Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net.Bem-vindos a mais uma história das minhas leitoras.
Quero agradecer a todos os meus seguidores e aos novos que vão chegando,
pela boa vibração de sempre.
Tento responder todas as mensagens que posso.
Para continuarmos melhorando e nos divertindo juntos.
Como sempre peço a vocês.
Sem mais delongas, vamos começar e deixo vocês com a protagonista.Olá a todos, meu nome é Elena e tenho 37 anos.
Sou casada e mãe de dois filhos. Por isso não mostro meu rosto.
Tenho uns peitos médios bonitos, alguns quilinhos a mais, mas meu forte é minha bunda redonda e empinada.
Para me conhecerem um pouco melhor, deixo aqui uma foto.
Antes de começar esse relato, quero agradecer ao Maury-solo-yo. Por me ajudar e me dar esse espaço.
Essa página alimenta muito meu tesão, então espero ler muitos comentários.
Se eu tivesse que dar um título para essa história, seria este:O Amigo do Papai.
Essa história aconteceu há 20 anos.
Eu era uma garota com tudo no lugar, como devem imaginar.
Morena de cabelo longo, peitinhos pequenos, mas ainda crescendo.
Praticava patinação artística desde criança.
O exercício e o treino ajudaram no meu desenvolvimento.
Tinha minhas pernas torneadas e, por ser magrinha, minha cintura destacava ainda mais.
Minha bunda bem empinada e redondinha.
Algo que todos os homens olhavam com desejo. Entre eles, os amigos do meu pai.
Depois dos meus 15 anos,
meu desenvolvimento foi notório e eu percebia como os homens me olhavam e diziam coisas na rua.
No começo, isso me dava vergonha, mas com o tempo comecei a gostar.
Fiquei com um cara da academia e em pouco tempo tive minhas primeiras experiências sexuais com ele.
Nada muito elaborado, só sexo tradicional e nas pressas.
Os amigos do meu pai.
Eram um grupo inseparável desde criança. Três arquitetos, como o papai, e Manuel, advogado.
Não era raro vê-los em casa; se reuniam para jogar futebol ou jantar e depois sair com suas parceiras.
Eles, quando estavam em casa, me devoravam com os olhos.
Óbvio, sempre tentando disfarçar, mas eu percebia.
Aqueles olhares luxuriosos daqueles senhores maduros de mais de 40 anos, que poderiam ser meus pais,
me provocavam sensações muito excitantes e comecei a gostar de provocá-los.
Era muito divertido ver como eles me olhavam.
Eu sempre com roupas justas ou saias curtas, para que pudessem me ver bem sexy.
Comecei a fazer maldades para excitá-los.
Me abaixando com minhas saias curtas para que pudessem ver minha bunda e meus fio-dental bem cravados no meu cu.
Dava para ver como os volumes deles inchavam e cresciam.
O que eu não esperava era que algum deles... Discretamente se aproximasse ou me acariciasse bem de leve.
Não vou negar que isso me excitava muito.
Minha atenção se fixou em Manuel.
O melhor amigo do meu pai.
Manu, tinha 47 anos como meu pai.
Era alto, de corpo bonito, cabelo castanho e olhos verdes.
Com seus ternos elegantes e seu perfume caro.
Seu único defeito era que era casado.
Uma noite, no Dia do Amigo,
os amigos do meu pai vieram jantar e depois iriam todos dançar juntos.
Troquei de roupa e coloquei um vestido preto meio curto e uns saltos.
Pouco a pouco foram chegando.
Cada um com suas parceiras, menos Manu.
Ele me cumprimentou com um beijo carinhoso e, como de costume, uma palmadinha gentil na bunda.
Isso que eu gostava nele, era o mais ousado comigo.
Fiquei feliz em vê-lo sozinho.
Com ele era com quem mais conversava e me sentia muito à vontade.
Como era o único sem companheira, me aproximei e conversamos como sempre.
Querendo ou sem querer, enquanto conversávamos, comecei a seduzi-lo como de costume.
Seus olhos claros percorriam todo o meu corpo e isso me deixava louca.Manu:
Diz aí, que estranho você sozinha e seu namorado não vem?
Se hoje ele não vem.
Elena:
Hoje ele saiu com os amigos e meus pais não me deixam sair.
Mas você, que estranho te ver sozinho e sua mulher?
Manu:
Tô separado, não fala nada, só seus pais sabem.
Já faz 6 meses, a gente tá vendo se volta ou não.
Elena:
Ai, que pena. Seus filhos bem?
Bom, quem sabe hoje você conhece alguém no baile.
Manu:
Não saio hoje com eles.
Pra falar a verdade, não tô a fim.
Meus filhos tão bem, vejo eles sempre, por sorte.
Mas, enfim, que linda você tá, o que seu namorado perde em não vir hoje.
Esse vestido fica lindo em você.
Na verdade, tudo fica bem em você, você é linda, gata.
Elena:
Obrigada, mas meu pai odeia ele, diz que é muito curto...
Você o que acha?
Muito inocente, dei uma volta. Mostrando como meu vestidinho voava no ar.
Eu dava aquelas voltinhas e isso fazia com que minha saia levantasse, mostrando minhas bundinhas e meu thong. Estávamos do outro lado da sala e quase ninguém estava olhando para nós.
Manu:
Fica lindo em você, essa loucura do seu pai.
Se fosse minha filha, deixaria você usar sempre.
Quando eu estava prestes a agradecer pelas palavras dele, senti sua mão quente tocar e acariciar minha bunda.
Não esperava por aquilo, fiquei dura, olhando para todos os lados.
Mas ele não ficou para trás e apertou minha nádega com firmeza.
Fiquei surpresa com o que ele fez. Olhei para todos os lados e perguntei: "O que você tá fazendo?".
Ele sorriu e disse: "Ao ódio".
Manu: Desculpa, te vi tantas vezes com essa bunda linda que quis tocar.
Além de linda, essa bunda é uma tentação pra mim.
Não resisti à tentação de apalpar.
Não soube o que dizer, só ri de nervosa com a situação.
Aquele perigo de sermos vistos fez minha adrenalina disparar.
Gostei muito que ele fez isso.
A comida já estava pronta e nos sentamos à mesa.
Suas mãos começaram a acariciar minhas pernas por baixo da mesa.
Era muito gostoso e decidi entrar na brincadeira, acariciando a mão dele.
Enquanto todos discutiam para onde sair depois do jantar. Eu recebia suas carícias.
Era estranho que ninguém percebesse o que acontecia debaixo da toalha.
Eu não dizia nada, gostava das carícias dele e me sentia mimada.
Sem dizer nada, me acomodei e relaxei, assim como ele.
Mas as carícias foram ficando cada vez mais ousadas e, de repente, senti suas mãos roçarem minha buceta.
Seus dedos deslizaram minha calcinha e ele começou a me acariciar.
Isso me deixou muito excitada e não consegui disfarçar. Quase comecei a gemer na frente de todos e dos meus pais.
Agarrei a mão dele com força e fechei as pernas.
Minha buceta já estava molhada e muito quente.
Ajeitei a calcinha e me levantei, pedindo licença para me retirar.
Estava confusa e excitada ao mesmo tempo.
Tinha ido longe demais.
Momentos depois eu estava na sala.
Enquanto ele saiu para fumar com outro amigo no quintal.
Nós dois trocamos olhares, mas nada mais.
Não sabia o que fazer, estava desconfortável com tudo que aconteceu e além disso muito excitada.
Quando o outro amigo entrou, ele bateu no vidro e me chamou para sair.
Olhei para a sala de jantar e todos estavam conversando e rindo.
Saí onde ele estava e ele me abraçou forte e me beijou.
Minha excitação devolveu o beijo e o abracei com força.
As mãos dele apertavam minha bunda e eu conseguia sentir o volume dele. De repente, eu o empurrei e nos afastamos.
Elena:
Tá louco? Que que foi?
Meus pais e os outros estão aqui.
Não posso fazer isso, tenho namorado...
Manu:
Vai, por favor... Tô doido por você.
Sempre gostei de você, gata...
Não vem de santa, sei que você gosta.
Você me deixa maluco... Tanto que não me importa que todo mundo esteja aqui.
Elena:
Ai, Manu... Você é lindo e eu agradeço.
Me desculpa, mas já tenho namorado e você é casado.
Espero que entenda, e se meu pai descobrir, mata a gente os dois.
Só peço que a gente esqueça tudo.
Manu:
Ok... Tudo bem. Me desculpa.
Melhor eu ir, né?
Nos demos um beijo na bochecha e ele foi até os amigos dele.
Depois de um tempo, todo mundo se aprontou pra ir embora. Ele se despediu de todos e foi.
Me senti mal por ele. Dava pra ver que ele tava envergonhado.
Minha cabeça tava confusa.
Não queria trair meu namorado.
Mas gostei muito de ficar com o Manu.
Tava tão excitada que tirei a roupa e me tranquei no meu quarto.
Queria aliviar a tesão e me preparei pra me masturbar.
Uns 20 minutos depois, o telefone de casa não parava de tocar.
Fui atender e era uma voz de homem que eu não conhecia.
Manu:
Oi, linda, sou o Manuel.
Não conta pro seu pai, mas dá uma olhada na sala pra ver se minhas chaves do escritório tão aí.
Se não tiverem, vou ter que dormir no carro.
Elena:
Oi, Manu... Já vou olhar.
Todo mundo já foi embora...
Deixei ele esperando e fui pra sala, e elas estavam lá.
Elena:
Oi, tá aí?
Tão aqui sim.
Estavam na mesinha.
Manu:
Ah, que bom, que susto.
Achei que tinha perdido.
Fiquei do lado de fora, te incomoda se eu passar pra buscar?
Elena:
Não, de jeito nenhum, vem. Você não vai dormir no carro.
Manu:
Ok, obrigado, você me salvou. Em 20 minutos eu passo.
Saí correndo pro meu quarto, tava pelada e coloquei um conjunto pra dormir: uma blusa branca meio transparente e uma calcinha de renda combinando. Meia-calça até a coxa e desci. vivendo.
Eu estava morrendo de nervos e preparei um café para me acalmar.
Ele chegou e eu o deixei entrar.
Ele me olhou de cima a baixo.
Antes que eu pudesse falar, ele disse assim:
Manu: Uy, desculpa, você já estava deitada?
Desculpa por ter feito você sair da cama.
Elena: Não, está tudo bem. Eu me troquei e preparei um café, quer?
Você ligou na hora certa.
Manu: Bom, se quiser, eu fico um pouco e faço companhia até você ir dormir.
Passamos pela sala e ele me seguia por trás, eu podia sentir o olhar dele na minha bunda.
Me abaixei para pegar as chaves dele na mesa de centro e senti de novo a mão dele tocando minha bunda.
Dos meus lábios saiu um leve gemido.
Elena: Não começa, Manu...
Por favor... Não seja mau... Não quero trair meu namorado...
Manu: Eu não sou mau, você é má em me receber assim.
Eu sei que você tem namorado... mas não me importo...
Eu também quero ser seu namorado.
Ele me abraçou por trás e com uma mão estava tocando um dos meus peitinhos e com a outra estava tocando gostoso minha bunda e a buceta.
Quase gemendo, respondi.
Elena: Não, isso não está certo, Manu...
Isso vai nos trazer problemas.
Para com isso, por favor... Mmm...
Eu tenho namorado, isso é errado...
Ele não merece... ufs...
Eu não queria que você ficasse excitado... uy... Mmm...
Ele me beijava e me tocava, fazendo ouvidos moucos aos meus pedidos.Manu: Não consigo parar, estou tão excitado quanto você.
Seus dedos se molhavam com minha umidade,
fazendo com que eu resistisse pela metade e gemesse balbuciando que não queria.
Manu: Não está mal, gata...
Eu gosto muito de você e você de mim.
Sua bucetinha gostosa reage muito bem às minhas carícias e eu sei que você gosta.
Não pense em nada, só em nós dois.
Ele me virou e me beijou com muita paixão.
Sua língua entrou na minha boca novamente enquanto seu perfume delicioso e caro me envolvia.
Nossos corpos já quentes se juntaram mais.
Seus braços me envolviam e pude sentir sua ereção novamente.
Envolvida em seus braços e cheia de beijos.
Eu adorei e me senti cheia de amor.
Esse beijo foi mais quente que o anterior.
É como se eu quisesse não cortar algo tão quente e prolongá-lo um pouco mais.
Senti como ele me levantou e me sentou na mesa.
Mas seu beijo era tão gostoso e assim pude sentir seu volume entre minhas pernas abertas, enquanto ele esfregava seu pacote duro sobre minha buceta.
Embora não quisesse, eu tinha que cortar isso.
Porque depois seria impossível voltar atrás.
Minha sanidade voltou à minha cabeça.
Elena: Chega, isso está indo longe demais, não posso.
Não consigo relaxar assim.
Desculpe, tenho mil coisas na cabeça, vamos deixar isso por aqui.
Eu o afastei e escapei de seus braços.
Ele não me deixou dar alguns passos.
Até que me abraçou novamente por trás.
Com um puxão, ele arrancou todos os botões do meu camisola.
deixando meus peitos à mostra e soube que isso era sério.Elena: você tá louco?
não... você arrancou todos os meus botões.
Manu: não me importa, amanhã te trago mais desses...
Só quero ver seus peitos.
Mmm... você é perfeita, gata... Mmmm...
Semi nua, ele me tocava a buceta e beijava meu pescoço.
Manu: Mmmm... Deus, não posso deixar você ir. Estou tão excitada quanto você.
Vai, não seja má e me deixa te aproveitar.
Não soube o que dizer, minha cabeça já não conseguia raciocinar e minhas pernas se abriam sozinhas.
Com minha bunda bem empinada, me esfregava no seu grande volume.
Ele me despiu completamente.
Minha curiosidade me levou a passar a mão pelo seu enorme volume.
Foi impressionante ao passar a mão, pude sentir o quanto era comprido e grosso.
Sentia muito bem por cima do tecido da calça do seu terno.
O que eu podia dizer? Só fiquei maravilhada. Esfregava e esfregava, imaginando como seria.
Ele soltou a calça e deixou minha mão entrar.
Senti ele grosso, comprido e quente.
Não pude evitar de brincar com ele e ver como ele gostava.
Me ajoelhei aos seus pés.
Baixei sua calça e, na cueca, dava pra ver o formato sob o tecido.
Quis ver de perto, como fazia com meu namorado.
Sua pica deu um pulo na direção do meu rosto, quase me dando um tapa.
Por um momento, fiquei olhando pra ela. Era um pau grande como nunca tinha visto.
Juro que deu medo, mas ao mesmo tempo tava morrendo de vontade de experimentar aquele pau maduro.
Observei e brinquei com ele.
Minhas mãos estimulavam e eu ouvia ele curtindo.
Levantei e passei minha língua por todo o comprimento do pau dele.
Cheirava bem e gostei do sabor.
Brinquei com a língua só ouvindo como ele tava gostando.
Enfiei na boca e comecei a chupar quase com desespero.
Só parando pra respirar e engolir saliva.
Ele descobriu meu talento melhor que o patinagem. Eu adorava muito chupar pau e brincar com minha boca.
Manu:
Mmm... que gostoso você chupa, neném... Mmm...
Seu namorado te ensinou, ele sim que sabe aproveitar...
Mmmm... que delícia você faz, gata...
Elena:
É, a gente aprendeu junto...
Mas eu não chupo muito ele porque ele goza na hora e eu fico com vontade...
Seu pau é grande e eu gosto...
Manu:
Chupa o quanto quiser, eu aguento...
Adoro quando você me chupa e seguro mais que seu namorado.
Com certeza, com vontade, nunca vou te deixar na mão...
Mmmm... é mesmo gostoso como você chupa, gata...
Mamei ele por um tempão e curti pra caralho, assim como ele. A coisa ficou séria quando ele disse que queria me comer.
O pau maduro dele era demais pra minha buceta.
Ele me colocou de joelhos sobre a mesa de centro.
Eu, totalmente pelada, e ele ainda vestido.
Minha buceta estava encharcada, quase gritando pra ele me foder.
Minhas dúvidas me matavam: será que o membro dele ia caber em mim?
Me relaxei e vi ele se posicionando atrás de mim.
Meus quadris se arquearam, levantando ainda mais minha bunda.
Enquanto a cabeçona do pau dele fuçava minha buceta,
pensei: o que pode dar errado? Já não era mais virgem e tinha transado mil vezes com meu namorado.
Mas quando senti ele entrando...
Foi como quando meu namorado me desvirginou: uma dor aguda.
Sentia minha buceta se abrindo no caminho dele.
Elena: Ai, devagar, Manu, tá doendo muito, seu pau é muito grande... Ai... ufa... mais devagar até eu me acostumar com ele.Manu: Mmm... Você não é virgem, mas parece uma novinha... Mmm... Deus, eu adoro como ele entra em você, Mmm...
Soltei um grito de dor quando seu pau quase entrou todo de uma vez. Meus olhos quase saltaram das órbitas. Pouco a pouco, seu pau grosso e comprido foi me enchendo, era uma dor, mas prazerosa. Dois ou três bombadas e meu corpo reagiu como nunca.
Elena: Ai... não... para, seu pau tá me machucando... Ah... Ha... Ah... Não... e... eu vou gozar... Ai... Mmm... Sim... ufa... sim... não para, me dá assim, duro... Não goza, Manu... Pelo amor de Deus, não goza...
Manu: Mmm... Calma, amor... Eu cuido de você... Não vou gozar... Mmm... Você é tão apertadinha que eu gosto ainda mais de você...
Tive um orgasmo descomunal. Que me deixou por um tempo em transe.
Ele me fazia sentir como o pau dele entrava e saía da minha buceta. Me provocando um orgasmo atrás do outro.
Eu adorava o pau dele e ele me fodia, me mudando de posição, me deixando louca de prazer.
Nunca tinham feito isso comigo assim, e menos por tanto tempo.
Elena: Amo como você me fode, amor...
Ai... Manu... não aguento mais...
Por favor, não goza dentro...
Ai... ufa... não quero engravidar...
Manuel: Já tô quase gozando, não se preocupa, vou gozar fora...
Só aguenta mais um pouquinho.
Tô quase terminando...
Mmmm... que prazer...
Me dá vontade de segurar e continuar fodendo... Mmmm...
Depois de um tempão me dando bem forte, ele tira e goza tudo nas minhas nádegas.
Minha bunda ficou cheia da porra dele e um pouco escorreu do meu cuzinho até minha buceta. Ele ficou muito surpreso quando eu disse:
Elena: Uai, amor, quanta porra você soltou... Mmm...
Da próxima vez, se quiser, eu tomo tudo...
Me ajoelhei e chupei ele, ainda tinha um pouco de porra nela.
Enquanto chupava, ele me disse:
Manu: Você gosta de tomar porra...?
Não acredito...
Você é cheia de surpresas... Neném...
Nunca ninguém tomou minha porra...
Como invejo seu namorado...
Você gostou de como transamos?
Elena: Ai... Por favor, Manu...
Que foda gostosa... ufa... não aguento mais.
Sua porra é muito gostosa, da próxima tomo tudo.
Terminamos cansados.
Ofereci café de novo.
Conversamos um bom tempo e me surpreendi quando ele disse:
Manu: Quero que você seja minha namorada.
Quero que a gente tenha mais momentos assim.
Elena: Ai... Deus... O que você tá dizendo, tá louco?
Você é o melhor amigo do meu pai.
Tem sua mulher e seus filhos.
Melhor voltar pra eles.
Eu amo meu namorado, mesmo que tenha sido infiel, mas só hoje.
Chegou a hora de nos despedir antes de amanhecer e meus pais chegarem.
Ele me convenceu a continuar conversando e trocamos nossos telefones e nos despedimos.
Fui dormir e no outro dia morria de vontade de mandar uma mensagem pra ele.
Tentei não me tentar, mas mandei uma mensagem.
Fiquei com vergonha e quando fui apagar, ele respondeu.
Conversamos e gostei de falar com ele.
Peguei meu telefone e apaguei o número dele pra não ligar.
Só falava e mandava mensagens com o Manu, mas morria de vontade de vê-lo.
Ele insistia, mas eu dava desculpas.
Me sentia culpada.
O sexo com meu namorado ficou horrível depois de ficar com o Manu.
Não curtia mais e parecia pouco.
Pedi um tempo pra gente.
Mesmo doendo, não dava pra continuar.
Ele não merecia que eu fizesse isso com ele.
Um dia aceitei sair pra tomar alguma coisa.
Conversamos um bom tempo, eu estava triste por terminar com meu namorado.
Ele também, porque não conseguia avanços na família.
Mas pra saber o que nos... Passamos a decidir ficar juntos.
Sem nos expor, nos encontraríamos escondidos e quando desse.
Por falta de tempo e pela minha idade, eu não podia entrar em um hotel.
Naquele encontro, acabamos no carro dele.
Enquanto procurávamos um caminho abandonado, não consegui segurar minha tesão.
Puxei o pau maduro que tanto desejava e comecei a chupar.
Enquanto isso, ele me tocava e procurava o melhor lugar para me comer.
Com certeza de que ninguém ia nos descobrir, nos beijamos e ele botou uma camisinha e me comeu no carro. Toda aquela adrenalina me deixou com muito tesão.
Subi em cima dele e curti tanto que tive um orgasmo assim que senti o pau dele entrar na minha buceta.
O pau enorme dele me encheu como ninguém.
Ele me fazia sentir amada. Não era só sexo, ele me beijava, dizia coisas lindas e chupava meus peitos.
Me fazia sentir nas nuvens.
Passaram-se semanas transando no carro.
Na época, eu gostava, mas a falta de conforto e não poder curtir como queria me incomodavam.
Pedi uma mudança.
Ele concordou.
Um dia, ao sair da escola, ele me esperava no escritório dele.
Nervosa, entrei e esperamos todos irem embora.
Quando ficamos sozinhos, ele trancou a porta.
Sem perder tempo, nos beijamos e nos acariciamos como se não houvesse amanhã.
Suas mãos dominaram minha bunda.
Ele apertou e, enquanto me beijava, me levantou até a mesa.
Continuou me beijando e esfregou o pau na minha buceta.
Eu acariciava a buceta que ficava molhada com suas carícias. Levantei meu vestido e, sem perceber, ele já tinha o pau duro pra fora da calça.
Ele puxou minha calcinha e começou a me foder com os dedos enquanto me beijava e chupava meus peitos. Muito gostosa, eu pedia pra ele me comer.
Elena: Mmmm... amor, estou muito excitada, me come por favor....
Ai... Não seja mau, enfia esse pau, não aguento mais..... Mmmm....
Manu: Ai... gata, que delícia essa sua buceta....
mas se você já está pronta, eu também...
sem hesitar, ele tirou minha calcinha e enfiou, quase morri mas aguentei.
Em cima da mesa dele, ele me comeu com tanta força que me fez delirar de prazer. Soltei uns gritos que ecoaram por todo o escritório.
Louco de paixão, ele me colocou de quatro sobre a mesa e chupou meu cu e minha buceta ao mesmo tempo – foi a experiência mais quente que já tive.
A língua dele percorria minha buceta e parecia entrar no meu cuzinho,
me dando uma sensação estranha que percorria todo o meu corpo.
Elena: Ai... Manu... Mmmm... Não enfia sua língua no meu cu...
Você é um porco, hein...
Manu: Mmm... Amo seu cu, tô com vontade de comer ele...
Mmm... Sei que seu namorado fez mal, por isso você não quer.
Mas eu quero fazer direito...
Mmmm...
Elena: Não, amor, já te falei que dói muito...
Se eu não aguentei a dele, imagine a sua...
Voltei a implorar que ele me comesse.
Sem perder tempo, ele se pôs atrás de mim.
Ele me comia devagar e fundo...
Deitada sobre a escrivaninha, ele me fazia dele.
Manu: Mmm... amor, como eu senti sua falta... Como eu adoro te comer, minha vida... Mmm... Te amo...
Faz dois dias que não te comia... Mmm...
Pareceu uma eternidade... Quero foder mais seguido...
Não quero foder com ninguém além de você...
Mmmm... te amo, gata...
Quero ser seu namorado...
Elena: Ufa... eu também quero todo dia.
Mas você sabe que assim não dá...
Não podemos namorar, mas te amo...
Não aguento mais, amor, minha buceta tá doendo...
Amor... ai... Deus...
Quero gozada, mas não na minha buceta, não esquece que não me cuido.
Ai, meu Deus.
E você tá me comendo de novo sem camisinha, seu doido, você vai me deixar grávida...
Manu: Não se preocupa, não vou gozar dentro... Mmmm...
Mesmo que eu esteja morrendo de vontade... Você vai ter que se cuidar com algo, odeio usar camisinha...
Elena: Não... tá louco?
Hoje sua camisinha vai ser minha boca...
Você sabe que desde a primeira vez que transamos eu quero...
Manu: Mmmm... sim, minha vida, você tem razão.
Hoje vou te dar a porra na boca.
Vem, vai, chupa meu pau que já te dou tudo...
Mmm...
Me ajoelhei e chupei ele como uma puta.
Língua, boca e mãos ordenhavam seu pau duro.
Quando ele já estava pronto, ele pegou e começou a se masturbar até que a porra saiu disparada na minha boca.
Ele gemeu enquanto seu pau descarregava jato após jato de seu sêmen abundante e gostoso.
Engoli tudo e chupei com muita vontade pra não sobrar nada.Manu: Não acredito, minha vida...
Mmm... você engoliu tudo...
É a primeira vez que faço isso, você gostou?
Elena: Mmm... Eu estava morrendo de vontade de tomar seu leite.
Sim, gostei e muito...
Quando acabou, fui ao banheiro e enxaguei a boca.
Conversamos sobre o que ele me disse.
Mas ele me disse que nunca me machucaria.
Que me cuidaria porque me amava.
Virou costume sair da escola e ir ao escritório dele pra vê-lo e curtir suas fodas.
Ele sempre pedia meu cu, mas eu recusava.
Sabia que gostava e os riscos que ia correr por me sentir tão plena.
Só pedia pra ele não gozar dentro.
Mas depois de alguns acidentes, decidi não arriscar mais.
Já tinha pensado nisso antes também, com meu ex. Por milagre não aconteceu nada.
Sem dizer nada, decidi me cuidar mais.
Fui à minha ginecologista e ela me recomendou várias alternativas.
Mas me decidi por colocar um DIU.
Minha mãe tinha um e deu certo pra ela.
Pronto, por não ver melhoras no relacionamento com a esposa. Cansado das rejeições dela.
Nossos encontros esporádicos estavam prestes a acabar.
Ele alugou um apartamento perto da minha casa.
Ele me surpreendeu com uma casa para nós dois.
Naquela tarde, transamos e eu dei minha surpresa.
Enquanto ele me comia, pedi que gozasse dentro da minha buceta.
Manu: Você tá louca, sabe que não podemos...
Embora eu esteja morrendo de vontade, amor...
Não brinca comigo.
Elena: Sei que você sempre quis. Sua surpresa foi nossa casa.
Minha surpresa é essa. Amor, ontem fui ao ginecologista e ele colocou o DIU.
Por isso não nos vimos. Estamos seguros, minha vida...
Goza dentro como você tanto quer...
Nós dois tínhamos chaves e, para meus pais não suspeitarem,
eu dava a desculpa de visitar uma amiga para estudar ou ir vê-la, e ia ficar com ele.
Minha amiga sabia o que eu fazia e fazia bico. Ela morava no mesmo prédio.
Comecei a passar mais tempo com ele na casa dele.
Já éramos namorados, o impensável para ambos.
Minhas amigas já o conheciam e eu o apresentava assim.
O sexo cada vez melhor e já não era escondido ou rápido.
Meu bumbum era sua tentação, e mais ainda com minha negativa.
Mas ele não para de insistir.
Começou com massagens anais enquanto transávamos e a colocar um pouco o dedo.
Não posso negar que eu gostava e por isso relaxava.
Mas quando fazia sem penetração, eu não curtia e parava. Daí começavam as brigas.
até que um dia ele ficou puto e me disse assim.Manu: chega, quero comer seu cu.
Você deu pro cara otário sem tanta enrolação.
Se não quer, beleza, deixamos pra lá e não te enche mais.
Sabe que eu não quero mais foder.
Fiquei travada e surpresa, era a primeira vez que a gente discutia e a primeira vez que ele reclamou do meu ex.
Antes que ele saísse da cama, respondi:
Elena: Não, amor... Não fica bravo...
Ele tentou, mas só meteu um pouquinho.
Até seus dedos chegaram mais fundo.
Não seja ruim, sou sua.
Mas dói, entende?
Não vai comparar seu pau com o dele...
Vamos, vamos tentar mais um pouco.
Mas para se doer muito.
Tomei coragem de tanto ele insistir e pra ele não ficar bravo.
Entreguei o cu.
Não esperava que ele me dissesse isso.
Primeiro, ele provou com os dedos e muito lubrificante.
Foi me preparando assim.
Manu: Amor... Não quero te machucar...
Só quero que você goze de todos os lados e seja minha por completo.
Só relaxa, vamos tentar só um pouquinho.
Que entre um pouco pra gozar e pronto.
Banhou o pauzão dele com gel.
Depois, no meu cu.
Eu respirei fundo, sabendo que se relaxasse seria melhor.
Ele ficou atrás de mim e começou a fazer pressão...
A pressão virou penetração.
Meu cuzinho, dilatado pelo dedo dele, facilitou um pouco a entrada.
Depois disso, veio a dor aguda que parecia que meu rabo ia rasgar...
Gritei, chorei e esperneei.
Mas o avanço dele não parava, e a dor também não.
O safado meteu mais da metade e começou a foder.
Elena: Ai... filho da puta, você me disse que ia na cabeça... ai... dói pra caralho... tira. Nunca mais, ai... Deus... tá doendo...
É bom que esteja gostando, porque não dou mais...
Uff... seu arrombado... ai...
Manu: Vamos, amor, relaxa, a dor vai passar, não me faça enfiar tudo.
Mmm... isso, amor, mexe devagar... Mmm...
Você é minha namorada e eu te amo...
Esse cuzinho já é meu e de mais ninguém...
Grita... Isso, me diz que me ama como eu te amo...
Elena: Ai... Como eu te amo, seu filho da puta...
Te amo tanto que deixo você arrombar meu cu...
Você é um merda...
Para meu espanto, a dor foi passando e comecei a sentir algo estranho de explicar.
Era uma sensação que me levou a ter um orgasmo absurdo.
Não consigo explicar com palavras...
Foi assim que ele me fodeu até encher meu cuzinho faminto de porra.
Depois dessa vez, passei a gostar muito de anal.
Foram meses de sexo, ele sabia como eu gostava e eu sabia como ele gostava.
Ele me comia em mil posições diferentes.
Em cada canto da casa ou em algum lugar quando saíamos.
Isso me excitava muito.
Recebia o pau dele por todos os lados com prazer e o sêmen também.
Estávamos seguros e nos curtíamos ao máximo.
Ele era o homem mais feliz do mundo por não precisar usar camisinha e poder gozar como quisesse dentro de mim.
Passou um ano, eu ficava mais na casa dele do que na minha.
Meus pais desconfiavam de algo, mas não falavam nada, só pediam pra eu me cuidar.
Um dia, não sabemos como, algo deu errado.
Passei mal e minha mãe me levou pro hospital.
Estava atrasada vários meses.
Não quis dizer de quem era.
Mas ele, como o homem que era,
assumiu tudo sem hesitar, encarou meus pais me segurando pela mão.
Disse que era o pai do meu filho.
Quase nos mataram.
Meus pais, com o tempo, entenderam nosso amor.
Minha barriga foi crescendo e não dava pra esconder.
Fui morar com ele e nos casamos.Ele é meu marido e o pai dos meus filhos e eu o amo.
----------Fim----------
PS: Espero que tenham gostado tanto dessa história quanto eu.
Para continuar melhorando, peço que comentem.

Até a Próxima, Atenciosamente, Maury-solo-yo.
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