegou a roupa e foi ao banheiro, começou a se despir comigo expectante, eu queria me jogar e devorá-la, comer ela ali mesmo no banheiro, mas não, me contive. Quando ela tirou a calcinha, pude ver que tinha aparado os pelos pubianos, deixando apenas um triângulo sexy. Eu destapei o plug e o lubrificante, ela se virou, comecei beijando seu pescoço e acariciando seus seios para que fosse esquentando e relaxando. Desci do pescoço até as costas, percorrendo lentamente sua pele com minha língua, notando como sua pele arrepiou. Quando cheguei na bunda, separei suas nádegas um pouco, ela me ajudou empinando a bunda, meti meu rosto entre suas nádegas e lambi da buceta até o cu - "Nossa, que... aaaah... para" - ela gemeu. Fiquei um tempo dando um beijo negro até que suas pernas tremeram e ela não aguentou mais - "Só estou testando" - "Idiota, haha" - ela respondeu. Peguei o plug e com muito cuidado fui introduzindo - "Ai! AH AH AIII, NÃO BRINCA" - ela apertou os seios e pude ver como suas pernas quase cederam sob seu peso. Uma vez que estava pronta, ela pediu que eu saísse, não sem antes me dar um beijo longo e molhado. Eu esperei na cama, troquei de roupa por um moletom e uma camiseta confortável, sabia que precisava dessa roupa. Ela saiu depois de alguns minutos vestida de jaleco. Estava linda - "Certo, jovem, aqui diz" - começou lendo seu telefone - "que você precisa de reabilitação da rótula esquerda, certo." Ela se aproxima de mim e estende a mão - "Muito prazer, sou sua terapeuta responsável." Eu cumprimentei e entrei no meu papel - "Sim, doutora, dói bastante" - "Bom, vamos começar com uma massagem." Ela se inclina sobre mim e pude ver seu decote revelando a lingerie, separa minhas pernas e se ajoelha no meio - "Calma, é uma massagem simples" - "Faz esse serviço privado com todos os pacientes?" - "Com alguns" - disse e se ajoelhou entre minhas pernas, começando a massagear meu joelho - "Tem um pouco de aderência, na minha mochila tenho cremes, mas não vai funcionar com... Putz, acho que vamos ter que tirar o moletom.
- Tem certeza, doutora?
- Sim.
Ela se levantou e me deu as costas. Quando foi até a mochila, se inclinou e pude ver seu bumbum marcando no tecido da calça. Minha pica já ficou dura só com aquilo.
Quando voltou, ela disse:
- Preciso tirar o moletom, jovem.
Ela pegou no elástico e foi puxando. Meu pau estava preso só no moletom, porque não estava de cueca. Ele saiu feito uma mola, e ela expressou surpresa ao ver.
- Jovem! Por que não está de roupa íntima?!
- Não costumo usar, doutora. Incomoda?
- N... não.
Ela tocou um pouco e seguiu no papel de massagista.
- É que sua perna está muito tensa. Acho que você deveria ficar de pé e tentar caminhar um pouco.
Fiquei em pé enquanto ela continuava ajoelhada na minha frente. Meu pau ficou na altura do rosto dela.
- Que foi, doc?
- Nada, é que... acho que por hoje já deu. Está ficando tarde e meu namorado...
- Não me disse que tinha namorado.
Ela se levantou e ficou de frente para mim.
- Sim, estamos noivos. Na verdade, tenho o...
- Que anel, se não está usando nada, doutora?
- Isso não é da sua conta.
- Com certeza gosta de provocar seus pacientes.
Disse isso dando um beijo nela e apertando sua bunda. Ela correspondeu, mas no segundo seguinte se afastou e me deu um tapa.
- Não me desrespeite. Sou uma profissional.
- O cavalheiro não tira o valente, doutora.
- Como é?
- Pode ser profissional e ainda ser tão gostosa e puta assim.
Ela me deu outro tapa, mas eu segurei sua mão e a puxei contra mim.
- Não seja tão bruta. Você sabe o que quer.
- Solte-me, ou vou ter que...
- A silenciei com um beijo. Ela começou a resistir, tive que segurar sua cabeça para continuar beijando. Com uma mão, comecei a acariciar seu traseiro com força, apertando suas nádegas, amassando até deixar minha mão marcada. Passava meus dedos entre suas nádegas.
- Por favor, me solte. Não quero.
- Eu não sou bobo, doutora. Você queria isso.
Virei ela e comecei a apertar seus seios e a tirar pouco a pouco seu jaleco.
- Usa roupa de puta, doc. Tá vendo como é? se quer que eu te coma? Nos atracamos até a parede, ela ficando de joelhos na minha frente enquanto eu segurava violentamente seu cabelo -não a trago por você -então? -é para meu namorado Dou um tapa nela -seu namorado não está aqui -mas eu sou fiel a ele -pode ser namorada dele, mas hoje você vai ser minha putinha -nããão - comecei a esfregar meu pau na cara dela, apesar do papel ela estava começando a ficar excitada, os olhos brilhavam de luxúria e ela se deixava fazer-nunca fiz isso -nunca fez o que?-meu pau ficou tocando seus lábios -isso -que coisas? não entendo-outro tapa -chupar pau Comecei a empurrar contra seus lábios -cala a boca puta, abre a boca e se me morder vai se arrepender Comecei a meter na boca dela com violência, se ouvia o inconfundível "gogogo" de sua garganta, seus olhos lacrimejavam, ela tentava me afastar resistindo -Isso você gosta, né? -não, por favor me deixa ir -cala a boca-voltei a empurrar meu pau repetidas vezes, ela chupava, lambia a cabeça e brincava com a língua Suas mãos já estavam acariciando seus seios, apesar das queixas encenadas ela estava começando a se excitar com a situação -quer que eu pare? Ela assentiu com meu pau na boca -Então me faz gozar -se eu fizer isso você me deixa em paz? -isso depende -do que -de quanto eu gostar -você é um doente Ela pegou um elástico para amarrar o cabelo, ajustou o sutiã para mostrar os mamilos e se levantou Pegou meu pau e começou a me masturbar -não faço isso porque quero -Então? -cala a boca Me levou a um sofá que tinha um grande espelho na frente Começou a lamber minhas bolas e a gemer, chupava uma enquanto sua língua percorria toda a superfície dentro da boca, ela estava de bunda empinada na posição que eu via, botava a língua para fora e lambia o tronco, a ponta, fazia pressão com as bochechas -chupa assim pro seu namorado, doutora? -Cala a boca O boquete era de sonho, nunca tinha mamado com tanta luxúria e baba, dava pra ouvir a viscosidade no meu pau -vou gozar, doutora Ela sobe a velocidade da cabeçada e começou a gemer. Parecia não se importar, lambia, chupava, gemia, parava e brincava na minha glande com a língua. Eu estava quase explodindo, mas antes queria fazer uma coisa. Peguei seu cabelo e puxei forte para levantar seu rosto. Seu olhar refletia luxúria, desejo e excitação, tinha saliva escorrendo no queixo, os olhos lacrimejantes e respirava pausadamente.
- Você vai ser minha putinha hoje.
- Não, só vou fazer você gozar e vou embora.
- O único lugar que você vai hoje é pra cama, doutora.
- Por favor, me deixe ir.
Levantei ela e forcei a ficar de quatro. Ela resistia e pedia para eu parar, fizemos uma pequena luta até que consegui puxar seu calça de cirurgia para baixo. A visão da sua bunda redonda, com a lingerie de renda mal cobrindo o plug, quase me fez gozar.
- Olha só isso, já veio preparada.
- Isso não é por sua causa.
- Então, se é pro seu namorado, por que tá trazendo agora?
Comecei a lamber sua bunda devagar, a beijar cada canto das suas nádegas enquanto minha mão massageava o volume da sua buceta, que estava encharcada.
- Isso não é da sua conta.
- Não é?
- Se me disser a verdade, não faço nada.
- Estou dizendo a verdade.
- Então você costuma vir às consultas vestida de puta?
Puxei a calcinha de lado e pude ver sua buceta encharcada.
- Não sou uma puta.
- Não, é minha puta.
E enfiei um dedo na sua vagina. Estava apertada, mas tão molhada que entrou com facilidade. Era quente e úmida. Eu estava muito excitado, tanto que se eu enfiasse, poderia durar pouco. Então primeiro precisava fazer ela me esvaziar com a boca.
- Se me chupar, pode ir embora e não machuco você nem seu namorado.
- Não faça nada com ele, por favor. Farei o que você pedir.
Meio nua, ela se ajoelhou na cama. Eu me sentei e ela voltou a chupar. Eu queria gozar, queria muito, então comecei:
- Pro seu namorado você deve chupar muito bem.
- Ele não gosta, diz que dá nojo.
- Sério? Que cara...
- Uma vez tentei e ele me afastou, diz que saliva dá nojo.
Dito isso, ela voltou a mamar como uma gata no cio. Não aguento mais, vou... na minha mão
- e em você, onde gosta que os pacientes gozem?
- na boca - beijo na glande
- nos peitos - outro beijo
- na minha bunda - outro beijo
- dentro
- ué, não tinha dito que era fiel?
- não fodo com qualquer um
- transa com vários mesmo tendo namorado
- sou uma mulher no fim das contas
- quer porra?
- sim, sou uma mulher comprometida e quero porra alheia, gosto de paus, sou muito puta
Dito isso não aguentei mais e comecei a jorrar vários jatos de sêmen no rosto dela. Surpresa, ela colocou na boca e enquanto gemia acariciava seus deliciosos mamilos. Um, dois, três grandes jatos caíram na sua boca. Ela se afastou e o resto da minha gozada caiu sobre seu rosto e escorreu até os seios.
Ela estava com uma cara de puta cheia de porra, abriu a boca e me mostrou como brincava com o sêmen, cuspiu um pouco nos peitos e engoliu o resto. Deu uma lambida na glande e disse:
- Isso ainda não acabou.
Ela se levantou, tirou o moletom enquanto me dava as costas, e pude ver sua bunda deliciosa de calcinha, empinada na frente da minha cara.
- agora você vai me fazer sentir o que eu quiser...
1 comentários - Fantasias no hotel 🤤