Eu até poderia perder os seis ou cinco quilos que tenho a mais, por causa da gravidez, como minha sogra já sugeriu mais de uma vez. Mas esses quilos se distribuíram muito bem entre meus peitos e meu quadril, que já eram grandes por natureza. Então, em cima, eu exibo uns cem centímetros de peitos bem durinhos, e embaixo, minha bunda tem a mesma medida. Por isso, meu marido vive de pau duro, que é o que acho que incomoda minha sogra.
Eu me divirto às custas do meu marido, estimulando sadicamente a excitação dele, sabendo que com meus tratamentos o coitado vai enchendo as bolas de porra, sem conseguir evitar. Principalmente abuso quando estamos em alguma reunião. E com a exibição da minha lombar enorme e uns roçares e carícias, vou deixando ele cada vez mais duro. Não só na frente da minha sogra, mas dos amigos e colegas dele, que não param de olhar e admirar minha bunda redonda com olhos excitados, coisa que eu uso pra manter meu marido num estado de excitação constante.
Ainda mais quando tiro um dos amigos dele pra dançar. Tipo o Ignácio, que também fica excitado com minhas curvas e farturas. Quando eu o chamei pra dançar, grudei bem juntinho no corpo dele, pra ele sentir bem o meu e, de quebra, pra sentir bem o volume dele, que passou rapidinho da meia-ereção que minha presença causava pra uma ereção bruta que aumentou a umidade que eu sempre tenho pra um nível bem mais alto. Então encaixei minha buceta no volume dele e comecei a esfregar de leve. Era muito excitante saber que meu marido tava vendo o pau do Ignácio sendo roçado uma e outra vez pela minha boceta quente.
Senti a mão do Ignacio me apertando pela cintura, puxando meu corpo contra o dele. Tava claro que ele tava perdendo o controle. E o cheiro da minha pele se misturava com o da minha buceta, deixando ele louco.
Pela agitação progressiva da respiração dele, soube que já o tinha na mão. Tinha sido muito rápido, na verdade, mas decidi liquidá-lo sem enrolação. Então, com meus peitos suculentos contra o dele, aumentei os vai e vem da minha buceta de modo implacável, olhando nos olhos dele, que já estavam ficando turvos, até sentir o pau dele pulsando, sinal inequívoco de que ele estava gozando.
Eu segurei ele enquanto ele gozava nas calças, até que as convulsões pararam. E ele ficou sob o feitiço dos meus aromas enquanto a mancha nas calças dele ficava impossível de esconder. E então, me afastando dele, voltei para o meu marido, não sem antes ver o baita pau que toda aquela situação tinha causado nele.
Eu também tava muito excitada, então puxei ele pra dançar e fiquei me esfregando na ereção dele até terminar a gozada pela metade que tinha tido com o Ignacio.
Claro que as carícias da minha intimidade ardente foram tão intensas que Eduardo, meu marido, não conseguiu evitar um orgasmo tremendo.
Então foram duas calças cheias de porra.
Não comentamos nada com o Eduardo, mas naquela noite a gente soltou pelo menos mais duas gozadas.
E enquanto isso, fui dançar com os outros colegas dela.
Todos eles estavam loucos de tesão por mim, porque lembravam da minha buceta gravada na retina deles.
Então o Júlio, outro dos bons amigos dele, me arrastou pra um canto e me empalou pelo cu com tanto tesão que gozou duas vezes seguidas. E, pra ser sincera, eu também gozei uma, aproveitando que meu marido tinha ficado largado na mesa e não tava me vendo.
Quando o Júlio terminou, o José já estava com a pica pra fora, esperando pra aproveitar meu cu, ainda no ar. Como tava bem aberto, o José não teve dificuldade pra enfiar de uma vez, e me deu uma serrada tão frenética que me deixou muito satisfeita, duas vezes muito satisfeita.
Miguel, que era obcecado pela minha bunda, só queria beijá-la, sem se importar o quanto ela pudesse estar escorrendo. Ele me deu beijinhos e lambidinhas por toda a bunda, e depois, enfiando a língua gostosa entre meus glúteos, ficou entrando e saindo em alta velocidade, me fazendo ter um orgasmo fenomenal pelo cu.
Claro, eu coloquei pra ele de um jeito que não tivesse escolha. Mas sou assim, quando quero que um cara me coma a buceta, ele come, sempre.
À noite, já em casa, sentei minha bunda esmagando a pica do Eduardo contra a barriga dele. Com o tesão que ele tava, bastaram umas duas reboladas pra fazer ele gozar jorrando uma porrada de porra.
Bom, eu tinha ele preso com minha buceta, e já não ligava mais quantos me comiam.

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Eu me divirto às custas do meu marido, estimulando sadicamente a excitação dele, sabendo que com meus tratamentos o coitado vai enchendo as bolas de porra, sem conseguir evitar. Principalmente abuso quando estamos em alguma reunião. E com a exibição da minha lombar enorme e uns roçares e carícias, vou deixando ele cada vez mais duro. Não só na frente da minha sogra, mas dos amigos e colegas dele, que não param de olhar e admirar minha bunda redonda com olhos excitados, coisa que eu uso pra manter meu marido num estado de excitação constante.
Ainda mais quando tiro um dos amigos dele pra dançar. Tipo o Ignácio, que também fica excitado com minhas curvas e farturas. Quando eu o chamei pra dançar, grudei bem juntinho no corpo dele, pra ele sentir bem o meu e, de quebra, pra sentir bem o volume dele, que passou rapidinho da meia-ereção que minha presença causava pra uma ereção bruta que aumentou a umidade que eu sempre tenho pra um nível bem mais alto. Então encaixei minha buceta no volume dele e comecei a esfregar de leve. Era muito excitante saber que meu marido tava vendo o pau do Ignácio sendo roçado uma e outra vez pela minha boceta quente.
Senti a mão do Ignacio me apertando pela cintura, puxando meu corpo contra o dele. Tava claro que ele tava perdendo o controle. E o cheiro da minha pele se misturava com o da minha buceta, deixando ele louco.
Pela agitação progressiva da respiração dele, soube que já o tinha na mão. Tinha sido muito rápido, na verdade, mas decidi liquidá-lo sem enrolação. Então, com meus peitos suculentos contra o dele, aumentei os vai e vem da minha buceta de modo implacável, olhando nos olhos dele, que já estavam ficando turvos, até sentir o pau dele pulsando, sinal inequívoco de que ele estava gozando.
Eu segurei ele enquanto ele gozava nas calças, até que as convulsões pararam. E ele ficou sob o feitiço dos meus aromas enquanto a mancha nas calças dele ficava impossível de esconder. E então, me afastando dele, voltei para o meu marido, não sem antes ver o baita pau que toda aquela situação tinha causado nele.
Eu também tava muito excitada, então puxei ele pra dançar e fiquei me esfregando na ereção dele até terminar a gozada pela metade que tinha tido com o Ignacio.
Claro que as carícias da minha intimidade ardente foram tão intensas que Eduardo, meu marido, não conseguiu evitar um orgasmo tremendo.
Então foram duas calças cheias de porra.
Não comentamos nada com o Eduardo, mas naquela noite a gente soltou pelo menos mais duas gozadas.
E enquanto isso, fui dançar com os outros colegas dela.
Todos eles estavam loucos de tesão por mim, porque lembravam da minha buceta gravada na retina deles.
Então o Júlio, outro dos bons amigos dele, me arrastou pra um canto e me empalou pelo cu com tanto tesão que gozou duas vezes seguidas. E, pra ser sincera, eu também gozei uma, aproveitando que meu marido tinha ficado largado na mesa e não tava me vendo.
Quando o Júlio terminou, o José já estava com a pica pra fora, esperando pra aproveitar meu cu, ainda no ar. Como tava bem aberto, o José não teve dificuldade pra enfiar de uma vez, e me deu uma serrada tão frenética que me deixou muito satisfeita, duas vezes muito satisfeita.
Miguel, que era obcecado pela minha bunda, só queria beijá-la, sem se importar o quanto ela pudesse estar escorrendo. Ele me deu beijinhos e lambidinhas por toda a bunda, e depois, enfiando a língua gostosa entre meus glúteos, ficou entrando e saindo em alta velocidade, me fazendo ter um orgasmo fenomenal pelo cu.
Claro, eu coloquei pra ele de um jeito que não tivesse escolha. Mas sou assim, quando quero que um cara me coma a buceta, ele come, sempre.
À noite, já em casa, sentei minha bunda esmagando a pica do Eduardo contra a barriga dele. Com o tesão que ele tava, bastaram umas duas reboladas pra fazer ele gozar jorrando uma porrada de porra.
Bom, eu tinha ele preso com minha buceta, e já não ligava mais quantos me comiam.

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3 comentários - calentando y cogida por mi cola